<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545</id><updated>2012-01-26T15:51:18.482-02:00</updated><category term='sementes crioulas'/><category term='Cancer transgenicos'/><category term='aquicultura'/><category term='agroecologia'/><category term='CONTAMINAÇÃO'/><category term='homeopatia'/><category term='trangênicos'/><category term='fitoterápicos legislação'/><category term='CTNBIo'/><category term='água'/><category term='agrotóxicos'/><category term='orgânicos'/><category term='Biodiversidade'/><category term='biodiesel'/><title type='text'>Agroecologia e Alternativas Ecológicas</title><subtitle type='html'>Ines Claudete Burg</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>401</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-3979372534511735977</id><published>2012-01-26T15:51:00.000-02:00</published><updated>2012-01-26T15:51:18.489-02:00</updated><title type='text'>AGROECOLOGIA</title><content type='html'>Baixar do site da SOCLA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agroeco.org/socla/pdfs/Agroecologia_5.pdf"&gt;http://www.agroeco.org/socla/pdfs/Agroecologia_5.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-3979372534511735977?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/3979372534511735977/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=3979372534511735977' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3979372534511735977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3979372534511735977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/agroecologia.html' title='AGROECOLOGIA'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6130533056267039954</id><published>2012-01-23T10:54:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T10:54:00.579-02:00</updated><title type='text'>Matéria sobre Agrotóxicos na Revista Vox Objetiva</title><content type='html'>&lt;h4&gt;RESÍDUOS INCONVENIENTES&lt;/h4&gt;&lt;span class="autor"&gt;André Martins&lt;br /&gt;Lucas Alvarenga &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brasileiro  consome mais de 5 litros de agrotóxicos por ano e tem saúde  comprometida; enquanto isso, fabricantes ganham benefícios fiscais e a  agricultura orgânica sofre com o descaso do governo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" class="cav1" src="http://www.voxobjetiva.com.br/imagens/resid1.jpg" /&gt;Uma  produção agrícola de dar inveja. Recursos naturais como água,  diferentes perfis de solo e clima, e uma atividade solar intensa em  grande parte do ano. O Brasil reúne condições perfeitas para os cultivos  agrícolas. Mas, ao mesmo tempo em que lidera a produção de vários itens  de consumo distribuídos ao redor do globo, o país encabeça também uma  preocupante lista. Em 2008, “o celeiro do mundo” desbancou os Estados  Unidos e hoje é o maior consumidor de agrotóxicos do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse quadro teve início há mais de 50 anos, quando a chamada Revolução  Verde apresentou um modelo de produção agrícola baseado na modernização  do campo e no uso de aditivos químicos. Tudo visando à expansão do  setor. A estratégia se afirmou, com o tempo, penosa por demais. Não  apenas por forçar a migração do homem do campo para as cidades, mas,  também, por estimular um crescimento irresponsável, em que a produção  possui primazia sobre os mecanismos que assegurem a saúde da população  mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), só  em 2010, as seis empresas mais fortes no ramo de agrotóxicos –  Monsanto, Syngenta, Bayer, Dupont, DowAgrosciens e Basf – faturaram uma  cifra superior a US$ 7 bilhões em defensivos agrícolas no Brasil. O  Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola  (Sindage) aponta que nesse mesmo período, mais de um bilhão de litros de  defensivos foram despejados nas lavouras nacionais. A grosso modo, cada  brasileiro consumiu impressionantes cinco litros de agrotóxicos em  2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro agrônomo e gerente de Defesa Sanitária Geral do Instituto  Mineiro de Agropecuária (IMA), Nataniel Diniz Nogueira, faz questão de  enumerar. Hoje, o Brasil possui cerca de 1.200 marcas comerciais de  defensivos. Isso corresponderia a cerca de 300 ingredientes ativos, que  são, precisamente, os agrotóxicos. O glifosato, por exemplo, uma das  principais substâncias presentes nas prateleiras e a mais comercializada  no Brasil, correspondendo a 70% do mercado, dá origem a mais de 30  variedades de químicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado dessa maior variedade de produtos e do aumento de casos de  intoxicação alimentar e de problemas neurológicos de camponeses devido à  exposição às substâncias tóxicas, a Agência Nacional de Vigilância  Sanitária (Anvisa) tem atuado de forma incisiva em quatro importantes  eixos para impedir que a situação fuja do controle. Regularmente a  entidade promove a avaliação toxicológica para o registro de novos  produtos e reavaliação para a manutenção ou não das substâncias já  existentes no mercado, além de análise de resíduos em produtos agrícolas  e fiscalização de indústrias de agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, entretanto, a situação se tornou ainda mais complicada a  partir de 2008. Agrotóxicos proibidos em países como Estados Unidos,  Canadá, Japão, China e também na União Europeia são livremente  comercializados em território nacional. As grandes empresas produtoras  de defensivos químicos entraram na justiça e conseguiram impedir que a  Anvisa reavaliasse 14 ingredientes ativos que são base para a produção  de cerca de 200 tipos de aditivos indesejados no restante do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a fiscalização precária, com os laboratórios despreparados  para lidar com a quantidade demonstrativa necessária para se analisar o  nível de toxinas e com as dimensões continentais do país, o chefe do  Serviço de Toxicologia de Minas Gerais, o médico bioquímico Délio  Campolina, credita a grande dor de cabeça à forma com que os  microprodutores lidam com esses produtos. “Mesmo que alguns serviços  prestem orientação a esse grupo, muitas vezes, essas pessoas não têm  discernimento, nem o mínimo cuidado com a própria saúde, que dirá então  com a dos outros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IMA já desenvolveu um trabalho de orientação a pequenos produtores ao  longo de quatro anos, segundo o engenheiro agrônomo, Nataniel Diniz  Nogueira. “Pretendíamos mudar o comportamento deles, pois muitas vezes  se usa o agrotóxico, mas não se percebe o perigo que ele pode  representar. Há quem se atente para isso ao concluir que quem deve  cuidar da saúde de quem manipula esse tipo de substância é ele mesmo”,  opina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se é praticamente impossível se dispensar o uso do agrotóxico em grandes  cultivos, ele deve ser usado, todavia, com parcimônia, garante  Nogueira. Seguindo a bula, e o receituário agronômico, que se assemelha a  uma receita. Sem ele, em tese, não se permite a venda. “O receituário é  um documento mais objetivo com informações como: qual o produto, a  cultura, a dosagem, o horário de pulverização”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todos seguem à risca as normas de segurança. “O pequeno  produtor, em muitos casos, não se protege, mistura substâncias para  causar um efeito mais imediato e acaba gerando resíduos”. Além de  colocar a integridade física em xeque, o homem do campo tem um dispêndio  muito grande com produtos caros e que não seriam realmente necessários  em determinados cultivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saúde em primeiro lugar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" class="cav1" src="http://www.voxobjetiva.com.br/imagens/resid2.jpg" /&gt;O  controle dos danos causados por agrotóxicos ao organismo humano é um  assunto delicado. Não é fácil concluir se uma pessoa foi intoxicada por  químicos contidos em alimentos ou se por outras situações. Para o médico  bioquímico Délio Campolina, os níveis de toxinas são muitos pequenos em  termos de identificação laboratorial. “Teríamos que pegar o alimento e  analisá-lo, porque no organismo ele dificilmente será detectado”,  assegura. De acordo com o coordenador da unidade, situada no Hospital  João XXIII, as pessoas dificilmente ligam o mal-estar ao alimento, de  fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campolina alerta que a ingestão frequente de alimentos com quantidades  mais elevadas de agrotóxicos pode gerar problemas em longo prazo. “A  ingestão desses produtos durante anos pode levar a problemas crônicos,  sejam eles gastro-intestinais ou nervosos, decorrentes da atividade  neurotóxica desses produtos. Além disso, pode desenvolver ainda alergias  e aumentar a probabilidade de aparecimento de um câncer”. Com o tempo, a  ingestão de alimentos com resíduos acima do limite permitido lesam as  células, desenvolvendo as patologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor pode reduzir os resíduos presentes nos alimentos por meio  de procedimentos de lavagem, além de atentar para o tipo de  estabelecimento onde se adquire os itens. “Esses estabelecimentos podem  priorizar a compra de produtos de fornecedores que efetivamente adotem  boas práticas agrícolas na produção de alimentos”, expõe o gerente geral  de Toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é quando a quantidade de aditivos utilizada é tão desmoderada  a ponto de o agrotóxico atingir não apenas a superfície de frutas e  legumes carnosos. “Ao se lavar os alimentos com água e sabão, por  exemplo, é possível reduzir os resíduos daquilo que ficou na superfície.  Mas, o que adentrou o produto? Nas frutas tropicais é normal que isso  aconteça”, ressalta Délio Campolina. O cerne da questão para o chefe do  Serviço de Toxicologia do HPS João XXIII está nos agrotóxicos já  proibidos, mas que continuam a ser usados nas lavouras devido a estoques  de produtores ou a aquisição via compras clandestinas. Mais uma  situação a caminhar para o lado político da discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O poder das toxinas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" class="cav1" src="http://www.voxobjetiva.com.br/imagens/resid3.jpg" /&gt;A  força da indústria agroquímica desafia ate mesmo o Governo, a quem a  ela estendeu a mão um dia. Hoje, concede-se uma redução de 60% da  alíquota do ICMS a todos os agrotóxicos e se isentam as empresas  produtoras de arcar com impostos e contribuições como o IPI, PIS/ Pasep e  Cofins. Enquanto isso, o pequeno produtor que se dedica aos cultivos  orgânicos permanece sem o amparo do poder público. Sem incentivos, a  competição é desleal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As empresas produtoras de agrotóxicos não são taxadas e ao mesmo tempo  geram uma despesa permanente para o sistema de saúde e de previdência. A  nossa proposta é reverter a situação. Ou seja, conceder os incentivos  aos produtores agroecológicos”, explica Padre João (PT-MG), deputado que  levou a discussão à esfera legislativa federal no inicio de 2011,  quando foi criada a Subcomissão sobre o Uso de Agrotóxicos e suas  Consequências à Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira vitória foi conquistada em abril em cima da bancada  ruralista. Por 220 votos a 156, a Câmara rejeitou a isenção de impostos  de matérias-primas para a fabricação do glifosato. De acordo com Padre  João, o Brasil não pode crescer a todo e qualquer custo. É preciso  assegurar a “saúde e a vida à nação”. “Não basta ser somente um grande  produtor de alimentos. A segurança alimentar deve se firmar não apenas  na produtividade, mas na qualidade”, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esfera federal, a subcomissão tem realizado audiências públicas,  ouvido produtores e comerciantes de agrotóxicos, o governo e averiguado  denúncias. Já na estadual, a Emater trabalha para levantar os números da  agricultura orgânica em Minas e disponibilizá- los na intranet da  empresa. “Com dados em mãos, fica mais fácil convencer o poder público a  investir no plantio ecologicamente correto”, diz o coordenador de  Agroecologia e Meio Ambiente da Emater-MG, Marco Aurélio Borba Moreira.  Hoje, porém, falta muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A agricultura de base ecológica precisa de subsídio. Tem que haver um  plano de fortalecimento dessa prática por parte do Governo”, lamenta  Moreira. Segundo o engenheiro agrônomo, há um grupo formado por diversas  entidades, inclusive a Subsecretaria Estadual de Agricultura Familiar,  trabalhando na formulação de um projeto de lei que possa instituir um  plano de agricultura orgânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alternativa sustentável&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" class="cav1" src="http://www.voxobjetiva.com.br/imagens/resid4.jpg" /&gt;A  produção de alimentos orgânicos extrapola os limites da supressão de  agrotóxicos. De acordo com o engenheiro agrônomo Marco Aurélio Borba  Moreira, esta cultura é uma forma de se incentivar a sustentabilidade.  “Nós pretendemos que o agricultor produza os insumos na própria  propriedade, aumentando a produtividade por hectare, gerando alimentos  mais saudáveis e garantindo a segurança alimentar tanto dele, quanto do  consumidor”. Para isso, a Emater oferece cursos de capacitação para  produtores rurais e extensionistas, com foco na saúde e na preservação  do meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das informações importantes para o agricultor é esclarecida por  Moreira com didatismo. Segundo ele, a terra precisa de dois a cinco anos  para se adaptar ao processo produtivo com base ecológica. “Pense em uma  pessoa intoxicada com produtos químicos. Para que ela se restabeleça, é  preciso que passe por um processo de recuperação e purificação daquele  organismo. Com a terra é a mesma coisa”. Por isso, neste período, o  ecossistema fica sujeito a um maior ataque de pragas e doenças. “Essa  variação depende de como se deu o processo produtivo antes da  implantação da agricultura orgânica. Quanto menor a carga de  agroquímicos em um solo e nas proximidades, mais rápida é essa  transição”, complementa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sistema, a agricultura familiar se assenta com mais facilidade. E  como a escala de produção é menor, o plantio orgânico força com que se  semeie diversos alimentos da cadeia nutricional. O engenheiro agrônomo  da Emater lembra que essa prática colabora para que o ecossistema  consiga atingir um equilíbrio nutricional e de pragas em relação aos  insetos responsáveis por combatê-las. Apesar do predomínio da  agricultura familiar, a produção orgânica também atinge o agronegócio.  As lavouras mineiras de café plantadas sob base ecológica são exemplos.  Com um produto diferenciado, elas conquistaram mercados no Brasil e fora  dele, apesar do preço ainda mais elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas pesquisas e experimentos realizados pela Emater-MG e por outras  instituições do ramo revelam que a agricultura orgânica pode ser tão ou  mais produtiva que a convencional. “Ela também apresenta um custo mais  baixo, porque o insumo é produzido na propriedade. O que pode onerar é a  mão de obra. Se o ecossistema ainda não se encontra totalmente  equilibrado, doenças repentinas e ataques de praga tendem demorar mais  tempo para serem combatidas. Nesse caso, o dano econômico pode ser  maior. Aí, a mão de obra onera porque em vez de uma ou duas aplicações  por mês, são feitas uma ou duas por semana intercalando os produtos  ecológicos”, esclarece. Por causa deste equilíbrio, há chances de a  produção orgânica ter um custo-benefício mais alto que a tradicional.  Algo que se dilui com o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a pequena oferta faz com que o alimento orgânico seja atraente  apenas aos olhos. O consumidor sente o preço, que tende a abaixar, mas  com o tempo. Enquanto isso, testes são realizados a fim de se conquistar  uma fatia maior do mercado com os produtos. “Conseguimos em uma unidade  demonstrativa de produção de batata, na região de Inhaúma, próximo de  Sete Lagoas, 5 kg por metro quadrado. Isso equivale a 50 toneladas por  hectare, o que ultrapassa a produtividade do sistema convencional.  Também atingimos níveis de produtividade mais altos com o morango e o  tomate”, recorda o coordenador de Agroecologia e Meio Ambiente da  Emater-MG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tentativa de se fazer da Copa do Mundo de 2014, a “Copa Orgânica”, é  uma motivação extra para o produtor rural que deseja aderir à  agricultura orgânica. “Em abril e maio de 2012 teremos uma semana  voltada à produção agroecológica em Minas e em outros locais do Brasil.  Faremos vários eventos. Muito se fala em promover uma Copa sustentável e  a agricultura não ficará de fora”, ressalta entusiasmado Marco Aurélio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A situação mineira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minas Gerais é o sexto maior consumidor de agrotóxicos do Brasil. Aqui,  quem responde pela fiscalização do uso e comércio desses produtos é o  Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). A diversidade de químicos  utilizados nas plantações mineiras, mantém estreita relação com a  versatilidade dos cultivos de acordo com as peculiaridades climáticas de  cada região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Nataniel Diniz Nogueira, o sistema de monitoramento adotado no  estado é referência para os demais. Das 44 mil fiscalizações realizadas  em 2010, 27%, ou 12 mil, foram feitas no estado. Desse total, apenas 5%  da amostragem apresentou algum tipo de inconformidade com os parâmetros  legais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estabelecimentos que comercializam agrotóxicos são visitados três  vezes ao ano. As plantações, de uma a três vezes, dependendo da  localização. Assim como a Anvisa, o IMA monitora, também, desde 2000, o  percentual de resíduos presentes em produtos agrícolas. “Cerca de nove  itens diferentes são coletados e conduzidos a um laboratório. Em 2010,  fizemos 286 amostras, sendo que 92% apresentavam níveis de agrotóxicos  dentro do que a legislação sanitária tolera”, detalha Nogueira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6130533056267039954?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6130533056267039954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6130533056267039954' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6130533056267039954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6130533056267039954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/materia-sobre-agrotoxicos-na-revista.html' title='Matéria sobre Agrotóxicos na Revista Vox Objetiva'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-9166829872189055448</id><published>2012-01-22T22:02:00.002-02:00</published><updated>2012-01-22T22:02:54.352-02:00</updated><title type='text'>A história das coisas</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=lgmTfPzLl4E&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-9166829872189055448?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/9166829872189055448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=9166829872189055448' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/9166829872189055448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/9166829872189055448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/historia-das-coisas.html' title='A história das coisas'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6128856863256558530</id><published>2012-01-16T18:42:00.002-02:00</published><updated>2012-01-16T18:48:49.668-02:00</updated><title type='text'>A alternativa agroecológica</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;A&amp;nbsp;experiência&amp;nbsp;do&amp;nbsp;Grupo&amp;nbsp;Agroextrativista&amp;nbsp;do&amp;nbsp;Cerrado&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;com&amp;nbsp;plantas&amp;nbsp;medicinais&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O trabalho com plantas medicinais é um dos grandes destaques do Grupo Agroextrativista do Cerrado. O coletivo é constituído por 12 famílias agricultoras residentes no assentamento agroextrativista “Americana”, no município de Grão Mogol, norte de Minas Gerais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Seu João Altino Neto, um dos membros do grupo, deve ao pai, de quem herdou a tradição de “raizeiro”, o grande conhecimento que tem das plantas medicinais do Cerrado. Maria Elei Souza, atual presidente do grupo, também já tinha adquirido muitos conhecimentos em um curso promovido no município de Porteirinha pela Associação Casa de Ervas Barranco de Esperança e Vida (ACEBEV), há cerca de 13 anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Quando a terra do assentamento foi conquistada, há cerca de seis anos, estes agricultores começaram a organizar o grupo para, entre outras atividades, manejar, coletar e produzir plantas medicinais para a fabricação artesanal de remédios. À ocasião, além dos agricultores, outros dois raizeiros do assentamento foram identificados e aderiram à iniciativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mas embora houvesse entre os agricultores muitos conhecimentos sobre as propriedades medicinais das plantas da biodiversidade local, foi através da assessoria de Honório Dourado, técnico do Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA-NM), que eles aprenderam técnicas de processamento das ervas para a fabricação de tinturas, xaropes, pomadas, chás, além de cuidados com a coleta e a secagem das plantas. Novas propriedades farmacêuticas de diversas plantas também foram aprendidas, tanto com Honório como nos diversos eventos dos quais membros do grupo têm participado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O trabalho com plantas medicinais é todo feito de forma coletiva pelo grupo: desde a coleta das plantas “no mato” até o processamento e envase. Através de projeto aprovado com a ajuda do CAA-NM, conseguiram comprar equipamentos como armário, caldeirão, tacho, vidros, isopor, botas, luvas e toucas. Além da extração de nativas, cujo cronograma também é organizado coletivamente, as famílias cultivam diversas espécies de ervas medicinais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Entre as plantas nativas coletadas no assentamento estão a cagaita, pau-terra, carqueja, salva-vida, pacari, arnica, umburana, angico-vermelho, aroeira, barbatimão, malva-rosca, rufão, canguçu, velame-branco, carapiá, assa-peixe branco, jatobá do campo, quina-de-papagaio, violeiro, unha d’anta, alecrim-da-vargem, chá-podre, quina-de-vara, papaconha, raízes-de-perdizes, trucisco, barrigudinha, miroró, braço-forte, ruibarbo, gonçalo-alves, ipê-amarelo ipê-roxo, cura-olho e pequi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Entre as plantas medicinais cultivadas estão 3 variedades de hortelã, poejo, capim-santo, erva-cidreira, alfavaca, alfavacão, alecrim, gergelim, girassol, calêndula, babosa, boldo-do-chile, arruda, chá-da-índia e sálvia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Hoje o grupo produz mais de 40 tipos de remédios formulados, alguns dos quais combinando várias plantas medicinais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os remédios são usados pelas famílias que compõem o grupo e comercializados em feiras e encontros. Há também pessoas que vão ao assentamento para comprá-los diretamente dos agricultores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Eles calculam que a comercialização dos medicamentos caseiros renda uma média de R$ 300,00 por mês, que são distribuídos entre as 12 famílias do grupo. Mas ressaltam que o lucro maior que têm é não mais gastarem dinheiro nas farmácias: muito raramente compram remédios industrializados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Eles ainda destacam que o conhecimento adquirido e cultivado pelas famílias do grupo tem ajudado a preservar o cerrado. Por exemplo, na região usava-se tradicionalmente a raiz da arnica para fins medicinais. A planta tinha que ser arrancada para a obtenção da raiz e a espécie estava sumindo. Através dos cursos e intercâmbios os agricultores aprenderam a usar a parte aérea da planta e com isso a espécie está sendo preservada. Outro valor observado sobre o trabalho em grupo é que os conhecimentos sobre as plantas medicinais está sendo repassado para os filhos e familiares dos agricultores e difundido pela comunidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em breve, tanto as plantas medicinais como as frutas também coletadas e produzidas pelo grupo começarão a ser processadas na Unidade Multiuso de Beneficiamento de Frutos do Cerrado, obra já em andamento viabilizada através de projetos aprovados com a Fundação Banco do Brasil, o Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) e a Cese (Coordenadoria Ecumênica de Serviço).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;Agroecologia&amp;nbsp;em&amp;nbsp;Rede,&amp;nbsp;2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Campanha&amp;nbsp;Brasil&amp;nbsp;Ecológico,&amp;nbsp;Livre&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Transgênicos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Agrotóxicos -&amp;nbsp;&lt;a href="http://aspta.org.br/" target="_blank"&gt;AS-PTA&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6128856863256558530?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6128856863256558530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6128856863256558530' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6128856863256558530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6128856863256558530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/alternativa-agroecologica.html' title='A alternativa agroecológica'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7913738143932766982</id><published>2012-01-16T18:39:00.001-02:00</published><updated>2012-01-16T18:43:32.263-02:00</updated><title type='text'>Fungicida ameaça venda de suco de laranja brasileiro nos EUA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O anúncio de que os Estados Unidos detectaram um fungicida em suco de laranja importado do Brasil gerou temores de que as vendas do produto brasileiro possam ser afetadas em seu principal mercado no exterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Segundo a Agência Americana de Drogas e Alimentos (FDA, na sigla em inglês), uma empresa americana detectou baixas quantidades do fungicida carbendazim em suco de laranja concentrado comprado do Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O uso da substância é proibido em produtos cítricos nos EUA, mas é permitido no Brasil e empregado no combate à "pinta-preta", um tipo de fungo comum em pomares de laranja. A FDA afirmou que os níveis de carbendazim detectados não eram nocivos à saúde e que não pretendia fazer um recall do produto brasileiro, mas que intensificaria os testes e bloquearia todos os carregamentos que apresentassem altas quantias do fungicida. A agência não determinou, no entanto, qual será o limite tolerado do produto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em nota, a Associação Nacional de Exportadores de Cítricos (CitrusBR) afirmou que a utilização do carbendazim é permitida no Brasil e nos outros principais mercados consumidores do suco brasileiro (União Europeia, Japão e Canadá), e que os EUA aceitam o uso do fungicida em vários outros produtos alimentícios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Segundo a assessoria de imprensa da associação, os produtores brasileiros estão em contato com a FDA para se adequar às normas americanas, sem que haja a interrupção nas vendas. A CitrusBR diz ainda aguardar que a FDA defina um nível máximo de carbendazim para o suco de laranja. (...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C356484%7C91635%7C10169&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fnot.economia.terra.com.br%2Fnoticias%2Fnoticia.aspx%3FidNoticia%3D201201111856_BBB_80710762%23article" target="_blank"&gt;BBC&amp;nbsp;Brasil&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;11/01/2012.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Campanha&amp;nbsp;Brasil&amp;nbsp;Ecológico,&amp;nbsp;Livre&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Transgênicos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Agrotóxicos -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://aspta.org.br/" target="_blank"&gt;AS-PTA&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7913738143932766982?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7913738143932766982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7913738143932766982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7913738143932766982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7913738143932766982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/fungicida-ameaca-venda-de-suco-de.html' title='Fungicida ameaça venda de suco de laranja brasileiro nos EUA'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6561467603848857171</id><published>2012-01-16T18:38:00.001-02:00</published><updated>2012-01-16T18:43:59.917-02:00</updated><title type='text'>A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Enquanto&amp;nbsp;a&amp;nbsp;companhia&amp;nbsp;alemã&amp;nbsp;Bayer&amp;nbsp;continuar&amp;nbsp;fabricando&amp;nbsp;e&amp;nbsp;vendendo&amp;nbsp;agrotóxicos&amp;nbsp;neonicotinóides,&amp;nbsp;populações&amp;nbsp;de&amp;nbsp;abelhas&amp;nbsp;nomundo&amp;nbsp;todo&amp;nbsp;serão&amp;nbsp;mortas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;“É responsabilidade da Bayer o fenômeno conhecido como transtorno do colapso de colônias (CCD)” – problema da mortalidade de colônias de abelhas – declaram os membros da Coalizão contra os perigos da Bayer, um grupo com sede na Alemanha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Philipp Mimkes, porta-voz do grupo, revelou que o imidacloprido (Gaucho) e a clotianidina (Poncho) são os inseticidas mais vendidos da Bayer, apesar destes produtos, conhecidos como neonicotinóides, estarem ligados à morte de colônias de abelhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em 2010, as vendas do Gaucho alcançaram a cifra de US$ 820 milhões e do Poncho US$ 260 milhões. Gaucho ocupa o primeiro lugar entre os agrotóxicos vendidos pela Bayer, enquanto o Pancho está em sétimo lugar. “Esta é a razão da Bayer, apesar dos graves prejuízos ambientais, lutar com unhas e dentes contra qualquer proibição na aplicação dos neonicotinóides”, afirma Mimkes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Na Europa, em vários países o uso dos neonicotinóides foram proibidos. Na Alemanha, Itália, França e Eslovênia o Gaucho foi proibido no tratamento das sementes de milho, que é sua principal aplicação. No entanto, sua utilização é livre em vários países, incluindo os EUA, onde desde 2006, um terço da população de abelha já morreu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;As abelhas polinizam mais de 70 entre as 100 culturas que fornecem 90% de alimentos do mundo. Entre frutas e vegetais, estão, por exemplo, as maçãs, laranjas, morangos, cebolas e cenouras. O declínio na população de abelhas tem efeitos devastadores para a segurança alimentar e é meio de subsistência dos agricultores. Além disso, pode afetar o valor nutricional e a variedade de nossos alimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Um estudo recente das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) descreveu que os pesticidas da Bayer imidacloprido e clotianidina colocam em risco diversos animais como gatos, peixes, ratos, coelhos, pássaros e minhocas. “Os estudos de laboratório demonstraram que estes produtos químicos podem causar a perda de direção, afetar a memória e o metabolismo cerebral e levar à mortandade”, revela o informe da Pnuma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Devido ao seu alto grau de persistência, os neonicotinóides podem permanecer no solo durante vários anos. Os cultivos onde foram utilizados agrotóxicos anteriormente podem levar as toxinas para o solo através de suas raízes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Pressão&amp;nbsp;para&amp;nbsp;deter&amp;nbsp;os&amp;nbsp;neonicotinóides&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Segundo Mimkes, o grupo “está fazendo campanha contra os neonicotinóides desde 1997, quando os riscos ainda eram praticamente desconhecidos pelo grande público. É preciso pressionar para que a Bayer pare a fabricação e comercialização desses pesticidas, que são responsáveis pelos danos causados ao meio ambiente e por prejuízos econômicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;A novidade mais importante é que hoje em dia há milhares de informações, artigos e estudos do mundo todo sobre a correlação da exposição aos agrotóxicos, tais como os imidacloprido e clotianidina, e o declínio geral das abelhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os ativistas recolheram 1,2 milhões de assinaturas para exigir que a clotianidina fosse retirada do mercado e elas foram apresentadas ao diretor geral da Bayer durante uma reunião de acionistas. O abaixo-assinado foi em função de uma nota interna dos EUA – agência de proteção ambiental (EPA) – que confirmou o risco que o agrotóxico representa para as abelhas e descreve que a Bayer apresentou estudos insuficientes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em 2003 a EPA solicitou que a Bayer apresentasse um estudo do ciclo de vida e os efeitos da clotianidina sobre as abelhas. A Bayer pediu mais tempo para terminar a pesquisa, continuou vendendo o produto e somente em 2007 apresentou o estudo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Um memorando vazado diz que a EPA concedeu permissão a Bayer para realizar estudo sobre o óleo de canola, em vez do milho, uma distinção crucial já que a canola é um cultivo menor em comparação ao milho. Os testes foram realizados em terrenos pequenos e próximos uns aos outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Extraído&amp;nbsp;e&amp;nbsp;adaptado&amp;nbsp;de:&amp;nbsp;Coalizão&amp;nbsp;Contra&amp;nbsp;os&amp;nbsp;Perigos&amp;nbsp;da&amp;nbsp;Bayer,&amp;nbsp;23/12/2011&amp;nbsp;(via&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C356483%7C91635%7C10169&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fpratoslimpos.org.br%2F%3Fp%3D3621" target="_blank"&gt;Em&amp;nbsp;Pratos&amp;nbsp;Limpos&lt;/a&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Campanha&amp;nbsp;Brasil&amp;nbsp;Ecológico,&amp;nbsp;Livre&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Transgênicos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Agrotóxicos -&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://aspta.org.br/" target="_blank"&gt;AS-PTA&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6561467603848857171?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6561467603848857171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6561467603848857171' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6561467603848857171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6561467603848857171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/bayer-continua-matando-abelhas-em-todo.html' title='A Bayer continua matando abelhas em todo o planeta'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-3868577764675415596</id><published>2012-01-16T18:36:00.002-02:00</published><updated>2012-01-16T18:47:06.668-02:00</updated><title type='text'>União Europeia reabre debate sobre proibição de transgênicos</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A Dinamarca apresentou em 19 de dezembro as principais linhas de sua política ambiental da próxima presidência da União Europeia, que voltará a debater a proibição dos polêmicos transgênicos, juntamente com a eficiência energética e a luta contra as mudanças climáticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A ministra do Meio Ambiente, Ida Auken, assinalou em entrevista coletiva que uma de suas prioridades será voltar a debater a possibilidade que cada país tenha mais liberdade para proibir o cultivo dos transgênicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A Comissão Europeia propôs no ano passado mudar as políticas sobre o assunto. Seis países aplicam restrições contra o cultivo – França, Grécia, Alemanha, Luxemburgo, Áustria e Hungria – enquanto que no outro extremo estão os sete membros que exploram comercialmente esses cultivos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Espanha está no último grupo e é, concretamente, o país com maior superfície de transgênicos e o produtor de 80% do milho transgênico cultivado na União Europeia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Auken adiantou que o debate será complicado, já que continua havendo uma minoria de países que bloqueiam a aprovação dessa medida e favoráveis a que decisões sobre estes produtos continuem sendo tomadas em nível comunitário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Atualmente, na União Europeia pode-se cultivar dois tipos de transgênicos: uma linhagem de milho e outra de batata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Outras prioridades da presidência dinamarquesa serão reforçar as infraestruturas energéticas e abordar questões como o conteúdo de enxofre nos combustíveis das embarcações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C356480%7C91635%7C10169&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fm.estadao.com.br%2Fnoticias%2Fvidae%2Cuniao-europeia-reabre-debate-sobre-proibicao-de-transgenicos%2C813044.htm" target="_blank"&gt;Estadao.com.br&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;19/12/2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Campanha&amp;nbsp;Brasil&amp;nbsp;Ecológico,&amp;nbsp;Livre&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Transgênicos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Agrotóxicos -&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://aspta.org.br/" target="_blank"&gt;AS-PTA&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-3868577764675415596?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/3868577764675415596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=3868577764675415596' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3868577764675415596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3868577764675415596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/uniao-europeia-reabre-debate-sobre.html' title='União Europeia reabre debate sobre proibição de transgênicos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-9114462331799198957</id><published>2012-01-16T18:35:00.003-02:00</published><updated>2012-01-16T18:46:05.167-02:00</updated><title type='text'>Empresa é multada por omitir presença de transgênico em farinha</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Produto&amp;nbsp;teria&amp;nbsp;22%&amp;nbsp;de&amp;nbsp;milho&amp;nbsp;geneticamente&amp;nbsp;modificado,&amp;nbsp;segundo&amp;nbsp;o&amp;nbsp;DPDC.&amp;nbsp;Fabricante&amp;nbsp;pode&amp;nbsp;recorrer&amp;nbsp;da&amp;nbsp;decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A empresa paranaense Zaeli Alimentos foi multada nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, por deixar de informar, no rótulo de sua farinha de milho, a existência de ingrediente transgênico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A multa, de R$ 548 mil, deve ser depositada em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos do Ministério da Justiça. A empresa pode recorrer da decisão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Segundo o DPDC, a análise de laboratório confirmou a presença de 22% de milho geneticamente modificado na Farinha de Milho – Fubá Mimoso, fabricada pela Zaeli. O órgão do ministério da Justiça informa que, de acordo como Código de Defesa do Consumidor, “é obrigatório informar no rótulo do alimento a presença de mais de 1% de ingredientes transgênicos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Procurada pelo G1, a Zaeli Alimentos informou que estranha a decisão do DPDC e que irá recorrer da decisão. Segundo a empresa, os testes não seguiram os procedimentos legais. “Além disso, não foi dada a oportunidade de realização de uma contraprova do exame em questão”, afirma a companhia em nota.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C356478%7C91635%7C10169&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Feconomia%2Fnegocios%2Fnoticia%2F2012%2F01%2Fempresa-e-multada-por-omitir-presenca-de-transgenico-em-farinha.html" target="_blank"&gt;G1&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;05/01/2012.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Campanha&amp;nbsp;Brasil&amp;nbsp;Ecológico,&amp;nbsp;Livre&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Transgênicos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Agrotóxicos -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://aspta.org.br/" target="_blank"&gt;AS-PTA&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-9114462331799198957?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/9114462331799198957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=9114462331799198957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/9114462331799198957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/9114462331799198957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/empresa-e-multada-por-omitir-presenca.html' title='Empresa é multada por omitir presença de transgênico em farinha'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7516068316562916427</id><published>2012-01-10T19:00:00.002-02:00</published><updated>2012-01-16T18:48:28.282-02:00</updated><title type='text'>Investigación científica demuestra la contaminación del agua dulce por el glifosato</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://www.reduas.fcm.unc.edu.ar/glifosato-contamina-fuentes-de-aguas-subterranes/" target="_blank"&gt;http://www.reduas.fcm.unc.edu.ar/glifosato-contamina-fuentes-de-aguas-subterranes/&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Contrariando las afirmaciones hechas por la industria química y la Agencia de Protección Ambiental (EPA) de EE.UU., de&amp;nbsp;que el herbicida glifosato no se filtra en las aguas subterráneas, se ha encontrado que es plenamente capaz de contaminar esas aguas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Publicado en la revista Analytical Chemistry and Bioanalytical , el nuevo estudio confirma que el glifosato está lejos de ser el protector de los cultivos benigno que sus defensores afirman que es, y que tiene el potencial de causar daños ambientales. Para su estudio, los investigadores del Instituto de Diagnóstico Ambiental y Estudios del Agua (IEAWR) en Barcelona, España, realizaron una serie de pruebas en muestras de agua subterránea para determinar la presencia de glifosato. Después de emplear un inmunoensayo de partículas magnéticas (IA), así como cromatografía líquida con extracción en fase sólida, (LC) y espectrometría de masas tándem (MS / MS), determinaron que, mientras que los suelos absorben parte del químico, el glifosato no es totalmente descompuesto antes de llegar a las aguas subterráneas; lo que el gobierno y la industria química desde hace mucho tiempo decía que sí ocurría.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;De hecho, los resultados contradicen totalmente las declaraciones hechas por la industria química y la EPA de que el glifosato tiene “pocas posibilidades de lixiviación en aguas subterráneas.” Según la EPA, “microbios en el suelo fácilmente lo degradan completamente [al glifosato], incluso bajo condiciones de baja temperatura y el glifosato no tienden a acumularse en la vida acuática”.&lt;a href="http://www.epa.gov/ogwdw/pdfs/factsheets/soc/glyphosa.pdf" target="_blank"&gt;http://www.epa.gov/ogwdw/pdfs/factsheets/soc/glyphosa.pdf&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;La EPA presumiblemente habría obtenido esta información falsa directamente desde el fabricante de glifosato, la Corporación&amp;nbsp;Monsanto. Sin embargo, la agencia tiene su propia responsabilidad para verificar los reclamos de seguridad por parte del público, que obviamente no&amp;nbsp;hizo para el glifosato. Como resultado, millones de litros de este producto químico mortal son rociados sobre los cultivos en todo el mundo cada año, y nadie sabe cuánto de ello ha llegado a las aguas subterráneas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Otros dos estudios realizados recientemente por el Servicio Geológico de EE.UU. (USGS) también encuentran glifosato en arroyos y ríos, así como en el agua de lluvia e incluso en el aire alrededor de las zonas agrícolas que utilizan glifosato.&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.naturalnews.com/033699_Roundup_pollution.html" target="_blank"&gt;http://www.naturalnews.com/033699_Roundup_pollution.html&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Otro aspecto de esta revelación es el hecho de que Monsanto ha sabido de esta contaminación del ambiente durante años, pero no ha hecho nada al respecto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;La mentira de que glifosato no contamina las aguas subterráneas ha sido oficialmente desmentida, es muy poco probable que la EPA o la industria química invertirá su posición errante en la materia.-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Sanchís J, Kantiani L, Llorca M, Rubio F, Ginebreda A, Fraile J, Garrido T, Farré M.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;i&gt;Determination of glyphosate in groundwater samples using an ultrasensitive immunoassay and confirmation by on-line solid-phase extraction followed by liquid chromatography coupled to tandem mass spectrometry.&amp;nbsp;Anal Bioanal Chem. 2011 Nov 20.&amp;nbsp;[Epub ahead of print] Institute of Environmental Assessment and Water Research (IDAEA-CSIC), C/Jordi Girona, 18-26, 08034, Barcelona, Spain. Anal Bioanal Chem. 2011 Nov 20.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Abstract&amp;nbsp;traducido por Reduas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A pesar de haber sido el foco de atención por parte de la comunidad científica durante los últimos años, el glifosato sigue siendo un compuesto de desafiantes desde el punto de vista analítico, debido a sus propiedades fisicoquímicas: peso molecular relativamente bajo, alta polaridad, solubilidad en agua alta, de baja solubilidad en disolventes orgánicos , comportamiento anfótero y la facilidad para formar complejos metálicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Grandes esfuerzos se han dirigido hacia el desarrollo de métodos adecuados, sensible y robusto para el análisis de rutina de este herbicida ampliamente utilizado. En el presente trabajo, un inmunoensayo de partículas magnéticas (IA) ha sido evaluado para una rápida, fiable y precisa de partes por billón de control de glifosato en matrices de agua, en combinación con un nuevo método analítico basado en la extracción en fase sólida (SPE), seguida de cromatografía líquida (LC), junto a la espectrometría de masas tándem (MS / MS), para análisis de confirmación de muestras positivas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;La evaluación de impacto de partículas magnéticas se ha aplicado a los análisis de cerca de 140 muestras de las aguas subterráneas de Cataluña (NE de España) recolectados durante cuatro campañas de muestreo.&amp;nbsp;El glifosato está presente por encima de nivel límite de cuantificación en el 41% de las muestras con concentraciones de hasta 2,5 g / L y una concentración media de 200 ng / L.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Buen acuerdo se obtuvo al comparar los resultados de la IA y en línea, análisis SPE-LC-MS/MS. Además, no se obtuvieron falsos negativos mediante el uso de la IA rápida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Este es uno de los pocos trabajos relacionados con el análisis de glifosato en muestras de agua subterránea real y los datos presentados confirman que, a pesar de que tiene baja movilidad en el suelo, el glifosato es capaz de alcanzar las aguas subterráneas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7516068316562916427?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7516068316562916427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7516068316562916427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7516068316562916427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7516068316562916427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2012/01/investigacion-cientifica-demuestra-la.html' title='Investigación científica demuestra la contaminación del agua dulce por el glifosato'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6176718416053270925</id><published>2011-12-10T19:49:00.001-02:00</published><updated>2011-12-10T19:49:55.348-02:00</updated><title type='text'>CTNBio passará por reformulação em 2012</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao menos 30% dos 54 membros titulares e suplentes devem deixar o colegiado responsável pela avaliação da segurança de organismos geneticamente modificados no país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ainda sem resolver questões fundamentais, como as regras finais de monitoramento de produtos transgênicos e a posição brasileira no acordo global para o transporte internacional de OGMs, a comissão ficará sem comando a partir de 17 de janeiro, quando expira o mandato do atual presidente, o agrônomo geneticista Edilson Paiva. O coordenador-geral do colegiado, o agrônomo José Edil Benedito, já havia deixado, em 1º de dezembro, a função para dirigir o instituto de pesquisas econômicas do Espírito Santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na última reunião ordinária de 2011, Paiva informou que sete membros não poderão ser reconduzidos por haver atingido o limite de seis anos o cargo e outros dez dependerão da avaliação do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para permanecer no posto. “Vários membros serão substituídos. Seis estão nessa situação de não recondução e dez devem ser reconduzidos”, afirmou Edilson Paiva ao Valor. “Uma comissão do MCT vai indicar novos nomes na próxima semana. Eles vão prospectar na comunidade científica para substituir os atuais”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dos 27 membros titulares, 12 são ligados ao MCT e 15 são indicados por outros órgãos. Em sua despedida, após dois anos no comando da CTNBio, Edilson Paiva fez um apelo ao ministro Aloizio Mercadante para evitar “indicações políticas” e “loteamento”. “Fiz um pedido ao ministro solicitando que o coordenador, por exemplo, tenha treinamento, experiência em biotecnologia, isenção política e ideológica e entenda de CTNBio”, disse. “Felizmente, temos esses nomes nos quadros do MCT. Dois que indiquei já trabalham lá e têm esses características. Temos que evitar que se faça daquilo um trampolim, não pode lotear”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;A eleição para substituir Edilson Paiva ocorrerá em fevereiro. O MCT conduzirá o processo. Nos bastidores, informa-se que Mercadante está insatisfeito com o “açodamento” identificado nas decisões da CTNBio. Mas Edilson Paiva defende a gestão e a forma de trabalho da comissão. “O contraditório foi excelente. Os proponentes [empresas de biotecnologia e instituições de pesquisa] participaram muito ao longo dos anos, o que melhorou os processos”, afirmou. “A CTNBio está, agora, numa fase de rotina. Não tem nada que tenha urgência para ser resolvido”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Alguns membros discordam do atual presidente ao apontar os debates remanescentes sobre o aperfeiçoamento das regras para monitoramento dos transgênicos após sua liberação comercial. “Isso ainda está pendente. E, na última reunião conduzida por ele [Paiva], não se tratou disso”, apontou o engenheiro&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Leonardo Melgarejo, representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário na CTNBio. Paiva rebate o colega: “Discutimos muito isso. Faltam alguns pontos, mas a ciência evolui, algo sempre tem que modificar, mas nada tão urgente”, disse. E colocou a liberação comercial do feijão transgênico da Embrapa como “um marco” de sua gestão, iniciada em 2010. “E o novo plano de monitoramento até no Primeiro Mundo vai ser adotado”, previu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fonte: Valor Econômico, 09/12/2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6176718416053270925?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6176718416053270925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6176718416053270925' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6176718416053270925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6176718416053270925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/12/ctnbio-passara-por-reformulacao-em-2012.html' title='CTNBio passará por reformulação em 2012'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7867090019768702540</id><published>2011-12-10T19:48:00.000-02:00</published><updated>2011-12-10T19:48:35.354-02:00</updated><title type='text'>Milho GM abre espaço para novos agrotóxicos</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Plantas geneticamente modificadas controlam parte dos insetos, mas, sem uso de veneno, outras pragas podem se reproduzir com mais frequência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por Cassiano Ribeiro (O repórter viajou a convite da FMC)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O ganho de terreno do milho transgênico está sendo um filão de mercado para as indústrias agroquímicas que atuam no Brasil. Diante da tendência praticamente irreversível da utilização de sementes geneticamente modificadas (GM) nas lavouras, as empresas aproveitam o momento para lançar produtos e serviços, com aplicação direcionada especificamente a essas variedades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A projeção da Expedição Safra Gazeta do Povo é que a área com milho transgênico no Brasil tenha saltado de 76% no ano passado para 90% nesta safra de verão. As apostas dos produtores estão sustentadas na promessa de maiores rendimentos do cereal GM.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A escolha por transgênicos deixa, por outro lado, a lavoura mais suscetível a pragas e doenças não controladas pela tecnologia inserida na semente, alerta o agrônomo e assessor técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti. “É muito difícil uma variedade transgênica oferecer altos rendimentos e ao mesmo tempo garantir sanidade”, afirma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O quadro representa uma contradição, uma vez que boa parte dos milhos transgênicos produz proteína que elimina insetos e, assim, prometiam dispensar controle químico. A questão é que essa proteína não elimina todas as pragas. Algumas delas acabam inclusive ganhando força.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É de olho nesse quadro que a norte-americana FMC comercializa, a partir deste mês, um inseticida voltado ao tratamento de sementes de milho transgênico. Com a meta de abocanhar 8% do mercado de tratamento de sementes com inseticidas em oito anos, a empresa aposta agora no Rocks, um inseticida que promete dupla ação no controle das principais pragas que afetam as lavouras em sua fase inicial de desenvolvimento: contra mastigadores e sugadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Uma barreira química oferecida pelo produto impede que os mastigadores (como as lagartas) entrem em contato com as plantas. Os sugadores (como o percevejo) são exterminados ao entrarem em contato com o agrotóxico. “O Rocks tem ação sistêmica e de contato”, resume Gustavo Canato, gerente de produto da FMC.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ele lembra ainda que os efeitos do produto têm duração de quatro semanas, período em que há maior infestação de pragas, e a aplicação deve ser feita na semente, antes do plantio. Segundo Canato, o controle das principais pragas que atacam as lavouras de soja e milho na etapa inicial de desenvolvimento pode garantir até 45% do potencial produtivo para a oleaginosa e 38% para o cereal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|344344|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.gazetadopovo.com.br%2Fcaminhosdocampo%2Fconteudo.phtml%3Ftl%3D1%26id%3D1199740%26tit%3DMilho-GM-abre-espaco-para-novos-agrotoxicos" target="_blank"&gt;Gazeta&amp;nbsp;do&amp;nbsp;Povo&lt;/a&gt;, 06/12/2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7867090019768702540?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7867090019768702540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7867090019768702540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7867090019768702540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7867090019768702540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/12/milho-gm-abre-espaco-para-novos.html' title='Milho GM abre espaço para novos agrotóxicos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-1970747558222239332</id><published>2011-12-10T19:47:00.000-02:00</published><updated>2011-12-10T19:47:21.543-02:00</updated><title type='text'>Contaminação por agrotóxicos persiste em alimentos analisados pela Anvisa</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Mais de 90% das amostras de pimentão apresentaram problemas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O pimentão, o morango e o pepino lideram o ranking dos alimentos com o maior número de amostras contaminadas por agrotóxico, durante o ano de 2010. É o que apontam dados do Programa de Análise de&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos (Para) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgados nesta quarta-feira (7/12).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No caso do morango e do pepino, o percentual de amostras irregulares foi de 63% e 58%, respectivamente. Os dois problemas detectados na análise das amostras foram: teores de resíduos de agrotóxicos acima do permitido e o uso de agrotóxicos não autorizados para estas culturas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A alface e a cenoura também apresentaram elevados índices de contaminação por agrotóxicos. Em 55% das amostras de alface foram encontradas irregularidades. Já na cenoura, o índice foi de 50%.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na beterraba, no abacaxi, na couve e no mamão foram verificadas irregularidades em cerca de 30% das amostras analisadas. “São dados preocupantes, se considerarmos que a ingestão cotidiana desses agrotóxicos pode contribuir para o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como a desregulação endócrina e o câncer”, afirma o diretor da Anvisa, Agenor Álvares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por outro lado, a batata obteve resultados satisfatórios em 100% das amostras analisadas. Em 2002, primeiro ano de monitoramento do programa, 22,2% das amostras de batata coletadas apresentavam irregularidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Balanço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No balanço geral, das 2.488 amostras coletadas pelo Para, 28% estavam insatisfatórias. Deste total, em 24, 3% dos casos, os problemas estavam relacionados à constatação de agrotóxicos não autorizados para a cultura analisada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Já em 1,7% das amostras foram encontrados resíduos de agrotóxicos em níveis acima dos autorizados. “Esses resíduos indicam a utilização de agrotóxicos em desacordo com as informações presentes no rótulo e bula do produto, ou seja, indicação do número de aplicações, quantidade de ingrediente ativo por hectare e intervalo de segurança”, evidencia Álvares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nos 1,9% restantes, as duas irregularidades foram encontradas simultaneamente na mesma amostra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;PARA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(...) A metodologia analítica empregada pelos laboratórios é a multirresíduos, capaz de identificar a presença de até 167 diferentes agrotóxicos em cada amostra analisada. “Trata-se de uma tecnologia de ponta e é utilizada por países como Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos e Holanda para monitorar resíduos de agrotóxicos em alimentos”, diz o diretor da Anvisa. (...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 2010, apenas 2,1% das amostras analisadas pelo Para não tiveram qualquer rastreabilidade. Na maioria dos casos (61,2%), foi possível rastrear o alimento até o distribuidor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|344338|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fwps%2Fwcm%2Fconnect%2F55b8fb80495486cdaecbff4ed75891ae%2FRelat%25C3%25B3rio%2BPARA%2B2010%2B-%2BVers%25C3%25A3o%2BFinal.pdf%3FMOD%3DAJPERES" target="_blank"&gt;Confira&amp;nbsp;a&amp;nbsp;íntegra&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;resultados&amp;nbsp;do&amp;nbsp;Programa&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Análise&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Resíduos&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Agrotóxicos&amp;nbsp;de&amp;nbsp;2010.&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|0|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fwps%2Fportal%2Fanvisa%2Fanvisa%2Fimprensa%2F%2521ut%2Fp%2Fc5%2FrZHJcqMwGISfxQ8QSwKxHTEjxGZwDAHMhWKzh9VkIAh4-nHVnCendB__qv76rwYJeHnIlvqRzfVzyDoQg0RMNaoaWHIghOJJgyYVXFF49yBVMIhADHHqN9to7u1-bSCDfrs68x-VnR0C3Zwwf3e9gMDVb6fd_4CrK0XMJesZFQoK9XeimgPkzeLwykq-oUGP-3eH_5EKgWs8-wrcQCKlIeVkw6YIUks6QZMEhu5BnbcuEgh-sPO3LAH_KMsCSZ33R1b0R3iEmOd4gcdIQViSkYxfW7g3vP6azkwj0YIf2zRVVTV6Hc39WZ8mss2kW-KtvM6yHCymck8v5pbthUmcZO7fukTYHiHrsGPjILI-dDOjzb2rdXIr5ikdKOXvrFQX29B1Lsi75s1kgf6ohe4qxWhXyxMKqnwwToUiMrHTVtqG6uKFSd1otbF_Gdka-YPtjZnUjp9cFX9OulrGbLMvjlV7v0vKo_hr20f3wodnmTwPYOyX0WDo9R47_AVZ5khG%2Fdl3%2Fd3%2FL2dBISEvZ0FBIS9nQSEh%2F%3Fpcid%3Da2afc880495486f3aed2ff4ed75891ae" target="_blank"&gt;Anvisa&lt;/a&gt;, 07/12/2011.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-1970747558222239332?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/1970747558222239332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=1970747558222239332' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1970747558222239332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1970747558222239332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/12/contaminacao-por-agrotoxicos-persiste.html' title='Contaminação por agrotóxicos persiste em alimentos analisados pela Anvisa'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-61494208236999148</id><published>2011-12-10T19:45:00.001-02:00</published><updated>2011-12-10T19:51:25.753-02:00</updated><title type='text'>Anvisa atualiza dados sobre contaminação de alimentos por agrotóxicos</title><content type='html'>&lt;div style="color: #454545; font-size: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A Agência Nacional de Vigilância Sanitária lançou esta semana os dados do PARA referentes ao ano de 2010. PARA é o Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, que através de um processo de amostragem realizado em quase todos os estados, há dez anos monitora a presença de agrotóxicos nos alimentos frescos mais consumidos pelos brasileiros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A&amp;nbsp;notícia&amp;nbsp;motivou&amp;nbsp;o&amp;nbsp;Jornal&amp;nbsp;Nacional&amp;nbsp;a&amp;nbsp;produzir&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|344335|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fpratoslimpos.org.br%2F%3Fp%3D3571" target="_blank"&gt;série&amp;nbsp;de&amp;nbsp;três&amp;nbsp;reportagens&lt;/a&gt;&amp;nbsp;sobre&amp;nbsp;o&amp;nbsp;problema&amp;nbsp;do&amp;nbsp;uso&amp;nbsp;abusivo&amp;nbsp;de&amp;nbsp;agrotóxicos&amp;nbsp;em&amp;nbsp;nosso&amp;nbsp;país.&amp;nbsp;Talvez&amp;nbsp;pela&amp;nbsp;primeira&amp;nbsp;veznum&amp;nbsp;veículo&amp;nbsp;de&amp;nbsp;comunicação&amp;nbsp;deste&amp;nbsp;alcance&amp;nbsp;tenhamos&amp;nbsp;visto&amp;nbsp;a&amp;nbsp;especialista&amp;nbsp;entrevistada&amp;nbsp;afirmar&amp;nbsp;que&amp;nbsp;“nem&amp;nbsp;mesmo&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;boa&amp;nbsp;limpeza&amp;nbsp;é&amp;nbsp;capaz&amp;nbsp;de&amp;nbsp;remover&amp;nbsp;todo&amp;nbsp;o&amp;nbsp;resíduode&amp;nbsp;agrotóxicos&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;alimentos”&amp;nbsp;e&amp;nbsp;a&amp;nbsp;matéria&amp;nbsp;concluir&amp;nbsp;que,&amp;nbsp;portanto,&amp;nbsp;“a&amp;nbsp;solução&amp;nbsp;está&amp;nbsp;no&amp;nbsp;campo:&amp;nbsp;reduzir&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;até&amp;nbsp;eliminar&amp;nbsp;o&amp;nbsp;veneno&amp;nbsp;na&amp;nbsp;hora&amp;nbsp;de&amp;nbsp;plantar”.&amp;nbsp;Mais&amp;nbsp;louvável&amp;nbsp;ainda,foi&amp;nbsp;a&amp;nbsp;reportagem&amp;nbsp;seguir&amp;nbsp;para&amp;nbsp;o&amp;nbsp;campo&amp;nbsp;mostrando&amp;nbsp;experiências&amp;nbsp;consolidadas&amp;nbsp;de&amp;nbsp;produção&amp;nbsp;agroecológica&amp;nbsp;de&amp;nbsp;alimentos&amp;nbsp;e&amp;nbsp;dar&amp;nbsp;voz&amp;nbsp;a&amp;nbsp;produtores&amp;nbsp;e&amp;nbsp;especialistas&amp;nbsp;afirmandoque,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;fato,&amp;nbsp;não&amp;nbsp;há&amp;nbsp;limitações&amp;nbsp;técnicas&amp;nbsp;para&amp;nbsp;a&amp;nbsp;conversão&amp;nbsp;do&amp;nbsp;modelo&amp;nbsp;vigente&amp;nbsp;da&amp;nbsp;agricultura&amp;nbsp;para&amp;nbsp;bases&amp;nbsp;mais&amp;nbsp;ecológicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como sabemos e tentamos demonstrar há algumas décadas: esta questão é de fundo político-econômico; com políticas e programas adequados, a agroecologia tem sim o potencial de abastecer a população com alimentos saudáveis e a preços justos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Outra&amp;nbsp;informação&amp;nbsp;que&amp;nbsp;chama&amp;nbsp;muito&amp;nbsp;a&amp;nbsp;atenção&amp;nbsp;nos&amp;nbsp;dados&amp;nbsp;do&amp;nbsp;PARA&amp;nbsp;2010&amp;nbsp;é&amp;nbsp;um&amp;nbsp;gráfico&amp;nbsp;mostrando&amp;nbsp;que&amp;nbsp;em&amp;nbsp;37%&amp;nbsp;das&amp;nbsp;amostras&amp;nbsp;analisadas&amp;nbsp;não&amp;nbsp;foi&amp;nbsp;encontrado&amp;nbsp;NENHUMresíduo&amp;nbsp;de&amp;nbsp;agrotóxicos.&amp;nbsp;Esta&amp;nbsp;informação,&amp;nbsp;surpreendente,&amp;nbsp;no&amp;nbsp;fundo&amp;nbsp;condiz&amp;nbsp;com&amp;nbsp;os&amp;nbsp;dados&amp;nbsp;do&amp;nbsp;último&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|344336|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ibge.gov.br%2Fhome%2Festatistica%2Feconomia%2Fagropecuaria%2Fcensoagro%2Fbrasil_2006%2FBrasil_censoagro2006.pdf" target="_blank"&gt;Censo&amp;nbsp;Agropecuário&amp;nbsp;do&amp;nbsp;IBGE&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;que&amp;nbsp;mostrou&amp;nbsp;que&amp;nbsp;em&amp;nbsp;72%&amp;nbsp;daspropriedades&amp;nbsp;agrícolas&amp;nbsp;familiares&amp;nbsp;não&amp;nbsp;foi&amp;nbsp;utilizado&amp;nbsp;nenhum&amp;nbsp;tipo&amp;nbsp;de&amp;nbsp;agrotóxico&amp;nbsp;em&amp;nbsp;2006.&amp;nbsp;São&amp;nbsp;dados&amp;nbsp;que&amp;nbsp;só&amp;nbsp;reforçam&amp;nbsp;nossa&amp;nbsp;tese&amp;nbsp;de&amp;nbsp;que,&amp;nbsp;com&amp;nbsp;políticas&amp;nbsp;e&amp;nbsp;programasadequados&amp;nbsp;–&amp;nbsp;que&amp;nbsp;dependem&amp;nbsp;fundamentalmente&amp;nbsp;de&amp;nbsp;o&amp;nbsp;governo&amp;nbsp;entender&amp;nbsp;esta&amp;nbsp;questão&amp;nbsp;como&amp;nbsp;estratégica&amp;nbsp;e&amp;nbsp;prioritária&amp;nbsp;–&amp;nbsp;podemos&amp;nbsp;converter&amp;nbsp;nossa&amp;nbsp;base&amp;nbsp;produtiva&amp;nbsp;parasistemas&amp;nbsp;de&amp;nbsp;produção&amp;nbsp;muito&amp;nbsp;mais&amp;nbsp;limpos,&amp;nbsp;que&amp;nbsp;conservem&amp;nbsp;os&amp;nbsp;recursos&amp;nbsp;naturais,&amp;nbsp;promovam&amp;nbsp;a&amp;nbsp;boa&amp;nbsp;a&amp;nbsp;saúde&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;agricultores&amp;nbsp;e&amp;nbsp;consumidores&amp;nbsp;e&amp;nbsp;ainda&amp;nbsp;melhorem&amp;nbsp;ascondições&amp;nbsp;de&amp;nbsp;vida&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;trabalhadores&amp;nbsp;rurais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Informações&amp;nbsp;detalhadas&amp;nbsp;sobre&amp;nbsp;os&amp;nbsp;dados&amp;nbsp;do&amp;nbsp;PARA&amp;nbsp;2010,&amp;nbsp;mostrando&amp;nbsp;que&amp;nbsp;92%&amp;nbsp;das&amp;nbsp;amostras&amp;nbsp;de&amp;nbsp;pimentão&amp;nbsp;analisadas,&amp;nbsp;63&amp;nbsp;%&amp;nbsp;do&amp;nbsp;morango,&amp;nbsp;57%&amp;nbsp;do&amp;nbsp;pepino,&amp;nbsp;e&amp;nbsp;assim&amp;nbsp;pordiante,&amp;nbsp;estão&amp;nbsp;fora&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;padrões&amp;nbsp;permitidos&amp;nbsp;pela&amp;nbsp;legislação,&amp;nbsp;estão&amp;nbsp;disponíveis&amp;nbsp;na&amp;nbsp;página&amp;nbsp;eletrônica&amp;nbsp;da&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|344337|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fwps%2Fportal%2Fanvisa%2Fanvisa%2Fimprensa%2F%2521ut%2Fp%2Fc5%2FrZHJcqMwGISfxQ8QSwKxHTEjxGZwDAHMhWKzh9VkIAh4-nHVnCendB__qv76rwYJeHnIlvqRzfVzyDoQg0RMNaoaWHIghOJJgyYVXFF49yBVMIhADHHqN9to7u1-bSCDfrs68x-VnR0C3Zwwf3e9gMDVb6fd_4CrK0XMJesZFQoK9XeimgPkzeLwykq-oUGP-3eH_5EKgWs8-wrcQCKlIeVkw6YIUks6QZMEhu5BnbcuEgh-sPO3LAH_KMsCSZ33R1b0R3iEmOd4gcdIQViSkYxfW7g3vP6azkwj0YIf2zRVVTV6Hc39WZ8mss2kW-KtvM6yHCymck8v5pbthUmcZO7fukTYHiHrsGPjILI-dDOjzb2rdXIr5ikdKOXvrFQX29B1Lsi75s1kgf6ohe4qxWhXyxMKqnwwToUiMrHTVtqG6uKFSd1otbF_Gdka-YPtjZnUjp9cFX9OulrGbLMvjlV7v0vKo_hr20f3wodnmTwPYOyX0WDo9R47_AVZ5khG%2Fdl3%2Fd3%2FL2dBISEvZ0FBIS9nQSEh%2F%3Fpcid%3Da2afc880495486f3aed2ff4ed75891ae" target="_blank"&gt;Anvisa&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;Informações&amp;nbsp;mais&amp;nbsp;detalhadas&amp;nbsp;ainda&amp;nbsp;podem&amp;nbsp;serconsultadas&amp;nbsp;no&amp;nbsp;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|344338|88461|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fwps%2Fwcm%2Fconnect%2F55b8fb80495486cdaecbff4ed75891ae%2FRelat%25C3%25B3rio%2BPARA%2B2010%2B-%2BVers%25C3%25A3o%2BFinal.pdf%3FMOD%3DAJPERES" target="_blank"&gt;relatório&amp;nbsp;completo&amp;nbsp;do&amp;nbsp;PARA&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: AS-PTA&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-61494208236999148?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/61494208236999148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=61494208236999148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/61494208236999148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/61494208236999148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/12/anvisa-atualiza-dados-sobre.html' title='Anvisa atualiza dados sobre contaminação de alimentos por agrotóxicos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4431662498903777175</id><published>2011-12-04T09:06:00.003-02:00</published><updated>2011-12-04T09:09:46.719-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span id="yui_3_2_0_1_1322995952143207" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" id="yui_3_2_0_1_1322995952143204" style="width: 418px;"&gt;&lt;tbody id="yui_3_2_0_1_1322995952143201"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="yiv380436684verde11" colspan="2" height="30"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1322995952143207" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1322996697780131" style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" id="yui_3_2_0_1_1322996697780128" style="width: 418px;"&gt;&lt;tbody id="yui_3_2_0_1_1322996697780125"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="yiv1912218142verde11" colspan="2" height="30"&gt;&lt;h2 class="contentheading"&gt;&lt;a class="contentpagetitle" href="http://www.uffs.edu.br/index.php?site=uffs&amp;amp;option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1779:uffs-abre-novo-concurso-publico-para-docentes&amp;amp;catid=37:noticiasinstitucional"&gt;   UFFS abre novo concurso público para docentes &lt;/a&gt;  &lt;/h2&gt;&lt;div class="article-content"&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="Concurso_2012" height="135" src="http://www.uffs.edu.br/images/stories/Concurso_2012.jpg" style="float: left; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" width="180" /&gt;Começa  dia 12 de dezembro e vai até 15 de janeiro de 2012 o período para  inscrições de mais um concurso para o quadro permanente de docentes da  Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Serão ofertadas 80 vagas  em diversas áreas do conhecimento, nos &lt;i&gt;campi&lt;/i&gt; de Chapecó, Cerro Largo, Erechim, Laranjeiras do Sul, Realeza.&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;O concurso será composto de quatro etapas: prova de  conhecimentos e leitura pública da prova; prova didática; prova de  títulos; prova prática, em área específica. Todas as etapas serão  realizadas em Chapecó, Santa Catarina. A prova de conhecimentos será  aplicada no dia 5 de fevereiro, a partir das 8 horas, e o início da  provas didáticas está marcado para o dia 8 de fevereiro, às 13 horas. Os  locais, datas e horários das etapas do processo seletivo podem ser  acompanhados pelo site &lt;a href="http://www.uffs.edu.br/"&gt;www.uffs.edu.br&lt;/a&gt;, link concusos&amp;gt;concursos abertos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;Os requisitos específicos para cada uma das áreas de  conhecimento, bem como demais informações sobre o concurso estão  disponíveis no &lt;a href="http://www.uffs.edu.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=553&amp;amp;Itemid=899"&gt;&lt;b&gt;EDITAL Nº 171/UFFS/2011. &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td rowspan="2" valign="top" width="115"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td class="yiv1912218142verde12" valign="bottom" width="401"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td colspan="2" height="5"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="yiv1912218142cinza10News" colspan="2" height="5"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr id="yui_3_2_0_1_1322996697780122"&gt;     &lt;td class="yiv1912218142cinza10News" colspan="2" height="30" id="yui_3_2_0_1_1322996697780119"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td rowspan="2" valign="top" width="115"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="yiv380436684verde12" valign="bottom" width="401"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" height="5"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td class="yiv380436684cinza10News" colspan="2" height="5"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify" id="yui_3_2_0_1_1322995952143198"&gt;&lt;td class="yiv380436684cinza10News" colspan="2" height="30" id="yui_3_2_0_1_1322995952143195"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4431662498903777175?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4431662498903777175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4431662498903777175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4431662498903777175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4431662498903777175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/12/violacao-das-regras-de-biosseguranca.html' title=''/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-3551864575590446942</id><published>2011-11-26T09:32:00.000-02:00</published><updated>2011-11-26T09:32:57.674-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONTAMINAÇÃO'/><title type='text'>Químico proibido em mamadeiras é encontrado em alimentos enlatados</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Novos testes da Breast Cancer Fund comprovam a presença do bisfenol A na maioria das latas de comida e bebida&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Breast Cancer Fund&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;,  entidade americana defensora da redução de fatores ambientais que  contribuem para o desenvolvimento do câncer de mama, calculou o nível de  bisfenol A (BPA) que poderia ser encontrado em um jantar de Ação de  Graças feito em sua maior parte com enlatados, e os resultados não são  bons para quem está preocupado com a exposição ao químico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em inúmeros estudos com  animais e também em alguns estudos com humanos, o bisfenol A (BPA) foi  associado a problemas de saúde como câncer de mama e de próstata,  infertilidade, puberdade precoce, diabetes, obesidade e problemas  cardíacos. O químico é utilizado no revestimento interno de latas e em  embalagens de plásticos de policarbonato. Sua utilização em mamadeiras  já foi proibida no Brasil, União Europeia, China, Malásia, Costa Rica e  em 11 estados americanos, mas o bisfenol ainda está presente em diversos  tipos de embalagens de comida e bebida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;Os testes realizados pela  Breast Cancer Fund revelam que quase todos enlatados testados  apresentaram níveis de BPA comparáveis aos níveis de estudos associados a  doenças. Os resultados também revelaram que os níveis do BPA variam,  inclusive considerando o mesmo produto de uma só empresa. Os níveis de  BPA em creme de milho da marca Del Monte, por exemplo, variaram de  insignificantes até 221 partes por bilhão (ppb). E o do molho de peru da  marca Campbell variou de 5 a 125 ppb. De acordo com os cientistas da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Breast Cancer Fund&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;, essas variações ocorrem pelas diferenças no processamento, armazenagem e condições de transporte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Breast Cancer Fund&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt; testou os seguintes produtos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Sopa cremosa de cogumelos - Campbell&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Molho de Peru - Campbell&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;- Leite Evaporado (leite condensado sem açúcar) - Nestlé&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Creme de Milho - Del Monte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Vagem - General Mills&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Creme de abóbora - Nestlé&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Molho de Cranberry - Ocean Spray&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;Nos Estados Unidos, esses produtos são muito usados na preparação do jantar de Ação de Graças. Jeanne Rixxo, presidente do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Breast Cancer Fund&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;, disse que “preparar um jantar com esses produtos pode expor os consumidores a um preocupante nível de BPA”. O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Breast Cancer Fund&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt; enviou 28 enlatados (quatro latas de cada produto) para o Laboratório Anresco, um laboratório independente de São Francisco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Para reduzir a exposição ao BPA especialistas fazem as seguintes recomendações:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Compre alimentos frescos sempre que possível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;- Considere alternativas aos alimentos e bebidas enlatados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;- Use recipientes de vidro quando for aquecer alimentos no microondas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Com informações de:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C337178%7C86896%7C9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fnews.consumerreports.org%2Fhealth%2F2011%2F11%2Fbpa-found-in-canned-thanksgiving-foods-breast-cancer-fund-reports.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Consumer Reports&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; – 15/11/2011&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C337179%7C86896%7C9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.foodsafetynews.com%2F2011%2F11%2Fconcerning-levels-of-bpa-found-in-thanksgiving-canned-foods%2F" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Food Safety News &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt; – 17/11/2011&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C337180%7C86896%7C9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.breastcancerfund.org%2Fbig-picture-solutions%2Fmake-our-products-safe%2Fcans-not-cancer%2Fbpa-thanksgiving-food.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Breast Cancer Fund&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="yui_3_2_0_1_1322304678950134"&gt;  &lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H%7C337181%7C86896%7C9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.otaodoconsumo.com.br%2Fbisfenol-e-latas%2Fquimico-proibido-em-mamadeiras-e-encontrado-em-alimentos-enlatados" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;O Tao do Consumo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;, 22/11/2011.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-3551864575590446942?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/3551864575590446942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=3551864575590446942' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3551864575590446942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3551864575590446942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/quimico-proibido-em-mamadeiras-e.html' title='Químico proibido em mamadeiras é encontrado em alimentos enlatados'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7065149981438811202</id><published>2011-11-21T09:09:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T09:09:07.036-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agrotóxicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='água'/><title type='text'>Agrotóxicos são a segunda maior fonte de contaminação da água</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="date"&gt;Publicado em novembro 11, 2011 por &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/author/admin/" rel="author" title="Posts de HC"&gt;HC&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="date"&gt;&lt;a href="http://ecodebate/"&gt;http://www.ecodebate.com.br/2011/11/11/agrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua/&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="addthis_toolbox addthis_default_style "&gt; &lt;a class="addthis_button_preferred_1 addthis_button_orkut at300b" href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;winname=addthis&amp;amp;pub=xa-4d821e2c223d4c09&amp;amp;source=tbx-250&amp;amp;lng=pt&amp;amp;s=orkut&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ecodebate.com.br%2F2011%2F11%2F11%2Fagrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua%2F&amp;amp;title=Agrot%C3%B3xicos%20s%C3%A3o%20a%20segunda%20maior%20fonte%20de%20contamina%C3%A7%C3%A3o%20da%20%C3%A1gua%20%7C%20Portal%20EcoDebate&amp;amp;ate=AT-xa-4d821e2c223d4c09/-/-/4eca2fe7083c05a8/1&amp;amp;frommenu=1&amp;amp;uid=4eca2fe7ed2c29a2&amp;amp;ct=1&amp;amp;pre=http%3A%2F%2F36ohk6dgmcd1n-c.c.yom.mail.yahoo.net%2Fom%2Fapi%2F1.0%2Fopenmail.app.invoke%2F36ohk6dgmcd1n%2F8%2F1.0.35%2Fbr%2Fpt-BR%2Fview.html&amp;amp;tt=0" target="_blank" title="Send to Orkut"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_orkut"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class="addthis_button_preferred_2 addthis_button_twitter at300b" href="http://www.ecodebate.com.br/2011/11/11/agrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua/#" title="Tweet This"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_twitter"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class="addthis_button_preferred_3 addthis_button_facebook at300b" href="http://www.ecodebate.com.br/2011/11/11/agrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua/#" title="Send to Facebook"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_facebook"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class="addthis_button_preferred_4 addthis_button_email at300b" href="http://www.ecodebate.com.br/2011/11/11/agrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua/#" title="Email"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_email"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class="addthis_button_preferred_5 addthis_button_print at300b" href="http://www.ecodebate.com.br/2011/11/11/agrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua/#" title="Print"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_print"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a class="addthis_button_compact at300m" href="http://www.ecodebate.com.br/2011/11/11/agrotoxicos-sao-a-segunda-maior-fonte-de-contaminacao-da-agua/#"&gt;&lt;span class="at300bs at15nc at15t_compact"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no  último dia 19 de outubro, um estudo sobre o saneamento básico no país.  Nele, um fato soa um tanto quanto curioso: constata que os resíduos de  agrotóxicos são a segunda principal fonte de contaminação das águas  brasileiras, atrás apenas do esgoto sanitário.&lt;br /&gt;A análise apresenta ainda que, com 6,24%, os agrotóxicos ficaram a  frente dos despejos industriais e da atividade mineradora como origens  de contaminação. O uso indiscriminado dessas substâncias acaba afetando  tanto a vida quanto a saúde da população.&lt;br /&gt;A doutora Silvia Brandalise, presidente do Centro Boldrini,  especializado em câncer infantil, localizado em Campinas e professora de  Ciências Médicas da Unicamp, diz que por ser um composto derivado de  benzeno, o agrotóxico é extremamente prejudicial à saúde, podendo  disseminar o câncer. “O agrotóxico, a maior parte deles, tem como  matéria-prima básica os derivados de benzeno. Os derivados de benzeno  têm como ação importante a quebra de cromátides, que são elementos que  compõem o cromossoma. Uma exposição aos derivados de benzeno ou à  radiação, você consegue fazer uma mutação. Sendo assim, o câncer e  outras doenças, que são mutações sucessivas, vão acontecendo na célula  cronicamente exposta a esses produtos”, explica.&lt;br /&gt;A utilização dos agrotóxicos em larga escala na agricultura chegou a  tal ponto que é preciso parar com o despejo desses produtos, segundo a  coordenadora do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas  (Sinitox), Rosany Bochner. “A verdade é que chegamos a um limite. Não  tem mais como falarmos apenas em diminuir ou usar outro tipo. É preciso  acabar com o uso. Acreditamos que é necessário até mudar a maneira de  como o Brasil lida com a produção de alimentos. Seria uma revolução  maior”, afirma a coordenadora.&lt;br /&gt;Outro grande problema apontado por Rosany é a questão dos alimentos  geneticamente modificados, pelo fato de utilizarem “muito agrotóxico  para o seu cultivo, em especial a soja. Com isso, toda a soja carrega  uma quantidade enorme de produtos químicos na sua composição. Sem contar  que os produtores que não utilizam os transgênicos, mas possuem  agricultores vizinhos que os produzem, acabam por ter suas plantações  também contaminadas”, explica.&lt;br /&gt;Ainda segundo a coordenadora, o Brasil se habituou a utilizar a  monocultura como forma predominante nas plantações, o que força os  agricultores a aplicar os agrotóxicos.&lt;br /&gt;“O que é proposto por especialistas de produção é a agroecologia.  Entretanto, esse conceito iria mexer em uma questão cultural, já que  hoje você tem todo mundo comendo a mesma coisa o tempo todo. Não há mais  a produção de uma fruta, por exemplo, em determinada época do ano, e  sim, a produção dela o ano inteiro, por conta da manipulação”,  acrescenta Rosany.&lt;br /&gt;Saúde&lt;br /&gt;Chamados pela indústria de “defensivos agrícolas”, o uso de  pesticidas ainda podem provocar danos na medula, a ponto de um  transplante se fazer necessário. “O defensivo agrícola é um veneno para o  homem, pois ele altera o cromossomo da célula. Uma das ações que ele  faz no ser humano é diminuir a produção dos glóbulos brancos. Com a  queda de glóbulos brancos, a imunidade cai. Isso provoca uma aplasia de  medula, quer dizer, a medula óssea não produz mais os elementos do  sangue. Nesse cenário, que é uma destruição global da medula óssea, só o  transplante de medula pode resolver”, relata Brandalise.&lt;br /&gt;Diversos estudos já comprovaram que foi detectada uma quantidade  significativa de agrotóxicos em águas da chuva. Na Universidade Estadual  de Campinas (Unicamp), existem teses que já provaram que essas toxinas  foram encontradas no leite materno, o que prejudica na formação do bebê.  Tanto para médicos, quanto para especialistas, a fiscalização das leis  que regulamentam o uso dos agrotóxicos, e até a extinção deles, é  essencial para que a saúde da população seja a prioridade na hora de se  produzir um alimento.&lt;br /&gt;Todavia, mesmo as legislações já vigentes que regulam a utilização  desses produtos são pouco respeitadas pelo setor. “Existe legislação que  proíbe a pulverização com veneno uma árvore que já tem frutos, por  exemplo. Mas na prática se vê aviões pulverizando pés de banana, de  laranja, etc., já com o fruto na árvore. Ou seja, a quantidade de  derivado de benzeno que vai ficar nessa fruta é enorme”, salienta a  doutora.&lt;br /&gt;Além do fato de existirem diversos “produtos que estão com a  quantidade muito maior de agrotóxico do que seria permitida pela  Vigilância Sanitária. Nisso, os consumidores ingerem uma hortaliça ou  uma verdura com um altíssimo teor”, enfatiza.&lt;br /&gt;Intimidação&lt;br /&gt;No entanto, apesar de já existirem diversos estudos que relacionam a  contaminação da água por venenos agrícolas, Rosany destaca a dificuldade  que há em associar causa e efeito nessa questão.&lt;br /&gt;“O Sinitox registrava apenas intoxicações agudas. Contudo, com a  contaminação da água, pode-se levar uma população a desenvolver uma  desintoxicação que será crônica. O sistema de saúde não irá registrar  essa intoxicação como causada pelos agrotóxicos, pois ao longo do tempo é  que irão aparecer os problemas. Verificar esse nexo causal, provar que  existe essa relação, é muito difícil”, explica.&lt;br /&gt;“É nessa incerteza que as indústrias se beneficiam, porque quando se  vai fazer qualquer tipo de denúncia, ela exige que tenha uma comprovação  de nexo causal. Como ainda não se tem essa relação, essas empresas  acabam entrando na justiça contra quem declarou qualquer coisa,  intimidando as pessoas de fazerem qualquer tipo de declaração. E por  essa pressão, as pessoas acabam não falando sobre o assunto”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mabnacional.org.br/?q=noticia/agrot-xicos-s-segunda-maior-fonte-contamina-da-gua"&gt;Por&lt;/a&gt; Leandro Carrasco, do &lt;strong&gt;MAB-Movimento dos Atingidos por Barragens&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/9Xl"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 11/11/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7065149981438811202?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7065149981438811202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7065149981438811202' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7065149981438811202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7065149981438811202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/agrotoxicos-sao-segunda-maior-fonte-de.html' title='Agrotóxicos são a segunda maior fonte de contaminação da água'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2848998021687751964</id><published>2011-11-20T18:34:00.000-02:00</published><updated>2011-11-20T18:34:19.362-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fitoterápicos legislação'/><title type='text'>Política Nacional de fitoterápicos e formulário da farmacopéia brasileira</title><content type='html'>&lt;a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_fitoterapicos.pdf"&gt;http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_fitoterapicos.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.anvisa.gov.br/farmacopeiabrasileira/conteudo/Formulario_de_Fitoterapicos_da_Farmacopeia_Brasileira.pdf"&gt;http://www.anvisa.gov.br/farmacopeiabrasileira/conteudo/Formulario_de_Fitoterapicos_da_Farmacopeia_Brasileira.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2848998021687751964?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2848998021687751964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2848998021687751964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2848998021687751964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2848998021687751964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/politica-nacional-de-fitoterapicos-e.html' title='Política Nacional de fitoterápicos e formulário da farmacopéia brasileira'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2017121954497079054</id><published>2011-11-20T16:36:00.000-02:00</published><updated>2011-11-20T16:36:44.877-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agroecologia'/><title type='text'>Entrevista com Armenio Khatounian</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;a href="http://pagina22.com.br/index.php/2011/11/o-campo-revelado/"&gt;O campo revelado&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="meta"&gt;&amp;nbsp;por             Carolina Derivi   &lt;/div&gt;&lt;div class="meta"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="clearfix"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="post"&gt;&lt;div class="wp-caption alignleft" id="attachment_14953" style="width: 310px;"&gt;&lt;img alt="Carlos Armenio Khatounian é engenheiro agrônomo, professor doutor da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, e ph.D em agricultura sustentável pela Iowa State University for Science and Technology" class="size-full wp-image-14953" height="314" src="http://pagina22.com.br/wp-content/uploads/2011/11/entrevista.jpg" title="entrevista" width="300" /&gt;&lt;div class="wp-caption-text"&gt;Carlos  Armenio Khatounian é engenheiro agrônomo, professor doutor da Escola de  Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, e ph.D em  agricultura sustentável pela Iowa State University for Science and  Technology.&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption-text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Seja na escala planetária, seja naquela da nossa vida cotidiana,  velhos hábitos são difíceis de contestar. Depois de estabelecido, um &lt;em&gt;modus operandi&lt;/em&gt;  pode se transformar numa espécie de transe, em que qualquer variação da  norma se assemelha a uma excentricidade. E é a nos acordar desse  transe, quando a o assunto é a sustentabilidade no campo, que se dedica o  professor da Esalq-USP, Carlos Armenio Khatounian.&lt;br /&gt;Um dos maiores nomes da agroecologia no Brasil, Khatounian contesta a  ideia de que só a agricultura empresarial é eficiente e bem-sucedida.  Lembra que as propriedades menores e de trabalho familiar ainda são  predominantes no mundo, com grande capacidade de adaptação aos soluços  da economia e ao aproveitamento racional dos recursos naturais.&lt;br /&gt;Mais que espaço e oportunidade, há necessidade de uma agricultura de  base ecológica, especialmente em tempos de superpopulação, em que a  segurança alimentar ascende ao topo dos problemas globais. No entanto,  diz o professor, nenhuma inovação no âmbito das lavouras dará conta do  recado se a humanidade não reformular, urgentemente, os padrões de sua  própria dieta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Existe um receituário de agricultura sustentável capaz de alimentar o mundo todo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vou começar numa perspectiva histórica mais longa, para ser mais  preciso. A nossa aventura enquanto espécie biológica começa há 150 mil  anos atrás. Nessa trajetória, nós fomos sobretudo caçadores coletores.  Só passamos a ser agricultores, em alguns lugares do mundo, entre 10 mil  e 12 mil anos atrás. Então, a agricultura é uma maneira relativamente  recente de nos relacionarmos com o meio ambiente.&lt;br /&gt;Os vestígios da agricultura mais antiga revelam um sistema de  derruba-e-queima. Muito antes de começarem as civilizações antigas, que  desenvolveram a escrita, fizemos 5 mil anos pelo menos de  derruba-e-queima. E foi só quando as áreas disponíveis nessas regiões  tinham sido completamente degradadas é que nós passamos para a beira do  rio. Para uma civilização primitiva, era praticamente impossível  enfrentar a força de um rio, não tinha controle das cheias, que podiam  levar todo um ano de trabalho.&lt;br /&gt;Acontece que, nessas regiões onde surgiu essa agricultura hidráulica,  a floresta não se recompunha. Então a agricultura ia deixando atrás de  si um deserto. E, quando chegou o momento que não tinha mais área para  fazer derruba-e-queima, eles não tiveram outra saída que não fosse  descer para a beira dos rios. Então, o início da História já é marcado  por uma crise ambiental derivada da agricultura, uma crise de  desmatamento e desertificação.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O seu ponto é que a agricultura nasceu acoplada à degradação ambiental e permanecerá assim?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Então, o “permanecerá assim” é que é a pergunta. Agricultura e  degradação ambiental caminharam juntas na História, inclusive nos países  que hoje nós chamamos de desenvolvidos. É importante falar disso,  porque existe uma ideia, mais ou menos disseminada, de que a agricultura  que nós fazíamos 100 anos atrás era sustentável. Mas isso não é  verdadeiro. Na verdade, a agricultura que nós estamos fazendo desde 10  mil anos é uma agricultura insustentável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vou colocar a pergunta de outra maneira: é verdade que só a  grande escala e a monocultura são eficientes o bastante para alimentar  um cenário de 9 bilhões de pessoas em 2050?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Essa pergunta é bem mais fácil de responder. Se você olhar a história  da agricultura, o que predomina é a agricultura familiar. No livro  História das Agriculturas no Mundo &lt;em&gt;(de Mazoyer e Laurence Roudart)&lt;/em&gt;,  o professor da Universidade de Paris, Marcel Mazoyer, quantificou o  número de agricultores do começo ao fim dos Novecentos. Em 100 anos, o  número de agricultores na Europa foi reduzido a 10%. De cada 100  propriedades, apenas 10 restaram no ano 2000. No entanto, apesar de ter  havido uma diminuição no número de propriedades, essa agricultura é  essencialmente familiar. Nos Estados Unidos, e no Brasil também.&lt;br /&gt;Quando a gente fala de Paraná, você pensa em agricultura familiar  predominante. Mas, quando se fala em Mato Grosso, você pensa que é  agricultura empresarial. Eu achei que isso seria parte da nossa conversa  e levantei os dados do Censo. No Paraná, coisa de 75% a 80% das  propriedades são tocadas com mão de obra familiar. E no Mato Grosso?  Quanto você acha que seria? Dá um chute.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quarenta por cento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vou te dar os dados do Censo: 75%. Isso porque as grandes unidades,  com regime de mão de obra capitalista, são altamente instáveis. Nesse  livro que eu menciono, o autor se propõe a seguinte pergunta: por que a  agricultura europeia neste último século diminuiu em número, mas ao  mesmo tempo continuou essencialmente familiar no uso da força de  trabalho?&lt;br /&gt;A resposta é relativamente simples. A agricultura passa por altos e  baixos, como qualquer setor econômico, mas tem ciclos de preços mais ou  menos previsíveis. Imagine que estamos falando de café. O café, hoje,  está numa fase de preço alto, e nessa fase você consegue manter uma  relação trabalhista de assalariamento sem problemas. Mas nós podemos  voltar daqui a dois anos a um preço de café, não na faixa dos R$ 500,  mas na faixa dos R$ 250, que é um valor histórico realista. Quando bater  nesses R$ 250, digamos que vai sobrar um limite de R$ 50 por saca para a  família sobreviver. Ela não vai ganhar muito nesse ano, mas vai manter o  negócio, enquanto aquele sistema empresarial não tem como comprimir  despesas. Não tem como dizer para o empregado que ele não vai receber  13o salário, porque o café baixou de preço. Na propriedade familiar, se o  pessoal conseguir manter o negócio e pagar as despesas, mesmo que não  sobre nada, está no positivo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por isso os empreendimentos de agricultura familiar são mais numerosos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por isso a agricultura familiar é uma atividade que reúne muito mais sustentabilidade do que a empresarial.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inclusive econômica.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim. Esse é um ponto pacífico. A agricultura empresarial depende de  preços mais elevados para se manter viva. E não é uma observação para um  único país. É a observação do conjunto dos países hoje. Agora, isso não  quer dizer que qualquer esquema de agricultura familiar seja melhor que  qualquer esquema de agricultura empresarial. O modelo familiar num  padrão tecnológico muito baixo vai ter mais dificuldade.&lt;br /&gt;Olhando a história da Europa, podemos refletir sobre a nossa. Nove em  cada dez agricultores desapareceram. Esses foram os menos eficientes  nessa estrutura de agricultura familiar.  Menos eficientes porque  ocuparam áreas marginais, com menor potencial de produção, ou porque não  conseguiam uma reserva para aplicar na tecnologia. Enfim, as razões  mais diversas. E esses acabam sendo assimilados pelos mais eficientes.  Isso remete para uma grande questão, nas políticas públicas do Brasil. A  gente deve estimular a agricultura familiar a se tornar mais eficiente  enquanto tal, ou a gente deve estimular a agricultura empresarial?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O senhor tem essa resposta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não sou eu que tenho a resposta, é a História que dá. A História diz assim: é mais confiável aplicar na agricultura familiar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Porque é mais adaptável, mais resiliente?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim. O Oeste do Paraná é uma agricultura modernizada e intensiva. Se  você for para aquela região, você vai olhar e pensar: “Isso não é  agricultura familiar”. Não é aquilo que você imagina, o sujeito passando  fome e pedindo ajuda do governo. É uma agricultura familiar mais  capitalizada, mais tecnificada, capaz de se desenvolver e passar por  crises que a agricultura empresarial não consegue.&lt;br /&gt;A origem da confusão que leva à pergunta que você fez – o que é mais  sustentável, a agricultura empresarial ou a agricultura familiar? – é  que normalmente nós associamos modernização ao modelo empresarial e o  modelo familiar a um processo tecnológico aparentemente mais rudimentar.  Mas os dados do Censo não embasam essa perspectiva. O Censo mostra que o  grosso da agricultura brasileira é familiar, inclusive nos estados que a  gente imagina que são da agricultura empresarial.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Então, quando se fala em agricultura sustentável, a questão é menos a escala e mais a técnica aplicada?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São as duas coisas. Essa pergunta poderia ser desmembrada as- sim: é  possível fazer agricultura ambientalmente melhor em grande escala, ou  isso tem de ser na escala dos pequenos? De novo, eu vou responder não o  que eu acho, mas o que o mundo me apresenta. Se você for olhar  agricultura de base ecológica, você vai encontrar desde propriedades  medidas em vários milhares de hectares até propriedades medidas em  poucos hectares.&lt;br /&gt;A maior iniciativa de produção de açúcar orgânico no mundo é aqui no  estado de São Paulo, em Sertãozinho, a Usina São Francis- co (&lt;em&gt;da empresa Native&lt;/em&gt;).  Se não me engano, tem 13 mil hectares de cana orgânica. No Pará, a  Agropalma tem 4 mil e poucos hectares de dendê orgânico. E assim há  outros exemplos. Não são muitos, porque as propriedades destes tamanhos  também são menos nume- rosas. Mas esses exemplos mostram que é possível  fazer agricultura tecnologicamente melhor, no sentido do meio ambiente,  em escala ampliada. Não tem nenhuma incompatibilidade.&lt;br /&gt;Agora, para cada cultura existem os problemas específicos. Para  algumas culturas nós dispomos de um estoque tecnológico&amp;nbsp;que permite  fazer isso bem. Pra outras, o estoque tecnológico não é suficiente para  ampliação de escala.&lt;br /&gt;Tem outra coisa: na hora em que você amplia a escala, surgem  problemas de administração. Uma área agrícola nunca é homogê- nea.  Imagine um agricultor que tem uma terra mais seca em cima do morro,  depois vem uma mais ou menos úmida, depois outra, abaixo, mais  sombreada. Um agricultor pequeno consegue aplicar em cada pedaço desse  terreno uma cultura mais adequada. Na parte mais sombreada e mais úmida,  ele poderia plantar inhame. Na parte intermediária, feijão, milho. E,  na parte mais seca, onde bate mais sol, talvez pudesse fazer um  reflorestamento com eucalipto.&lt;br /&gt;Em um sítio de 5 ou 10 hectares é lógico fazer isso. O agricultor tem  condição de administrar e tem mais rendimento se fizer isso. Mas, se  nós estivermos dentro de uma propriedade de 5 mil hec- tares de uma  produtora de polpa de celulose, aí é impossível para ela, dada a sua  dimensão, fazer essa administração de microssítios. Essa empresa vai  plantar eucalipto em tudo, por uma necessidade de simplificação  administrativa. Por conta disso, as propriedades familiares que  trabalham em menor escala têm mais possibilidade administrativa de fazer  um uso mais eficiente dos recursos naturais. Eu gostaria que houvesse  centenas de usinas como a São Francisco no Brasil, em vez de ser uma só.  Mas é mais fácil fazer isso numa escala de agricultura familiar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falta conhecimento, pesquisa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa agrícola organizada é um fato de 100 anos na histó- ria da  humanidade. Os conhecimentos para utilização de adubos químicos estavam  bem formatados em meados dos Oitocentos, mas até o fim daquele século  praticamente não foram utilizados. Isso é um fenômeno do século XX. E,  nesses 100 anos, o grosso da pesquisa agrícola foi direcionado aos  insumos químicos.&lt;br /&gt;A pesquisa de foco mais biológico tem uns 30 anos. Quando eu era estudante desta escola aqui (&lt;em&gt;Esalq-USP&lt;/em&gt;),  se você falasse de controle biológico de pragas, isso era filosofia. Um  professor chegou a escrever isso numa prova minha, “o senhor é um  filósofo”. E hoje não existe praticamente nenhuma cultura no Brasil sem  alguma técnica de controle biológico de pragas.&lt;br /&gt;Mas isso foi fruto de investigação. A cada dia estão surgindo coisas  novas. Hoje você encontra insumos para uma série de coisas. Hoje tem um  fungo, chamado “tricodermo”, que é comercializado para controlar doenças  de raiz de planta, em lugar de aplicar um fungicida. Essas tecnologias  vêm aumentando muito, mas elas ainda são muito poucas em face do tamanho  do desafio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parece que o senhor está dizendo que, a depender de empenho  em P&amp;amp;D, no futuro seria possível produzir todos os alimentos livres  de agrotóxicos…&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim e não. Se você for comparar hoje o rendimento quilos-por-hectare de  culturas orgânicas e tradicionais, é quase o mesmo. Em alguns casos  colhe-se mais, em outros um pouco menos. Em um levantamento feito nos  Estados Unidos, uns cinco anos atrás, mostrou-se que a diferença era 5% a  menos para os cultivos orgâni- cos, em média. O que é surpreendente,  dada a falta de investigação.&lt;br /&gt;Agora vamos voltar à questão de alimentos versus população. A&amp;nbsp;FAO faz  previsões de que nós vamos chegar em meados do século ao redor de 9  bilhões de habitantes. Nós já passamos dos 7. Fazendo&amp;nbsp;as contas, na  virada dos anos 2030 para os 2040, seria necessário dobrar a produção de  grãos para alimentar essa população. Acontece&amp;nbsp;que nós não temos  recursos – nem de solo, nem de água, nem de energia – para duplicar a  produção.&lt;br /&gt;Simplesmente esses recursos não existem. Só tem um continente com  grande possibilidade de expansão, que é a América do Sul, sobretudo no  Brasil. Na Europa não tem, na América do Norte não tem, e na Ásia tem  muito pouco. Quase toda a África, ao Sul do Saara, é semiárida. Para  fazer produção nessas regiões, seria preciso irrigar. Podemos fazer um  poço profundo e retirar água dali, ideia levada a cabo na China, na  Índia e nos Estados Unidos, que são os três países que mais irrigam em  regiões de semiárido.&lt;br /&gt;Acontece o seguinte: a água que esses países estão extraindo do solo  acumulou-se em tempos geológico passados. No tempo presente, chove  pouco, então os aquíferos não são alimentados. O resultado é que a água é  como um poço de petróleo. Vai-se esgotar.&lt;br /&gt;E isso já está acontecendo nesses três países. Não tem como. E a  agricultura, à medida que se tecnifica, consome mais e mais energia do  petróleo. E, se você tem hoje qualquer flutuação no preço do petróleo,  também há uma flutuação imediata nos preços dos alimentos. E os  fertilizantes nitrogenados são totalmente dependentes do petróleo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fora todo o consumo energético com transporte, armazenamento…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fora tudo isso. Nós podemos, num esforço, ampliar momentaneamente a  produção, mas não temos como fazer esse salto enorme sustentavelmente.  Pra piorar, estamos falando de incorporação de áreas agrícolas, mas o  mundo também perde áreas agricultáveis anualmente. Se não me falha a  memória, é da ordem de 5 milhões de hectares por ano. Não apenas temos  capacidade limitada de avançar, mas estamos testemunhando a perda das  áreas que antes eram utilizadas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por causa da sanilização e da desertificação. Como consequência da agricultura&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como consequência da agricultura convencional?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Então, quais são as opções de que o mundo dispõe? Seria  preciso rever o consumo de alimentos de origem animal, que puxa o  consumo de água e grãos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Então, este é o outro ponto. A Dinamarca consumia, na virada do  milênio, na ordem de 1.400, 1.500 quilos de grãos por habitante ao ano.  Isso significa quase 3 quilos de grão por dia. Não tem jeito de uma  pessoa comer isso. Aqui no Brasil, a gente come cerca de 150 gramas de  arroz por dia, comendo bastante. Essa produção está embutida no consumo  animal.&lt;br /&gt;Os dados médios da produção animal dos Estados Unidos – semelhante ao  Brasil – mostram que para 1 quilo de frango são necessários mais ou  menos 11 quilos de grãos. E, para 1 quilo de porco, são 22 quilos de  grãos. O pessoal da indústria fala que gasta, em média, 2 quilos de  ração para fazer 1 quilo de frango. Mas isso é o animal vivo. Você não  come pena, bico, osso, tripa. Outra coisa:&amp;nbsp;a ração tem 12% de umidade. E  a carne tem 80%. A comparação correta, então, seria se fosse eliminada a  água. Quando você elimina&lt;br /&gt;a água, 1 quilo de matéria seca da parte comestível do frango custa 11 quilos de ração. É um custo absurdamente elevado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; Com esse padrão alimentar não dá para saciar o mundo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De jeito nenhum. Nem com transgênico, nem com convencional, nem com  orgânico. O resultado é que, queiramos ou não,&amp;nbsp;nós seremos obrigados a  mudar a nossa dieta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por isso o senhor respondeu “sim e não”. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Exato. A primeira parte era sim, é possível manter um nível bom de  produtividade com a agricultura de base ecológica. Mas não tem jeito,  nós vamos ter que mudar as nossas dietas. A pergunta que se pode colocar  é quando isso acontecerá e se a humanidade vai enfrentar isso com  guerra ou de uma forma discutida, negociada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma guerra da carne?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não é bem isso. Imagine que você está num churrasco. Tem lá&amp;nbsp;uma  saladinha de alface, tem vinagrete, tem pão, e alguém tirou&amp;nbsp;um pedaço de  picanha da churrasqueira e começou a fatiar. Para&amp;nbsp;onde vai o pessoal?  Para a picanha. Por que é que nós gostamos&amp;nbsp;mais de carne? Se você olhar  os problemas de saúde humana que&amp;nbsp;nós enfrentamos hoje, estão bem ligados  ao hábito alimentar. O&amp;nbsp;consenso dos nutricionistas é o seguinte:  estamos comendo muito&amp;nbsp;produto de origem animal, muita gordura, muito  açúcar e muito sal.&amp;nbsp;Porque nós comemos mais essas coisas? A resposta é:  porque é mais&amp;nbsp;gostoso. Porque, evolutivamente, a gente tinha que  desenvolver um&amp;nbsp;pagamento fisiológico para uma necessidade da espécie.&lt;br /&gt;Um pé de mandioca não corre. Um pé de tomate também não&amp;nbsp;corre. Mas  bicho corre. Para nós, era importante consumir carne,&amp;nbsp;em determinado  momento da nossa história evolutiva, porque a&amp;nbsp;carne é um alimento mais  completo do ponto de vista protéico.&amp;nbsp;Mas para ter carne era preciso se  esforçar muito mais. Então o pagamento&amp;nbsp;fisiológico era um prazer maior. A  mesma coisa vale para&amp;nbsp;a gordura, para o sal e para o açúcar. Era muito  menos disponível.&amp;nbsp;Até 50 anos atrás, quase ninguém enchia a barriga de  carne ou se&amp;nbsp;empanturrava de doce.&lt;br /&gt;Agora, imagine que você está em qualquer país democrático&amp;nbsp;e um  governante, entendendo os problemas que são advindos do&amp;nbsp;consumo  crescente de carne, decide impor restrições ao consumo,&amp;nbsp;por impostos.  Quando ele se elege de novo? Nunca. Em nenhum&amp;nbsp;país democrático essa  proposta passaria. Os chineses, há 40 anos,&amp;nbsp;consumiam quatro quilos de  produtos de origem animal ao ano por&amp;nbsp;cabeça. E hoje estão consumindo na  ordem de 75, de 80 quilos.&amp;nbsp;Quem vai falar para os chineses que não devem  consumir carne?&amp;nbsp;Um inglês, que já consome quase 150 quilos? Nenhum  país, ou&amp;nbsp;extrato social, tem reserva moral para impedir os outros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não tem saída para esse impasse? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tem um grupo na Inglaterra que chegou à conclusão de que a única  maneira de resolver esse problema é com o conhecimento do problema, com a  redução voluntária do consumo de carne. É o Eat Less Meat.&lt;br /&gt;Se chegar num momento em que determinado povo não consegue ter acesso  a carne e outros continuam tendo acesso a quantidades maiores, você  pode esperar que isso estoure na forma de conflito. Esse conflito pode  ser, por exemplo, por causa de água. Para produzir grãos, para então  converter em carne, você precisa de muita água. Em média, para 1 quilo  de grão, você precisa entre 500 e mil litros de água. Porque as plantas  também transpiram, não fazem fotossíntese sem transpiração.&lt;br /&gt;Tudo isso não é só catástrofe. Eu acho que tem luz no fim do túnel, e  bastante luz. Porque hoje a percepção é a seguinte: a mesma dieta que  faz bem para o meio ambiente é a dieta que faz bem para a nossa saúde.  Cereais integrais, um pouco de leguminosas, hortaliças e frutas,  quantidades moderadas de produtos de origem animal, e quantidades  limitadas de açúcar e de álcool. Essa dieta é perfeitamente compatível  com uma situação de produção orgânica. Então, o desafio que se coloca é o  seguinte: nós não resolvemos a segurança alimentar sem mudar os  hábitos. E, ao resolver a questão alimentar, nós resolveremos também as  questões de saúde.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redirecionar a nossa dieta para produtos locais também faz parte dessa solução?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Claro. Vamos imaginar que a gente vai ficar nessa dieta recomendada  pelos nutricionistas. Se o seu cereal integral for aveia produzida no  Canadá e trigo produzido na Argentina, se as sua leguminosas são  grão-de-bico produzido no México e lentilha no Chile, se as suas frutas  são peras importada de Portugal… Bom, você já viu onde eu estou querendo  chegar. Pode até ser orgânico, mas o gasto energético de transporte com  isso é absurdo.&lt;br /&gt;Tem toda a poluição da siderurgia para fazer esses meios de  transporte. E comida humana é essencialmente perecível. Algun cereais,  menos. Mas para frutas e hortaliças, a escala é de dias, às vezes nem  isso. Exige refrigeração, fungicidas e bactericidas para que esse  transporte de longa distância se realize. Ao passo que, se você faz as  coisas em esquema local, tudo isso se resolve com mais facilidade. Se  você comer hortaliças da região, frutas da época, isso vai mudando. Esse  é o padrão da cultura orgânica de base local.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas isso envolve também o que se chama de “alimentos da terra”, propícios para a realidade ecológica de cada local? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim, são aqueles que naturalmente crescem melhor em determinado  local. Uma cultura própria da região pede menos adubo e pode sair sem  nenhum veneno. Porque essa cultura está adaptada àquela condição. Para  produzir 20 toneladas de mandioca aqui no Brasil, o que a gente precisa?  Nada. Precisa de trabalho. Mas, de insumos externos, nada. Então, para o  ajuste da composição da dieta ao que é localmente possível de produzir,  este é um passo fundamental. Mas isso só acontece quando a gente gosta  de ser como a gente é.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No artigo “Breve história ambiental e sociocultural da  alimentação no Brasil”, o senhor argumenta que a maior perda com a  inserção de&amp;nbsp;novas variedades agrícolas por aqui foi cultural…&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É. E o lugar onde essa perda é mais forte no Brasil é a cidade de São  Paulo. Eu sou paulistano. A cidade de São Paulo é o lugar em que os  imigrantes recentes fizeram todo o esforço para negar as influências  tropicais, a influência negra e nordestina, que de alguma forma era  identificada como cultural e socialmente inferior.&lt;br /&gt;Quando eu era criança, eu ia para o Nordeste e sentia falta de pão.  Porque sou de origem armênia e lá o cereal de base é o trigo, tudo se  come com pão. Mas no Nordeste o pessoal comia tapioca, comia inhame com  manteiga, comia cuscuz de milho, bolo de mandioca. Se nós paulistas  quisermos uma dieta tropical mais adaptada, teríamos que olhar mais para  o vizinho.&lt;br /&gt;Mas hoje, se você for a uma capital nordestina qualquer, o pessoal  come pão com manteiga no café da manhã. O trigo foi-se introduzindo  fortemente. E continua avançando. O Brasil é o maior importador de  trigo. O nosso consumo é da ordem de 8 milhões de toneladas, e só  produzimos entre 2 milhões e 3 milhões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se a globalização é irreversível, então esse nosso apetite  por alimentos do mundo todo que a gente descobriu e passou a gostar não é  também irreversível?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que é irreversível. Mas a questão essencial é quantitativa. Quando eu como determinados produtos, eu me remeto a&amp;nbsp; experiências minhas de vida. Quando digo que a gente precisa de uma readaptação ao biorregionalismo, não quero dizer que a gente tem de negar a diversidade das nossas origens. Mas que a gente tem de colocar essas necessidades culturais dentro da perspectiva&amp;nbsp; da sustentabilidade.&lt;br /&gt;A interação entre povos e culturas é desejável e o comércio é uma  forma importante de interagir. Então, fazer uma macarronada uma vez a  cada mês é uma coisa. Mas comer uma macarronada três vezes por semana é  outra coisa. E comer todos os dias de manhã o&amp;nbsp; pão de trigo que a gente tem que trazer de fora também. Mas isso é outra história. Se, nesta conversa, você conseguir quebrar  a mentira, o mito de que a eficiência está ligada à agricultura  empresarial e de que a agricultura de sucesso no mundo é a empresarial,  acho que já está de bom tamanho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2017121954497079054?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2017121954497079054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2017121954497079054' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2017121954497079054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2017121954497079054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/entrevista-com-armenio-khatounian.html' title='Entrevista com Armenio Khatounian'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-523315614181488635</id><published>2011-11-12T11:54:00.000-02:00</published><updated>2011-11-12T11:54:05.105-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agroecologia'/><title type='text'>Libros y Articulos de Agroecologia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.agroeco.org/socla/publicaciones.html"&gt;http://www.agroeco.org/socla/publicaciones.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: SOCLA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-523315614181488635?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/523315614181488635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=523315614181488635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/523315614181488635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/523315614181488635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/libros-y-articulos-de-agroecologia.html' title='Libros y Articulos de Agroecologia'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8026949267676957902</id><published>2011-11-09T22:11:00.002-02:00</published><updated>2011-11-09T22:11:52.681-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cancer transgenicos'/><title type='text'>Aumenta incidência de câncer e bebês malformados em regiões de soja transgênica</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;8 de novembro de 2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por quase 10 anos, os moradores de áreas rurais e periurbanas da  Argentina onde a agricultura industrial vem se expandido têm recorrido a  autoridades políticas e aos tribunais de justiça, bem como protestado  diante do público, por causa dos problemas de saúde que suas comunidades  vêm sofrendo em função da pulverização de agrotóxicos usados nas  diferentes culturas agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses locais, chama a atenção o  aumento do número de casos de câncer, de nascimento de bebês com  malformações e de problemas reprodutivos e hormonais desde que a  pulverização sistemática de agrotóxicos se generalizou. As reclamações  das cidades-pulverizadas têm sido confirmadas por equipes médicas que  atuam nessas regiões, mas as respostas do sistema público de saúde e o  envolvimento das universidades públicas com o problema têm sido escassos  e limitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscando promover um espaço para a análise  acadêmica e a reflexão científica sobre o estado da saúde em  cidades-pulverizadas, bem como ouvir e apoiar os profissionais de saúde  que vêm denunciando estes problemas, a Faculdade de Ciências Médicas da  Universidade Nacional de Córdoba promoveu em agosto deste ano o Primeiro  Encontro Nacional de Médicos em Cidades-Pulverizadas. Médicos, outras  equipes de saúde e pesquisadores de diferentes disciplinas atuando no  país foram chamados a apresentar suas experiências, dados, propostas e  trabalhos científicos. O evento reuniu mais de 160 participantes de dez  estados e de seis universidades federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.reduas.fcm.unc.edu.ar/wp-content/uploads/downloads/2011/10/INGLES-Report-from-the-1st-National-Meeting-Of-Physicians-In-The-Crop-Sprayed-Towns.pdf" rel="nofollow" target="_blank"&gt;relatório do encontro&lt;/a&gt;, apresentando os principais resultados dessas pesquisas, acaba de ser publicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  relatórios e testemunhos apresentados pelos médicos presentes confirmam  as observações clínicas, atestando uma série de doenças e problemas de  saúde em pessoas expostas à pulverização. Embora as manifestações de  intoxicação aguda (aquela que se manifesta poucas horas após uma  exposição elevada a produtos muito tóxicos) representem a maior parte  das queixas dos pacientes, o que mais alarma os médicos na maioria das  cidades-pulverizadas são duas constatações: primeiro, o número de  abortos espontâneos e de nascimento de bebês malformados é  significativamente maior nas cidades-pulverizadas do que na média da  população.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segundo, nota-se também um aumento na incidência de câncer em  crianças e adultos, além de outras doenças sérias como a Púrpura de  Henoch-Schönlein (inflamação dos vasos sanguíneos), doenças hepáticas e  neurológicas. Os médicos chamaram a atenção para o fato de que, em  geral, vêm trabalhando nas mesmas comunidades por mais de 25 anos, e que  as doenças observadas nos últimos anos são incomuns e estritamente  relacionadas à aplicação sistemática de agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo  contundente são os dados apresentados pela Dra. Ana Lía Otaño,  representante do Ministério da Saúde no estado do Chaco. O relatório  trazido por ela realça claramente o aumento dos casos de bebês  malformados no nível estadual, de acordo com os números da principal  unidade de saúde pública do estado, a Unidade Neonatal do Hospital J.C.  Perrando, na cidade de Resistencia (capital do estado), que passaram de  46 em 1997 para 186 em 2008 (um aumento de 19,1/10 mil nascidos vivos  para 85,3/10 mil nascidos vivos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números do Hospital de  Resistencia convergem com os dados apresentados pelo Dr. Horacio Lucero,  diretor do Laboratório de Biologia Molecular do Instituto Regional de  Medicina da Universidade Nacional do Nordeste, que há mais de dez anos  vem estudando e registrando a relação dos problemas de saúde acima  descritos com a exposição residencial (por vizinhança) aos agrotóxicos  no estado do Chaco. O Dr. Lucero acrescenta que, nos últimos anos, o  plantio de soja por grandes conglomerados agrícolas veio substituindo  outras atividades agrícolas tradicionais na economia regional. Ele  apresenta gráficos cruzando o aumento do plantio de soja no estado com o  aumento no número de bebês nascidos com malformações.&lt;/div&gt;&lt;div id="yui_3_2_0_1_1320883524353261"&gt;A relação é ainda mais fortalecida quando é apresentado um mapa  mostrando que o número de mortes de bebês causadas por deformações,  anomalias cromossômicas e outros defeitos no nascimento é  significativamente maior nas áreas de produção de soja e na cidade La  Leonesa, que estão sujeitas a altos níveis de pulverização de glifosato e  outros agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados apresentados pela Dra. Otaño  também mostram que a incidência de câncer infantil é significativamente  maior em cidades expostas aos agrotóxicos (como La Leonesa), quando  comparada a cidades moderadamente expostas (como Las Palmas) e a cidades  não expostas aos pesticidas (como Puerto Bermejo). A incidência de  câncer infantil em La Leonesa é mais de três vezes superior que a de  Puerto Bermejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos chamam a atenção para o fato de que o  aumento do câncer e malformações congênitas nas áreas mencionadas  acompanhou o aumento exponencial do uso de agrotóxicos desde a  introdução das lavouras transgênicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relatório, em  1990 foram usados 35 milhões de litros de agrotóxicos. Em 1996, a  introdução das sementes transgênicas acelerou o uso de venenos, levando a  um consumo de 98 milhões de litros. Em 2000 foram aplicados 145 milhões  de litros. Em 2010 esse número já era de 292 milhões de litros, e  espera-se para 2011 um consumo de mais de 300 milhões de litros de  herbicidas, inseticidas, acaricidas, desfoliantes e outras substâncias  tóxicas. O glifosato sozinho deverá representar 200 milhões de litros  nesse conjunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório também menciona que o aumento do uso  de glifosato verificado a cada ano deve estar relacionado ao  desenvolvimento de resistência ao veneno pelas plantas invasoras. Os  números indicam que em 1996 eram aplicados menos de 2 litros de  glifosato por hectare, enquanto hoje algumas áreas recebem 10 litros por  hectare. Em alguns casos chegam a ser aplicados quase 20 litros por  hectare. E esses agrotóxicos são aplicados extensivamente, sobre grandes  áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo geógrafos da Universidade Nacional de Córdoba,  pelo menos 12 milhões de pessoas vivem em cidades rodeadas por lavouras  pulverizadas por venenos. Para os médicos, são 12 milhões de argentinos  que estão sendo diretamente fumigados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as propostas  apresentadas pelos médicos participantes do Encontro ao final do  documento estão a proibição da pulverização aérea de agrotóxicos, cuja  deriva espalha incontroladamente substâncias tóxicas pelo ar, e que as  universidades públicas passem a desenvolver e promover opções  agroecológicas de produção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.mst.org.br/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.mst.org.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8026949267676957902?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8026949267676957902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8026949267676957902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8026949267676957902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8026949267676957902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/aumenta-incidencia-de-cancer-e-bebes.html' title='Aumenta incidência de câncer e bebês malformados em regiões de soja transgênica'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8234685554052437251</id><published>2011-11-08T20:00:00.001-02:00</published><updated>2011-11-08T20:00:42.039-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CTNBIo'/><title type='text'>Vice-reitor da UFFS é indicado para Comissão Nacional de Biossegurança</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.uffs.edu.br/index.php?site=uffs&amp;amp;option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1679:vice-reitor-e-indicado-para-comissao-nacional-de-biosseguranca&amp;amp;catid=37:noticiasinstitucional"&gt;http://www.uffs.edu.br/index.php?site=uffs&amp;amp;option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=1679:vice-reitor-e-indicado-para-comissao-nacional-de-biosseguranca&amp;amp;catid=37:noticiasinstitucional&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-reitor da  Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Antônio Inácio Andrioli,  foi nomeado pelo Ministro do Desenvolvimento Agrário, como especialista  em agricultura familiar, na Comissão Técnica Nacional de Biossegurança  (CTNBio). O dirigente desenvolve pesquisas envolvendo organismos  geneticamente modificados (OGM) desde 1993.    &lt;br /&gt;&lt;div class="western"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;Com apenas dois anos de existência, a UFFS está  representada a partir de agora na Comissão, criada em 2005 para  assessorar o Governo Federal na implementação da Política Nacional de  Biossegurança. Uma parte de seus membros é indicada pela sociedade civil  nas áreas de Saúde Humana, Saúde Animal e Área Vegetal. Os demais  membros são indicações de ministérios afins e especialistas em  agricultura familiar, biotecnologia, defesa do consumidor, meio ambiente  e outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;Com mandato inicial de dois anos, Andrioli terá entre  suas incumbências a análise dos diversos processos que tramitam pela  Comissão e a participação nas reuniões ordinárias mensais. Para ele, a  indicação pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário deve-se,  principalmente, às suas pesquisas no âmbito acadêmico que sempre giraram  em torno dos OGMs e suas consequências para a vida dos produtores  rurais e dos consumidores. Como pesquisador, tem 156 artigos publicados e  já proferiu cerca de 400 palestras sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;O vice-reitor da UFFS é organizador do livro  “Transgênicos: As sementes do Mal – A silenciosa contaminação de solos e  alimentos” juntamente com Richard Fuchs, tornando-se referência no  assunto transgenia depois de ter sido premiado na Alemanha como  estudante estrangeiro do ano 2003 pelo DAAD (Serviço Alemão de  Intercâmbio Acadêmico). Também ganhou notoriedade na Europa como um dos  personagens do filme “Verdade Comprada: A transgenia no campo magnético  do dinheiro” (tradução livre alemão-português), de Bertram Verhaag, o  qual retrata um pouco dos estudos e da perseguição sofrida por cinco  pesquisadores da transgenia.&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;Para Andrioli, a indicação para a CTNBio contribuirá  para&amp;nbsp;uma projeção importante da UFFS no cenário nacional. “A região da  fronteira sul passa a ser representada neste importante órgão federal,  algo que somente é possível agora com a instalação de uma instituição  federal de ensino superior”, avalia. O reitor Jaime Giolo também  compartilha da mesma ideia. “Sem dúvida é uma honra para nós ter um  dirigente da UFFS como membro desta Comissão”.&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western"&gt;&lt;b&gt;Sobre a CTNBio&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;A CTNBio é uma instância colegiada  multidisciplinar, criada através da lei nº 11.105, de 24 de março de  2005, cuja finalidade é prestar apoio técnico consultivo e  assessoramento ao Governo Federal na formulação, atualização e  implementação da Política Nacional de Biossegurança relativa a OGM, bem  como no estabelecimento de normas técnicas de segurança e pareceres  técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e  do meio ambiente, para atividades que envolvam a construção,  experimentação, cultivo, manipulação, transporte, comercialização,  consumo, armazenamento, liberação e descarte de OGM e derivados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8234685554052437251?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8234685554052437251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8234685554052437251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8234685554052437251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8234685554052437251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/vice-reitor-da-uffs-e-indicado-para.html' title='Vice-reitor da UFFS é indicado para Comissão Nacional de Biossegurança'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-3008238490439783675</id><published>2011-11-02T19:47:00.000-02:00</published><updated>2011-11-02T19:47:28.174-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biodiversidade'/><title type='text'>OS SABERES TRADICIONAIS E A BIODIVERSIDADE NO BRASIL</title><content type='html'>Acesse: &lt;a href="http://www.usp.br/nupaub/Saberes_PDF.pdf"&gt;http://www.usp.br/nupaub/Saberes_PDF.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-3008238490439783675?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/3008238490439783675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=3008238490439783675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3008238490439783675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3008238490439783675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/os-saberes-tradicionais-e.html' title='OS SABERES TRADICIONAIS E A BIODIVERSIDADE NO BRASIL'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4240278355428035026</id><published>2011-11-02T11:46:00.000-02:00</published><updated>2011-11-02T11:46:31.137-02:00</updated><title type='text'>Transgênicos contaminam as sementes crioulas</title><content type='html'>&lt;h1 class="single-title"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Entrevista especial com Magda Zanoni,&amp;nbsp;membro da Comissão  Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio, na qual representa o  Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA. (31/10/2011)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por IHU On-Line&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora tenha crescido a produção de transgênicos no mundo, não é  possível comprovar os benefícios agrícolas e econômicos da transgenia.  De acordo com a organizadora do livro Transgênicos para quem?  Agricultura, Ciência, Sociedade (Brasilia: Nead, 2011), o tema ainda não  é consenso entre os cientistias. “Enquanto a Monsanto faz estudos de  impacto em um prazo mínimo, com um número reduzido de animais que  alimentam-se de transgênicos, há cientistas como Gilles-Eric Serralini,  que realizam estas pesquisas há vários anos, tendo já obtido resultados  sobre as modificações fisiológicas dos animais de experimento que  corroboram com a presença de riscos”, aponta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Defensora de uma ciência cidadã, Magda Zanoni argumenta que os novos  estudos científicos devem considerar “as necessidades reais da população  em termos de saúde e alimentação”. Em entrevista à IHU On-Line,  concedida por e-mail, ela informa que atualmente quatro milhões de  pessoas morrem de malária no mundo e, portanto, a transgenia não deve  ser prioridade. E reitera: “A sociedade civil deve ter um papel  preponderante na escolha das linhas de pesquisa e das inovações  tecnológicas”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Magda Zanoni é graduada em Ciências Biológicas pela Universidade  Federal do Rio Grande do Sul e doutora em Sociologia pela Université  Paris I. Atualmente é funcionária da Université de Paris X, e da  Universite de Bordeaux II e é membro da Comissão Técnica Nacional de  Biossegurança – CTNBio, na qual representa o Ministério do  Desenvolvimento Agrário – MDA. Também é pesquisadora do Núcleo de  Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead) do MDA. Magda Zanoni e  Gilles Ferment lançaram recentemente o livro Transgênicos para quem?  Agricultura, Ciência, Sociedade (Brasilia: Nead, 2011).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confira a entrevista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt; – A partir da afirmativa de que é  preciso debater para se construir uma ciência democrática, que aspectos a  senhora destaca como primordiais para o uso dos transgênicos de forma  sustentável e em benefício da sociedade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magda Zanoni&lt;/strong&gt; – A questão dos transgênicos ainda não  foi discutida com a sociedade civil. Os transgênicos utilizados na  agricultura não provam que a maioria dos agricultores familiares e  camponeses do mundo seja beneficiada economicamente. Além disso, não há  constatações de que a transferência de genes promovida pelas grandes  multinacionais como a Monsanto e a Syngenta, que criam novos seres  vivos, não tenha impactos sobre a saúde e o meio ambiente. A ciência  cidadã leva em conta as necessidades reais da população em termos de  saúde e alimentação. Os investimentos nessa biotecnologia não são  destinados para eliminar a fome no mundo nem para resolver as exigências  de saúde das populações mais necessitadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt; – Em seu livro, a senhora apresenta um  enfoque multidisciplinar para entender os embates em torno do tema dos  transgênicos. Como vê a produção de organismos geneticamente modificados  (OGMs)?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magda Zanoni&lt;/strong&gt; – O Brasil e o governo brasileiro devem  fazer uma listagem das principais pesquisas científicas e inovações  tecnológicas essenciais para promover um desenvolvimento sustentável com  igualdade. Isso pode ser feito através de consultas, debates setoriais,  locais, regionais e nacionais, como, aliás, já foi feito no primeiro  mandato do governo Lula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt; – Por que a sociedade civil tem um papel tão importante no debate sobre o uso dos transgênicos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magda Zanoni&lt;/strong&gt; – A sociedade civil deve ter um papel  preponderante na escolha das linhas de pesquisa e das inovações  tecnológicas. Há quatro milhões de indivíduos morrendo de malária no  mundo por ano. Portanto, a escolha prioritária não pode ser para os  transgênicos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt; – Quais os principais riscos do uso de transgênicos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magda Zanoni&lt;/strong&gt; – A contaminação de cultivos com  variedades crioulas tem consequências direta sobre a redução da  agrobiodiversidade. Os mecanismos internos que a biologia molecular e a  genética estudam para a transferência de genes e a criação de novos  seres vivos não encontram, no mundo da ciência, unanimidade. Enquanto a  Monsanto faz estudos de impacto em um prazo mínimo, com um número  reduzido de animais que se alimentam de transgênicos, há cientistas,  como Gilles-Eric Serralini, que realizam essas pesquisas há vários anos,  tendo já obtido resultados sobre as modificações fisiológicas dos  animais de experimento que corroboram com a presença de riscos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é por acaso que cientistas cidadãos, que comunicam seus  resultados a organizações da sociedade civil, sejam marginalizados ou  depreciados no mundo da tecnociência. O presidente da CTNBio, em sessão  plenária, declarou que seus trabalhos estavam ultrapassados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt; – Como avalia a liberação comercial de sementes transgênicas? Existe aí um risco de consumo? Por quê?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magda Zanoni&lt;/strong&gt; – Há risco de consumo de transgênicos  porque inexistem estudos epidemiológicos que comprovem a não existência  de riscos. Se os laboratórios de medicamentos levam até dez anos para  pesquisar os benefícios e riscos de medicamentos originários da  transgênese, é de se perguntar as razões de tanta pressa das  multinacionais para liberar a comercialização de produtos transgênicos.  Convém salientar que o mercado da soja no Brasil já corresponde a 80% do  total, e quatro multinacionais estão batalhando para obter o mercado  mundial de sementes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line&lt;/strong&gt; – Como avalia a questão da não  obrigatoriedade de rotulagem dos produtos que contêm ingredientes  geneticamente modificados? Que consequências podem ocorrer com a  possível perda do direito de saber se o alimento que se está consumindo  contém ou não ingredientes transgênicos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Magda Zanoni&lt;/strong&gt; – Em primeiro lugar, essas são questões  sobre a democracia. Por que não se aplica uma lei se ela foi votada  pelo Parlamento? Os deputados não são os representantes do povo? Em  segundo lugar, a liberdade também está em questão. Qual é o princípio  democrático que não aprova a livre escolha do consumidor em comprar  qualquer produto sabendo o que compra? Em vários países europeus a  rotulagem foi objeto de grandes reivindicações. A França, por exemplo,  votou a obrigação de rotulagem em dezembro de 2010 em função das  pressões dos movimentos sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.ecoagencia.com.br/index.php?open=noticias&amp;amp;id=VZlSXRVVONlYHpkeTxGahN2aKVVVB1TP" target="_blank"&gt;IHU On-Line/EcoAgência&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4240278355428035026?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4240278355428035026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4240278355428035026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4240278355428035026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4240278355428035026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/11/transgenicos-contaminam-as-sementes.html' title='Transgênicos contaminam as sementes crioulas'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4990825907003251684</id><published>2011-10-25T13:31:00.000-02:00</published><updated>2011-10-25T13:31:43.665-02:00</updated><title type='text'>Indústria ainda não rotula alimentos transgênicos</title><content type='html'>&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wp-caption-text"&gt;23/10/2011 8:57,&amp;nbsp; Por Redação com AG Brasil&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption-text"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="wp-caption-text"&gt;Transgênicos ainda não são rotulados conforme decreto.&lt;/div&gt;Brasília – A lei determina que todo alimento com mais de 1% de origem  transgênica deve conter um símbolo que informe essa característica ao  consumidor. O símbolo é um “T” de cor preta sobre um fundo amarelo em  formato de triângulo.&lt;br /&gt;Defensores de direitos de consumidores e ambientalistas afirmam que a  indústria de alimentos ainda não está cumprindo a lei que determina a  especificação em rótulo informando os consumidores sobre a presença de  ingredientes produzidos a partir de organismos geneticamente modificados  (OGMs).&lt;br /&gt;- Falta informação nesse sentido, aponta a especialista da &lt;em&gt;Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo&lt;/em&gt;, Andrea Benedetto Arantes.&lt;br /&gt;- O consumidor tem o direito de escolher, ressalta o ex-coordenador  da campanha contra os transgênicos do Greenpeace, Iran Magno.&lt;br /&gt;- A informação é extremamente relevante neste caso por uma questão de  saúde pública. Infelizmente, se a rotulagem não é feita adequadamente,  não há meios de o consumidor saber, ficando tolhido em seu direito de  escolha e de ser adequada e claramente informado,&amp;nbsp;alerta Juliana  Ferreira, advogada do &lt;em&gt;Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor &lt;/em&gt;(Idec).&lt;br /&gt;Em março deste ano, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor  (DPDC) do Ministério da Justiça e os órgãos estaduais de defesa do  consumidor da Bahia, de Mato Grosso e São Paulo identificaram dez  produtos &amp;nbsp;com ingredientes transgênicos, mas sem a devida rotulagem. O  processo administrativo está correndo no DPDC, onde há duas instâncias  de tramitação (inclui recurso) e direito de contraditório e de defesa  dos fabricantes.&lt;br /&gt;A regra, definida pelo Decreto nº 4.680/2003, estabelece que “tanto  nos produtos embalados como nos vendidos a granel ou in natura, o rótulo  da embalagem ou do recipiente em que estão contidos deverá constar, em  destaque, no painel principal e em conjunto (…) uma das seguintes  expressões, dependendo do caso: ‘(nome do produto) transgênico’, ‘contém  (nome do ingrediente ou ingredientes) transgênico(s)’ ou ‘produto  produzido a partir de (nome do produto) transgênico’”.&lt;br /&gt;O decreto ainda determina o detalhamento sobre a espécie de doadora  do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes. A  norma vale para produtos de origem vegetal e para produtos de origem  animal se alimentados com ração transgênica. O decreto prevê que notas e  recibos também informem sobre a transgenia no caso da soja.” As  expressões ‘pode conter soja transgênica’ e ‘pode conter ingrediente  produzido a partir de soja transgênica’ deverão, conforme o caso,  constar no rótulo, bem como da documentação fiscal, dos produtos (…),  independentemente do percentual da presença de soja transgênica”.&lt;br /&gt;Para Gabriel Bianconi Fernandes, da &lt;em&gt;AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia&lt;/em&gt;,  é preciso que toda a cadeia produtiva esteja segregada. O cultivo dos  alimentos, o transporte, o armazenamento e a indústria devem tratar  separadamente alimentos de origem transgênica e alimentos convencionais.&lt;br /&gt;- A não existência de uma estrutura adequada de segregação é um  desestímulo para aquele produtor que está lutando para manter a lavoura  da soja convencional, porque, se não misturar na lavoura, vai misturar  no caminhão ou no silo. Isso ajuda a explicar o porquê da adoção tão  grande da semente transgênica, avalia Fernandes.&lt;br /&gt;O presidente da &lt;em&gt;Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg)&lt;/em&gt;, José Mário Schreiner, diz:&lt;br /&gt;- &amp;nbsp;O consumidor deve ser respeitado de todas as formas. &amp;nbsp;Por parte do  produtor, não há dificuldade nenhuma em identificar os transgênicos.  Isso está dentro do trabalho do dia a dia.&lt;br /&gt;Ainda segundo Schreiner é possível reconhecer um grão de soja modificado em meio a 500 não modificados.&lt;br /&gt;Edilson Paiva, presidente da &lt;em&gt;Comissão Técnica Nacional de Biossegurança&lt;/em&gt; (CTNBio), pondera que o Brasil é “o único país que rotula transgênicos”. Para ele:&lt;br /&gt;- Lei se obedece, mas em um futuro próximo vai ter que mudar. Se eu  fosse rotular, eu rotularia o não transgênico é que vai virar exceção,  sugere.&lt;br /&gt;Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 4.148/2008, do deputado  Luis Carlos Heinze (PP/RS), propõe que “aos alimentos que não contenham  organismos geneticamente modificados será facultada a rotulagem ‘livre  de transgênicos’, desde que tenham similares transgênicos no mercado  brasileiro e comprovada a total ausência no alimento de organismos  geneticamente modificados, por meio de análise específica”. O PL aguarda  desde maio para ir à votação.&lt;br /&gt;Segundo orientação da &lt;em&gt;Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo&lt;/em&gt;,  o consumidor deve ler os ingredientes do alimento industrial que está  comprando e verificar a presença do símbolo dos transgênicos nos  rótulos. Caso fique em dúvida, ou tenha alguma reclamação a fazer, deve  acionar os órgãos de defesa do consumidor do estado (Procon), órgãos da  agricultura (por exemplo, a secretaria) e os órgãos de vigilância  sanitária.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4990825907003251684?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4990825907003251684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4990825907003251684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4990825907003251684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4990825907003251684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/industria-ainda-nao-rotula-alimentos.html' title='Indústria ainda não rotula alimentos transgênicos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8595785236319117780</id><published>2011-10-22T14:54:00.000-02:00</published><updated>2011-10-22T14:54:16.115-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sementes crioulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Agricultores defendem suas sementes</title><content type='html'>&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;###########################&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="yui_3_2_0_1_1319301969400146" style="line-height: normal; margin-top: 10pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" id="yui_3_2_0_1_1319301969400143" style="font-size: small;"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1319301969400140" style="color: #006600; font-size: 12pt;"&gt;POR UM BRASIL ECOLÓGICO,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-top: 10pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #006600; font-size: 12pt;"&gt;LIVRE DE TRANSGÊNICOS E AGROTÓXICOS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-top: 10pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: #006600; font-size: 12pt;"&gt;###########################&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-top: 12pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Número 560 - 21 de outubro de 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A  vara ambiental da Justiça Federal de Curitiba ficou colorida ontem, dia  20/09, com as variedades de milho crioulo que agricultores familiares,  povos e comunidades tradicionais de diferentes regiões do país levaram  para ilustrar seus depoimentos. A sessão fez parte de Ação Civil Pública  nº 2009.70.00.021057-7 movida por AS-PTA, ANPA, Idec e Terra de  Direitos, que questiona a eficácia da regra de coexistência da Comissão  Técnica Nacional de Biossegurança que estabelece 100 metros de distância  (ou 20 m mais 10 linhas de milho comum) como forma de se evitar a  contaminação do milho crioulo, orgânico ou convencional pelas plantações  transgênicas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Na  condição de rés estavam as empresas Monsanto, Syngenta e Bayer, além da  União. O juiz ouviu depoimentos de agricultores familiares, assentados  da reforma agrária, indígenas e faxinalenses, guardiões das sementes  crioulas, que afirmaram todos que a distância de 100 metros é  absolutamente inviável para evitar a contaminação das sementes crioulas e  os consequentes danos ambientais, sociais, culturais e econômicos por  eles relatados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Exibindo  amostras de suas sementes, cada um dos depoentes descreveu o  conhecimento por eles desenvolvido e acumulado por gerações para a  seleção, melhoramento e conservação das variedades crioulas. Destacou-se  o cuidado de garantir distâncias superiores a 400 metros ou de pelo  menos 40 dias de diferença no plantio de diferentes milhos para se  evitar cruzamentos não desejados. No caso dos transgênicos a preocupação  é ainda maior e, como se afirmou, o ônus para evitar a contaminação é  todo dos que cultivam as sementes crioulas, sendo que nem todos têm  condições de executá-las, como alterar a época de plantio, isolar  plantios com áreas de florestas, manter distâncias de pelo menos 400  metros etc. Tais medidas vêm trazendo sérias dificuldades para que os pequenos  agricultores, cada vez mais cercados por plantações transgênicas,  continuem a manter suas sementes. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Os  agricultores ouvidos afirmaram que o próprio medo da contaminação  desestimula a manutenção da prática de melhoramento e conservação do  patrimônio genético do milho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O  representante da Gebana, empresa que comercializa grãos orgânicos,  relatou casos de contaminação do milho orgânico cultivado a mais de 400  metros da lavoura transgênica e isolados por barreira física, como  cerca-viva, conforme regras da produção orgânica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;No  depoimento da Associação Brasileira da Indústria do Milho, o juiz foi  informado sobre o rápido desaparecimento do milho convencional do  mercado e também do fato de empresas alimentícias terem adquirido cargas  de milho convencional cujos testes acusaram contaminação transgênica.  Os depoimentos deixaram evidente a impossibilidade de convivência do  milho comum com o transgênico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;As organizações autoras da ação, bem como as rés, apresentarão ainda suas alegações finais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Estão  sobre a mesa todos os elementos para a aplicação do princípio da  precaução em defesa da conservação dos recursos genéticos do milho no  Brasil e da forma de vida dos agricultores familiares. Ou seja, estão  dadas as condições para que a justiça atue de forma a prevenir danos,  antes de esperar que eles ocorram em escala cada vez maior, quando o  dano será irreversível. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="yiv1790996908Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A  batalha prossegue e aguardamos uma decisão que obrigue a CTNBio a criar  regras decentes para o isolamento do milho transgênico e para a  garantia dos direitos dos agricultores e consumidores à livre opção  quanto ao sistema produtivo e à qualidade de alimentos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8595785236319117780?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8595785236319117780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8595785236319117780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8595785236319117780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8595785236319117780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/agricultores-defendem-suas-sementes.html' title='Agricultores defendem suas sementes'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4325557586087321291</id><published>2011-10-15T17:59:00.003-03:00</published><updated>2011-10-15T18:00:17.013-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Feijão transgênico. “A ‘porteira’ está aberta”</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="width: 418px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="verde11" colspan="2" height="30"&gt;&lt;b&gt;5/10/2011&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;               &lt;td rowspan="2" valign="top" width="115"&gt;&lt;table background="templates/interna/images/fundo_entrevistas.jpg" border="0" cellpadding="3" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="center" height="102" valign="middle" width="119"&gt;&lt;img src="http://www.ihu.unisinos.br/uploads/entrevistas/1317748605.843F.JPG" width="80" /&gt;      &lt;/td&gt;      &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td class="verde12" valign="bottom" width="401"&gt;&lt;b&gt;Feijão transgênico. “A ‘porteira’ está aberta”. Entrevista especial com José Maria Gusman Ferraz&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;            &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td colspan="2" height="5"&gt;&lt;img height="1" src="http://www.ihu.unisinos.br/templates/interna/images/pontilhado_news.jpg" width="417" /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="cinza10News" colspan="2" height="5"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td class="cinza10News" colspan="2" height="30"&gt;Apesar dos apontamentos de irregularidades e evidências de que os estudos do &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47442"&gt;feijão transgênico&lt;/a&gt; “são falhos”, a comercialização do produto foi liberada no Brasil pela &lt;b&gt;Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio&lt;/b&gt;. Na avaliação do agrônomo &lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz&lt;/b&gt;,  quando se trata da liberação de um produto transgênico que não possui  autorização para ser comercializado em nenhum lugar do mundo, há  “necessidade de realizar estudos mais rigorosos”.&lt;br /&gt;Em entrevista concedida à &lt;b&gt;IHU On-Line&lt;/b&gt; por e-mail, &lt;b&gt;Ferraz&lt;/b&gt;,  que também é membro da CTNBio, diz que nos testes realizados o feijão  transgênico 5.1 da Embrapa não apresentou comportamento semelhante ao  feijão convencional no que se refere à “quantidade de nutrientes no  feijão, no efeito sobre órgãos internos, como rins e fígado, e nas  vilosidades (área de absorção) do intestino delgado e grosso e na  produção de várias substâncias presentes no grão”.&lt;br /&gt;Além das possíveis implicações para a saúde humana, a &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47825"&gt;liberação do feijão transgênico&lt;/a&gt;  poderá prejudicar a agricultura familiar, maior produtora do alimento.  “Há tendência de cobrança de royalties para o uso da semente, aliado à  possibilidade de contaminação de variedades crioulas de diversas formas,  ou seja, no campo ou nas trocas de sementes por meio das práticas  rotineiras entre agricultores familiares. A liberação do feijão  transgênico colocará em risco também a soberania alimentar, uma vez que  compromete a posse da semente pelos seus verdadeiros detentores”.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz&lt;/b&gt; é mestre em Agronomia pela Universidade de São Paulo – USP e doutor em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas &lt;b&gt;–&lt;/b&gt; Unicamp. Cursou pós-doutorado em Agroecologia pela Universidade de Córdoba &lt;b&gt;– &lt;/b&gt;UCO,  Espanha. Atualmente é professor do curso de mestrado em Agroecologia e  Desenvolvimento Rural da UFSCar e&amp;nbsp;professor convidado da Universidade  Estadual de Campinas.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Confira a entrevista.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Como o senhor recebeu a notícia da liberação do  feijão transgênico no Brasil, durante reunião da Comissão Técnica  Nacional de Biossegurança – CTNBio?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Recebi com constrangimento e preocupação, visto que faço parte da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CTNBio&lt;/span&gt;. Mesmo após serem apontadas &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47442"&gt;várias irregularidades no processo&lt;/a&gt;  de aprovação e nas evidências de que os estudos apresentados eram  falhos e mereciam maior aprofundamento, quando se abriu para a votação, a  maioria dos cientistas presentes desconsiderou estas evidências e votou  pela aprovação.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – O senhor apontou diversas falhas no processo do  feijão transgênico e violações ao princípio da precaução e à legislação  de biossegurança. Em que consiste seu parecer e por que, em sua  opinião, a liberação do feijão transgênico exigia estudos mais  detalhados?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Deixando de lado os  princípios e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário e  que não foram considerados, como o Princípio da Precaução, Convenção  sobre Diversidade Biológica &lt;b&gt;– &lt;/b&gt;CDB, Tratado Internacional sobre Recursos Fitogenéticos para Alimentação e Agricultura da FAO &lt;b&gt;– &lt;/b&gt;TIRFAA, e o Global Plan of Action &lt;b&gt;– &lt;/b&gt;GPA, o &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47174"&gt;feijão transgênico 5.1 da Embrapa&lt;/a&gt;  deveria apresentar comportamento semelhante quando comparado com a  planta que lhe deu origem (mesmo material, mas sem a inserção do  transgene). Isso não ocorreu em várias situações, como na quantidade de  nutrientes no feijão, no efeito sobre órgãos internos, como rins e  fígado, e nas vilosidades (área de absorção) do intestino delgado e  grosso e na produção de várias substâncias presentes no grão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Por quantos anos foram realizados estudos com o feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Não foram anos, mas  apenas dias. A avaliação de efeitos sobre os animais alimentados com o  feijão foi feita em apenas com 35 dias. Em poucos dias é possível  avaliar possíveis efeitos sobre a saúde da população? Para a avaliação  agronômica, que tem uma correlação direta com a produtividade e com os  custos, foram apresentados estudos de dois anos em três localidades.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Quanto tempo de estudo é suficiente para liberar ou não um alimento transgênico?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Quando se trata de um evento novo como esse, que não existe liberação comercial em nenhum lugar no mundo, as &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=44669"&gt;próprias regras da CTNBio&lt;/a&gt;  (Resolução n.5) apontam para a necessidade de estudos mais rigorosos.  Entretanto, não foram efetuados estudos de várias gerações dos  organismos testes, e tampouco avaliações sobre animais em gestação, para  verificar as implicações no feto. O tempo de observação foi muito  curto, de 35 dias, e foram usados apenas três animais para avaliar os  efeitos na saúde (alterações de órgãos e fisiologia). Nesta reduzida  amostragem foram observadas alterações, como aumento do fígado,  diminuição dos rins.&lt;br /&gt;Essas informações são mais do que suficientes para evidenciar a  necessidade de aprofundamento dos estudos antes de uma liberação  comercial. Principalmente, levando em conta que o brasileiro come feijão  durante a vida toda e não durante 35 dias de sua existência.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – É possível saber qual é composição química do feijão transgênico?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Apenas é possível  comparar quais substâncias presentes no feijão convencional (não  transgênico) são diferentes no feijão transgênico Embrapa 5.1. E nessa  avaliação foram observadas diferenças estatisticamente significativas no  grão do feijão quanto ao teor de cisteína (aminoácido), extrato etéreo  (gordura) e vitamina&amp;nbsp; B2. Nas folhas, percebeu-se uma redução no teor de  proteína.&lt;br /&gt;Essas variações não deveriam ocorrer quando as duas plantas  estivessem sob a mesma condição de cultivo. Mais um fato que mereceria  investigação detalhada antes da liberação comercial.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Nos últimos anos, a CTNBio tem demonstrado uma posição favorável aos alimentos transgênicos. Por quê?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Essa tendência não é recente. Desde sua composição, a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CTNBio &lt;/span&gt;apresenta  tal tendência, a qual ficou mais acentuada com a modificação do quórum  para aprovação quando passou de maioria absoluta para maioria simples,  facilitando a votação sem maiores discussões.&lt;br /&gt;Existe também uma clara política governamental de ampliar a produção  de commodities no país a qualquer custo e&amp;nbsp;que está atrelada&amp;nbsp;à mesma  lógica de alteração do &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_entrevistas&amp;amp;Itemid=29&amp;amp;task=entrevista&amp;amp;id=42756"&gt;Código Florestal&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.  Não há preocupação com as questões ambientais e sociais decorrentes  deste modelo, como se algum país no mundo tivesse alcançado um  desenvolvimento com a produção de commodities.&lt;br /&gt;Se não nos movimentarmos, em breve teremos a liberação do &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=46289"&gt;gene terminator&lt;/a&gt;  (exterminador), que torna a semente estéril, não permitindo sua  reutilização, proibido no mundo todo. No Brasil, o tema é apresentado e  discutido em dois projetos propostos pelo deputado &lt;b&gt;Vacarezza&lt;/b&gt;, do PT, e pela senadora &lt;b&gt;Katia Abreu&lt;/b&gt;, do DEM.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Os pesquisadores favoráveis à transgenia dizem que em 2014 o Brasil&lt;br /&gt;terá o primeiro plantio de feijão livre de um vírus que provoca a perda  de 90 a 280 mil toneladas do alimento por ano. Como vê esse argumento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Se a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Embrapa &lt;/span&gt;não  reconsiderar a liberação, isso vai ocorrer mesmo. Mas vejo como um  argumento tendencioso para justificar a aprovação apressada do feijão  transgênico e sem embasamento científico seguro quanto à saúde da  população.&lt;br /&gt;O controle deveria estar centrado no manejo da cultura e no controle  do inseto vetor; esta prática é possível. Basta verificar o boletim  relatando o dia de campo da própria &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Embrapa &lt;/span&gt;divulgado  em 17-01-2011, onde em um cultivo orgânico sem o uso de agrotóxicos a  incidência da virose foi imperceptível e com uma produtividade de 2,4  t/ha. Esse plantio, no mesmo local, se repete há 8 anos consecutivos.  Portanto, o manejo adequado é possível e é viável segundo pesquisas da  própria &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Embrapa&lt;/span&gt;.&amp;nbsp;A pressa na  liberação como um fator “socioeconômico” não se justifica.&amp;nbsp; Mas sem o  transgênico não se pode cobrar “royalties” da tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – O que tende a mudar no cultivo do feijão e na  produção agrícola a partir da aprovação do feijão transgênico? Acredita  na possibilidade de se cobrar royalties por essa nova variedade?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Seguramente a tendência é de cobrança de royalties, o que vai encarecer o custo da semente. Notadamente, a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Embrapa &lt;/span&gt;vai estabelecer uma política de parcerias com empresas que atuam no mercado de Organismos Geneticamente Modificados &lt;b&gt;–&lt;/b&gt; OGMs e de agrotóxicos.&lt;br /&gt;A possibilidade de cruzar esse &lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=12273"&gt;material transgênico&lt;/a&gt;  com matérias das empresas que dominam o comércio de sementes no mundo  está aberta e não necessita passar por novas avaliações pela &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CTNBio&lt;/span&gt;,  pois essa comissão considera que, após a liberação comercial, o produto  é igualado a um material convencional e seu cruzamento nos moldes  tradicionais não implica em risco. Portanto, a “porteira” está aberta.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Quais as implicações da transgenia para a agricultura familiar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Nesse caso, o reflexo na  agricultura familiar (maior produtora de feijão) é grande, pois há uma  tendência de cobrança de royalties para o uso da semente, aliado à  possibilidade de contaminação de variedades crioulas de diversas formas,  ou seja, no campo ou &lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=3117&amp;amp;secao=324"&gt;nas trocas de sementes&lt;/a&gt;  por meio das práticas rotineiras entre agricultores familiares. A  liberação do feijão transgênico colocará em risco também a soberania  alimentar, uma vez que compromete a posse da semente pelos seus  verdadeiros detentores.&lt;br /&gt;Essas preocupações já foram levantadas em audiência pública, mas que  não receberam a devida atenção. Aliás, cabe uma denúncia de que  propositadamente alguns governos estaduais, como os do Rio Grande do Sul  e&amp;nbsp;de Santa Catarina, estão incluindo nos programas chamados de  “troca-troca“ sementes&amp;nbsp; transgênicas com uma clara intenção de  disseminar estes materiais transgênicos entre os agricultores  familiares.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – O feijão é um dos alimentos mais consumidos  pelos brasileiros. Pode-se dizer que com a liberação do feijão  transgênico há uma vitória do setor?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Eu colocaria de forma inversa: existe uma perda de confiabilidade na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Embrapa &lt;/span&gt;e  na sua insistência de aprovar a liberação do feijão transgênico sem  observar critérios científicos básicos. Isso pode afetar a imagem da  instituição, que é tão respeitada no país e no exterior.&lt;br /&gt;Existe uma apreensão de como o organismo das verdadeiras cobaias (já  que foram usadas apenas três no estudo) e de como a população  brasileira, que ingere em média 170 g de feijão por dia, irão reagir.&lt;br /&gt;Portanto, considero isso uma derrota do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Princípio da Precaução&lt;/span&gt; e dos preceitos científicos básicos que devem constar em um estudo de segurança alimentar.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Como será feita a comercialização do produto? O consumidor saberá se está consumindo feijão transgênico?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Desde 2002, existe uma  legislação que obriga a rotulagem indicando quais são os alimentos  transgênicos. Na prática, poucas empresas, num flagrante desrespeito à  legislação, divulgam a informação em suas embalagens.&lt;br /&gt;Quando o fazem, o consumidor não tem a mínima ideia do que significa  aquele triângulo amarelo com a letra T em cor preta. Algumas empresas,  ainda de forma capciosa, colocam abaixo do símbolo a palavra APROVADO,  como se isso fosse uma vantagem para o consumidor.&lt;br /&gt;Imaginem no interior, onde é comum a venda de feijão a granel. O  consumidor não terá a mínima possibilidade de escolher o que quer ou o  que não quer comer.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – O que a liberação de mais um alimento  transgênico demonstra sobre a postura brasileira em relação à segurança  alimentar e&amp;nbsp;à opção pela transgenia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Demonstra que, embora  nesse caso não associado a um agrotóxico (por enquanto), de modo geral o  lobby das grandes corporações está ganhando sobre o direito do  agricultor de ter sua semente e mantê-la sem contaminação de  transgênicos. Demonstra também que o direito de escolha do consumidor  está sendo desrespeitado por não ter opção de escolha, quer seja pela  contaminação ou pela não observância da rotulagem de forma correta.&lt;br /&gt;Demonstra um total desrespeito com a soberania e a segurança  alimentar, com as sementes que cada vez mais vão existir no mercado e  serão determinadas por poucas empresas, as quais também são responsáveis  pela produção de agrotóxicos e obrigam os agricultores a utilizarem  esses produtos em seus cultivos.&lt;br /&gt;Demonstra também que o Brasil passou, com a presença maciça dos  cultivos transgênicos de soja, milho e algodão, a ser o primeiro em &lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=3976&amp;amp;secao=368"&gt;uso de agrotóxicos&lt;/a&gt;.  Com as liberações de transgênicos que estão por vir, com a vinculação  de transgênicos e agrotóxicos mais perigosos, haverá uma piora nos casos  de contaminação.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Deseja acrescentar algo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;José Maria Gusman Ferraz –&lt;/b&gt; Gostaria de salientar um  fato que ocorreu na Europa e nos EUA e se repete no Brasil em relação  aos pesquisadores que ousam contestar pesquisas feitas pelas empresas.  Eles são ridicularizados como obscurantistas e suas idoneidades  científicas e pessoais são postas em dúvida, numa clara tentativa de  intimidação e de tentar calar vozes discordantes. Isso vem ocorrendo de  forma cada vez mais acentuada no Brasil e recrudesceu no caso da  liberação do feijão transgênico da Embrapa.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Para ler mais&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47442"&gt;Feijão transgênico tem venda liberada&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=29&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47826"&gt;Para ONGs, faltam estudos sobre a segurança do feijão&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47825"&gt;Maioria que critica os transgênicos só está mal informada, diz pesquisador da Embrapa&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=45017"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;''Sementes Terminator são devastadoras'', diz autoridade em agricultura&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?secao=296"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;Agrotóxicos. Pilar do agronegócio. Revista IHU On-Line n. 368&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=39683"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt;Projeto de Lei de Vaccarezza para liberar Terminator é redigido por lobby&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=19339"&gt;México, o berço do milho contaminado por OGMs&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=46289"&gt;Tecnologia Terminator e o dilema brasileiro. Entrevista especial com Silvia Ribeiro&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ihuonline.unisinos.br/media/pdf/IHUOnlineEdicao72.pdf"&gt;Transgênicos em debate. Revista IHU On-Line n. 72&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4325557586087321291?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4325557586087321291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4325557586087321291' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4325557586087321291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4325557586087321291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/feijao-transgenico-porteira-esta-aberta.html' title='Feijão transgênico. “A ‘porteira’ está aberta”'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7143691061427790859</id><published>2011-10-14T12:43:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T12:43:43.591-03:00</updated><title type='text'>El estado de la inseguridad alimentaria en el mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.fao.org/docrep/014/i2330s/i2330s00.htm"&gt;http://www.fao.org/docrep/014/i2330s/i2330s00.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img class="TableBody2" src="http://www.fao.org/docrep/014/i2330s/i2330s01.gif" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7143691061427790859?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7143691061427790859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7143691061427790859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7143691061427790859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7143691061427790859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/el-estado-de-la-inseguridad-alimentaria.html' title='El estado de la inseguridad alimentaria en el mundo'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7512243044245489271</id><published>2011-10-09T20:24:00.001-03:00</published><updated>2011-10-09T20:25:37.876-03:00</updated><title type='text'>Lançamento do livro: Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida</title><content type='html'>&amp;nbsp;Link para baixar:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aspta.org.br/2011/09/lancamento-do-livro-agrotoxicos-no-brasil-um-guia-para-acao-em-defesa-da-vida/"&gt;http://aspta.org.br/2011/09/lancamento-do-livro-agrotoxicos-no-brasil-um-guia-para-acao-em-defesa-da-vida/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso descontrolado de agrotóxicos no Brasil tem crescido muito  aceleradamente nos últimos anos, afetando agricultores familiares,  populações rurais e consumidores. Mas técnicos de assessoria rural,  lideranças dos movimentos sociais, profissionais à frente de programas  de educação ou de ações comunitárias de promoção da saúde têm ainda uma  grande carência de informações abrangentes e sistematizadas capazes de  orientar na prática as ações de enfrentamento. &lt;br /&gt;O livro “Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida”  traz informações importantes sobre a legislação, sobre programas de  monitoramento de resíduos em alimentos, sobre como identificar,  encaminhar, notificar e prevenir casos de intoxicação, sobre os  processos de reavaliação toxicológica dos agrotóxicos autorizados no  Brasil, entre outras. Essas informações são acompanhadas de orientações  objetivas visando subsidiar ações práticas de combate às  irregularidades, de melhoria dos mecanismos de controle e de resistência  a este modelo de agricultura que envenena os campos, as cidades, a  água, o ar e as pessoas.&lt;br /&gt;A publicação do livro, de autoria de Flavia Londres, é uma promoção  da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e da Rede Brasileira de  Justiça Ambiental (RBJA).&lt;br /&gt;O lançamento aconteceu às 18:30h do dia 28 de setembro, em Salvador –  BA, durante o Encontro Nacional de Diálogo e Convergências  (http://dialogoseconvergencias.org/ – Av. Amaralina, 111 – Hotel  Vilamar).&lt;br /&gt;A mesa de lançamento contou ainda com a participação de Luiz Cláudio  Meirelles (Gerente Geral de Toxicologia da Anvisa), Dr. Pedro Serafim  (procurador do Ministério Público do Trabalho e Coordenador do Fórum  Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos), Fernando Carneiro  (professor da UnB e membro da Associação Brasileira de Pós-graduação em  Saúde Coletiva-ABRASCO) e Raquel Rigotto (professora da UFC e  Coordenadora do Núcleo Tramas – Trabalho, Meio Ambiente e Saúde).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7512243044245489271?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7512243044245489271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7512243044245489271' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7512243044245489271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7512243044245489271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/lancamento-do-livro-agrotoxicos-no.html' title='Lançamento do livro: Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4322297881013069874</id><published>2011-10-05T11:45:00.000-03:00</published><updated>2011-10-05T11:45:48.129-03:00</updated><title type='text'>Carta do Encontro Diálogos e Convergências</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;CARTA DE SALVADOR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;a href="http://www.dialogoseconvergencias.org/noticias/carta-politica-do-encontro-nacional-de-dialogos-e-convergencias"&gt; &lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;a href="" target="_blank"&gt;www.dialogoseconvergencias.org/noticias/carta-politica-do-encontro-nacional-de-dialogos-e-convergencias&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Somos 300 cidadãos e cidadãs brasileiras integrados à Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), à Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia), à Associação Brasileira de Pós Graduação em Saúde Coletiva (Abrasco), ao Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), ao Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), à Rede Brasileira de Justiça Ambiental (RBJA), à Rede Alerta contra o Deserto Verde (RADV), à Marcha Mundial de Mulheres e à Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), em reunião na cidade de Salvador-BA, entre os dias 26 a 29 de setembro de 2011, durante o Encontro Nacional de Diálogos e Convergências entre Agroecologia, Saúde e Justiça Ambiental, Soberania Alimentar, Economia Solidária e Feminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso encontro resulta de um longo e fecundo processo de preparação motivado pela identificação e sistematização de casos emblemáticos que expressam as variadas formas de resistência das camadas populares em suas diferentes expressões socioculturais e sua capacidade de gerar propostas alternativas ao modelo de desenvolvimento hegemônico em nosso país. Vindos de todas as regiões do país, esses casos iluminaram nossos debates durante esses três dias e fundamentam a manifestação política que apresentamos nesta carta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao alimentar esse padrão de desenvolvimento, o governo Dilma inviabiliza a justa prioridade que atribuiu ao combate à miséria em nosso país. Tendo como eixo estruturante o crescimento econômico pela via da exportação de commodities, esse padrão gera efeitos perversos que se alastram em cadeia sobre a nossa sociedade. No mundo rural, a expressão mais visível da implantação dessa lógica econômica é a expropriação das populações de seus meios e modos de vida, acentuando os níveis de degradação ambiental, da pobreza e da dependência desse importante segmento da sociedade a políticas sociais compensatórias. Esse modelo que se faz presente desde o início de nossa formação histórica ganhou forte impulso nas últimas décadas com o alinhamento dos seguidos governos aos projetos expansivos do capital internacional. Materialmente, ele se ancora na expansão do agronegócio e em grandes projetos de infraestrutura implantados para favorecer a extração e o escoamento de riquezas naturais para os mercados globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos emblemáticos que subsidiaram nossos diálogos demonstram a essência violenta desse modelo que viola o “direito de ficar”, desterritorializando as populações, o que significa subtrair delas a terra de trabalho, o livre acesso aos recursos naturais, suas formas de organização econômica e suas identidades socioculturais. Os movimentos massivos de migração compulsória daí decorrentes estão na raiz de um padrão de distribuição demográfica insustentável e que cada vez mais converte as cidades em polos de concentração da pobreza, ao passo que o mundo rural vai se desenhando como um cenário de ocupação do capital e de seu projeto de uma agricultura sem agricultoras e agricultores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A progressiva deterioração da saúde coletiva é o indicador mais significativo das contradições de um modelo que alça o Brasil a uma das principais economias mundiais ao mesmo tempo em que depende da manutenção e seguida expansão de políticas de combate à fome e à desnutrição. Constatamos também que esse modelo se estrutura e acentua as desigualdades de gênero, de geração, de raça e etnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas análises convergiram para a constatação de que os maiores beneficiários e principais indutores desse modelo são corporações transnacionais do grande capital agroindustrial e financeiro. Apesar de seus crescentes investimentos em marqueting social e verde, essas corporações já não conseguem ocultar suas responsabilidades na produção de uma crise de sustentabilidade planetária que atinge inclusive os países mais desenvolvidos e que se manifesta em desequilíbrios sistêmicos expressos no crescimento do desemprego estrutural, na acentuação da pobreza e da fome, nas mudanças climáticas, na crise energética e na degradação acelerada dos recursos do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências mobilizadas pelas redes aqui em diálogo denunciam as raízes perversas desse modelo ao mesmo tempo em que contestam radicalmente as falsas soluções à crise planetária que vêm sendo apregoadas pelos seus agentes promotores e principais beneficiários. Ao se constituírem como expressões locais de resistência, essas experiências apontam também caminhos para a construção de uma sociedade justa, democrática e sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicação dessas iniciativas de defesa de territórios, promoção da justiça ambiental e de denúncia dos conflitos socioambientais estão na raiz do recrudescimento da violência no campo que assistimos nos últimos anos. O assassinato de nossos companheiros e companheiras nessas frentes de luta é o mais cruel e doloroso tributo que o agronegócio e outras expressões do capital impõem aos militantes do povo e ao conjunto da sociedade com suas práticas criminosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos diálogos procuraram construir convergências em torno de temas que mobilizam as práticas de resistência e de afirmação de alternativas para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diálogos sobre &lt;strong&gt;reforma agrária, direitos territoriais e justiça ambiental&lt;/strong&gt; responsabilizaram o Estado face ao quadro de violência com assassinatos, expulsão e deslocamentos compulsórios de populações pela ação dos grandes projetos como as hidrelétricas, expansão das monoculturas e o crescimento da mineração; a incorporação de áreas de produção de agrocombustíveis, reduzindo a produção de alimentos; a pressão sobre as populações que ocupam tradicionalmente áreas de florestas, ribeirinhas e litorâneas, como os mangues, os territórios da pesca artesanal, com a desestruturação de seus meios de vida e ameaça ao acesso à água e à soberania alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As convergências se voltaram para a reafirmação da centralidade da luta pela terra, pela reforma agrária e pela garantia dos direitos territoriais das populações. O direito à terra está indissociado da valorização das diferentes formas de viver e produzir nos territórios, reconhecendo a contribuição que povos e populações tradicionais oferecem à conservação dos ecossistemas; do reconhecimento dos recursos ambientais como bens coletivos para o presente e o futuro; e os direitos das populações do campo e da cidade a uma proteção ambiental equânime. Convergimos ainda na afirmação de que o direito à terra e os direitos à água, à soberania alimentar e à saúde estão fortemente associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecemos a importância da mobilização em apoio ao Movimento Xingu para sempre - em defesa da vida e do Rio Xingu, considerado como um exemplo emblemático de luta de resistência ao atual modelo de desenvolvimento. Defendemos o fortalecimento da articulação dos atingidos pela empresa Vale e as propostas que combinem a gestão ambiental com a produção agroecológica, a exemplos de experiências inovadoras dos movimentos sociais em assentamentos da Reforma Agrária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No debate sobre &lt;strong&gt;mudanças climáticas, seus impactos, mecanismos de mercado e a agroecologia como alternativa&lt;/strong&gt;, recusamos que a proposta agroecológica seja apropriada como mecanismo de compensação, seja ele no invisível e inseguro mercado de carbono, seja em REDD, REDD+, REDD++ (redução das emissões por desmatamento e degradação) ou ainda dentro do pagamento de serviços ambientais. A Rio +20 engendra e consolida a chamada “economia verde”, que pode significar uma apropriação, pelo capitalismo, das alternativas construídas pela agricultura familiar e camponesa e pela economia solidária, reduzindo a crise socioambiental a um problema de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agroecologia não é uma simples prestadora de serviços, contratualizada com setor privado. Ela reúne nossas convergências no campo e na cidade, trabalhando com gente como fundamento. É possível financiar a Agroecologia a partir da contaminação, escravidão, racismo e acumulação cada vez maior do capital? É possível fazer um enfrentamento a partir do pagamento de serviços ambientais por contratos privados, parcerias público-privadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao debater os &lt;strong&gt;impactos da expansão dos monocultivos para agrocombustíveis e padrões alternativos de produção e uso de energia no mundo rural&lt;/strong&gt;, os diálogos apontaram que a energia é estratégica como elemento de poder e autonomia dos povos, mas está diretamente ligada ao modelo (hegemônico e falido) de consumo, produção e distribuição. A produção de agrocombustiveis, baseada na monocultura, na destruição do ambiente, na violação dos direitos e injustiças sociais e ambientais, associa-se ao agronegócio e ameaça a soberania alimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As políticas públicas sistematicamente desvirtuam as propostas calcadas nas experiências populares, colocando as cooperativas e iniciativas da agricultura familiar na lógica da competição de mercado e em patamar desigual em relação às corporações, tal qual ocorre nas áreas de geração de energia elétrica, segurança alimentar, ciência e tecnologia ou mesmo da economia solidaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas políticas para os agrocombustiveis, a agricultura familiar é inserida como mera fornecedora de matérias primas e o modelo de integração é dominante, mascarando o arrendamento e assalariamento do campesinato e embutindo o pacote tecnológico da revolução verde através das políticas de crédito, assistência técnica e extensão rural. O diálogo do governo com os movimentos sociais se precariza pela setorização e atomização das relações, enquanto a mistura de interesses e operações entre MDA e Petrobrás acaba por legitimar o canal de negociação empresarial no marco de uma política pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências de produção descentralizada de energia e alimentos apontam como soluções reais aquelas articuladas por organizações e movimentos sociais que integram as perspectivas da agroecologia, da soberania alimentar e energética, da economia solidária, do feminismo e da justiça social e ambiental, e são baseadas na forte identidade territorial e prévia organização das comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas iniciativas têm em comum a diversificação da produção e dos mercados e a prioridade no uso dos recursos, dos saberes e dos espaços de comercialização locais. Estão sob o controle dos agricultores e têm autonomia frente às empresas e ao Estado. Articulam-se a programas e políticas públicas diversas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), não apenas ao Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). Os processos de transformação estão sob o domínio das organizações em toda a cadeia produtiva, e há diversificação da produção de alimentos e de matriz energética e co-produtos, para além e como conseqüência da produção de combustível. As formas de produção estão em rede e têm capacidade de se contrapor aos sistemas convencionais como premissa de sua permanência no território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nestes princípios e lições, as políticas públicas para a promoção da produção de energia e alimentos devem ter: um marco legal diferenciado para a agricultura familiar; promover a produção e uso diversificado de óleos, seus co-produtos e outras culturas, adequadas à diversidade cultural e biológica regional; atender à demanda de adequação e desenvolvimento de tecnologia e equipamentos apropriados, acompanhada de processos de formação e de redes de inovação nas universidades; além de proporcionar autonomia na distribuição e consumo local de óleos vegetais, biodiesel e álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diálogos sobre os &lt;strong&gt;agrotóxicos e transgênicos, articulando as visões da justiça ambiental, saúde ambiental e promoção da agroecologia&lt;/strong&gt;, responsabilizaram o Estado pelas políticas de ocultamento de seus impactos expressas nas dificuldades de acesso aos dados oficiais de consumo de agrotóxicos e de laudos técnicos sobre casos de contaminação; na liberação de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) sem debate democrático com a sociedade e sem atender ao princípio da precaução; na frágil vigilância e fiscalização trabalhista, ambiental e sanitária; na dificuldade do acesso aos laboratórios públicos para análise de amostras de contaminação por transgênicos e por agrotóxicos no ar, água, alimentos e sangue; terminando por promover um modelo de desenvolvimento para o campo que concentra terra, riqueza e renda, com impactos diretos nas populações mais vulneráveis em termos socioambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um chamamento para que o Estado se comprometa com a apuração das denúncias e investigação dos crimes, a exemplo do assassinato do líder comunitário José Maria da Chapada do Apodi, no Ceará; com a defesa de pesquisadores criminalizados por visibilizar os impactos dos agrotóxicos e por produzir conhecimentos compartilhados com os movimentos sociais; com políticas públicas que potencializem a transição agroecológica – facilitando o acesso ao crédito, à assistência técnica adequada e que reconheça os conhecimentos e práticas agroecológicas das comunidades camponesas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há possibilidade de convivência entre o modelo do agronegócio e o modelo da agroecologia no mesmo território, porque o desmatamento e as pulverizações de agrotóxicos geram desequilíbrios nos ecossistemas afetando diretamente as unidades agroecológicas. As políticas públicas devem estar atentas aos impactos dos agrotóxicos sobre as mulheres (abortos, leite materno, etc.) pois estas estão expostas de diferentes formas, que vão desde o trabalho nas lavouras até o momento da lavagem da roupa dos que utilizam os agrotóxicos. O uso seguro dos agrotóxicos e transgênicos é um mito e um paradigma que precisa ser desconstruído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental a convergência de nossas ações com a Campanha Nacional Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, ampliando os diálogos e convergências com os movimentos sociais do campo e da cidade, agregando novas redes que não estiveram presentes nesse Encontro de Diálogos e Convergências. Temos que denunciar esse modelo do agronegócio para o mundo e buscar superá-lo por meio de políticas públicas que possam inibir o uso de agrotóxicos e transgênicos, a exemplo da proibição da pulverização aérea, ou ainda direcionando os recursos oriundos dos impostos dos agrotóxicos, cuja produção e comercialização é vergonhosamente subsidiada pelo Estado. O fim dos subsídios contribuiria para financiar o SUS e a agroecologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação aos &lt;strong&gt;direitos dos agricultores, povos e comunidades tradicionais ao livre uso da biodiversidade&lt;/strong&gt;, constatamos que está em curso, nos territórios, um processo de privatização da terra e da biodiversidade manejada pela produção familiar e camponesa, povos e comunidades tradicionais. Tal privatização é aprofundada pela flexibilização do Código Florestal, que é uma grande ameaça e abre caminhos para um processo brutal de destruição ambiental e apropriação de terra e territórios pelo agronegócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A privatização das sementes e mudas, dos conhecimentos tradicionais e dos diversos componentes da biodiversidade vem se dando de forma acelerada, com o Estado cumprindo um papel decisivo na mediação (regulamentação e políticas públicas) dos contratos estabelecidos entre empresas e comunidades, representando sérios riscos aos direitos ao livre uso da biodiversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Causa grande preocupação que as questões nacionais sobre conservação e uso da biodiversidade estejam sendo discutidas e encaminhadas sem a participação efetiva das populações diretamente atingidas, estando sujeitas a agendas internacionais como a Rio +20. Consideramos uma violação a atual forma de “consulta” sobre importantes instrumentos legais e de política concentrada em poucos atores e de questionável representatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experiências presentes neste encontro demonstram avanços e se fortalecem a partir da legitimidade de suas práticas e aproveitando as brechas existentes na legislação. Este é o caso, por exemplo, dos bancos comunitários de sementes no semiárido; da produção de sementes agroecológicas a partir de variedades de domínio público; da auto-regulação dos conhecimentos tradicionais sobre as plantas medicinais do Cerrado; da constituição de um fundo público das quebradeiras de coco babaçu através da repartição de benefícios que reconhece o conhecimento tradicional associado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário aprofundar a organização das agricultoras e dos agricultores, extrativistas, povos e comunidades tradicionais em seus territórios, de forma a fortalecer os princípios e ações de cooperativismo e suas interlocuções com as redes regionais, estaduais e nacionais como estratégia de resistência e construção de alternativas. A geração de alternativas econômicas é crucial neste contexto. A apropriação do debate em torno dos direitos pode facilitar e fortalecer o diálogo de nossas redes e movimentos com a sociedade civil de modo geral, de modo a visibilizar a importância dos modos de vida destas comunidades para a garantia de direitos humanos, como o direito à alimentação adequada e saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos diálogos sobre &lt;strong&gt;Soberania Alimentar e Nutricional, Economia Solidária e Agroecologia&lt;/strong&gt;, as experiências apontaram o grande acúmulo na construção de alternativas ao atual modelo agroalimentar, que garantam, de forma articulada, a soberania alimentar e nutricional, a emancipação econômica dos trabalhadores e trabalhadoras nos territórios, em especial as mulheres, a promoção da saúde pública e a preservação ambiental. Constatou-se que estas iniciativas contribuem com a construção concreta e material de propostas diferenciadas de desenvolvimento, calcadas nas realidades, cultura e autonomia dos sujeitos dos territórios e orientadas para a justiça socioambiental, a democracia econômica e o direito à alimentação adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes acúmulos se expressam através da existência e resistência de dezenas de milhares de empreendimentos e iniciativas de Economia Solidária e Agroecologia, especialmente quando articuladas e organizadas em redes e circuitos de produção, comercialização e consumo, que aproximam produtores e consumidores e fortalecem a economia e cultura locais, num enfrentamento à desterritorialização e desigualdades de gênero, raça e etnia inerentes ao atual padrão hegemônico de produção e distribuição agroalimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constatou-se que os programas de alimentação escolar (PNAE) e de aquisição de alimentos (PAA), assim como o reconhecimento constitucional do direito à alimentação e a implantação do Sistema e Política de Segurança Alimentar e Nutricional, são conquistas importantes para a agricultura familiar e camponesa. Por outro lado, de forma paradoxal, o Estado tem apoiado fortemente o agronegócio, através da subordinação de sua ação a interesses do capital, e da falta de um horizonte e estratégia definidos de expansão do orçamento do PAA e do PNAE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vivências e experiências denunciam também a grande quantidade de barreiras ao acesso das iniciativas e empreendimentos de Economia Solidária e Agroecologia a políticas públicas e ao mercado. Tais barreiras se expressam em uma legislação e inspeção sanitárias e tributárias incompatíveis às realidades das/dos produtoras/es e trabalhadoras/es associadas/os, em especial no processamento e agroindustrialização de polpas, doces e alimentos de origem animal. Estas barreiras, somadas à burocratização na aquisição da Declaração de Aptidão ao PRONAF (DAP) e a uma ofensiva de setores empresariais que têm denunciado à ANVISA empreendimentos produtivos assim que estes começam a se fortalecer, têm impedido o escoamento da produção dentro e fora do município e o acesso ao PAA e ao PNAE. O direito à organização do trabalho e da produção de forma associada só existirá com a conquista de garantias e condições legislativas, tributárias e de financiamento que sejam justas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diálogos apontaram também a luta pelo consumo responsável, solidário e consciente como um campo importante de convergência entre as redes e movimentos e como um desdobramento concreto deste Encontro, através da construção conjunta de um diálogo pedagógico com a sociedade, tanto denunciando os impactos e danos dos alimentos vindos do agronegócio e contaminados com agrotóxicos, o que exige a regulação da publicidade de alimentos, quanto anunciando as alternativas disponíveis na Agroecologia e na Economia Solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em busca de novos caminhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios de diálogos que estamos realizando há dois anos e os excelentes resultados a que chegamos em nosso encontro reiteram a necessidade de fortalecermos nossas alianças estratégicas e renovarmos nossos métodos de ação convergente. As experiências que ancoraram nossas reflexões deixam claro que os temas que identificam as bandeiras de nossas redes e movimentos integram-se nas lutas do cotidiano que se desenvolvem nos campos e nas cidades contra os mecanismos de expropriação impostos pelo capital e em defesa dos territórios. Evidenciam, assim, a necessidade de intensificarmos e multiplicarmos as práticas de diálogos e convergências desde o âmbito local, onde as disputas territoriais materializam-se na forma de conflitos socioambientais, com impacto na saúde das populações, até níveis regionais, nacionais e internacionais, fundamentais para que as causas estruturais do atual modelo hegemônico sejam transformadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza local e diversificada de nossas lutas vem até hoje facilitando as estratégias de sua invisibilização pelos setores hegemônicos e beneficiários do modelo. Esse fato nos indica a necessidade de atuarmos de forma articulada, incorporando formas criativas de denúncia, promovendo a visibilidade dos conflitos e das proposições que emergem das experiências populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das linhas estratégicas para a promoção dos diálogos e convergências é a produção e disseminação de conhecimento sobre as trajetórias históricas de disputas territoriais e suas atuais manifestações. Nesse sentido, as alianças com o mundo acadêmico devem ser reforçadas também como parte de uma estratégia de reorientação das instituições do Estado, no sentido destas reforçarem as lutas pela justiça social e ambiental. Estimulamos a elaboração e uso de mapas que expressem as diferentes dimensões das lutas territoriais pelos seus protagonistas como uma estratégia de visibilização e articulação entre nossas redes e movimentos. O Intermapas já é uma expressão material das convergências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra linha estratégica fundamenta-se em nossa afirmação de que a comunicação é um direito das pessoas e dos povos. Reafirmamos a importância, a necessidade e a obrigação de nos comunicarmos para tornar visíveis nossas realidades, nossas pautas e nosso projeto de desenvolvimento para o país. A mudança do marco regulatório da mídia é condição para a democratização dos meios de comunicação. Repudiamos as posturas de criminalização e as formas de representação que a mídia hegemônica adota ao abordar os territórios, modos de vida e lutas. Contestamos a produção da invisibilidade nesses meios de comunicação. O Estado deve se comprometer a financiar nossas mídias, inclusive para que possamos ampliar projetos de formação de comunicadores e de estruturação dos nossos próprios veículos de comunicação. As mídias públicas devem ser veículos para comunicar aprendizados de nossas experiências, proposições e campanhas. Por uma comunicação livre, democrática, comunitária, igualitária, plural e que defenda a vida acima do lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos diálogos convergem também para a necessidade do reconhecimento das mulheres como sujeito político, a importância de sua auto-organização e a centralidade do questionamento da divisão sexual do trabalho que desvaloriza e separa trabalho das mulheres em relação ao dos homens, assim negando a contribuição econômica da atividade doméstica de cuidados e a produção para o autoconsumo. Convergimos na compreensão do sentido crítico do pensamento e ação feministas para ressignificar e ampliar o sentido do trabalho e sua centralidade para a produção do viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apropriação do feminismo como ferramenta política contribuirá para recuperar e visibilizar as experiências, os conhecimentos e as práticas das mulheres na construção da agroecologia, da economia solidária, da justiça ambiental e para garantir sua autonomia econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a história também mostra que o permanente exercício da violência dos homens contra as mulheres é um poderoso instrumento de dominação e controle patriarcal que fere a dignidade das mulheres e impede a conquista de sua autonomia, e as exclui dos espaços de poder e decisão. A violência contra as mulheres não é agroecológica, não é solidaria, não é sustentável, não é justa. Por isso é fundamental que as redes que estão organizando o Encontro Nacional de Diálogos e Convergências assumam a erradicação da violência contra as mulheres como parte de um novo modelo de produção e consumo, que deve ter como um eixo fundamental a construção de novas relações humanas baseadas na igualdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel do Estado democrático é o de construir um país de cidadãos e cidadãs, promover e defender a organização da sociedade civil e de estabelecer com ela relações que permitam à sociedade reconhecer nas instituições a expressão do compromisso com o público e com a sustentabilidade. Esse princípio é contraditório com qualquer prática de criminalização dos movimentos e organizações que lutam por direitos civis de acesso soberano aos territórios e seus recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As redes e movimentos promotores deste Encontro saem fortalecidos e têm ampliadas suas capacidades de expressão pública e ação política. Estamos apenas no início de um processo que se desdobrará em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;ambientes de diálogos e convergências&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; que se organizarão a partir dos territórios, o lugar onde nossas lutas se integram na prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Salvador, 29 de setembro de 2011&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4322297881013069874?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4322297881013069874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4322297881013069874' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4322297881013069874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4322297881013069874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/carta-do-encontro-dialogos-e.html' title='Carta do Encontro Diálogos e Convergências'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4701273307029274015</id><published>2011-10-03T19:26:00.003-03:00</published><updated>2011-10-03T19:27:57.635-03:00</updated><title type='text'>Ontem a Terra entrou em déficit ecológico</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #454545; font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #454545; font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;O planeta Terra entrou ontem, dia 27 de setembro, em déficit ecológico, entendendo como tal a diferença entre os recursos naturais disponíveis anualmente e aqueles destruídos pela humanidade. Segundo os últimos dados da Global Footprint Network (Rede da Pegada Ecológica Global) e do centro de estudos londrinense NEF (sigla em inglês da Fundação para uma Nova Economia), criadores do Dia da Pegada Ecológica, no atual ritmo de consumo dos recursos produzidos pelo planeta permite satisfazer a demanda desses recursos apenas até o dia 27 de setembro: tudo o mais que consumimos até o final do ano é a conta de recursos que o Planeta não pode produzir e de contaminantes que a terra não é capaz de absorver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem é de Walter Oppenheimer e está publicada no jornal espanhol El País, 27-09-2011. A tradução é do Cepat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vivemos acima das possibilidades ecológicas do Planeta, degradando os fundamentos que sustentam a nossa própria existência sobre a Terra”, denuncia Aniol Esteban, chefe de Economia Ambiental da NEF. Na sua opinião, isso se deve ao fato de que o sistema econômico mundial se baseia em um crescimento infinito do consumo em um planeta finito. “É preciso efetuar uma transição para um modelo econômico que não dependa desse crescimento (consumo), mas que seja capaz de gerar emprego e nos prover de serviços sociais, pensões, etc.”, aponta Esteban.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as soluções que oferece para resolver esse problema parecem mais uma lista de bons desejos do que propostas concretas: “Medir e avaliar aquilo que importa às pessoas; corrigir preços para que refletim o valor (custo) real; desenvolver novos indicadores econômicos e de progresso para complementar o PIB; criar um contexto que favoreça a atividade empresarial responsável (social e ambientalmente); repartir o trabalho entre a população; investimentos em atividades que criam valor positivo para a sociedade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns contaminam mais que outros. A população do globo necessitaria de cinco planetas para viver no ritmo de consumo de recursos de um cidadão dos Estados Unidos e três planetas para viver como um espanhol. Mas apenas um planeta para viver como um cidadão da Índia. A Espanha consome 3,35 vezes mais que sua biocapacidade: se os espanhóis tivessem que subsistir com seus próprios recursos, ao ritmo atual estes teriam se esgotado no dia 19 de abril. “Bem geridos, os recursos naturais renováveis podem ser uma fonte infinita de alimentos, emprego e benefícios econômicos. Mal administrados, colocamos em risco sua capacidade de gerar benefícios para sempre”, adverte Aniol Esteban.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #454545; font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47845" target="_blank"&gt;http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;amp;Itemid=18&amp;amp;task=detalhe&amp;amp;id=47845&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4701273307029274015?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4701273307029274015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4701273307029274015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4701273307029274015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4701273307029274015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/ontem-terra-entrou-em-deficit-ecologico.html' title='Ontem a Terra entrou em déficit ecológico'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8628427986892046467</id><published>2011-10-03T19:24:00.000-03:00</published><updated>2011-10-03T19:24:48.519-03:00</updated><title type='text'>Rompimento de comporta coloca em risco famílias no Paraná</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Na última segunda-feira (26/09) uma das nove comportas da Usina Hidrelétrica Salto Osório, se rompeu da estrutura da barragem ocasionando apreensão, medo e insegurança em centenas famílias da região. A barragem fica localizada no rio Iguaçu, entre os municípios de Quedas do Iguaçu e São Jorge do Oeste, no estado do Paraná.&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://www.mabnacional.org.br/sites/default/files/D_V_-_usina_site.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: right; margin-bottom: 5px; margin-left: 5px; margin-right: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" width="250" /&gt;Oficialmente o grupo Suez Tractebel, que tem a concessão da usina, ainda não se manifestou sobre a situação. Para solucionar o problema, será necessário diminuir o lago da usina em 20 metros de profundidade, praticamente secando o reservatório. Segundo o relato de ribeirinhos da região, uma grande quantidade de peixes está morrendo por conta da secagem do lago.&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;“Essa é uma situação complicada. Foi o rompimento de uma comporta, mas quem garante que isso foi um acidente isolado e não poderá se repetir em uma proporção mais grave? As famílias estão apreensivas, as informações são bastante imprecisas e isso nos preocupa muito”, pondera Robson Formica, da coordenação do MAB no Paraná.&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Para o engenheiro eletrecista e diretor do Sindicato dos Engenheiros do Paraná, Antônio Goulart, esse problema pode refletir o contexto do setor elétrico pós-privatizações. “Primeiro veio o apagão como resultado da falta de investimento das empresas privadas, depois a precarização das condições de trabalho dos trabalhadores do setor elétrico e mais recentemente tivemos, além do apagão das linhas de transmissão de Itaipu, uma série de explosões e de problemas graves com distribuidoras, como a Ligth, no Rio de Janeiro. Agora esse problemão que poderia ter sido muito mais grave na UHE Salto Osório. Esses são problemas que revelam o quanto prejudicial foi e continua sendo a privatização do setor elétrico”, afirma Goulart.&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;A Suez Tractebel é a maior produtora privada de hidreletricidade no Brasil. Na região sul controla as usinas que eram da Eletrosul e foram privatizadas em 1997. “A transnacional obtém lucros anuais bilionários e os remete integralmente para sua matriz na França. Ela leva também para a Europa toda riqueza de terra, a biodiversidade e o trabalho dos atingidos que tiveram que abandonar suas terras quando a obra foi construída. Para o povo ficaram os impactos e agora a ameaça e insegurança quanto a novos rompimentos e suas conseqüências”, conclui Robson.&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #777777; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px;"&gt;&lt;div style="display: block; font-size: 1em; line-height: 19px; margin-bottom: 10px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.mabnacional.org.br/"&gt;www.mabnacional.org.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8628427986892046467?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8628427986892046467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8628427986892046467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8628427986892046467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8628427986892046467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/rompimento-de-comporta-coloca-em-risco.html' title='Rompimento de comporta coloca em risco famílias no Paraná'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-1261187454594190574</id><published>2011-10-03T19:19:00.001-03:00</published><updated>2011-10-03T19:21:50.499-03:00</updated><title type='text'>Battle Escalates Against Genetically Modified Crops</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #996600; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-size: 15px; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #996600; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #996600; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;By Kanya D'Almeida&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #996600; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #996600; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;WASHINGTON, Oct 1, 2011 (IPS) - Home to a fast-growing network of farmers' markets, cooperatives and organic farms, but also the breeding ground for mammoth for-profit corporations that now hold patents to over 50 percent of the world's seeds, the United States is weathering a battle between Big Agro and a ripening movement for food justice and security.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conflicting ideologies about agriculture have become ground zero for this war over the production, distribution and consumption of the world's food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One camp – led by agro giants like Monsanto, DuPont and Syngenta – define successful agriculture and hunger alleviation as the use of advanced technologies to stimulate yields of mono-crops.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The other side argues that industrial agriculture pollutes, destroys and disrupts nature by dismissing the importance of relationships necessary for any ecosystem to thrive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At the heart of this struggle is the debate about genetically modified organisms (GMOs), which were given the green light in 1990 when the U.S. Food and Drug Administration (FDA) stated, "(We) are not aware of any information showing that GMO foods differ from other foods in any meaningful or uniform way."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #996600; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 3.0pt; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;   &lt;td rowspan="2" style="height: 3.0pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="background: #996600; height: 3.0pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="height: 3.0pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: .3pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 13.45pt; mso-yfti-irow: 1; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;   &lt;td style="height: 13.45pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm; width: .3pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="height: 13.45pt; padding: 0cm 0cm 0cm 0cm;"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;But a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.foodandwaterwatch.org/tools-and-resources/genetically-engineered-food/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #006699; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;report released Wednesday&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;by the Washington- based Food and Water Watch (FWW) on the destructive impacts of GMOs added fuel to a two-decades-long fight by farmers, economists and experts against the FDA's conclusions.&lt;br /&gt;"Genetically Engineered Food: An Overview" details how the genetic engineering of seeds, crops and animals for human consumption is not the foolproof answer long championed by agribusiness and biotechnology industries to feeding the world.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To the contrary, the study found that genetically engineered/modified (GE/M) organisms do not out-perform their natural counterparts, and their proliferation into vast tracts of cropland have caused a slew of environmental and health crises, and actually increased poverty by forcing millions of farmers to "buy" patented seeds at exorbitant prices.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The report also says that three U.S. federal agencies – the FDA, the Department of Agriculture (USDA) and the Environmental Protection Agency (EPA) – are complicit in these crises due to shoddy oversight, weak enforcement of regulations and a complete absence of coordination.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It found that Big Agro spent half a billion dollars between 1999 and 2009 on lobbying to ease GE regulatory oversight, push GE approvals and prevent GE labeling.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This, after attorney Steven Druker in 1999 obtained 40,000 pages of FDA files containing "memorandum after memorandum warning about the hazards of (GE) food," including the likelihood that they contained, "toxins, carcinogens or allergens" and testified that GE foods violated "sound science and U.S. law".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ceci King, a member of the&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.bfaa-us.org/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #006699; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Black Farmers and Agriculturalists Association&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;, told IPS that in 2011, an estimated "60 to 70 percent of all processed foods in the U.S. contain at least one GE element."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unstoppable proliferation?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to the report, over 365 million acres of GE crops were cultivated in 29 countries in 2010 alone, representing 10 percent of global cropland.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The United States is the world leader in GE crop production, with 165 million acres, or nearly half of global production," Patty Lovera, assistant director of FWW, told IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"From only seven percent of soybean acres and one percent of corn acres in 1996, GE cultivation in the U.S. shot up to 94 percent of soybean and 88 percent of corn acres in 2011," she added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The bulk of these crops came from seeds owned by Monsanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eighty-four percent of GM crops in the world today are herbicide- resistant soybeans, corn, cotton or canola, predominantly Monsanto's 'Roundup Ready' varieties that withstand dousing with herbicide," Bill Frees, science policy analyst at the&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.centerforfoodsafety.org/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #006699; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Center for Food Safety&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;(CFS) and author of 'Why GM Crops Will Not Feed the World', told IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pesticide and chemical companies like Monsanto, DuPont, Syngenta, Dow and Bayer have bought up many of the world's largest seed companies, and now call themselves biotech companies - this represents a historic merger of the pesticide and seed industries, which allows them to profit twice by developing expensive GM seeds that increase use of the company's herbicide products," he added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seed patents, an off-shoot of the "agro-biotech revolution" that also spawned GE/M, have had two negative consequences since their original issuance by the U.S. Patent Office in the mid-1990s, Frees told IPS: "They enticed pesticide companies to buy up seed firms; and they led to criminalisation of seed-saving."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Farmers have saved seeds from their harvest to replant the next year for millennia," he added. "Monsanto is changing that. The company has already sued thousands of farmers in the U.S. for saving and replanting its patented seeds and won an estimated 85 to 160 million dollars from farmers, in lawsuits that have ruined farmers' lives, and (partially explains) why we have ever fewer farmers in America."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The pushback&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ray Tricomo, a mentor at the&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.kalpulli.net/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #006699; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&amp;nbsp;Kalpulli Turtle Island Multiversity&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;in Minnesota, told IPS, "People of colour must re-radicalise themselves and go on the offensive including the return to land bases, from Turtle Island to Africa and Asia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ancient knowledge systems are to be painstakingly recovered, even if it takes centuries," he added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And this is exactly what is happening.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despite the deep pockets and aggressive efforts of Big Agro, a major pushback from a broad coalition of forces has limited 80 percent of GE/M planting to just three export-oriented countries: the U.S., Brazil and Argentina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nearly two dozen other countries, including the European Union and China, have passed mandatory GE/M labeling, and millions around the world are refusing seed patenting and developing seed banks to protect, share and preserve their seeds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Florida, the 4,000-strong&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;a href="http://www.ciw-online.org/" target="_blank"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #006699; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Coalition of Immokalee Workers&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;(CIW) is organising to resist farm wage-slavery and "seed-servitude". The Landless Workers Movement (MST) in Brazil has organised 400,000 peasants to join forces with the nearly half-billion farms around the world that are responsible for producing 70 percent of the world's food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navdanya, an organisation in the Indian State of Andhra Pradesh, has united 500,000 farmers in their struggle to fight chemical dependency and save indigenous seeds, including preserving over 3,000 varieties of rice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"For five years, the United Nations Conference on Sustainable Development (CSD) had indigenous farmers from all over the globe come to speak against destructive farm practices and GMOs," King told IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"During the Indigenous People's Permanent Forum, there were complaints about the harm caused by industrial agriculture and the acts in the name of agribusinesses. Farm workers like the (CIW) are protesting their fate," she added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"They are picketing companies like Trader Joes and Whole Foods, letting the public know that their tomatoes were picked from workers who are basically slave labour."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Third World Network is fighting back by exploring the problem of GMOs and publishing findings that scientists working on GMOs are capitalists using humans as guinea pigs in a global lab experiment," she added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"[Numerous] deaths and disabilities have been traced back to a GM product emulating tryptophan. It took nearly 20 years to find the source of the problem," King told IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"GM technology is antithetical to an agroecological approach to agriculture, our only hope for truly sustainable food production," Frees told IPS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Without radical change we will continue to have famines," he added. "Haiti is a good example of what happens when a country's farmers are put out of business by cheap, subsidised imports from a rich producer nation (here the U.S.)."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #996600; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: blue; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;a href="http://ipsnews.net/news.asp?idnews=105315"&gt;http://ipsnews.net/news.asp?idnews=105315&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-1261187454594190574?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/1261187454594190574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=1261187454594190574' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1261187454594190574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1261187454594190574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/10/battle-escalates-against-genetically.html' title='Battle Escalates Against Genetically Modified Crops'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2538635595196254102</id><published>2011-09-22T19:50:00.000-03:00</published><updated>2011-09-22T19:50:19.099-03:00</updated><title type='text'>‘Temos que agir contra avanço da desertificação’, diz secretário da ONU</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;A desertificação ganha terreno no mundo, mas não é uma fatalidade e muito depende da política adotada pelos governos, afirmou nesta terça-feira (20) o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em reunião durante a Assembleia Geral anual das Nações Unidas.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;De acordo com Ki-moon, 40% das terras do mundo são áridas ou semi-áridas e dois bilhões de pessoas dependem destes solos para a sua subsistência.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;“Por que permitirmos a deterioração destas terras áridas?”, questionou o secretário-geral da ONU em seu discurso na reunião de alto nível, realizada em Nova York. “Tomemos hoje a iniciativa de reverter a tendência. Contrariamente a uma percepção muito disseminada, nem todas as terras áridas são estéreis”, disse Ban Ki-moon. “Uma ação oportuna da nossa parte pode liberar estas riquezas e aportar soluções”, acrescentou o chefe da ONU.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;A cada ano são perdidos 12 milhões de hectares de terras produtivas, segundo a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (CNUCD). “A cada minuto são perdidos 23 hectares de terras produtivas por causa da degradação”, uma superfície que daria para produzir 20 milhões de toneladas de cereais, comparou a CNUCD.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em;"&gt;Exemplos que podem ser seguidos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;– Em seu discurso, Ban Ki-Moon apresentou certos casos bem-sucedidos, entre eles “a restauração de antigos terraços nos Andes do Peru ou a plantação de árvores para conter o avanço das dunas do Saara”. “Há exemplos em todos os continentes de governos que revertem a tendência à desertificação e melhoram a produtividade das terras”, disse Ban.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;O presidente da Assembleia Geral da ONU, o catariota Nassir Abdulaziz Al-Nasser, insistiu no fato de que a desertificação traz à tona a questão da segurança alimentar, como mostra a fome que afeta atualmente o leste da África. “O custo humano e econômico da desertificação é enorme”, advertiu.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;Segundo a ONU, a questão da desertificação abarca o desaparecimento de terras onde as populações tinham a capacidade de plantar ou criar gado e que se tornaram áreas áridas onde vivem 2,3 bilhões de pessoas de quase 100 países.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;Graças a campanhas de informação, espera-se que até 2018, 30% da população mundial estejam conscientes do problema da desertificação e da degradação dos solos.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em;"&gt;Aliança&lt;/b&gt;&amp;nbsp;– No último dia 7, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) lançou uma Aliança mundial para os solos, no intuito de evitar a degradação e possíveis ameaças à segurança alimentar do planeta.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;A chamada “Aliança Mundial dos solos para a segurança alimentar e adaptação às mudanças climáticas” vai oferecer soluções e técnicas de proteção e gestão, ajudando a mobilizar recursos e competências para programas.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;Dados da FAO apontam que somente na África, 6,3 milhões de hectares de terras agrícolas deterioradas perderam sua fertilidade e devem ser regeneradas para satisfazer a demanda por alimentos de uma população que pode dobrar de tamanho nos próximos 40 anos.&amp;nbsp;&lt;i style="line-height: 1.22em;"&gt;(Fonte: Globo Natureza)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1739938657western" style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;i style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5360755-EI238,00-Desertificacao+avanca+no+mundo+alerta+secretariogeral+da+ONU.html" rel="nofollow" style="color: #1e66ae; line-height: 1.22em; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5360755-EI238,00-Desertificacao+avanca+no+mundo+alerta+secretariogeral+da+ONU.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2538635595196254102?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2538635595196254102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2538635595196254102' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2538635595196254102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2538635595196254102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/09/temos-que-agir-contra-avanco-da.html' title='‘Temos que agir contra avanço da desertificação’, diz secretário da ONU'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-1079821772404919675</id><published>2011-09-19T18:31:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:31:00.286-03:00</updated><title type='text'>Kátia Abreu quer excluir símbolo de alerta transgênico</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" id="yui_3_2_0_1_1316467304353296" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Daniela Bragança 15 de Setembro de 2011&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Projeto da senadora Kátia Abreu quer dispensar a exibição do símbolo de alerta nos produtos transgênicos&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Nada é simples quando o tema são os alimentos transgênicos. As opiniões divergem se o uso de Organismo geneticamente Modificado (OGM) afeta ou não a saúde das pessoas ou do meio ambiente. Sem entrar em tais méritos, nada deve impedir que o consumidor tenha informação, através dos rótulos dos produtos, se os produtos à venda contêm ou não organismos transgênicos. No entanto, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) quer evitar que isso aconteça.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Hoje, para saber se um produto contém mais de 1% de OGM ou não é relativamente simples, basta olhar se no rótulo há o símbolo acima. Do seu lado é obrigatória a informação: "contém (nome do ingrediente ou ingredientes) transgênico (s)" ou "produto produzido a partir de (nome do produto) transgênico". Muito mais do que pelo texto dos rótulos, os consumidores são alertados pela imagem facilmente reconhecível.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 90/07, apresentado pela senadora, visa dispensar a exibição desse símbolo indicativo específico nas embalagens de tais produtos. Segundo ela, o consumidor já é devidamente informado de que o produto é composto ou contém ingredientes transgênicos nas informações, em letras minúsculas, detalhadas no rótulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="line-height: 1.22em;"&gt;Quem manda nos transgênicos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Para ela, a inserção do triângulo no painel principal dos rótulos estigmatiza produtos avaliados e considerados seguros pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). “É melhor acabarmos com os transgênicos no país do que ter que dizer que aquilo é motivo de perigo. Aí, sim, nós estaríamos sendo irresponsáveis, pois estaríamos permitindo que algo perigoso esteja sendo vendido para consumo humano”, argumentou.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Direitos básicos do consumidor A proposta, entretanto, vai contra o princípio que norteia os direitos básicos do consumidor, previstos na Lei nº 8.078, de 1990. No inciso III do artigo 6º da dita legislação, consta que é direito básico do consumidor: “a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem”. Na justificação do projeto, é exposto que as normas regulamentares em&amp;nbsp;&lt;span style="line-height: 1.22em;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;análise são de difícil ou impossível cumprimento, bem como seriam contrárias ao artigo 40 da Lei nº 11.105, de 24 de março de 2005 (Lei de Biossegurança).&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Esse Projeto de Decreto Legislativo foi examinado em abril pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado Federal, e obteve parecer contrário. Segundo o relator Eunício Oliveira (PMDB-CE), o uso do símbolo não seria exorbitante, já que seu uso indica “uma característica do produto” e não o caracteriza como “alimento perigoso”, o argumento da senadora.&lt;span style="line-height: 1.22em;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ainda segundo o relatório de rejeição deste projeto (PDS), “As normas em análise não fazem exigências descabidas. Ao contrário, estão em plena sintonia com o direito à informação do consumidor e com o desejo da população de saber se um produto ou seus insumos são geneticamente modificados”.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Mesmo assim, o PDS segue em trâmite no Senado. A matéria foi incluída na pauta da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) em 9 de agosto, quando foi concedido um pedido de vista para o senador Pedro Taques (PDT-MT). É esperar e acompanhar para ver até onde esse projeto de decreto vai chegar. Saiba mais: PDS 90/07 – Na página do Senado, o leitor pode acompanhar o andamento do Projeto e as etapas pelas quais já passou desde a sua formulação, em 2007.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1903946526MsoNormal" style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.oeco.com.br/salada-verde/25298-katia-abreu-quer-excluir-simbolo-de-alerta-transgenico"&gt;O Eco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-1079821772404919675?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/1079821772404919675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=1079821772404919675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1079821772404919675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1079821772404919675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/09/katia-abreu-quer-excluir-simbolo-de.html' title='Kátia Abreu quer excluir símbolo de alerta transgênico'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-3975441965053387113</id><published>2011-09-19T18:29:00.004-03:00</published><updated>2011-09-19T18:34:01.874-03:00</updated><title type='text'>Feijão transgênico é aprovado, com abstenção do Min. da Ciência e Tecnologia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="display: block; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;Sob aplausos emocionados, o feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa foi aprovado na manhã desta quinta-feira (15), durante reunião da CTNBio – Comissão Técnica Nacional de Biossegurança. Apesar das representações feitas pela sociedade civil e dos questionamentos quanto a insuficiência de pesquisas científicas, a variedade foi aprovada com duas abstenções, cinco pedidos de diligência e 15 votos favoráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das abstenções foi do próprio representante do Ministério de Ciência e Tecnologia, Carlos Nobre. Para as organizações, a postura adotada pelo MCT representa uma grave omissão do ministério quanto ao tema, já que o caráter científico do debate sobre transgênicos mereceria total atenção e posicionamento do mesmo.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;  &lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;Organizações da sociedade civil e movimentos sociais vinham informando o Ministério há meses sobre a ameaça de uma votação anti-científica e em desacordo com a legislação de um dos alimentos mais importantes para os brasileiros. Também protocolaram duas representações ao Ministério Público Federal sobre a votação, a fim de demonstrar as lacunas científicas e o evidente conflito de interesses por parte dos membros que anteciparam seus votos favoráveis ao participarem de um abaixo assinado virtual pró-feijão transgênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a reunião dessa quinta-feira, um dos membros da Comissão, José Maria Gusman Ferraz, apresentou parecer onde apontava diversas falhas no processo e violações ao princípio da precaução e à legislação de biossegurança. A Comissão recebeu também pareceres de cientistas especialistas em Biossegurança da Universidade Feral de Santa Catarina, onde constava o alerta sobre a necessidade de realização de mais estudos.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;Apesar disso, o presidente da CTNBio, Edilson Paiva, decidiu não possibilitar aos membros prazo para avaliação dos novos documentos apresentados, desrespeitando o que diz a lei sobre este tema, e a votação foi iniciada. Os que não votaram pela aprovação, votaram por diligências requerendo a realização de mais estudos. A representante dos consumidores, Solange Teles, foi impedida de participar da reunião por ter tido seu mandato expirado, devido à omissão da CTNBio em cumprir os trâmites burocráticos para efetuar sua recondução.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;Ao finalizar a reunião, uma nova surpresa: o Sr. Edilson Paiva mencionou a realização de reunião extraordinária realizada no dia 13 de setembro, onde convidou as empresas proponentes de pedido de liberação de OGM´s para contribuírem na construção de nova norma sobre sigilo. Organizações da sociedade civil e movimentos sociais não foram convidados a participar.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;Leia mais:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;a href="https://sys.jaiminho.com.br/link.php?URL=aHR0cDovL3RlcnJhZGVkaXJlaXRvcy5vcmcuYnIvYmlibGlvdGVjYS9wb2xlbWljby1wcmVzaWRlbnRlLWRhLWN0bmJpby1hZGlhbnRhLXZvdG8tZmF2b3JhdmVsLXNvYnJlLWZlaWphby10cmFuc2dlbmljby8=&amp;amp;Name=&amp;amp;EncryptedMemberID=NTY5NjUyNTEy&amp;amp;CampaignID=2957&amp;amp;CampaignStatisticsID=2231&amp;amp;Demo=0&amp;amp;Email=YW5hY2Fyb2xpbmFAdGVycmFkZWRpcmVpdG9zLm9yZy5icg==" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #1e66ae;"&gt;Polêmico, presidente da CTNBio adianta voto favorável sobre feijão transgênico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;a href="https://sys.jaiminho.com.br/link.php?URL=aHR0cDovL3RlcnJhZGVkaXJlaXRvcy5vcmcuYnIvYmlibGlvdGVjYS9mZWlqYW8tdHJhbnNnZW5pY28tb3JnYW5pemFjb2VzLXBlZGVtLXN1c3BlbnNhby1kYS12b3RhY2FvLWRlc3NhLXF1aW50YS1mZWlyYS0xNS8g&amp;amp;Name=&amp;amp;EncryptedMemberID=NTY5NjUyNTEy&amp;amp;CampaignID=2957&amp;amp;CampaignStatisticsID=2231&amp;amp;Demo=0&amp;amp;Email=YW5hY2Fyb2xpbmFAdGVycmFkZWRpcmVpdG9zLm9yZy5icg==" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #1e66ae;"&gt;Feijão transgênico: organizações pedem suspensão da votação dessa quinta-feira (15)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="line-height: 14.65pt; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="https://sys.jaiminho.com.br/link.php?URL=aHR0cDovL3d3dy50ZXJyYWRlZGlyZWl0b3Mub3JnLmJy&amp;amp;Name=&amp;amp;EncryptedMemberID=NTY5NjUyNTEy&amp;amp;CampaignID=2957&amp;amp;CampaignStatisticsID=2231&amp;amp;Demo=0&amp;amp;Email=YW5hY2Fyb2xpbmFAdGVycmFkZWRpcmVpdG9zLm9yZy5icg==" style="outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #1e66ae;"&gt;www.terradedireitos.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="display: block; line-height: 1.22em; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-3975441965053387113?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/3975441965053387113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=3975441965053387113' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3975441965053387113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/3975441965053387113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/09/feijao-transgenico-e-aprovado-com.html' title='Feijão transgênico é aprovado, com abstenção do Min. da Ciência e Tecnologia'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8334799931794121130</id><published>2011-09-16T19:50:00.000-03:00</published><updated>2011-09-16T19:50:49.781-03:00</updated><title type='text'>Resíduos da produção de azeite e da cortiça aproveitados para energia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="news-head" style="margin-bottom: 15px;"&gt;&lt;h2 style="color: #868485; font-family: candara, tahoma, arial, sans-serif; font-size: 18px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;João Claro, investigador da UTAD, premiado por projecto promissor&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&lt;em&gt;João Carlos Almeida Ribeiro Claro, docente e investigador do Centro de Química da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), responsável por um projecto que permite transformar em energia os resíduos da produção de azeite e da cortiça, diminuindo os efeitos do impacto ambiental, foi um dos vencedores do “Green Projects Awards” de 2011, atribuído na Culturgest.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: candara, trebuchet, arial, sans-serif; font-size: 14px;"&gt;&lt;div class="news-head" style="margin-bottom: 15px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;small&gt;2011-09-16&lt;/small&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="news-body" style="padding-top: 10px;"&gt;O processo que a UTAD pretende implementar faz o tratamento dos resíduos e efluentes das unidades de produção de azeite através da utilização de resíduos da indústria da cortiça. O processo dá origem a um produto ou material que, por sua vez, não se constitui num novo problema, nomeadamente, no que se refere ao seu destino final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O produto resultante apresenta um grande potencial de valorização constituindo-se em biomassa com um elevado poder calorífico. Este facto abre excelentes perspectivas no âmbito da valorização energética, por exemplo, na produção de pellets e briquetes. Desta forma, encontra-se uma solução para os resíduos e obtém-se uma mais-valia económica para as unidades de produção de azeite.&lt;/div&gt;&lt;div class="news-body" style="padding-top: 10px;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=50965&amp;amp;op=all"&gt;Ciência Hoje&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8334799931794121130?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8334799931794121130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8334799931794121130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8334799931794121130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8334799931794121130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/09/residuos-da-producao-de-azeite-e-da.html' title='Resíduos da produção de azeite e da cortiça aproveitados para energia'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-9151021382496055466</id><published>2011-09-13T07:20:00.000-03:00</published><updated>2011-09-13T07:20:28.362-03:00</updated><title type='text'>Nueva publicación Mujer Rural: Cambios, Desafíos y Persistencias en América Latina</title><content type='html'>&lt;div id="yui_3_2_0_1_1315908664001477"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_1_1315908664001474"&gt;International Land Coalition (ILC), ALOP, CEPES, CooperAcción y Manuela Ramos con el apoyo de ICCO lanzan &lt;a href="http://americalatina.landcoalition.org/sites/default/files/libro%20Mujer%20Rural.pdf" rel="nofollow" target="_blank"&gt;nueva publicación sobre la situación de la mujer rural en Latinoamérica&lt;/a&gt;. La publicación reúne diez ponencias presentadas en el Seminario Internacional "&lt;a href="http://americalatina.landcoalition.org/sites/default/files/libro%20Mujer%20Rural.pdf" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Mujer Rural: Cambios y Persistencias&lt;/a&gt;",  que&amp;nbsp; se desarrolló los días 2 y 3 de diciembre de 2010 en la ciudad de  Lima, con la participación de expertos y expertas de México,Colombia,  Ecuador, Bolivia, Uruguay, Chile y Perú. Asimismo, contó con la  asistencia de  representantes de organizaciones rurales y agrarias de mujeres de  distintas regiones del Perú y de especialistas de instituciones públicas  y privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El objetivo del seminario fue establecer un&amp;nbsp; espacio  de intercambio de información, análisis y debate sobre lasituación de  las mujeres rurales en América Latina. Se buscó aportar al diseño y  propuestas de políticas dirigidas para enfrentar de manera más eficiente  la situación de pobreza y marginación que afecta a lasl mujeres  rurales, así como aportar al fortalecimiento de su protagonismo y  autonomía.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lo largo de dos días de trabajo, se realizaron seis mesas  temáticas. La primera trató sobre el acceso a la tierra de las mujeres y  las diferencias en la propiedad y control de recursos por parte de  varones y mujeres. La segunda mesa abordó el tema de los derechos de las  mujeres en espacioscomunales, centrándose en cómo la mujer ejerce sus  derechos y participa en  distintos espacios dela vida comunal. La tercera mesa tocó el tema del  rol de las mujeres en las actividades productivasfamiliares, en la  seguridad alimentaria y la conservación de la biodiversidad. La cuarta  mesa&amp;nbsp; versó sobre las mujeres y su inserción en la agroexportación y en  el trabajo asalariado, las nuevas relaciones laborales que se van  gestando entre la población local y las empresas en elcampo y las  condiciones en que las mujeres atraviesan este proceso. La quinta mesa  trató sobre eltema de las industrias extractivas y sus impactos sobre la  vida de las mujeres rurales de las familias en las áreas de influencia  minera en el país. Finalmente, la sexta mesa presentó un balance acerca  del modo en el que las políticas públicas de tres países de América  Latina (Perú,Ecuador y Bolivia) incorporan a la mujer rural como un  actor con características, necesidades ypotencialidades propias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicación disponible en: &lt;a href="http://americalatina.landcoalition.org/sites/default/files/libro%20Mujer%20Rural.pdf" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://americalatina.landcoalition.org/sites/default/files/libro%20Mujer%20Rural.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;-- &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-size: 11pt;"&gt;Sandra Apaza Lanyi&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;Coordinadora Regional de Comunicaciones &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;International Land Coalition – América Latina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;Av. Salaverry 818 Lima 11, Perú&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;Tel: &lt;a href="" rel="nofollow"&gt;+51-1-4336610&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="FR" style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;Email: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:sandra@landcoalition.info" rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;sandra@landcoalition.info&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="FR" style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;Skype: sandral1079&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang="FR" style="color: grey; font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="http://americalatina.landcoalition.org/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://americalatina.landcoalition.org&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-9151021382496055466?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/9151021382496055466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=9151021382496055466' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/9151021382496055466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/9151021382496055466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/09/nueva-publicacion-mujer-rural-cambios.html' title='Nueva publicación Mujer Rural: Cambios, Desafíos y Persistencias en América Latina'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8608695386864007407</id><published>2011-09-09T09:50:00.000-03:00</published><updated>2011-09-09T09:50:25.490-03:00</updated><title type='text'>Corte européia impõe limites em mel modificado</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #454545; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;Associated Press, September 6 2011&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;a href="http://abcnews.go.com/Business/wireStory?id=14456268" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;http://abcnews.go.com/Business/wireStory?id=14456268&lt;/a&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;BRUSSELS - Honey that contains traces of pollen from genetically modified crops needs special authorization before it can be sold, the European Union's top court said Tuesday, in a judgment that could have widespread consequences on the bloc's policy on genetically modified organisms, or GMOs.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;The ruling from the European Court of Justice came after several Bavarian beekeepers demanded compensation from their government for honey and food supplements that contained traces of pollen from genetically modified maize.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;The beekeepers had their hives close to fields where the Bavarian government was growing Monsanto's MON 810 maize for research purposes.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;The EU has strict guidelines on authorizing and informing consumers about foods containing GMOs — a policy that has caused problems for producers of genetically modified seeds such as U.S.-based Monsanto Co. that are used to much laxer rules in other parts of the world.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;Environmental activists said Tuesday's ruling will force the 17-country European Union to strengthen the rules even further.&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;&lt;br style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" /&gt;"This is a victory for beekeepers, consumers and the movement for GM-free agriculture in Europe," Mute Schimpf, a food campaigner for Friends of the Earth Europe, said in a statement. "This ruling rewrites the rule book and gives legal backing to stronger measures to prevent contamination from the likes of Monsanto."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8608695386864007407?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8608695386864007407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8608695386864007407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8608695386864007407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8608695386864007407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/09/corte-europeia-impoe-limites-em-mel.html' title='Corte européia impõe limites em mel modificado'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-288663856657037077</id><published>2011-08-29T22:43:00.000-03:00</published><updated>2011-08-29T22:43:10.814-03:00</updated><title type='text'>Briga de cachorro grande</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;Syngenta processa Bunge por veto a milho transgênico&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Syngenta Seeds, que integra a gigante agroquímica Syngenta AG, ingressou na Justiça contra a Bunge após ver recusada uma de suas variedades de milho transgênico.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Syngenta alega que as operações da Bunge América do Norte estão recusando ilegalmente operar com uma de suas variedades de milho Bt [inseticida].&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Na ação apresentada segunda feira à Corte Iowa, a Syngenta alega que a Bunge notificou seus fornecedores que não aceitará o novo milho da Syngenta, Agrisure Viptera, liberado ano passado nos EUA.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Syngenta disse que a Bunge isolou seu milho, junto com uma soja da Pioneer Hi-Bred International (DuPont), justificando que seus elevadores não poderiam aceitar o grão uma vez que ele não foi aprovado pelos principais destinos de suas exportações.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Syngenta afirma que a atitude da Bunge é ilegal e que a variedade tem as aprovações nos maiores destinos, incluindo Austrália, Brasil, Canadá, Japão, México, Nova Zelândia, Filipinas, Coreia e Taiwan.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Porém, falta aprovação da China, que nos últimos meses tem comprado volumes crescentes do cereal estadunidense.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;Segunda a Syngenta, a aprovação da nova variedade de milho pela China deve ser obtida em 2012.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;A Syngenta ainda afirma na ação que a China não é um grande mercado para o milho dos Estados Unidos porque as importações de milho pelos EUA representaram menos de 3% do total das exportações em 2010-2011. (…)&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;Com informações da Reuters, 22/08/2011.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;i id="yui_3_2_0_5_1314668188988254"&gt;AS-PTA&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-288663856657037077?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/288663856657037077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=288663856657037077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/288663856657037077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/288663856657037077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/briga-de-cachorro-grande.html' title='Briga de cachorro grande'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8522926301655903433</id><published>2011-08-29T22:41:00.002-03:00</published><updated>2011-08-29T22:41:33.726-03:00</updated><title type='text'>A alternativa agroecológica</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;XXIII Seminário Regional de Agrobiodiversidade e X Feira Regional de Sementes Crioulas da região do Contestado&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Com a participação de 120 agricultores e agricultoras, lideranças associativas e sindicais, jovens rurais, técnicos e professores do Centro-Sul e Planalto Norte Catarinense (região do Contestado), realizou-se entre nos dias 19 e 20 de agosto o XXIII Seminário Regional de Agrobiodiversidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O evento teve por objetivo analisar a grave crise vivenciada pela agricultura familiar na região do Contestado e propor caminhos para a sua superação. Segundo os participantes, a saída massiva dos jovens da agricultura em busca de um futuro mais promissor apresenta-se como uma das maiores expressões dessa crise.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Desde a década de 1960, os sucessivos governos vêm criando as condições para que chegássemos a essa situação através de políticas públicas voltadas ao ensino, pesquisa, extensão e crédito rural subsidiado. O resultado dessas políticas é que a agricultura familiar encontra-se hoje em uma condição de grande dependência às indústrias de insumos e de máquinas e aos bancos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O XXIII Seminário constatou também que um grande número de famílias vem encontrando caminhos de resistência a essa situação e construindo alternativas de produção e venda que demonstram melhores resultados econômicos, maior segurança alimentar e menores riscos frente às instabilidades dos mercados e às variações do clima.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Ao final o Seminário elaborou a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|289036|75668|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Faspta.org.br%2F2011%2F08%2Fxxiii-seminario-regional-de-agrobiodiversidade-e-x-feira-regional-de-sementes-crioulas-da-regiao-do-contestado%2F" rel="nofollow" style="color: #234786; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;Carta de São João do Triunfo&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;que foi lida e aclamada por dois mil agricultores e agricultoras durante a X Feira Regional de Sementes Crioulas e da Biodiversidade, realizada no dia 21/08, como parte das comemorações dos 25 anos do Sindicato de Trabalhadores Rurais de São do Triunfo. A carta apresenta um conjunto de proposições nas áreas do crédito rural e seguro agrícola, organização para acesso aos mercados, promoção das sementes crioulas, direito à não contaminação por agrotóxicos e transgênicos, além de propostas específicas formuladas pela juventude rural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;i&gt;Fonte: AS-PTA, 22/08/2011&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8522926301655903433?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8522926301655903433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8522926301655903433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8522926301655903433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8522926301655903433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/alternativa-agroecologica.html' title='A alternativa agroecológica'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7271540475932673358</id><published>2011-08-29T22:40:00.004-03:00</published><updated>2011-08-29T22:44:31.376-03:00</updated><title type='text'>A sequela da monocultura</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;Uso de herbicida pode causar sérias doenças em seres humanos&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;Segundo declarações de um cientista do governo americano, o uso excessivo do herbicida Roundup, da Monsanto, pode causar mudanças prejudiciais no solo e, potencialmente, prejudicar os rendimentos das culturas geneticamente modificadas pelos agricultores.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;“O uso repetido do glifosato, o principal ingrediente do herbicida Roundup, causa impactos na estrutura química das plantas, e 15 anos de pesquisas indicam que a substância química pode ser a responsável por doenças nas raízes causadas por fungos”, explica Bob Kremer, microbiólogo do&amp;nbsp;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;Agricultural&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Research Service.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;Roundup é o herbicida mais vendido no mundo, e seu uso tem fortalecido a Monsanto, maior empresa de sementes do planeta, que continua implantando culturas “Roundup Ready”, tolerantes ao herbicida.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;O milho, a soja e outras culturas Roundup Ready são amados pelos agricultores, pois permitem que pulverizem o herbicida diretamente em suas colheitas para matar ervas daninhas. Além disso, o milho e a soja estão entre os produtos mais cultivados nos Estados Unidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;Mas como os agricultores aumentaram a utilização de culturas Roundup Ready e consequentemente do herbicida Roundup, os problemas começaram a surgir. Um dos maiores problemas atualmente é a resistência de plantas daninhas ao Roundup. Mas Kremer disse que os problemas menos visíveis, presentes abaixo do solo, também devem ser observados e pesquisados mais amplamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;Embora Kremer afirme que a pesquisa até o momento não comprovou que o glifosato provoque doenças fúngicas que limitam diretamente a produção agrícola e a saúde, os dados sugerem que poderia ser o caso. “Estamos sugerindo que esse potencial certamente existe”, disse Kremer em uma apresentação na conferência anual da Organização para Mercados Competitivos, realizada recentemente em Kansas City.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;Kremer explica que a pesquisa mostra que essas culturas geneticamente alteradas não rendem mais do que as culturas convencionais, e deficiências de nutrientes ligadas a problemas de doenças na raiz são provavelmente fatores limitantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;Kremer disse que os agricultores devem tomar cuidado e considerar uma maior rotatividade de culturas e maior acompanhamento do uso do glifosato. Ele está entre um grupo de cientistas que notou problemas potenciais com esse herbicida. Pesquisadores de outros países também manifestaram preocupações sobre a relação entre a exposição ao glifosato e o desenvolvimento de câncer, bem como a ocorrência de abortos e outros problemas de saúde em pessoas e animais.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;A Monsanto declarou que o&amp;nbsp;&lt;span style="background-attachment: scroll; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: none; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;"&gt;glifosato liga-se fortemente à maioria dos tipos de solo&lt;/span&gt;&amp;nbsp;e que não é prejudicial às colheitas. Disse também que suas pesquisas mostram que o glifosato é seguro tanto para seres humanos quanto para o meio ambiente.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;“Nem o USDA (United States Department of Agriculture), nem a Agência de Proteção Ambiental que está analisando o registro do glifosato para a sua segurança e eficácia, demonstraram interesse em continuar a explorar essa área de pesquisa”, lamenta Kremer.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: navy;"&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="http://boletimtransgenicos.campanhasdemkt.net/registra_clique.php?id=H|289035|75668|9020&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww2.uol.com.br%2Fsciam%2Fnoticias%2Fa_sequela_da_monocultura.html" rel="nofollow" style="color: #234786; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: underline;" target="_blank"&gt;Scientific American&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;,&amp;nbsp;&lt;i&gt;17/08/2011. Boletim AS-PTA&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7271540475932673358?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7271540475932673358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7271540475932673358' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7271540475932673358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7271540475932673358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/sequela-da-monocultura.html' title='A sequela da monocultura'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4667527720831970076</id><published>2011-08-22T19:25:00.000-03:00</published><updated>2011-08-22T19:25:27.412-03:00</updated><title type='text'>Alvo de ruralistas agora são as unidades de conservação</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #454545; font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 15px;"&gt;Com 758 mil quilômetros quadrados de área e uma conta de indenizações&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;devidas estimada em R$ 20 bilhões, as Unidades de Conservação (UCs)&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;são o mais recente objeto de disputa entre ambientalistas e defensores&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;do agronegócio. Essa disputa, que promete repetir a polêmica da&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;reforma do Código Florestal, nem esperou a votação das novas regras de&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;proteção do meio ambiente terminar no Senado.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;A extensão das áreas protegidas corresponde a três vezes o tamanho do&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Estado de São Paulo - é também 40% maior que a França. Segundo o&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Instituto Chico Mendes, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;responsável pelas áreas, há 310 Unidades de Conservação federais,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;concentradas sobretudo na Amazônia, onde as unidades fazem parte da&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;estratégia de conter o avanço do desmatamento.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Embora a maior parte das UCs (86%) esteja localizada em terras&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;públicas, isso não significa que a União esteja isenta de pagar&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;indenizações a eventuais ocupantes, assim como aos proprietários de&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;áreas que tenham sido desapropriadas. Daí o tamanho do passivo.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;O próprio instituto calcula que as indenizações não pagas alcancem a&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;cifra de R$ 20 bilhões. O valor equivale a quase um ano e meio de&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;pagamento do benefício do Bolsa Família ou três vezes o custo da obra&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;de transposição do Rio São Francisco, a maior obra do Programa de&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Aceleração do Crescimento (PAC) bancada com o dinheiro dos tributos.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;ARGUMENTOS - A nova disputa política mostrou os primeiros contornos&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;durante a semana em audiência pública na Câmara. O deputado Moreira&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Mendes (PPS-RO), presidente da frente parlamentar da agropecuária,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;anunciou uma "grande campanha" para impedir que novas Unidades de&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Conservação sejam criadas sem a prévia autorização do Congresso&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Nacional. Hoje, a criação é feita por meio de decreto presidencial.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Os argumentos são semelhantes aos usados na votação do Código&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Florestal na Câmara, quando o governo foi derrotado na estratégia de&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;manter as áreas de proteção permanentes às margens de rios e encostas&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;e o conceito de reserva legal nas propriedades. "Daqui a pouco, do&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;jeito que está, não sobra nada para a produção", reclamou Moreira&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Mendes, que convocou autoridades da área ambiental do governo à&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Comissão de Agricultura. O colega Valdir Colatto (PMDB-SC) fez coro:&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;"Daqui a pouco, o Brasil vira um parque."&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;"O argumento de que as unidades de conservação representam um&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;impedimento ao desenvolvimento da agricultura é uma balela. A&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;conservação é importante para garantir a sustentabilidade da atividade&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;econômica", reagiu Bráulio Dias, secretário de Biodiversidade e&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Florestas do Ministério do Meio Ambiente, presente à audiência.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;O próximo round está previsto para esta semana, quando a ministra&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Izabella Teixeira comparecer a uma audiência na Câmara.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Por Marta Salomon Brasília (Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4667527720831970076?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4667527720831970076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4667527720831970076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4667527720831970076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4667527720831970076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/alvo-de-ruralistas-agora-sao-as.html' title='Alvo de ruralistas agora são as unidades de conservação'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-1678011263897381699</id><published>2011-08-19T20:58:00.001-03:00</published><updated>2011-08-19T20:59:07.271-03:00</updated><title type='text'>Filme "O Veneno Está na Mesa"</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;Baixar o filme&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.mediafire.com/?gp1ahiemvnpcd8h"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: #eeeeee;"&gt;"O Veneno Está na Mesa"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://abaixafunda.blogspot.com/2011/08/o-veneno-esta-na-mesa-2011-post.html"&gt;A Baixa Funda&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-1678011263897381699?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/1678011263897381699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=1678011263897381699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1678011263897381699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1678011263897381699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/filme-o-veneno-esta-na-mesa.html' title='Filme &quot;O Veneno Está na Mesa&quot;'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-436620147904406991</id><published>2011-08-16T18:44:00.000-03:00</published><updated>2011-08-16T18:44:18.514-03:00</updated><title type='text'>Cooling and feeding the planet with agroecology</title><content type='html'>&lt;br /&gt;By Saulo Araujo&lt;br /&gt;August 15th, 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In order to fix the broken food system, we need to de-colonize our minds. What do I mean? To understand that, do this short exercise. What comes to your mind, when you hear the word “Agriculture?” Is it a tree, a head of lettuce or vast endless fields somewhere in the US Midwest? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;If the first thing came to your mind was a vast field of a single crop (such as endless rows of corn), you are certainly not alone. For decades, both consumers and farmers have been educated to think of agriculture as an industry of monocrops. The end of small, integrated farm plots (i.e. real food) coincided with the advent of industrial agriculture and the launch of the “Green Revolution.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This so-called revolution not only failed to end world hunger, but also contributed to another problem exacerbating the water, soil and even the climate crisis. Studies show that industrial agriculture produces between 16 and 30 percent of greenhouse gas emissions, stemming largely from its reliance on petroleum for production and global shipping, and its reliance on toxic pesticides is creating other kinds of harm to humans and to the soil and water. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrary to its name, the Green Revolution is neither green nor a revolution. It is, however, well financed. Major donors such as the Bill and Melinda Gates Foundation are financing the Alliance for a Green Revolution in Africa (AGRA).  In fact, AGRA is one of the largest grant recipients of the Gates Foundation, which seems intent on importing to the continent the agricultural system that has created problems in many other parts of the world with genetically modified seeds and resource-dependent methods. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Africa and elsewhere, the Green Revolution and industrial agriculture are responsible for the depletion of land and water resources and local biodiversity. Seen as “modern,” this type of agriculture is neither the most efficient nor the solution to climate and food crises. In fact, modern or technologically advanced industrial agriculture is increasingly inaccessible to the majority of small-scale farmers. Also, those “modern” techniques deplete water resources and soil which is unsustainable if we want to end hunger or sustain our planet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Further, industrial agriculture is heating up the planet. And according to a report from ETC (Canada), it takes 18 percent more energy for industrial farms than small scale agriculture to produce the same crops. In times we need major changes in the global economy from speculation to investment in communities and families so they can attain their right to food, the dominant view of industrial agriculture is taking us in the wrong direction. It employs less people, while small scale agriculture provides jobs and revitalizes local economies. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despite the widespread belief that it would disappear in the global economy, small-scale agriculture continues to thrive through community gardens from Dorchester, Massachusetts to the highlands in Peru. They are the only source of food and income for many families and, in many cases, a major supply of animal protein, vegetables, and grains to local communities. In Brazil, small-scale farmers provide more than 50 percent of the food that it is consumed nation-wide. In sum, those farmers and their agricultural practices are the ones who really can cool and feed this planet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agroecology &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;People in both urban and rural communities are constantly developing practices and techniques to produce food and live well in harmony with the local environment. These practices are often based on the combination of practical knowledge and theory, or praxis. In agriculture and environmental conservation, we call it agroecology. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agroecology is a framework that respects the knowledge of individuals and communities dedicated to environmental stewardship. In agroecology, the knowledge of those who work the land and protect biodiversity is the foundation for the development of local solutions to the climate, water contamination, and food production. In that sense, agroecological practices are based on the knowledge of people whose survival depends on the synergetic relationship with nature. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For instance, women are often responsible for the multiplication of creole seeds and cultivation of medicinal plants. Relying on traditional knowledge and caring for the local culture and environment, women have played an important role in the development of agroecological thinking. For this reason, when we talk about agroecology, we refer to the needs and rights of women, as well as those of indigenous people and peasants. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Sololá, Guatemala, Grassroots supports a women-led vegetable garden project which embodies the perspectives of agroecology, as well as women’s leadership and rights. At the national assembly in 2006, women from the National Coordination of Peasants and Indigenous People (CONIC) requested a food production initiative. Even further, the women of CONIC, a Mayan indigenous organization and our partner in Guatemala, said the project should strengthen women’s leadership in their communities. Members of CONIC’s Women’s Secretariat consulted families in Sololá about a project that would help to improve their backyard vegetable gardens – including not simply an expansion of existing gardens for income generation, but also the implementation of new techniques such as compost production. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With the support of Grassroots and the help of CONIC’s field organizers, women in six communities in Sololá have been working to improve their practices. The group is using agroecological methods that include the development of demonstration units that serve as a practical classroom. Over the years, the women of Sololá have participated in several training events in which facilitators help the group to develop their own understanding of the project, instead of bringing imposing outside technologies and solutions. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As outcomes, CONIC’s Vegetable Garden Project has generated:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Self-esteem: Participation in trainings with other women has contributed to increased confidence and self-esteem among indigenous women. Whereas previously women did not feel participate in community discussions, instead allowing men represent their families in community meetings and decisions, this project produced leadership of women within communities. For many, this project – focused on and led-by women – helped its participants gain self-esteem and confidence to participate in leadership roles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Learning from and teaching others: Through trainings and exchange visits to other women’s group, the participants had the chance to learn and share their experiences about vegetable gardening, seed saving, medicinal plants, cooking recipes, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Self-reliance: In 2010, CONIC and the project participants decided to take the project to a new level. Based on their success to date, they were able to raise funds from government agencies (Banco de Tierras) and indigenous authorities to buy seeds, so more women could participate. For many, it was a new and empowering experience. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Better diet and more income: CONIC’s field coordinator Maria Luisa notes that the group has produced 25 different crops, including vegetables, grains and medicinal plants, all available for family consumption. In some cases, participants were also able to sell fresh vegetables (that exceed their family’s needs) at the local market. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Rejecting agrochemicals: In many Mayan communities, agronomists and agrochemical sellers lure farmers to use industrial agriculture techniques as a way of increasing their yield, ignoring the impact on soil fertility and farmers’ health. CONIC plans to increase communities’ awareness of the dangers of agrochemicals, as well as show the better production using agroecological methods. Through small experiments, the group compared parcels of organic versus conventional agriculture. Satisfied with the results of areas that received natural fertilizer (compost), a few community members – both women and men – decided to use organic agriculture methods in their crops. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The case of Sololá is just one of many examples of indigenous and peasant communities who are working to change the current food system. The project is just one strand of the global web that CONIC in Guatemala, the Via Campesina, Grassroots International and others are building around the globe. A partner of Grassroots International, the Via Campesina is a network of farmers, indigenous people, peasants, pastoralists and fishers. Represented in 70 countries, the network represents an estimated 200 million people around the globe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Changing the food system&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Via Campesina organized its II Continental Encounter of Agroecology Trainers in Chimaltenango, Guatemala earlier this month. Peasant and indigenous organizers from 20 countries throughout the Americas participated. As in the case of Sololá project, the event also promoted the learning exchange between visitors and local farmers about sustainable agriculture practices and current challenges. Through a “Peasant to Peasant” methodology, the group discussed lessons and reaffirmed its commitment to change the food system. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At the event, the Via Campesina reinforced its commitment to build a movement of urban and rural communities across borders to end hunger, as well as social and economic inequality. Daniel Pascual from the Peasant Unity Committee (CUC) and member of the Latin America Confederation of Peasant Organizations (CLOC)/Via Campesina said that “the policies of the Guatemalan government do not favor the production of healthy foods, because the use of genetically modified seeds and food imports [favored by free trade agreements] has invaded the [local] markets.” Also at the Encounter, Fred Congo from the Federation of Peasant, Indigenous and Black Organizations (FENOCIN) stated that “food sovereignty without agroecology is not possible. Only through agroecology can peasant families guarantee food sovereignty.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;By resisting the colonization of their minds and territories, peasant farmers provide evidence that the solutions to this global economic crisis (which is essentially a crisis of values) are not that complicated.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-436620147904406991?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/436620147904406991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=436620147904406991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/436620147904406991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/436620147904406991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/cooling-and-feeding-planet-with.html' title='Cooling and feeding the planet with agroecology'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4670881289680008430</id><published>2011-08-14T09:50:00.001-03:00</published><updated>2011-08-14T09:54:38.804-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='orgânicos'/><title type='text'>Presença de orgânicos tem aumentado</title><content type='html'>12/08/2011 08h02 - Atualizado em 12/08/2011 13h58&lt;br /&gt;Presentes em 1 a cada 3 mercados, orgânicos ficam mais baratos&lt;br /&gt;Se antes custavam 70% mais que convencionais, hoje diferença é de 30%.&lt;br /&gt;Faturamento do setor registra crescimento de 40% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anay Cury Do G1, em São Paul&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes ocupando pequenos espaços nas gôndolas dos supermercados e sendo comprados apenas por quem estivesse disposto a desembolsar mais pela sua qualidade, os alimentos orgânicos começam a atrair a atenção de mais consumidores, permitindo que o faturamento do setor registrasse aumento de 40% no último ano. Com o aumento de escala, a diferença de preço entre os produtos orgânicos e os convencionais, que em 2006 era de 70%, recuou para 30% neste ano, segundo a Associação Brasileira de Orgânicos (BrasilBio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa nova tendência de consumo começou há uns quatro, cinco anos, mas está se intensificando. A tecnologia do orgânico já está dominada. No início, havia apenas produtores que levavam o nome de ‘melhoristas’. Eles trabalhavam na base da tentativa e erro. Com a incorporação dessa tecnologia, a produção aumenta e, consequentemente, o preço cai”, disse Mauro de Rezende Lopes, pesquisados do Centro de Estudos Agrícolas da Fundação Getulio Vargas (FGV). “Ainda não sabemos quando, mas os preços deverão chegar a um equilíbrio.” Hoje, um em cada três supermercados no país vende produtos orgânicos.&lt;br /&gt;Mapa dos orgânicos (Foto: Editoria de Arte/G1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo estimativa divulgada do projeto Organics Brasil, ligado à Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex), atualmente o Brasil tem 332 mil hectares de produção agropastoril orgânica, utilizadas por cerca de 8 mil produtores que, juntos, são responsáveis por um volume de 5,2 milhões toneladas – a maior parte vindo das regiões Norte e Nordeste. Apesar de os últimos dados oficiais serem os do Censo Agropecuário do IBGE de 2006, o presidente da BrasilBio, José Alexandre Ribeiro, garante que a produção está aumentando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As pessoas estão mais preocupadas com a saúde, e temos percebido isso de um ano para cá. O número de produtores que se enquadram nas regras de certificação que começaram a valer em janeiro aumenta. Os agricultores começam a perceber todas as vantagens do cultivo orgânico, como preservação da saúde dos trabalhadores e a redução de alguns dos custos de produção”, disse. Porém, segundo Ribeiro, essa difusão da agricultura orgânica ainda não é suficiente para atender a demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliada aos custos de produção, que ainda são relativamente altos, a oferta reduzida ainda impede que os preços praticados hoje façam os consumidores optarem pelos produtos convencionais. O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, cita ainda falhas de distribuição como um dos entraves que dificultam a fidelização dos consumidores. “Mesmo assim, a procura é de fato grande, mas mais concentrada nas classes A e B. Para chegar à metade da população, que é a classe C, é preciso haver um aumento ainda maior. Os preços não estão tão mais altos (que os convencionais) como era há alguns anos, mas ainda precisariam ficar mais baixos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo pesquisa da consultoria Nielsen, a pedido da associação dos supermercadistas, 27% das redes pesquisadas em 2010 informaram que comercializam produtos orgânicos, que correspondem a cerca de 0,5% do seu faturamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atento ao aumento a esse mercado de alimentação, Dick Thompson, dono do Sítio do Moinho, em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro, deu um passo além e abriu a primeira panificadora de orgânicos do país, a Molino D’Oro, conforme contou. “Quando abrimos a panificadora, trouxemos tudo de fora: máquinas, consultoria e até um padeiro italiano. Mas nossa história com os orgânicos começou há muito tempo. “Em 1989, tomamos a decisão de optar pelo conceito de agricultura orgânica, para alimentar minhas filhas de forma saudável. Começamos em 1991 como hobby e depois a coisa começamos para valer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns anos depois, o Sítio do Moinho passou a fornecer seus produtos para supermercados da capital. “Quando começamos a entregar, em 1997, entregávamos 600 unidades de legumes e verduras, em alguns dias da semana. Em 1999, já estávamos entregando seis vezes por semana, passando de 600 para 25.000 unidades”, contou Thompson. Hoje, a empresa distribui verduras, legumes, ervas da horta irrigada com água pura e outros produtos – todos orgânicos – como laticínios, cereais, sucos e conservas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Made in Brazil&lt;br /&gt;Apesar de o mercado interno estar aquecido, a exportação de produtos orgânicos está na pauta de muitos produtores, de pequeno, médio e grande porte. De acordo com a Organics Brasil, em 2010, o faturamento com a exportação desse tipo de produto, feita por 72 empresas, somou US$ 108,2 milhões. “Desde 2005, quando começamos a desenvolver nosso trabalho, esses números só vem subindo,” disse o coordenador-executivo do projeto, Ming Liu. Há seis anos, havia apenas 12 empresas participantes que, juntas, venderam para fora US$ 9,5 milhões.&lt;br /&gt;ANO 	EMPRESAS PARTICIPANTES 	VOLUME DE EXPORTAÇÃO&lt;br /&gt;2005 	12 	US$ 9,5 milhões&lt;br /&gt;2006 	33 	US$ 15 milhões&lt;br /&gt;2007 	42 	US$ 21 milhões&lt;br /&gt;2008 	64 	US$ 58 milhões&lt;br /&gt;2009 	74 	US$ 44,3 milhões&lt;br /&gt;2010 	72 	US$ 108,2 milhões&lt;br /&gt;Fonte: Organics Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais mercados consumidores dos produtos brasileiros, segundo Liu, são Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido, que importam, principalmente, açúcar, mel, castanhas, frutas (em polpa e em suco), alimentos processados e a granel, além de óleos para cosméticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependentes do dólar, essas exportadoras foram afetadas pela desvalorização da moeda frente o real, fazendo com o que seus produtos ficassem menos competitivos. No entanto, conforme afirmou o coordernador-executivo, a demanda continua alta e a oferta pequena, não prejudicando o volume de exportações. “Há sempre um remanejamento de preços. Se o preço de um dos produtos, como o açúcar, cai muito, os preços de outros, que não são commodities, não caem e contribuem para um equilíbrio.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certificação&lt;br /&gt;Em janeiro deste ano, entrou em vigor a nova legislação de agricultura orgânica no Brasil e teve início a implementação do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica e do Controle Social na Venda Direta Sem Certificação, do Ministério da Agricultura e Pecuária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por isso, estão sendo credenciadas pelo ministério Organismos de Avaliação da Conformidade e cadastradas Organizações de Controle Social. Em outras palavras, certificadoras e grupos de agricultores familiares que atuam na venda direta de produtos orgânicos. Esses organismos e os órgãos responsáveis pelo cadastramento dos grupos em venda direta alimentarão um sistema de informação sobre a agricultura orgânica no Brasil”, disse o chefe da Divisão de Desenvolvimento Agroecologia do ministério, Jorge Ricardo de Almeida Gonçalves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Gonçalves, esse sistema de informação está em fase de implantação e deverá ser finalizado no segundo semestre deste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desenvolvemos um trabalho que busca atender ao setor diante das principais dificuldades enfrentadas pelos produtores, como acesso ao mercado, logística precária, estrutura de preços. Para isso, precisamos de informações. Os produtos orgânicos precisam de divulgação, e os dados do ministério da Agricultura são indispensáveis para isso. Estamos esperando esses dados”, disse Sylvia Wachsner, coordenadora do projeto OrganicsNet, da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA).&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4670881289680008430?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4670881289680008430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4670881289680008430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4670881289680008430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4670881289680008430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/presenca-de-organicos-tem-aumentado.html' title='Presença de orgânicos tem aumentado'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2692168198693631829</id><published>2011-08-12T19:35:00.000-03:00</published><updated>2011-08-12T19:35:00.409-03:00</updated><title type='text'>Marcha das Margaridas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U4K1IIbMUq4/TkWqS6jAlfI/AAAAAAAAAGs/4I1krlmqM0M/s1600/margaridas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="342" src="http://3.bp.blogspot.com/-U4K1IIbMUq4/TkWqS6jAlfI/AAAAAAAAAGs/4I1krlmqM0M/s400/margaridas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2692168198693631829?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2692168198693631829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2692168198693631829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2692168198693631829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2692168198693631829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/marcha-das-margaridas.html' title='Marcha das Margaridas'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-U4K1IIbMUq4/TkWqS6jAlfI/AAAAAAAAAGs/4I1krlmqM0M/s72-c/margaridas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4019725898382874728</id><published>2011-08-07T22:08:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T22:08:27.150-03:00</updated><title type='text'>O país dos agrotóxicos</title><content type='html'>Cidades e soluções:&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://g1.globo.com/platb/globo-news-cidades-e-solucoes/"&gt;&lt;br /&gt;http://g1.globo.com/platb/globo-news-cidades-e-solucoes/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4019725898382874728?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4019725898382874728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4019725898382874728' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4019725898382874728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4019725898382874728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/o-pais-dos-agrotoxicos.html' title='O país dos agrotóxicos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-5946131305729012887</id><published>2011-08-07T22:06:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T22:06:44.744-03:00</updated><title type='text'>“O veneno está na mesa”, de Silvio Tendler</title><content type='html'>Para baixar o filme na integra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.soltec.ufrj.br/"&gt;http://www.soltec.ufrj.br/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-5946131305729012887?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/5946131305729012887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=5946131305729012887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5946131305729012887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5946131305729012887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/o-veneno-esta-na-mesa-de-silvio-tendler.html' title='“O veneno está na mesa”, de Silvio Tendler'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6983131333082919333</id><published>2011-08-07T21:47:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T21:47:07.179-03:00</updated><title type='text'>Agricultura familiar: multifuncionalidade e desenvolvimento territorial no Brasil</title><content type='html'>Baixar livro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.iica.int/Esp/regiones/sur/brasil/Lists/Publicacoes/Attachments/53/Agricultura_familiar_multifuncionalidade_e_desenvolvimento_territorial_no_Brasil.pdf"&gt;http://www.iica.int/Esp/regiones/sur/brasil/Lists/Publicacoes/Attachments/53/Agricultura_familiar_multifuncionalidade_e_desenvolvimento_territorial_no_Brasil.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6983131333082919333?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6983131333082919333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6983131333082919333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6983131333082919333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6983131333082919333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/agricultura-familiar.html' title='Agricultura familiar: multifuncionalidade e desenvolvimento territorial no Brasil'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8239714934150097020</id><published>2011-08-06T20:00:00.000-03:00</published><updated>2011-08-06T20:00:50.149-03:00</updated><title type='text'>One-third of global food production goes to waste: FAO</title><content type='html'>By Caroline Scott-Thomas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;About one-third of the food produced globally for human consumption each year is wasted, according to a new report from the Food and Agriculture Organization (FAO).&lt;br /&gt;The report , Global Food Losses and Food Waste, is based on research from the Swedish Institute for Food and Biotechnology. It found that wastage in production and storage often translates to lost income for small farmers in particular, and higher prices for poor consumers, adding that reducing losses could have an ‘immediate and significant’ impact on livelihoods.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The FAO found that about 1.3bn tonnes of food is wasted somewhere along the supply chain each year, with wealthier consumers in North America and Europe wasting nearly twice as much as those in poorer countries. Consumers in richer countries throw away about 222m tonnes of food each year, most of it fruit and vegetables, and nearly as much as the entire net food production of sub-Saharan Africa, at 230m tonnes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, industrialized and developing countries tend to waste about the same amount of food on an absolute basis, the report found – 670m tonnes a year and 630m tonnes a year respectively. While most food wastage in richer nations occurs on a consumer level, in developing countries about 40 percent of wastage happens at the post-harvest or processing level due to poor infrastructure and lack of investment in food production systems – a problem the report terms ‘food loss’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Food waste is more a problem in industrialized countries, most often caused by both retailers and consumers throwing perfectly edible foodstuffs into the trash,” the FAO said. “Per capita waste by consumers is between 95-115 kg a year in Europe and North America, while consumers in sub-Saharan Africa and South and Southeast Asia each throw away only 6-11 kg a year.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In order to tackle the issue, the report suggested that major food retailers in industrialized nations should work with commercial and charitable organizations to redistribute food that may be past its best, but is still acceptable in terms of safety, taste and nutritional value.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In addition, it also said that retail standards over-emphasize appearance, and customers have the ability to influence quality standards. Consumers should be better educated about the impacts of food wastage and taught that throwing away food is unacceptable, the report said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Food loss and waste amount to a major squandering of resources, including water, land, energy, labor and capital and needlessly produce greenhouse gas emissions, contributing to global warming and climate change,” it said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For developing countries, the report suggested that the emphasis should be on strengthening processing, packaging and transportation infrastructure, and creating better links between small farmers and buyers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.foodnavigator.com/Financial-Industry/One-third-of-global-food-production-goes-to-waste-FAO"&gt;http://www.foodnavigator.com/Financial-Industry/One-third-of-global-food-production-goes-to-waste-FAO&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8239714934150097020?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8239714934150097020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8239714934150097020' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8239714934150097020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8239714934150097020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/one-third-of-global-food-production.html' title='One-third of global food production goes to waste: FAO'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6837390271892108937</id><published>2011-08-06T19:55:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:07:10.158-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Milho transgênico chega a 65% da safra</title><content type='html'>Gerson Freitas Jr. | São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adoção do milho transgênico pelos agricultores no Brasil avança em ritmo surpreendente. Apenas quatro anos desde a sua liberação pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), as sementes geneticamente modificadas deverão ocupar aproximadamente dois terços da área destinada à cultura na safra 2011/12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao todo, somando-se os plantios de verão e inverno, mais de 9,1 milhões de hectares deverão ser plantados com milho transgênico, uma expansão de 21,4% em relação à temporada passada.&lt;br /&gt;Já na safra de verão, que começa a ser cultivada nas próximas semanas, cerca de 54% das lavouras de milho deverão serão transgênicas, em comparação aos 44,5% no ano passado. Na de inverno, cujo plantio acontece no primeiro trimestre de 2012, o índice pode chegar a 80,4%, ante 74,9% na última temporada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os números constam em um levantamento realizado pela consultoria mineira Céleres, obtido com exclusividade pelo Valor, sobre a adoção da biotecnologia no Brasil. De acordo com a pesquisa, que leva em conta as estimativas de oferta por parte da indústria de sementes e expectativa de demanda por parte dos produtores rurais, os transgênicos deverão responder por mais de 70% das vendas de sementes neste biênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CTNBio, órgão responsável pela liberação da pesquisa e comercialização de transgênicos no país, já liberou 16 variedades de milho geneticamente modificados - cinco delas, nos últimos 12 meses. Para a nova safra, prevê a Céleres, 32% da safra será resistente a pragas, como a lagarta do cartucho, 4,9% terá tolerância ao uso de herbicidas e 17,2% combinará essas duas características.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o diretor da Céleres, Anderson Galvão, a tendência é que os transgênicos respondam por aproximadamente 77% da área de milho nos próximos anos. "Esta é a área nas mãos dos agricultores mais tecnificados, que produzem com uso de tecnologia", explica. Segundo o especialista, cerca de 23% da área de milho no Brasil ainda é cultivada sem qualquer investimento ou assistência técnica, com prejuízos significativos à produtividade das lavouras.&lt;br /&gt;No mercado de sementes certificadas, contudo, o domínio dos transgênicos deve ser absoluto. A Pioneer, líder no segmento, estima que entre 85% e 90% das vendas para a próxima safra serão de híbridos transgênicos. "A demanda dos produtores por essa tecnologia tem sido muito grande, a área plantada com milho deverá se recuperar e o produtor está muito capitalizado", afirma Roberto Rissi, diretor executivo da companhia. Segundo ele, as vendas de sementes de milho deverão crescer 30% nesta temporada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o levantamento da Céleres, a área ocupada com lavouras transgênicas de soja deverá crescer 13,4% e atingir 82,7% do total, ante 76,1% na temporada 2010/11. No algodão, o índice de transgenia deverá ser de 39%, ante 26,7% em 2010/11. Segundo Galvão, a adoção da soja transgênica evolui em um ritmo mais lento que a do milho devido à dificuldade em se fazer pesquisa durante os anos em que a tecnologia era proibida no Brasil. Embora seja cultivada desde os anos 90, a soja geneticamente modificada só foi liberada no Brasil em 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até então, muitos produtores usavam variedades que foram desenvolvidas para as condições de clima e solo da Argentina, o que comprometia a produtividade. Nos últimos anos, as empresas puderam combinar a transgenia com variedades mais adaptadas às nossas condições", explica.&lt;br /&gt;O Brasil é o segundo maior produtor mundial de transgênicos, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo a ISAAA, o país plantou 25,4 milhões de hectares com transgênicos na temporada 2010/11. Para a próxima safra, estima a Céleres, a área chegará a 30,4 milhões de hectares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6837390271892108937?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6837390271892108937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6837390271892108937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6837390271892108937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6837390271892108937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/milho-transgenico-chega-65-da-safra.html' title='Milho transgênico chega a 65% da safra'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7226546085681156721</id><published>2011-08-06T19:54:00.000-03:00</published><updated>2011-08-06T19:54:07.775-03:00</updated><title type='text'>Extratos à base de feijão-de-porco são eficientes herbicidas</title><content type='html'>O feijão-de-porco (Canavalia ensiformes) é uma planta legumionosa comestível cujas folhas podem ser usadas como verdura e seus grãos como feijão comum. A espécie, muito comum em regiões tropicais, acaba de ser testada em laboratório, no Instituto de Química de São Carlos (IQSC), da USP, como bio-herbicida. Nos experimentos, os extratos de folhas e sementes da planta se mostraram eficazes contra a trapoeraba (Commelina benghalensis) a corda-de-viola (Ipomoea grandifolia) já adultas. As duas plantas daninhas são competidoras naturais da soja (Glycine max) e prejudicam seu bom desenvolvimento. O extrato não prejudicou o crescimento desta espécie de soja (orgânica ou transgênica) e pode representar um substituto interessante aos herbicidas sintéticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha pelo feijão-de-porco teve como base os resultados de um outro estudo do IQSC. Em 2008, a pesquisadora Raquel Lourenço de Mendonça testou o extrato com sementes de Canavalia ensiformis sobre a germinação de corda-de-viola e traporeaba. A partir destes resultados, o químico Isequiel dos Santos Mendes iniciou sua pesquisa em busca do princípio ativo dos extratos tendo como base sementes e folhas do feijão-de- porco: “ a intenção era saber quais compostos estariam presentes nos extratos e a forma de atuação da substância sobre as ervas daninhas adultas da pesquisa”, diz o pesquisador.&lt;br /&gt;Para a realização de seu estudo de mestrado, a metodologia por ele utilizada foi o preparo dos extratos bio-herbicidas em diferentes concentrações e a aplicação sobre as plantas daninhas em diferentes épocas de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O químico explica que o procedimento de preparo do extrato leva cerca de 48 horas e é divido em duas fases. Em um recipiente com 1 litro (L) de água (destilada ou de torneira) são misturados 300 gramas (g) de sementes ou folhas. A mistura é filtrada após 24 horas de agitação. A parte filtrada é levada à geladeira. À massa (folhas ou sementes) que restou da filtragem é adicionado 1 L de água, que será agitada por outras 24 horas. Após a agitação, esta nova mistura é filtrada, e depois adicionada ao filtrado que se encontra reservado na geladeira. Ao final, o composto é levado ao rotoevaporador, equipamento que retira a água da parte sólida, e auxilia na obtenção de uma solução mais concentrada, o extrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obtenção de diferentes concentrações do bio-herbicida é obtida por meio da adição de água a determinada massa da solução concentrada final. Assim, para se ter uma concentração de 25g/L do herbicida, basta adicionar 1L de água a 25g do concentrado.&lt;br /&gt;Princípio ativo e Resultado das aplicações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na análise química dos componentes do extrato, o pesquisador utilizou a cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC), processo que possibilita a separação e a identificação dos componentes de uma mistura. “Via HPLC, foram identificadas quatro substâncias no extrato a base de folhas de feijão-de-porco: ácido clorogênico e ácido p-anísico (ácidos fenólicos), naringina e rutina (flavonóides), que apresentam características alelopáticas, ou seja, de alguma forma interferem no desenvolvimento das ervas daninhas usadas no estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado das aplicações mostrou que as concentrações 25 g/L e 50 g/L de extrato preparado de sementes de feijão-de-porco foram as mais eficientes no controle das ervas daninhas. Ambas as concentrações atingiram o objetivo de matá-las e os efeitos visuais mostram o resultado.&lt;br /&gt;No terceiro dia, as folhas da erva murcham e se deformam. Após seis dias, o desenvolvimento da praga é interrompido, não há possibilidade de recuperação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mendes relata que “em apenas 3 dias os efeitos começam a se tornar visíveis, as folhas das ervas murcham e se deformam. Além disso, a cor se altera do verde para o marrom. No quarto dia, a praga está completamente murcha. E, no quinto, com o caule endurecido, praticamente seca. O desenvolvimento é completamente interrompido, no sexto dia, não havendo possibilidade de recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também afirma que, embora as demais concentrações não tenham interrompido totalmente o desenvolvimento das plantas daninhas podem ser utilizadas com outros objetivos, como retardo de crescimento em culturas que crescem muito rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à soja, tantos as amostras orgânicas quanto as transgênicas não foram afetadas pelos extratos. Entretanto, há necessidade de se avaliar a ação do extrato sobre ervas daninhas com mais de 30 dias da germinação e a produtividade, em campo, de culturas de soja sob ação dos extratos para confirmar que apenas a corda-de-viola e a trapoeraba são prejudicadas em seu desenvolvimento, uma vez que crescem antes ou concomitantes à soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Extrato x Herbicida Sintético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois outros fatos interessantes foram observados durante a pesquisa. O primeiro ocorreu com a comparação indireta sobre a ação do bio-herbicida com dados já existentes de atuação do mais conhecido herbicida sintético do mercado, o glifosato. Enquanto o herbicida biológico age em 6 dias, o sintético apenas apresenta resultados em duas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados deste trabalho de pesquisa trazem boas perspectivas com relação ao uso de extratos preparados de plantas no controle de ervas daninhas. Baseando-se na alelopatia, existem muitas possibilidades de se produzir bio-herbicidas que sejam tão eficientes e práticos quanto herbicidas sintéticos, e possivelmente menos agressivos ao ambiente e ao homem. O bio-herbicida preparado a partir de folhas e sementes de feijão-de-porco é fácil de preparar, é barato, e mostrou excelente eficiência no combate às ervas trapoeraba e corda-de-viola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra O. Monteiro, da Agência USP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7226546085681156721?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7226546085681156721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7226546085681156721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7226546085681156721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7226546085681156721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/08/extratos-base-de-feijao-de-porco-sao.html' title='Extratos à base de feijão-de-porco são eficientes herbicidas'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7511323006744928618</id><published>2011-07-31T16:56:00.001-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:12.770-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agrotóxicos'/><title type='text'>Baixar filme "O veneno esta na mesa"</title><content type='html'>Seguem os links do filme "O veneno esta na mesa" do cineasta Silvio Tendler.&lt;br /&gt;Documentário denuncia a problemática causada pelos agrotóxicos, e faz parte de um&lt;br /&gt;conjunto de materiais elaborados pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte - 1 &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=WYUn7Q5cpJ8&amp;NR=1"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=WYUn7Q5cpJ8&amp;NR=1&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parte - 2 &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NdBmSkVHu2s&amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=NdBmSkVHu2s&amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parte - 3 &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5EBJKZfZSlc&amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=5EBJKZfZSlc&amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parte - 4 &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=AdD3VPCXWJA&amp;feature=related"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=AdD3VPCXWJA&amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reprodução e multiplicação é livre.  Copiem, multipliquem, distribuam nas escolas, sindicatos, igrejas, etc.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7511323006744928618?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7511323006744928618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7511323006744928618' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7511323006744928618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7511323006744928618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/07/baixar-filme-o-veneno-esta-na-mesa.html' title='Baixar filme &quot;O veneno esta na mesa&quot;'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-5443143672059378226</id><published>2011-07-24T12:04:00.002-03:00</published><updated>2011-07-24T12:04:58.308-03:00</updated><title type='text'>E agora, José?</title><content type='html'>Por Francisco Roberto Caporal&lt;br /&gt;[Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco e Presidente da Associação Brasileira de Agroecologia].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no Opinião, 14-15 jul. 2011, p. 6 - Caderno 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1942, o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema José, que começa com a frase “E agora, José?” e termina com outra interrogação: José, para onde? Em meio a um cenário hostil, o José de Drummond estava enfraquecido e sem forças para dar conta de sua tarefa. Precisaria enfrentar-se com o poder das elites dominantes da época e lutar contra o avanço do capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As perguntas deste poema, de um José que pode ser um indivíduo e um coletivo, ao mesmo tempo, expressam bem o desafio que terá pela frente o professor José Graziano da Silva a partir do dia em que assumir a direção geral da FAO, em janeiro do próximo ano. Cabe lembrar que seu antecessor brasileiro, que esteve no mesmo posto da FAO (1952 a 1956) não era qualquer cidadão. Era nada menos que Josué de Castro, que entre outras obras clássicas nos deixou o belo livro Geografia da Fome, escrito em 1946. Neste livro, Josué já alertava: “Orientada a princípio pelos colonizadores europeus e depois pelo capital estrangeiro, expandiu-se no país uma agricultura extensiva de produtos exportáveis ao invés de uma agricultura intensiva de subsistência, capaz de matar a fome de nosso povo.”...“Os governos se mostraram quase sempre incapazes para impedir esta voraz interferência dos monopólios estrangeiros na marcha da nossa economia.”... “Foi criada em nossas terras a indústria do fique mais rico depressa para uns poucos e que foi, ao mesmo tempo, a indústria da fome para a maioria.”...“Esta situação de desajustamento econômico e social foi consequência da inaptidão do Estado Político para servir de poder equilibrante entre os interesses privados e o interesse coletivo.... Foram interesses alienígenas que predominaram, orientando a nossa economia para a exploração primária da terra e para a exportação de matérias primas assim obtidas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguramente, a atualização da Geografia da Fome seria uma ferramenta útil para as ações do José da FAO do século XXI. Mais do que nunca, os alimentos são objeto da ganância de uns poucos. Não vivemos somente a continuidade histórica da fome no mundo, com cerca de um milhão de almas padecendo dessa enfermidade. Vivemos num mundo globalizado onde alimento é sinônimo de mercadoria e cidadão virou consumidor. Nesse mundo, consumidor é quem pode ir ao mercado comprar as mercadorias – neste caso, a comida -, que já não se chama mais assim, mas que chamam de commodities. Negociáveis em busca de lucro, sem um mínimo de ética. Por este motivo, a crise da fome é agravada pelo persistente aumento de preços das comidas, que a própria FAO afirma que vai continuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E daí? Se não bastasse, o modelo de produção agrícola atual estimula a produção de não-comida, mediante um processo de industrialização de uma agricultura mantida artificial e insustentavelmente pela agroquímica e pelos subsídios públicos. A isso se soma a tendência de aumento das áreas de produção de matérias primas que estão sendo transformadas em biocombustíveis que irão alimentar nossos motores e não a nossa gente. E pior, ocupando terras dantes destinadas a produzir alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, uma vez que o mandato da FAO é “alcançar a segurança alimentar para todos e assegurar que as pessoas tenham acesso regular a alimentos de boa qualidade”, é de se esperar que a gestão de Graziano se destaque por estimular a mudança dos modelos agrícola e agrário dominantes. Este é mais um dos grandes desafios que deveria enfrentar o nosso José.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido esperamos que ele tenha lido o informe de seu futuro colega Relator Especial da ONU sobre o direito à alimentação, Sr. Olivier De Schutter, publicado em 2010, que recomenda uma profunda mudança nas políticas agrícolas se, de fato, queremos buscar a segurança alimentar da população mundial. O informe recomenda, entre tantas coisas, que sejam desviados os subsídios dados à agricultura convencional agroquímica, os recursos da pesquisa para a agricultura da revolução verde, da extensão rural convencional e do ensino em direção ao fortalecimento de políticas de suporte a uma transição baseada nos princípios da Agroecologia. Inclusive, De Schutter assevera que esta mudança deve ocorrer não só nos países, como também na orientação dos recursos de cooperação internacional para a produção de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do mesmo modo, esperamos que o nosso José tenha lido o informe da “Iª Avaliação Internacional sobre o papel do conhecimento, da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento agrícola” (IAASTD), onde centenas de cientistas recomendam mudanças profundas destinadas a transformar o atual modelo de agricultura, na direção de agriculturas que possam degradar menos o meio ambiente e produzir alimentos sadios. Informe este referendado, em 2008, por mais de uma centena de países, inclusive o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que a tarefa de Graziano da Silva não será das mais fáceis. Ele mesmo já admite, antes de assumir, que sequer as Metas do Milênio serão alcançadas e que muitos países não conseguirão reduzir em 50% o número de famintos até 2015, como se comprometeram no ano 2000. De toda a forma, temos esperança. Graziano da Silva inspirou uma geração com sua crítica à “modernização dolorosa” e, por suas características e trajetória, podemos esperar que ele viesse a trabalhar em favor das mudanças estruturais necessárias para reduzir a fome no mundo, como a reforma agrária, mas também em favor de políticas de estímulo à produção familiar camponesa, por ser ela que realmente produz os alimentos que consumimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for possível fazer uma sugestão, recomendaríamos que a primeira ação de Graziano fosse chamar a sociedade civil organizada, as organizações da agricultura familiar camponesa e as sociedades científicas do campo da Agroecologia para um debate visando a construção coletiva de um robusto programa de transição agroecológica e produção de alimentos sadios com menos impactos socioambientais. Um pacto com estes setores, em nível mundial, asseguraria uma gestão mais democrática no caminho de mais sustentabilidade socioambiental e contra a fome.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-5443143672059378226?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/5443143672059378226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=5443143672059378226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5443143672059378226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5443143672059378226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/07/e-agora-jose.html' title='E agora, José?'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-651137522772269876</id><published>2011-06-26T17:15:00.002-03:00</published><updated>2011-06-26T17:15:45.412-03:00</updated><title type='text'>José Graziano da Silva é o primeiro latino-americano a presidir a FAO</title><content type='html'>Brasileiro é eleito diretor da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualizada às 11h29min&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO, sigla em inglês), elegeu neste domingo em Roma como seu novo diretor geral o brasileiro José Graziano da Silva, que passa a ser o primeiro latino-americano a presidir a instituição encarregada de combater a fome no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brasileiro, que obteve 92 votos, recebeu o apoio da Indonésia e dos chamados "países não-alinhados" do G-77, entre eles, boa parte da África. O ministro-chave do governo Lula derrotou por quatro votos o ex-ministro de Assuntos Exteriores espanhol, Miguel Angel Moratinos, em uma votação muito apertada entre dois candidatos de grande carisma e capacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Graziano, ex-coordenador programa Fome Zero, era um dos grandes favoritos para suceder o senegalês Jacques Diouf, que ocupou o cargo de diretor geral da FAO durante 17 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido em 17 novembro de 1949, o brasileiro ocupa o posto de representante regional e vice-diretor da FAO desde março de 2006. Durante sua permanência na FAO, conseguiu que os países de América Latina e Caribe fossem os primeiros em nível mundial a assumir o compromisso de erradicar a fome antes de 2025.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-651137522772269876?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/651137522772269876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=651137522772269876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/651137522772269876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/651137522772269876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/jose-graziano-da-silva-e-o-primeiro.html' title='José Graziano da Silva é o primeiro latino-americano a presidir a FAO'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7315025260719292931</id><published>2011-06-26T09:23:00.001-03:00</published><updated>2011-06-26T09:33:31.889-03:00</updated><title type='text'>No Paraná, pequenos produtores têm prejuízos com colheitas contaminadas por grãos geneticamente modificados</title><content type='html'>Maior problema é a falta de controle na produção de sementes orgânicas; prejuízo leva produtor a migrar para transgênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Cecconello/Folhapress&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delézio Caciamani, de Capanema (PR), que teve a produção de soja orgânica contaminada por grãos transgênicos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGNALDO BRITO&lt;br /&gt;ENVIADO ESPECIAL A CAPANEMA (PR) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cultivo de variedades transgênicas de soja e de milho está ameaçando a frágil cadeia de produção orgânica no sudoeste do Paraná -área cujo perfil fundiário é o da pequena propriedade rural. &lt;br /&gt;A dificuldade na obtenção de grãos convencionais e a deficiência da logística são apontadas como as responsáveis pela contaminação da produção. &lt;br /&gt;"Está cada vez mais difícil obter sementes não transgênicas para os produtores orgânicos. Além disso, há o problema da contaminação na colheita ou no transporte da safra", afirma Marcio Alberto Challiol, diretor da Gebana, empresa com sede em Zurique, Suíça. &lt;br /&gt;A Gebana, especializada na comercialização de soja, milho e trigo orgânicos, negocia por ano 10 mil toneladas de cereais do Brasil. É uma gota, diante dos volumes da safra brasileira. &lt;br /&gt;Mas a história desse modelo de produção (livre de agrotóxicos e de transgênicos) tem relevo não pelos volumes, mas como prova de que a prerrogativa da Lei de Biossegurança no Brasil não está sendo cumprida. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;ABANDONO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A liberação de mais de 20 variedades de soja, milho e algodão transgênico no Brasil se deu sob a condição de que todo agricultor que queira uma produção convencional ou orgânica terá esse direito assegurado. &lt;br /&gt;A falta de controle, tanto na produção de sementes como na logística para segregar OGM (organismos geneticamente modificados) e não OGMs, está burlando essa condição no Brasil. &lt;br /&gt;O impacto econômico está levando pequenos produtores a abandonar esse cultivo. Paulo Sobrinho Mackiewicz, produtor do município de Capanema -650 quilômetros a oeste de Curitiba-, é um dos que desistiram do orgânico. &lt;br /&gt;Na última safra, Mackiewicz havia negociado a produção com prêmio de 35% além do valor da saca de soja convencional. Após meses de trabalho duro para evitar o uso de uma gota de veneno, a má notícia. &lt;br /&gt;A produção de 54 toneladas de soja estava contaminada com sementes transgênicas. O prêmio de 35% foi perdido, um corte na receita no valor total de R$ 9.000, uma cifra importante para a propriedade. &lt;br /&gt;"Fiz o possível. Trabalhei duro para conseguir um preço melhor para a soja. A contaminação, que não tenho ideia de onde veio, acabou com tudo. Depois disso, desisti do orgânico. Não vou fazer tudo novamente sem ter garantia", disse. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;PREJUÍZO GRANDE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Gebana, empresa que lhe forneceu a semente, afirma que não havia contaminação no material genético. A suspeita, então, recaiu sobre a colheitadeira alugada por Mackiewicz, que poderia ter restos de soja transgênica. &lt;br /&gt;Delézio Caciamani, 40, também produtor da região, enfrentou o mesmo problema. Plantou 32 hectares de soja orgânica e também perdeu o prêmio de 35%. Perdeu R$ 12,6 mil com a contaminação dos grãos. &lt;br /&gt;"O cultivo orgânico é muito mais trabalhoso. O prêmio que é pago por saca torna essa produção mais competitiva. Mas, se você perder esse benefício, o prejuízo fica grande", afirma. &lt;br /&gt;Mais pela convicção da importância em produzir com menos agroquímicos, Caciamani vai manter-se no método orgânico por mais uma safra. Fará isso não sem um fio de preocupação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja entrevista com produtores no PR &lt;br /&gt;&lt;a href="folha.com.br/mm934355"&gt;folha.com.br/mm934355&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Para a CTNBio, não dá para ter pureza total&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), Aluízio Borém, afirma que as medidas criadas pela instituição são eficientes para evitar contaminação de sementes transgênicas na produção convencional ou orgânica.&lt;br /&gt;"É necessário que as medidas de coexistência sejam observadas. As evidências científicas mostram que não haverá contaminação se forem respeitadas a diferença temporal entre o plantio transgênico e o convencional, bem como o respeito à separação espacial entre esses cultivos", afirma o vice da CTNBio.&lt;br /&gt;O especialista em melhoramento de plantas disse ainda que não é possível assegurar pureza total nessas produções.&lt;br /&gt;"Contaminação zero não existe, o que deve haver é o respeito a níveis que possam ser admitidos", afirma.&lt;br /&gt;Sobre eventual falha no controle das regras da CTNBio, o vice-presidente afirmou que a comissão não possui mandato para fiscalização, atribuição essa de órgãos ligados ao Ministério da Agricultura.&lt;br /&gt;Borém afirma que, em 13 anos em que a Comissão de Biossegurança autorizou o plantio comercial de variedades transgênicas de milho, soja e algodão (as únicas liberadas até agora) não existe nenhuma evidência de problemas à saúde humana ou de efeitos danosos ao ambiente.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Meta é ter cadeia de semente não modificada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DO ENVIADO ESPECIAL A CAPANEMA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um programa entre a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e a Abrange (Associação Brasileira dos Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados) tenta instituir estrutura alternativa para barrar o avanço das companhias multinacionais no domínio do agronegócio nacional.&lt;br /&gt;O programa Soja Livre tenta criar canais de acesso a sementes não OGM por parte dos produtores de soja e milho. A estrutura, com presença em Mato Grosso, é uma reação à redução da oferta de material genético livre de transgênicos. Hoje, 35% da soja e 65% do milho brasileiros são convencionais, não transgênicos.&lt;br /&gt;Após a liberação de eventos geneticamente modificados, as grandes companhias de biotecnologia do mundo estão concentrando esforços para o desenvolvimento de sementes transgênicas, deixando de lado o chamado melhoramento clássico.&lt;br /&gt;"Essa é uma guerra comercial. As múltis, com os transgênicos, ganham em todo o pacote tecnológico que põem na propriedade do agricultor. Da semente aos defensivos, chegando até os royalties pelo uso da tecnologia. É isso que queremos romper", disse Ivan Domingos Paghi, diretor técnico da Abrange.&lt;br /&gt;Segundo César Borges de Souza, presidente da Abrange, todo o custo para evitar hoje a contaminação de sementes, do plantio, do transporte ou da armazenagem é de quem produz não OGM.&lt;br /&gt;"Isso virou um buraco negro. O governo aprovou os transgênicos e pronto. O governo não toma conta da organização da cadeia. Assim, quem trabalha com não OGM é que ficou com o ônus da segregação", disse.&lt;br /&gt;Hoje, o Brasil ainda é o maior produtor e exportador de soja não transgênica. A exportação desse produto no ano passado atingiu 9 milhões de toneladas. (AB)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7315025260719292931?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7315025260719292931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7315025260719292931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7315025260719292931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7315025260719292931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/no-parana-pequenos-produtores-tem.html' title='No Paraná, pequenos produtores têm prejuízos com colheitas contaminadas por grãos geneticamente modificados'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4234583672689112062</id><published>2011-06-24T13:08:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:12.771-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agrotóxicos'/><title type='text'>Os agrotóxicos estão entre os fatores de risco</title><content type='html'>&lt;a href=" http://aspta.org.br/campanha/boletim-543-24-de-junho-de-2011/"&gt;&lt;br /&gt;http://aspta.org.br/campanha/boletim-543-24-de-junho-de-2011/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Entre setembro de 2008 e janeiro de 2009 o Painel sobre Câncer dos EUA (espécie de Conselho assessor do Presidente da República) convocou quatro encontros para avaliar o estado atual da pesquisa, política e programas sobre o câncer provocado por fatores ambientais. O Painel recebeu o testemunho de 45 especialistas convidados da academia, governo, indústria e grupos ligados a pessoas com câncer e ao meio ambiente. Em abril de 2010 foi publicado o relatório sintetizando as conclusões do Painel, baseadas nos testemunhos recebidos e em informações adicionais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O documento enfatiza que as crescentes evidências relacionando a doença à exposição a fatores ambientais e ocupacionais têm tornado o público cada vez mais consciente do quanto tais riscos poderiam ser prevenidos através de medidas governamentais apropriadas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Foi analisada uma ampla gama de fatores ambientais relacionados ao risco de câncer, incluindo as exposições industriais, ocupacionais e na agricultura, além das exposições relacionadas à prática médica, atividades militares, estilo de vida moderno e fontes naturais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma das principais preocupações apresentadas no relatório é a constatação de que o peso dos fatores ambientais indutores de câncer foram até hoje grosseiramente subestimados. Há atualmente cerca de 80 mil químicos no mercado dos EUA, muitos dos quais são usados por milhões de estadunidenses em suas vidas diárias e são pouco ou não estudados, além de não monitorados -- ou seja, a exposição a potenciais carcinogênicos ambientais está amplamente disseminada. Um dos exemplos mencionados é o Bisfenol A (BPA), componente de plásticos e outros materiais ainda encontrado em muitos produtos destinados aos consumidores, e que permanece no mercado do país sem qualquer tipo de regulamentação apesar das crescentes evidências que relacionam a substância a várias doenças, incluindo cânceres (o BPA também é amplamente usado no Brasil em plásticos e no verniz interno de latas que acondicionam alimentos e bebidas; já é sabido que a substância pode migrar dos recipientes para o alimentos). Mas enquanto o BPA tem recebido considerável atenção da imprensa, o público continua a ignorar muitos outros carcinogênicos ambientais comuns.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O relatório destaca ainda que a pesquisa sobre as causas ambientais do câncer foi até hoje limitada pela baixa prioridade e pelo “financiamento inadequado”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como resultado, o quadro de oncologistas ambientais é relativamente pequeno e as consequências da exposição cumulativa ao longo da vida a carcinogênicos conhecidos, bem como a interação de contaminantes ambientais específicos, continuam muito pouco estudadas. “Falta ênfase na pesquisa ambiental como um caminho para a prevenção do câncer, comparando-se, em particular, com a ênfase dada a pesquisas sobre os mecanismos genéticos e moleculares da doença”, diz o documento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os pesquisadores ressaltam ainda que os atuais testes de toxicidade e métodos usados para estabelecer os níveis aceitáveis de exposição às substâncias não são capazes de representar com exatidão a natureza das exposições humanas a químicos potencialmente perigosos. Segundo eles, “os atuais testes de toxicidade se baseiam fundamentalmente em estudos com animais que utilizam doses substancialmente maiores do que aquelas às quais os humanos são normalmente expostos. Estes dados -- e os limites de exposição extrapolados a partir deles -- não levam em conta os efeitos danosos que podem ser provocados apenas por doses muito baixas. Além disso, como regra, os químicos são administrados quando os animais de laboratório estão em sua adolescência, um método que não dá conta de avaliar os impactos no útero, na infância e nas exposições cumulativas ao longo da vida. Mais ainda, as substâncias são testadas isoladamente e não em combinação”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Outro aspecto de grande importância ressaltado no relatório é que a abordagem da regulamentação adotada nos EUA é “reacionária” e não “precaucionária”. Ou seja, ao invés de adotar medidas preventivas quando há existência de incerteza acerca do potencial dano que um químico ou outro contaminante ambiental pode provocar, uma evidência de dano precisa ser incontestavelmente comprovada antes que possa ser tomada qualquer medida restritiva. Além disso, ao invés de exigir que a indústria ou outros proponentes da liberação comercial de químicos, utensílios ou atividades comprovem sua segurança, é o povo quem arca com o ônus de provar que uma dada exposição ambiental é prejudicial. Como exemplo, o relatório cita que apenas algumas centenas dos mais de 80 mil químicos em uso nos EUA tiveram sua segurança testada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Observe-se que esta “abordagem reacionária” é a mesma adotada no Brasil, tanto para a liberação de agrotóxicos como de sementes transgênicas. Os estudos para atestar a segurança dos produtos são apresentados pelas próprias empresas proponentes. E caso os órgãos reguladores (Anvisa, Ministério da Agricultura e Ministério do Meio Ambiente, no caso dos agrotóxicos; e CTNBio no caso dos transgênicos) não comprovem, cientificamente, a existência concreta de danos, o produto caminha naturalmente para a autorização.&lt;br /&gt;Na próxima edição deste Boletim: Contaminantes provenientes da agricultura e recomendações&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reducing Environmental Cancer Risk - What We Can do Now&lt;br /&gt;2008-2009 Annual Report / The President’s Cancer Panel, April 2010 - U.S. National Cancer Institute / National Institutes of Health / Department of Heath and Human Services.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4234583672689112062?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4234583672689112062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4234583672689112062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4234583672689112062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4234583672689112062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/os-agrotoxicos-estao-entre-os-fatores.html' title='Os agrotóxicos estão entre os fatores de risco'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-1128346164312848906</id><published>2011-06-19T19:26:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:56.529-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Relatório acusa UE e Monsanto de sonegarem informações sobre risco de câncer em herbicida</title><content type='html'>&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/57277946/RoundupandBirthDefectsv5"&gt;http://pt.scribd.com/doc/57277946/RoundupandBirthDefectsv5&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Relatório de pesquisa divulgado nesta semana acusa a multinacional de agroindústria e biotecnologia Monsanto de saber, desde 1980, que o herbicida Round-Up - cujo princípio ativo é o glifosato - provocaria anomalias congênitas. Ainda de acordo com o estudo, a Comissão Europeia - órgão responsável pela regulamentação e aplicação legislativa nos países da União Europeia - também estaria sistematicamente ignorando as evidências de risco do produto pelo menos desde 2002.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O estudo de 52 páginas foi desenvolvido pela Earth Open Search, grupo de pesquisa científica colaborativa pró-segurança alimentar. O texto do relatório, em inglês, intitulado “Round-up e anomalias congênitas: será que o público deve continuar às escuras?” (em tradução livre), pode ser lido na internet.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O glifosato é um herbicida sistêmico de amplo espectro e ação cumulativa. Vários estudos apontam sua relação com o aumento da incidência de abortos em animais, desenvolvimento de pragas resistentes devido ao uso contínuo e anomalias congênitas. As conclusões são reiteradas no relatório.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Entre as propostas apresentadas pelos pesquisadores está a criação de um fundo de pesquisas independente em substituição ao atual sistema atual de regulação, baseado em estudos pagos pelas empresas. Os autores defendem ainda a exclusão das indústrias do processo de regulação, a divulgação obrigatória de todas as minutas dos estudos da Comissão Europeia e a garantia de transparência no processo decisório sobre a liberação de pesticidas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O trabalho é assinado por Claire Robinson, pesquisadora da Earth Open Source; John Fagan, PhD em bioquímica pela Universidade de Cornell (EUA); Michael Antoniou, chefe do grupo de biologia nuclear do King’s College School (Reino Unido); Vyvyan Howard, da Universidade do Ulster (Irlanda do Norte); Richard Jennings, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), Carlo Leifert, da Universidade de Newcastle (Reino Unido); e dois pesquisadores brasileiros: Mohamed Ezz El Din Mostafa Habib, biólogo e pró-reitor da Unicamp, e Rubens Onofre Nodari, da Universidade Federal de Santa Catarina e integrante do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), do Ministério da Ciência e Tecnologia. (...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-1128346164312848906?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/1128346164312848906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=1128346164312848906' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1128346164312848906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/1128346164312848906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/relatorio-acusa-ue-e-monsanto-de.html' title='Relatório acusa UE e Monsanto de sonegarem informações sobre risco de câncer em herbicida'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2068567443798916308</id><published>2011-06-19T16:21:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:12.771-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agrotóxicos'/><title type='text'>Glifosato, duas décadas de mentiras de empresas e governos.</title><content type='html'>Graciela Gomez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AAPA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma longa e controvertida sequencia de decisões e cumplicidades desembocaram no modelo agropecuário da monocultura. Além do mais, o tempo mostrou a existência de uma metodologia que conta com a participação de políticos, juízes, médicos e jornalistas, que são os atores necessários nessa partilha. Todos sabem que os agrotóxicos são utilizados em quantidade e sobre as populações, e também que produzem efeitos letais à saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um relatório publicado pelo Departamento de Agricultura dos EUA e pelo Serviço Nacional de Estatísticas Agrícolas dá conta que o uso do herbicida  glifosato aumentou nos últimos anos, enquanto que o uso de outros produtos químicos, inclusive mais tóxicos ainda como a atrazina (1), não diminuiu. Contrariando as afirmações comuns dos fabricantes, o uso do glifosato disparou em relação à quantidade utilizada há apenas cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O milho do estado de Nebraska, nos EUA, experimentou um crescimento no uso de glifosato de cinco vezes em somente sete anos. Por outro lado, o uso generalizado da atrazina é  uma preocupação, devidos às ligações dessa substância química com graves  efeitos sobre a saúde humana, incluindo malformações de nascimento. A resistência das pragas tem levado os agricultores a depender cada vez mais de misturas tóxicas, incluindo alternativas como a atrazina. Também houve uma ação maior por parte das empresas no sentido de pesquisar variedades de sementes que sejam resistentes aos tratamentos herbicidas múltiplos, tais como o glifosato e 2,4-D, ou glifosato e acetocloro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2010, a Monsanto vendeu mais de 2 bilhões de dólares no Brasil com a produção e a comercialização da linha Roundup e as sementes genéticamente modificadas. O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos no mundo, e permite ainda o uso de produtos proibidos em vários países. O engenheiro agrônomo Marco Antonio de Moraes disse que “os pesquisadores da Fiocruz calculam a existência de 540 mil casos de intoxicação por praguicidas  a cada ano no Brasil, com cerca de 4 mil mortes”. &lt;br /&gt;O jornal El Comercio, do Equador, publicou que em 10 comunidades próximas à fronteira norte, entre o Equador e a Colombia, que 10% dos afetados por aspersões de glifosato tem danos genéticos irreversíveis. César Paz y Miño, diretor do Instituto de Pesquisas Biomédicas da Universidade das Américas e responsável pela pesquisa, explicou que entre os atingidos com sequelas permanentes, 5% terão câncer, 3% terão filhos com malformações de nascimento e outros 2% terão problemas de fertilidade. As conseqüências deixadas pelas fumigações com glifosato também foram reportadas durante o estudo biopsicosocial realizada pela Missão Solidária Manuela Espejo em 2535 pessoas com deficiências de saúde encontradas em Sucumbios. Em uma avaliação realizada por médicos e dermatologistas em 521 pessoas da região, foram encontrados 133 tipos diferentes de doenças, destacando-se as ulcerações e manchas na pele. Quanto aos danos ambientais, comprovou-se que a 15 quilômetros da fronteira com a Colômbia havia AMPA, um metabólito do glifosato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório “Roudup e malformações de nascimento: o público continua na escuridão?”, publicado no dia 7 de junho passado nos EUA, e cujos autores são os cientistas Michael Antoniou, Mohamed Ezz El-Din Habib Mostafa, C.Vyvyan Howard, Richard C. Jenings, Carlos Leifert, Rube Onofre Nodari e John Fragan, entre outros, é uma análiste exaustiva e uma crítica à decisão da União Européia em prorrogar a utilização do herbicida glifosato. Esse relatório deixa às claras a farsa publicada em 2 de abril deste ano no diário El Litoral, de Santa Fé. Ali apresentavam um comunicado com uma animosidade confusa e enganosa para o leitor, fazendo eco a um comunicado de impresa sem fundamentos publicado pela Sociedade Rural de Rosário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também deixa a descoberto que, apesar das advertências, e ainda que a Comissão Européias soubesse que o glifosato causa malformações pelo menos desde 2002, a informação não foi levada a público. Em troca, os reguladores enganaram a população sobre a segurança do glifosato, segundo o relatório do ano passado do Escritório Federal Alemão para a Proteção dos Consumidores e Segurança Alimentar. Sobre a revisão do glifosato, esse organismo disse à Comissão Européia que não havia provas de que esse produto causasse malformações de nascimento, minimizando a pesquisa de Andrés Carrasco no mesmo país onde as mortes recaem sobre os brotos de soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse novo relatório chega meses depois que os pesquisadores descobriram que os cultivos genéticamente modificados utilizados em conjunto com o Roundup contém um patógeno que pode causar abortos involuntários em animais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda que o glifosato originalmente deveria ser revisto em 2012, a Comissão Européia decidiu, no ano passado, não realizá-la nessa data, mas sim postergá-la até 2015.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nosso exame das evidências  leva-nos à conclusão que a aprovação atual do glifosato e Roundup é profundamente errônea e pouco fiável”, escreveram os autores do relatório, em sua conclusão. “Esta é  uma razão mais pela qual a Comissão Européia deve revisar com urgência os agrotóxicos glifosato e outros de acordo com os padrões mais rigorosos e atualizados”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada ano, a União Européia importa cerca de 35 milhões de toneladas de soja e derivados, a maioria dos quais é utilizada para alimentação animal ou elaboração de biocombustíveis. Uma lacuna na legislação da UE sobre rotulação permite que a carne, lacticínios, ovos e derivados de animais alimentados com OGM sejam vendidos sem rotulação específica. Dessa forma, a soja transgênica e os resíduos de glifosato entram na cadeia alimentar através da alimentação animal e permanecem ocultos aos consumidores europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova regulamentação dos pesticidas 1107/2009 põe em evidência que o Parlamento Europeu e o Conselho já não confiam na aprovação dos praguicidas com dados da própria indústria e de sua literatura “cinzenta”, mas a Comissão Européia parece estar fazendo todo o possível para burlar as intenções da nova regulamentação. Todo o processo de tomada de decisões sobre a postergação dos prazos ocorreu a portas fechadas com um grupo limitado de representantes nacionais, principalmente dos ministérios da agricultura dos Estados-membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma fonte da Comissão  que falou sob a condição de anonimato confirmou que a verdadeira causa da demora na revisão da situação do glifosato e de outros 38 pesticidas é um processo chamado Nova Apresentação. Este foi instituído em 2008 depois que a Comissão rechaçou expedientes  incompletos da indústria sobre liberação de alguns pesticidas. A indústria não esteve de acordo  e ameaçou demandá-la judicialmente, de formas que a Comissão chegou a um compromisso com a indústria, oferecendo-lhe uma segunda oportunidade para entregar os expedientes mais completos, ao mesmo  tempo em que os pesticidas permaneceriam no mercado por um período adicional de 3 ou 4 anos. Tomando-se todos esses estudos da indústria em seu conjunto, existem suficientes evidências para requerer aos reguladores a aplicação do princípio da precaução e retirar o glifosato do mercado. Em seu conjunto, os estudos da indústria e os documentos normativos relativos à autorização atual do herbicida revelam várias questões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria (incluindo a Monsanto) sabe desde a década de 80 que o glifosato causa malformações em animais de experimentação em doses elevadas. Também sabia desde 1993 que esses efeitos podem ocorrer com doses mais baixas e médias. Por sua vez, o governo alemão sabia que o glifosato causa malformações pelo menos desde 1998, ano em que apresentou seu relatório à Comissão da UE. A Comissão de Especialistas em Revisão Científica da UE sabe desde 1999 que o glifosato causa malformações. A própria Comissão Européia sabe disso desde 2002, e a Alemanha assegura que as espécies mais sensíveis à exposição crônica são as ratazanas. Esta é a razão para excluir as pesquisas em coelhos, que demontraram  teratogenicidade e efeitos adversos significativos nas doses mais baixas que as utilizadas nos estudos das ratazanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, um estudo de 75 dias em ratazanas demonstrou que o glifosato Biocarb (uma formulação brasileira) causou danos às células do fígado. A indústria utiliza o argumento de que as toxinas se decompõem no fígado, ou não atravessam a barreira placentária nas mulheres grávidas. Por essas razões, alguns cientistas e políticos exigem uma reforma para a avaliação de riscos, por exemplo estabelecer que se um pesticida tem certas características perigosas, automaticamente deva ser rejeitado, o que se denomina “perigo de corte”. Isso difere do enfoque atual de avaliação de riscos, que supõe que ainda quando exista um perigo, o risco “pode ser manejado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento de Williams G. Kroes e Munro, de 2000, é citado 32 vezes pelo relatório do Conicet sobre o glifosato,  é reiterado no relatório-espelho da UNL para a sentença San Jorge(2), e foi publicado em uma revista química controvertida, patrocinada pela indústria. Tudo isso importaria menos se Williams citasse fontes fidedignas em suas pretensões da segurança reprodutiva usando o glifosato, mas ele cita estudos não publicados da indústria, tais como Schroeder (1981), Reyna (1990) e Tasker (1980). É estranho que Williams não mencione os outros estudos, como os de Suresh (1993), Brooker (1991), e Bhide e Patil(1989), que comprovaram que o glifosato é teratogênico e estavam no mesmo processo. Isso é algo que o ministro Lino Barañao(3) deveria responder. A legislação ambiental vigente e as decisões baseadas na avaliação de riscos não tem conseguido proteger adequadamente a saúde humana e o meio ambiente. Acreditamos que há provas convincentes de que os danos aos seres humanos e ao meio-ambiente são de tal magnitude que é necessário aplicar o Princípio da Precaução. As ameaças graves que pesam sobre a humanidade deveriam obrigar toda pessoa ou entidade  pública a assumir a responsabilidade dos efeitos dos seus atos ou das falhas nas suas atuações, e quando essa responsabilidade não seja  competência de um Estado, eleva-las a uma jurisdição internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são diretrizes expressas na Declaração Internacional sobre os Perigos para a Saúde pela Contaminação Química (chamamento de Paris, 2004), e da Declaração de Wingspread, de 1998, algo que nossos governantes deveriam ler mais freqüentemente, em vez de fazer contas sobre a rentabilidade que a soja lhes deixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Herbicida antigo, ainda usado por seu baixo custo e por que atua em sinergia quando usado com outros herbicidas (N. do T.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(2) Sentença da justiça argentina que proibiu a fumigação de glifosato junto à area urbana da cidade de San Jorge, em Santa Fé (N. do T.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(3) Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina (N. do T.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fonte: Associación Argentina de Periodistas Ambientales (AAPA).  .&lt;br /&gt; www.rebelion.org/noticia.php?id=130604&amp;titular=glifosato-dos-décadas-de-mentiras-de-empresas-y-gobiernos-&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2068567443798916308?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2068567443798916308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2068567443798916308' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2068567443798916308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2068567443798916308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/glifosato-duas-decadas-de-mentiras-de.html' title='Glifosato, duas décadas de mentiras de empresas e governos.'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-4881582524894170698</id><published>2011-06-10T18:21:00.003-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:56.530-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Pesquisa confirma presença de toxina transgênica no sangue de mulheres, gestantes e fetos</title><content type='html'>No Canadá, 69 mulheres, entre elas 30 grávidas no final de gestação, tiveram seu sangue testado para a presença de pesticidas associados aos produtos transgênicos. A toxina transgênica produzida pelas plantas Bt foi encontrada em 93% das gestantes, 69% das não-gestantes e em 80% dos cordões umbilicais. O metabólito do herbicida glufosinato de amônio foi encontrado no sangue de 100% das parturientes, 100% dos fetos e 67% das não-gestantes. O glifosato foi encontrado em 5% das não-gestantes e o glufosinato em 18%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, entre soja e milho, há 17 tipos de transgênicos liberados para plantio e consumo que produzem ou estão associados aos venenos avaliados no estudo. Entre as variedades de milho liberadas estão 5 que contém exatamente a mesma toxina identificada pelo estudo (Cry1Ab) e outras 5 que produzem proteínas da mesma família (Cry).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CTNBio, conforme manda a lei, é composta por doutores de notório saber, que ao liberarem esses transgênicos afirmaram que “A proteína Cry1Ab (…) [é] degradada no aparelho gastrointestinal de mamíferos” e que “ (...) após aquecimento, a degradação é mais rápida, o que sugere uma menor concentração da proteína em alimentos à base de milho que sejam aquecidos durante o processamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tem mais: “Quanto aos níveis de resíduos do glufosinato de amônio deixados na planta, tendo em vista seu uso durante o cultivo da variedade transgênica, estudos realizados no Brasil demonstraram não haver diferenças entre aqueles níveis encontrados na variedade parental quando comparados com a variedade transgênica”. Isso é tudo que se disse a respeito do uso associado da semente transgênica e do agrotóxico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram do estudo mulheres urbanas que vivem em Sherbrooke, distrito de Quebec, e que nunca trabalharam com os agrotóxicos em questão. Suas dietas, como apontam os autores da pesquisa, são aquelas típicas das populações de classe média de países ocidentais industrializados. Dado o amplo uso de milho e soja transgênicos em produtos alimentares, é de se esperar que a maioria da população esteja exposta diariamente a esses produtos por meio de sua alimentação, concluem os pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 6 meses no cargo de ministro responsável pela CTNBio, Aloizio Mercadante ainda não se pronunciou a respeito da Comissão, deixando rolar o voo cego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo foi publicado na última edição da Reprodutictive Toxicology. Os autores Aziz Aris e Samuel Leblanc, da Universidade de Quebec, concluem que esse foi o primeiro estudo do gênero e que mais avaliações como essa são necessárias em função da fragilidade dos fetos, sobretudo quando se considera a potencial toxicidade desses poluentes ambientais associados às plantas transgênicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coleta das amostras de sangue foi realizada antes do parto, todos normais e com bebês sadios, e antes dos procedimentos de ligadura de trompas. Os cordões umbilicais foram testados após o nascimento dos bebês. A pesquisa teve consentimento das participantes e aprovação do Comitê de Ética para pesquisas com humanos e testes clínicos (CHUS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com informações de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aris A.;Leblanc S. Maternal and fetal exposure to pesticides associated to genetically modified foods in Eastern Townships of Qubec, Canada. Reprod Toxicol (2011)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discovery of Bt insecticide in human blood proves GMO toxin a threat to human health, study finds, por Jonathan Benson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genetically Modified Organisms are unfit for comsumption, por Ethan Huff&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-4881582524894170698?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/4881582524894170698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=4881582524894170698' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4881582524894170698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/4881582524894170698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/sinalizar-esta-mensagem-pesquisa.html' title='Pesquisa confirma presença de toxina transgênica no sangue de mulheres, gestantes e fetos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-5029085785655486386</id><published>2011-06-10T17:40:00.003-03:00</published><updated>2011-06-10T17:41:10.457-03:00</updated><title type='text'>A organização da unidade econômica camponesa: alguns aspectos do pensamento de Chayanov e de Marx</title><content type='html'>&lt;a href="http://www4.fct.unesp.br/nera/revistas/07/Pontes.PDF"&gt;http://www4.fct.unesp.br/nera/revistas/07/Pontes.PDF&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista NERA Presidente Prudente Ano 8, n. 7 pp. 35-47 Jul./Dez. 2005 35&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-5029085785655486386?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/5029085785655486386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=5029085785655486386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5029085785655486386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5029085785655486386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/revista-nera-presidente-prudente-ano-8.html' title='A organização da unidade econômica camponesa: alguns aspectos do pensamento de Chayanov e de Marx'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-5494345851098931477</id><published>2011-06-10T17:06:00.002-03:00</published><updated>2011-06-10T17:06:25.493-03:00</updated><title type='text'>Argentina apresenta Isa, vaca clonada que produzirá leite similar ao humano</title><content type='html'>Fonte: Globo Rural &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, apresentou nesta quinta-feira (09/06) a bezerra Isa, fruto da clonagem de genes bovinos com humanos realizada por cientistas para gerar uma vaca que produza leite “maternizado”. Isa, nascida no último mês de abril no Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), produzirá, quando adulta, um leite similar ao humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A clonagem da primeira vaca no mundo capaz de produzir leite maternizado foi realizada por cientistas do Inta e da Universidade de San Martín (Usam), afirmou a governante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bezerra é resultado da clonagem de dois genes humanos que codificam proteínas presentes no leite humano e de grande importância para a nutrição dos lactantes. "Essas proteínas são a lactoferrina e a lisozima humanas, que têm funções antibacterianas, nutrem as crianças de ferro e fornecem agentes de imunidade contra doenças”, segundo o Inta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É um orgulho para todos os argentinos ter a primeira vaca clonada que dará leite maternizado. Isso demonstra as coisas que somos capazes de fazer", destacou Cristina, assinalando que Isa é "o nome simpático" que os cientistas puseram na bezerra ao misturar as siglas do Inta e da Usam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Clones argentinos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Argentina entrou no seleto clube da clonagem destinada a criar vacas transgênicas com fins medicinais em agosto de 2002, quando nasceu Pampa, fruto da clonagem realizada por especialistas do laboratório Bio Sidus, a fim de obter leite bovino com a proteína de crescimento humano hGH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descendentes de Pampa, primeira bezerra clonada na América Latina, produzem leite do qual é extraída essa proteína para produzir a menor custo remédios para crianças com deficiências de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, cientistas argentinos clonaram cavalos e touros para obter exemplares de melhor rendimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-5494345851098931477?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/5494345851098931477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=5494345851098931477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5494345851098931477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5494345851098931477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/argentina-apresenta-isa-vaca-clonada.html' title='Argentina apresenta Isa, vaca clonada que produzirá leite similar ao humano'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-8222284753148725666</id><published>2011-06-10T17:05:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:56.531-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Genetically Modified Cows Produce "Human" Milk</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.good.is/post/genetically-modified-cows-produce-human-milk/"&gt;http://www.good.is/post/genetically-modified-cows-produce-human-milk/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Earlier this month, China held an exhibition to showcase major technical achievements during its 11th Five-Year Plan (2006-2010). Among the wonders on display were photos of a herd of 200 cows that have been genetically modified to produce "human" milk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precise details of the bioengineering employed to adjust the composition of the milk these 200 cows produce are not available, nor is it clear exactly how closely the GM cow milk will resemble its human analog. According to the announcement in the state-run news outlet, China Daily, Li Ning, director of the State Key Laboratories for AgroBiotechnology at China Agricultural University, confirmed that the genetically modified herd's milk "contains the characteristics of human milk."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li added that the cow-human milk "tastes stronger than normal milk" and explained that:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    In ancient China, only the emperor and the empress could drink human milk throughout their lives, which was believed to be the height of opulence. Why not make that kind of milk more available for ordinary people?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Interestingly, human milk has low protein density compared with cow's milk, and many of its health benefits are to be found in so-called "non-nutritional factors" such as anti-microbials, anti-inflammatory substances, hormones, and digestive enzymes. Li is vague on the specifics, but promises that China's genetically modified cows will allow scientists to mass-produce ingredients "that can help improve the immune systems and the central nervous systems of children." "Within 10 years," he added, "people will be able to pick up these human-milk-like products at the supermarket."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The ingenuity involved in shifting the nutrient profile of milk produced by mammals is pretty remarkable—it can now only be a matter of time before we bypass the Nestlé factory altogether and squeeze chocolate-yumberry flavor cow's milk with brain-boosting Omega 3 direct from our pet goat's udders.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;However, this development should be understood in the light of China's recent scares over melamine-tainted baby milk. The national scandal that followed the sickening of nearly 300,000 infants fed the tainted milk powder prompted an ongoing discussion about the country's declining breast-feeding rates, which, in turn, has been blamed on everything from aggressive marketing by formula producers, migrant working patterns, and the rise of body image concerns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Still, in a country where up to 90 percent of adults are lactose intolerant, genetically modifying cows to produce human breast milk seems like an unnecessarily complicated solution to a problem that could instead be tackled through greater support for and awareness of the benefits of breast-feeding itself, not to mention rigorous enforcement of China's new food safety laws.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-8222284753148725666?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/8222284753148725666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=8222284753148725666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8222284753148725666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/8222284753148725666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/genetically-modified-cows-produce-human.html' title='Genetically Modified Cows Produce &quot;Human&quot; Milk'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-658968083392289449</id><published>2011-06-06T16:38:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:12.772-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agrotóxicos'/><title type='text'>Descoberta do inseticida Bt em sangue humano</title><content type='html'>Descoberta do inseticida Bt em sangue humano prova que toxina presente em OGMs é uma ameaça à saúde humana, conforme pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sunday, May 15, 2011, Jonathan Benson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(NaturalNews) O castelo de cartas da indústria da biotecnologia parece estar se desintegrando. Um novo estudo feito pela Universidade de Sherbrooke, no Canadá, recentemente detectou, pela primeira vez, a toxina Bt, um componente de alguns cultivos geneticamente modificados (GM), em amostras de sangue humano. Definido a ser publicado no periódico de peer-reviewed (nt.: revisão aos pares, revisão paritária ou arbitragem) Reproductive Toxicology (Toxicologia Reprodutiva), o novo estudo desmascara a falsa noção de que este componente, a toxina Bt, é metabolizado pelo sistema digestivo e, em vez disso, mostra que esta toxina persiste indefinidamente na corrente sanguínea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito tempo os porta-vozes das indústrias alegam que a toxina Bt, originária de uma bactéria de solo, conhecida como Bacillus thuringiensis, é inofensiva aos seres humanos. Esta toxina, um agrotóxico que se torna sistêmico, é integrada a determinadas culturas geneticamente modificadas, para repelir pragas. O milho Bt, por exemplo, foi realmente concebido para que a planta produzisse a toxina diretamente dentro dos núcleos de todos os tecidos para serem posteriormente consumida por ambos, os animais e os  eres humanos (www.naturalnews.com/026426_G...). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estudo recente, os pesquisadores Aziz Aris e Samuel Leblanc avaliaram 30 mulheres grávidas (pregnant women) e 39 outras não-grávidas (women) que compareceram ao Centre Hospitalier Universitaire de Sherbrooke (CHUS) em Quebec, Canadá, para uma esterilização tubária. Na tomada de amostras de sangue (blood samples), os pesquisadores detectaram a toxina Bt Cry1Ab em chocantes 93% das mães e 80% das amostras de sangue fetal (blood). 69% das mulheres não-grávidas foram detectadas positivamente para a toxina presente no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as mulheres envolvidas no estudo consumiam dieta típica do Canadá que, como nos EUA, está repleta de produtos geneticamente modificados e, consequentemente, de toxinas. Produtos originários de soja, milho (corn), canola e batata, por exemplo, estão presentes em muitos dos alimentos consumidos tanto nos EUA como no Canadá, o que explica ser a toxina Bt, altamente prevalente em amostras de sangue das mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o fato da toxina Bt ter sido detectada até mesmo em bebês ainda não nascidos mostra que esta substância química é facilmente transmitida de mãe para filho, e que persiste por muito mais tempo do que a indústria de biotecnologia (biotechnology) informa. Claramente, a toxina é prejudicial tanto às pragas como aos seres humanos. Estudos anteriores já mostraram que tanto esta toxina como outros agrotóxicos acabam por contaminar e persistir no ambiente, tornando-os um importante problema de saúde pública (health).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fontes para esta informação inclui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;indiatoday.intoday.in/site/s...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link direto da pesquisa da Universidade de Sherbrooke, Canadá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.usherbrooke.ca/gnec/pj/Article%20paru%20dans%20Reproductive%20Toxicology%20(document%20PDF).pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ler mais sobre o tema: www.naturalnews.com/032407_Bt_insecticide_GMOs.html#ixzz1MhvmKCX2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-658968083392289449?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/658968083392289449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=658968083392289449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/658968083392289449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/658968083392289449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/06/descoberta-do-inseticida-bt-em-sangue.html' title='Descoberta do inseticida Bt em sangue humano'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2770754250544183805</id><published>2011-05-28T13:44:00.003-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:12.772-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='agrotóxicos'/><title type='text'>Aquífero Guarani está contaminado por agrotóxicos</title><content type='html'>17 de maio de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do DCI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aquífero Guarani, manancial subterrâneo de onde sai 100% da água queabastece Ribeirão Preto, cidade do nordeste paulista localizada a 313 quilômetros da capital paulista, está ameaçado por herbicidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conclusão vem de um estudo realizado a partir de um monitoramento do Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) em parceria com um grupo de pesquisadores, que encontrou duas amostras de água de um poço artesiano na zona leste da cidade com traços de diurom e haxazinona, componentes de defensivo utilizado na cultura da cana-de-açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período, foram investigados cem poços do Daerp com amostras colhidas a cada 15 dias. As concentrações do produto encontradas no local foram de 0,2 picograma por litro - ou um trilionésimo de grama.&lt;br /&gt;O índice fica muito abaixo do considerado perigoso para o consumo humano na Europa, que é de 0,5 miligrama (milésimo de grama) por litro, mas, ainda assim, preocupa os pesquisadores, que analisam como possível uma contaminação ainda maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, não há níveis considerados inseguros para as substâncias. Ainda assim, a presença do herbicida na zona leste - onde o aquífero é menos profundo - acende a luz amarela para especialistas. Segundo Cristina Paschoalato, professora da Unaerp que coordenou a pesquisa, o resultado deve servir de alerta. "Não significa que a água está contaminada, mas é preciso evitar a aplicação de herbicidas e&lt;br /&gt;pesticidas em áreas de recarga do aquífero", disse ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O monitoramento também encontrou sinais dos mesmos produtos no Rio Pardo, considerado como alternativa para captação de água para a região no longo prazo. "Isso mostra que, se a situação não for resolvida e a prevenção feita de forma adequada, Ribeirão Preto pode sofrer perversamente, já que a opção de abastecimento também será inviável se houver a contaminação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquífero ameaçado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sistema Aquífero Guarani, que faz parte da Bacia Geológica Sedimentar do Paraná, cobre uma superfície de 1,2 milhão de quilômetros quadrados, sendo 839., 8 mil no Brasil, 225,5 mil quilômetros na Argentina, 71,7 mil no Paraguai e 58,5 mil no Uruguai.&lt;br /&gt;Com uma reserva de água estimada em 46 mil quilômetros quadrados, a população atual em sua área de ocorrência está em quase 30 milhões de habitantes, dos quais 600 mil em Ribeirão Preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A água do SAG é de excelente qualidade em diversos locais, principalmente nas áreas de afloramento e próximo a elas, onde é remota a possibilidade de enriquecimento da água em sais e em outros compostos químicos. É justamente o caso de Ribeirão, conhecida nacionalmente pela qualidade de sua água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o engenheiro químico Paulo Finotti, presidente da Sociedade de Defesa Regional do Meio Ambiente (Soderma), Ribeirão corre o risco de inviabilizar o uso da água do aquífero in natura. "A zona leste registra plantações de cana em áreas coladas com lagos de água do aquífero. É um processo de muitos anos, mas esses defensivos fatalmente chegarão ao aquífero, o que poderá inviabilizar o consumo&lt;br /&gt;se nada for feito", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já para Marcos Massoli, especialista que integrou o grupo local de estudos sobre o aquífero, a construção de casas e condomínios na cidade, liberada através de um projeto de lei do ex-vereador Silvio Martins (PMDB) em 2005, é extremamente prejudicial à saúde do aquífero. "Prejudica muito a impermeabilidade, o que atinge em cheio o Aquífero", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Captação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro problema que pode colocar em risco o abastecimento de água de Ribeirão no médio prazo é a extração exagerada de água do manancial subterrâneo. Se o mesmo ritmo de extração for mantido, o uso da água do Aquífero Guarani pode se tornar inviável nos próximos 50 anos em Ribeirão Preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alternativa, além de reduzir a captação, pode ser investir em estruturas de captação das águas de córregos e rios que, além de não terem a mesma qualidade, precisam de investimentos significativamente maiores para serem tratadas e tornadas potáveis. A perspectiva já é considerada pelos estudiosos do chamado Projeto Guarani, que envolveu quatro países com território sobre o reservatório subterrâneo. O cálculo final foi entregue no fim do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mapeamento mostrou que a velocidade do fluxo de água absorvida pela reserva é mais lenta do que se supunha. Pelas contas dos especialistas, a cidade extrai 4% mais do que poderia do manancial. A média de consumo diário de água em Ribeirão é de 400 litros por habitante, bem acima dos 250 litros da média nacional. Por hora, a cidade tira do aquífero 16 mil litros de água. Vale lembrar que a maior parcela de água doce do mundo, algo em torno de 70%, está localizada, em forma de gelo, nas calotas polares e em regiões montanhosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros 29% estão em mananciais subterrâneos, enquanto rios e lagos não concentram sequer 1% do total. Entretanto, em se tratando da água potável, aproximadamente 98% se encontram no subsolo, sendo o Aquífero Guarani a maior delas. A alternativa para não desperdiçar esses recursos é investir em reflorestamento para garantir a recarga do aquífero, diz o secretário-geral do projeto, Luiz Amore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida&lt;br /&gt;Secretaria Operativa&lt;br /&gt;fone: (11) 3392 2660&lt;br /&gt;_______________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2770754250544183805?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2770754250544183805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2770754250544183805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2770754250544183805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2770754250544183805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/aquifero-guarani-esta-contaminado-por.html' title='Aquífero Guarani está contaminado por agrotóxicos'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7474224801693538352</id><published>2011-05-27T07:19:00.000-03:00</published><updated>2011-08-07T10:08:56.531-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trangênicos'/><title type='text'>Líder em transgênicos, RS perde em produtividade</title><content type='html'>Valor Econômico, 26.05.2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Bueno | De Porto Alegre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora lidere o ranking dos Estados brasileiros no uso de sementes transgênicas de soja e milho, o Rio Grande do Sul está atrasado em termos de produtividade das duas lavouras em relação ao resto do país. Os gaúchos estão em último lugar na região Sul e, apesar da melhoria gradativa do desempenho nos últimos anos, ainda levariam pelo menos uma década, no ritmo atual, para alcançar os paranaenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados são um desdobramento do estudo sobre benefícios socioambientais da biotecnologia, divulgado em março pela Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) e pela consultoria Céleres. Segundo o levantamento, o Rio Grande do Sul está em último lugar em rendimento entre os 17 Estados produtores de soja (incluindo o Distrito Federal), com previsão de 2.680 quilos por hectare na safra 2010/11, e em 9º no milho (4.630 kg/ha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o problema, conforme o presidente da Abrasem, o gaúcho Narciso Barison Neto, não está nos transgênicos, e sim, no caso da soja, no elevado índice de multiplicação de sementes nas propriedades. A prática reduz o uso de material certificado, produzido pelas sementeiras ligadas à entidade, que têm maior vigor, são aprimorados todos os anos e proporcionam melhor produtividade, explica. "O Rio Grande do Sul é o Estado que mais salva sementes [para plantio na safra seguinte]".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Anderson Galvão, da Céleres, 99% das lavouras de soja no Estado (4,1 milhões de hectares) são plantadas com sementes transgênicas, ante 76,2% na média nacional. Já o uso de sementes certificadas limita-se a 45%, enquanto no Brasil o percentual chega a 75%. Com isso, a produtividade gaúcha ficará 14% abaixo da média brasileira e 19% inferior à paranaense em 2010/11. Já as plantações transgênicas gaúchas de milho ocupam 68% da área de 1 milhão de hectares, contra 44,4% no país (considerada apenas a safra de verão). O índice de sementes certificadas também é maior no Estado (95%) do que na média nacional (75%), mas aí o problema é outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Galvão, entre 60% e 70% das lavouras gaúchas de milho são semeadas com dois tipos de híbridos mais baratos e de baixa tecnologia, distribuídos principalmente por programas de apoio governamentais. Em todo o Brasil esse índice é de 50% a 55%, e embora a produtividade do Estado supere em 10% a média nacional nesta safra, ela perde de longe para o Paraná e o Distrito Federal, que passam dos 8 mil quilos por hectare, conforme a Céleres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da Céleres mostra que nos últimos dez anos a produção, a área plantada e a produtividade da soja gaúcha cresceram 52%, 24% e 38%, respectivamente, enquanto o uso de transgênicos avançou de quase 70% para 99% da área. De 2006/07 ao ciclo 2010/11, o plantio de sementes certificadas também avançou de menos de 5% da área para 45%.&lt;br /&gt;Conforme Barison Neto, o percentual de material certificado era de 65% até 1999, antes da chegada das sementes transgênicas contrabandeadas da Argentina e batizadas de "Maradona". Agora, diz Galvão, o fluxo se inverteu. Há dois anos são os argentinos que levam do Rio Grande do Sul sementes de soja RR com germoplasma melhorado, conhecidas pelos vizinhos como "Ronaldinho". No milho, a área plantada nos últimos dez anos teve queda de 30%, mas produção e rendimento avançaram 19% e 56%. As sementes transgênicas avançaram de menos de 10% para 68% desde 2008/09, enquanto desde 2006/07 o uso de material certificado cresceu e alcançou 95%.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7474224801693538352?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7474224801693538352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7474224801693538352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7474224801693538352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7474224801693538352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/lider-em-transgenicos-rs-perde-em.html' title='Líder em transgênicos, RS perde em produtividade'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-7943935320199235485</id><published>2011-05-23T21:10:00.002-03:00</published><updated>2011-05-23T21:10:54.863-03:00</updated><title type='text'>Bolívia cria Lei da Mãe Terra: País dá exemplo ao mundo</title><content type='html'>A Bolívia está em vias da aprovar a primeira legislação mundial dando à natureza direitos iguais aos dos humanos. A Lei da Mãe Terra, que conta com apoio de políticos e grupos sociais, é uma enorme redefinição de direitos. Ela qualifica os ricos depósitos minerais do país como "bençãos", e se espera que promova uma mudança importante na conservação e em medidas sociais para a redução da poluição e controle da indústria, em um país que tem sido há anos destruído por conta de seus recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Conferência do Clima de Cancun, a Bolívia destoou da maioria quando declarou que todo o processo era uma farsa, e que países em desenvolvimento não apenas estavam carregando a cruz da mudança do clima como, com novas medidas, teriam de cortar também mais suas emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei da Mãe Terra vai estabelcer 11 direitos para a natureza, incluindo o direito à vida, o direito da continuação de ciclos e processos vitais livres de alteração humana, o direito a água e ar limpos, o direito ao equilíbrio, e o direito de não ter estruturas celulares modificadas ou alteradas geneticamente. Ela também vai assegurar o direito de o país "não ser afetado por megaestruturas e projetos de desenvolvimento que afetem o equilíbrio de ecossistemas e as comunidades locais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o vice-presidente Alvaro García Linera. "ela estabelece uma nova relação entre homem e natureza. A harmonia que tem de ser preservada como garantia de sua regeneração. A terra é a mãe de todos". O presidente Evo Morales é o primeiro indígena americano a ocupar tal cargo, e tem sido um crítico veemente de países industrializados que não estão dispostos a manter o aquecimento da temperatura em um grau. É compreensível, já que o grau de aquecimento, que poderia chegar de 3.5 a 4 graus centígrados, dadas tendências atuais, significaria a desertifição de grande parte da Bolívia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mudança significa a ressurgência da visão de um mundo indígena andino, que coloca a deusa da Terra e do ambiente, Pachamama, no centro de toda a vida. Esta visão considera iguais os direitos humanos e de todas as outras entidades. A Bolivia sofre há tempos sérios problema ambientais com a mineração de alumínio, prata, ouro e outras matérias primas. (fonte: site consciência adamantina).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.conflitoambiental.icict.fiocruz.br/index.php&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-7943935320199235485?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/7943935320199235485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=7943935320199235485' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7943935320199235485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/7943935320199235485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/bolivia-cria-lei-da-mae-terra-pais-da.html' title='Bolívia cria Lei da Mãe Terra: País dá exemplo ao mundo'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-384773253215819587</id><published>2011-05-17T19:29:00.000-03:00</published><updated>2011-05-17T19:29:29.353-03:00</updated><title type='text'>Baixar publicações do NEAD</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.nead.org.br/portal/nead/nead-estudos/"&gt;http://www.nead.org.br/portal/nead/nead-estudos/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-384773253215819587?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/384773253215819587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=384773253215819587' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/384773253215819587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/384773253215819587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/baixar-publicacoes-do-nead.html' title='Baixar publicações do NEAD'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2595051528218404381</id><published>2011-05-15T19:22:00.001-03:00</published><updated>2011-05-15T19:26:06.717-03:00</updated><title type='text'>SBPC e ABC divulgam estudo sobre o novo Código Florestal brasileiro</title><content type='html'>Publicado em abril 26, 2011 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, apresenta os resultados de estudos realizados pela SBPC e pela ABC, que analisou as questões relativas ao Código Florestal brasileiro à luz do conhecimento científico e tecnológico. Foto de Valter Campanato/ABr.&lt;br /&gt;A presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, apresenta os resultados de estudos realizados pela SBPC e pela ABC, que analisou as questões relativas ao Código Florestal brasileiro à luz do conhecimento científico e tecnológico. Foto de Valter Campanato/ABr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) querem que o Congresso Nacional adie por dois anos a votação do novo Código Florestal e tome a decisão sobre a nova lei com base em estudos científicos. A recomendação das duas entidades é baseada em estudo feito por um grupo de trabalho formado por 12 especialistas e publicado hoje (25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a votação do Projeto de Lei nº 1876/99 divide ambientalistas e ruralistas, as duas entidades científicas se oferecem para mediar o “diálogo”, termo escolhido no lugar de “debate”. “A ciência brasileira não pode ficar fora do diálogo sobre o novo Código Florestal”, afirmou a presidenta da SBPC, Helena Nader.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, nenhum cientista ou pesquisador foi consultado para “aquela proposta” do deputado Aldo Rebelo (PCdo B-SP). Rebelo é o autor do relatório aprovado em julho do ano passado em comissão especial na Câmara dos Deputados. De acordo com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), a proposta deve ser votada na próxima semana, no dia 3 ou 4 de maio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrantes do grupo de trabalho da ABC e da SBPC explicam que o prazo de dois anos é necessário para que se avaliem os possíveis efeitos que as mudanças na legislação terão no meio ambiente. Para o grupo, é preciso prazo também para o desenvolvimento de tecnologia que permita analisar, por exemplo, por meio de maquetes digitais (com topografia feita com base em imagens de satélite), as condições do solo e medir o tamanho das áreas que devem permanecer protegidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que está sendo proposto [no relatório de Aldo Rebelo] não tem embasamento científico”, diz o engenheiro Antônio Donato Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Nobre não criticou diretamente os ruralistas e disse à Agência Brasil que “tem fundamento” a reclamação dos produtores rurais em relação às exigências do atual Código Florestal, que é de 1965. “Existe uma série de tópicos que carecem de melhor definição”, diz o cientista, ressaltando, porém, não acreditar que as exigências do atual código inviabilizem a atividade rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o advogado do Instituto Socioambiental (ISA), Raul Telles do Valle, o Congresso Nacional deveria acatar o pedido da SBPC e da ABC. “Não é razoável fazer uma votação e jogar isso aí [o estudo] no lixo. A ciência é parte”, reconheceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas programaram entregar nesta tarde o estudo ao presidente da Câmara dos Deputados e ao próprio deputado Aldo Rebelo. Além desses, irão receber o texto, ao longo da semana, os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, da Educação, Fernando Haddad; e da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento será levado na quarta-feira (27) à Casa Civil da Presidência da República.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Link para o livro &lt;b&gt;‘Código Florestal e a Ciência‘&lt;/b&gt; (no formato PDF) disponível no site da SBPC &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.sbpcnet.org.br/site/arquivos/codigo_florestal_e_a_ciencia.pdf"&gt;http://www.sbpcnet.org.br/site/arquivos/codigo_florestal_e_a_ciencia.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem de Gilberto Costa, da Agência Brasil, publicado pelo EcoDebate, 26/04/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2595051528218404381?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2595051528218404381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2595051528218404381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2595051528218404381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2595051528218404381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/sbpc-e-abc-divulgam-estudo-sobre-o-novo.html' title='SBPC e ABC divulgam estudo sobre o novo Código Florestal brasileiro'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-2654509975206656557</id><published>2011-05-15T07:59:00.000-03:00</published><updated>2011-05-15T07:59:33.951-03:00</updated><title type='text'>Baixar livro: A marcha dos pequenos proprietários rurais: trajetórias de migrantes do Sul do Brasil para o Mato Grosso</title><content type='html'>O livro é primeiro volume da coleção "Sociedades e Economia do Agronegócio". O estudo foi coordenado por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação de Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (PPGSA/IFCS/UFRJ), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional, ligado ao PPGAS/MN/UFRJ, e do Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CPDA/UFRRJ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser adquirido através do site:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=" http://www.e-papers.com.br/produtos.asp?codigo_produto=1917"&gt; http://www.e-papers.com.br/produtos.asp?codigo_produto=1917&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  versao digital é gratuita e encontra-se no link acima.&lt;br /&gt;É necessário fazer uma rápido cadastro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-2654509975206656557?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/2654509975206656557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=2654509975206656557' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2654509975206656557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/2654509975206656557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/baixar-livro-marcha-dos-pequenos.html' title='Baixar livro: A marcha dos pequenos proprietários rurais: trajetórias de migrantes do Sul do Brasil para o Mato Grosso'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-5905560228888358330</id><published>2011-05-10T06:49:00.000-03:00</published><updated>2011-05-10T06:49:24.212-03:00</updated><title type='text'>Baixar Cartilhas agroecologia, segurança alimentar, pecuária ecológica</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.mutuando.org.br/download_cartilhas.html"&gt;http://www.mutuando.org.br/download_cartilhas.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-5905560228888358330?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/5905560228888358330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=5905560228888358330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5905560228888358330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/5905560228888358330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/baixar-cartilhas-agroecologia-seguranca.html' title='Baixar Cartilhas agroecologia, segurança alimentar, pecuária ecológica'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-6607180961475256583</id><published>2011-05-09T19:57:00.002-03:00</published><updated>2011-05-09T19:57:56.581-03:00</updated><title type='text'>Olho no futuro</title><content type='html'>por Míriam Leitão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta semana o Brasil pode tomar uma decisão que vai afetar as futuras gerações. O país tem diante de si muitas dúvidas, mas já tem uma certeza: até agora, errou muito. O Código Florestal não é sobre o conflito entre produtores rurais e ambientalistas, é sobre os erros do passado, as chances e riscos do futuro. O debate tem sido medíocre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fotógrafo brasileiro e global Sebastião Salgado passou os últimos anos olhando o presente do futuro num projeto chamado Gênesis, que lembra o passado mais inicial. Fotografa o que resta de protegido na natureza. Essa ideia surgiu quando voltou para a fazenda em que cresceu no interior de Minas, Aimorés. Tudo árido, desmatado, morros pelados, erosões. Nada lembrava a vida cheia de verde que ele tinha visto na infância. Ele começou a replantar. Mil, duas mil, um milhão de mudas de espécies nativas. A água, que havia secado, brotou de novo; as árvores cresceram, voltaram animais, pássaros. A mulher do fotógrafo e autora do projeto, Lélia Salgado, quando me contou o momento da descoberta da água retornada, se emocionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtores pensam estar protegendo seus interesses quando defendem anistias e leis que aceitam mais desmatamento. Podem estar secando seus rios, revoltando os leitos que vão mostrar suas fúrias nas tempestades, minando o solo, que vai secar, desabar ou se partir nas crateras da erosão. Podem estar contratando o acirramento de fenômenos climáticos extremos que destruirão suas terras, plantações e a economia do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dilema que está diante de nós é maior do que temos visto. O Brasil é ao mesmo tempo um dos maiores produtores de alimentos do mundo, o país com a maior diversidade biológica do planeta, um dos grandes reservatórios de água. Como é possível conciliar a abundância das chances que temos? Há países que administram a escassez. Temos sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ruralistas disseram que querem mais terra para plantar. Com a produção deles, o Brasil garante a balança comercial, aproveita a alta das commodities, acumula reservas cambiais, entra em todos os mercados como o primeiro do mundo em muitos produtos. Os produtores são parte do nosso sucesso como país. Os ambientalistas dizem que o país já destruiu demais. Foram 333 mil km na Amazônia nos últimos 20 anos: 11 Bélgicas, quase uma vez e meia o território do Reino Unido. Além disso, reduziu a quase nada a Mata Atlântica, é insensível ao Cerrado, ameaça o Pantanal, despreza a Caatinga. Os ambientalistas são parte do nosso melhor projeto. Os cientistas fizeram um grupo de trabalho, reuniram mentes brilhantes, estudaram profundamente e fizeram um relatório que alerta para os riscos de o país escolher mais desmatamento. Foram ignorados e disso deram ciência ao país. A Agência Nacional de Águas (ANA) ouviu os técnicos e avisou: sem a cobertura vegetal, vamos perder água; o elemento da vida que está ficando cada vez mais escasso. A agência foi ignorada como se chovesse no molhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio dessa complexidade, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) escolheu apequenar seu campo de visão e viu apenas um dos lados do polígono. Não entendeu que esses são conflitos não antagônicos, para usar uma linguagem que talvez ele ainda tenha de memória. É preciso ver toda essa diversidade. Escolhendo ouvir só os produtores de visão estreita, ele pode estar revogando os interesses mais permanentes dos próprios produtores. Sem proteção do meio ambiente não haverá água, sem água não haverá produção. Sem meio ambiente não há agronegócio. Os interesses são mais convergentes do que parecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtores têm razão em reclamar que a lei mudou no meio do caminho em alguns pontos. Olhar esses pontos com sinceridade é necessário. A ANA lembrou as políticas de incentivo ao desmatamento e as alterações de tópicos da lei e separou o que o projeto misturou: "Quem agiu de boa fé" e "quem comprovadamente gerou passivo ambiental." O projeto mistura tudo quando anistia quem desmatou até 22 de julho de 2008. O texto como foi escrito estatiza os custos e privatiza o lucro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas alertam que uma pequena alteração feita no texto representa um risco imenso. Se a mata em torno dos rios tiver que ser calculada a partir da menor calha, e não das bordas maiores, os rios da Amazônia que enchem e encolhem ao longo do ano podem perder 60% da sua proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANA, a Academia Brasileira de Ciências e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) avisam que não se deve mudar o código. A tarefa é aprimorar a lei e melhorar a implementação. A ideia de que uma lei deve ser jogada fora porque muitos não a respeitaram é estranha. Ela não foi entendida nem pelo governo que a baixou em 1965, mas para nossa sorte ela ficou atual. Protege áreas frágeis da erosão e dos deslizamentos. Protege rios e mananciais de água. Cria a obrigação de cada proprietário reservar uma parte da sua terra para a vegetação natural. Está em sintonia com o tempo da mudança climática que já está entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oposição desistiu do futuro; o governo decidiu escolher o menos pior. Erram os dois. O sensato é querer o melhor. Olhar para as exigências que o planeta nos faz para as próximas e decisivas décadas. Entender como aumentar a produção conservando os ativos. Fazer mais com cada hectare de terra da agricultura e da pecuária. Tirar mais informação da biodiversidade que recebemos por herança. Não se deve votar com olhos paroquiais. É pelo porvir que se vota, congressistas. Leis não são mudadas para apagar o crime do passado, mas para garantir o melhor futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Míriam Leitão é colunista de O Globo e publica coluna diária no caderno Economia de diversos jornais, inclusive o Diário de Pernambuco)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.diariodepernambuco.com.br/2011/05/08/economia5_0.asp&lt;br /&gt;http://www.facebook.com/note.php?created&amp;&amp;note_id=10150167502809930&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5393062899412686545-6607180961475256583?l=agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/feeds/6607180961475256583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5393062899412686545&amp;postID=6607180961475256583' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6607180961475256583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5393062899412686545/posts/default/6607180961475256583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agroecologiaealternativasecologicas.blogspot.com/2011/05/olho-no-futuro.html' title='Olho no futuro'/><author><name>Ines Claudete Burg</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03537943996568412231</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5393062899412686545.post-5717434752264675515</id><published>2011-05-07T20:43:00.002-03:00</published><updated>2011-05-07T20:43:33.765-03:00</updated><title type='text'>Congres
