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sábado, 29 de outubro de 2016

VARIEDADES DE PAPA DE PERÚ

VARIEDADES DE PAPA DE PERÚ
Perú es el país con mayor biodiversidad de papas. Cuenta con 8 especies nativas domesticadas y más de 3,000 variedades, de las 5,000 que existen en Latinoamérica. También posee 91 de las 200 especies silvestres del continente (mayormente no comestibles por su sabor amargo y alta toxicidad). Cusco es el departamento con mayor diversidad de papas nativas, con un promedio de 1 500 variedades.
El Centro Internacional de la Papa (CIP), conserva más de 3,500 variedades de papas nativas de 9 países latinoamericanos, y 2000 son del Perú. Hay papas blancas, amarillas, rosadas, moradas, rojas, etc., siendo las más conocidas: la Huayro, Canchán, Perricholi, Tomasa, Tarmeña, Peruanita, Huamantanga, Revolución, Yungay, Amarilla, Negra, Cóctel... Valor Nutritivo:  Contiene 20% de parte seca y 80% de agua.  100 gramos de la parte seca tiene 84 gr de carbohidratos, 14.5 gr de proteínas y 0.1 gr de grasa.  1 kilo de papa aporta 800 calorías y 20 gr de proteínas. Y cocida con cáscara 0.9 mg de vitamina B1, 15 mg de B2, 120 mg de C, 8 mg de fierro, 5,600 mg de potasio y 77 mg de sodio.

Livro : V Congreso Latinoamericano de Agroecología, organizado por la Sociedad Científica Latinoamericana de Agroecología

Este libro reúne los resúmenes de trabajos científicos y relatos de experiencias presentados en el V Congreso Latinoamericano de Agroecología, organizado por la Sociedad Científica Latinoamericana de Agroecología, que tuvo lugar en la ciudad de La Plata, Argentina, del 7 al 9 de Octubre del 2015. Los trabajos y experiencias abordan diferentes líneas temáticas del amplio campo de la Agroecología y tienen como objetivos: a) contribuir a la difusión de los avances en investigación agroecológica en Latinoamérica, b) promover la discusión y propuestas para el mejoramiento de la soberanía alimentaria y estrategias frente al cambio climático en la región, c) fomentar el intercambio e integración de conocimientos entre investigadores, técnicos, productores, campesinos y la sociedad civil, d) promover la enseñanza, investigación e innovaciones en Agroecología en la comunidad científica internacional.
Acesse: http://libros.unlp.edu.ar/index.php/unlp/catalog/book/515  

21 Visiones de la COP21

http://www.pincc.unam.mx/21.php

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia

https://www.facebook.com/IISNEA/videos/1115610488529205/?pnref=story

Finalizadas as atividades do segundo dia do II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia!
Hoje os participantes construíram, em Rodas de Diálogo, a partilha das experiências de Educação em Agroecologia que cada um trouxe de seu território. A metodologia utilizada, com nome de Instalações Artístico-Pedagógicas, provocou e convidou os participantes divididos em grupos, a criar cenários visuais interativos utilizando elementos simbólicos que trouxeram para representar aspectos relevantes de suas experiências.
Estes elementos se somaram aos seus relatos orais, e foram resignificados pelo grupo a partir do diálogo, criando uma narrativa coletiva a partir de questões centrais comuns, que serviram como base para a construção das Instalações.
Os grupos visitantes sentem-se provocados ou intrigados pelos estímulos sensoriais que recebem através desses elementos articulados à intervenções lúdicas, como cenas teatrais, performances corporais, aromas, sons e sabores. É deste ambiente que emergem as perguntas, a troca de saberes, as reflexões, ou como gostamos de dizer: a prosa.
Este vídeo do segundo dia do II SNEA apresenta um pouco do que foram as Rodas de Diálogo e as Instalações Artístico-Pedagógicas e convida todos e todas ao desafio da Construção do Conhecimento de forma horizontal e participativa.
Trilha Sonora: Ton Bambuzero (Do Sul pra Caruaru)
#SNEA #TrocadeExperiências #Agroecologia

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

“Sou cientista, mas tenho orgulho é de ser agricultor”
Ele chegou ao Brasil na década de 1980 e conseguiu transformar uma fazenda degradada em uma floresta que produz alimentos. Agora, multiplica seus conhecimentos país afora
POR VIVIANE TAGUCHI
Ernest Götsch é um cientista genético suíço que, apesar da formação cadêmica e os títulos científicos, gosta mesmo é de ser chamado de agricultor (Foto: Fernando Martinho)
Ele acorda, diariamente, às 2 horas da manhã. Até às 4, quando o sol ainda nem dá pistas de que vai aparecer, exercita sua mente – mais precisamente o lado direito do cérebro, aquele que comanda as emoções e a capacidade de observar o ambiente – escrevendo poemas, pensamentos e desenhando. Depois, se põe a tocar piano, sobretudo as composições de Vivaldi, até que o dia amanheça. Só aí é que Ernest Götsch pega uma ou duas ferramentas e vai trabalhar. Na roça, em Piraí do Norte, interior da Bahia.
A sua lavoura tem 10 hectares, fica no meio de uma floresta de 350 hectares, e dela, Götsch retira cerca de 4 mil quilos de cacau de primeira qualidade por safra. Um produto tão bom que 100% é comprado pela indústria italiana de chocolates Amedei, que produz o melhor chocolate do mundo, segundo a Academy of Chocolate of London, e paga quatro vezes mais pelas amêndoas. “Só que também tem aqui todos os tipos de frutas, vegetais folhosos, castanhas, café, milho, frutas exóticas”, diz Götsch.
Ernest Götsch é um cientista genético suíço que fala a quem se aproxima que, apesar da formação acadêmica e os títulos científicos, gosta mesmo é de ser chamado de agricultor, e que escolheu viver no Brasil com uma missão bastante árdua: recuperar as terras degradadas e com baixa produtividade e transformá-las em florestas que produzem alimentos. “É possível recuperar qualquer área neste país, pois aqui temos as condições ideais para recuperar a produtividade e principalmente, produzir todos os tipos de alimentos dentro da floresta”, diz
O agricultor, de 67 anos, é o precursor da técnica atualmente chamada de agricultura sintrópica. O nome ficou conhecido pelo grande público recentemente porque faz parte da trama da novela Velho Chico, da Rede Globo. “É a mesma coisa que sistemas agroflorestais, mas a denominação sintropia faz muito mais sentido para mim”, explica. Segundo ele, sintropia é o oposto da entropia, que é a medida do grau de desorganização de um sistema. “Então, a agricultura sintrópica é um sistema em que você trabalha para organizar o ambiente, de acordo com a dinâmica natural dele.”
De acordo com a técnica desenvolvida e aprimorada por ele, é possível produzir alimentos no meio da floresta, sem o uso de qualquer tipo de insumo, utilizando técnicas de manejo simples. “Se você cria um ambiente equilibrado, é possível ter terra fértil, produção de alimentos, controle de pragas e água, muita água”, revela. Essa experiência ele mesmo testemunhou em sua fazenda. “Era uma propriedade de pastos degradados e encostas de morro improdutivas”, lembra. “Hoje, temos 350 hectares de florestas manejadas, 14 nascentes recuperadas e uma lavoura com custo zero”.
Para chegar a esses resultados – todos catalogados e traduzidos em dados cinetíficos - Götsch passou boa parte da vida plantando árvores e manejando-as. Chegou à Bahia e, com um amigo, comprou a fazenda Fugidos da Terra Seca. “Tinha um pasto cheio de cupim e uma goiabeira”, recorda. O trabalho começou com a capina seguido do plantio de árvores de madeira de lei e nativas, árvores frutíferas e de mandioca. “Tudo planejado: árvores de grande porte, de médio porte e culturas baixas.”
O agricultor, de 67 anos, é o precursor da técnica atualmente chamada de agricultura sintrópica.
Em três ou quatro anos, quando ele rebatizou a fazenda de  Olhos D’Água, começou a perceber profundas mudanças: as árvores de grande porte cresciam, as frutíferas estavam se desenvolvendo, enquanto embaixo delas, a mandioca e as hortas produziam aos montes. “Aí eu plantei os cacaueiros, hoje são 67 diferentes variedades e, devido ao equilíbrio do ambiente, são frutos da melhor qualidade”.
Os cacaueiros de Götsch convivem harmoniosamente com pragas e plantas daninhas, inclusive a temida Vassoura de Bruxa, praga que devastou a atividade no final da década de 1980 e início dos anos 1990. “É manejo integrado de pragas, todo agricultor deveria usar esta técnica para economizar no agrotóxico”, alerta.
Para adubar a terra, ele utiliza os recursos que a própria natureza oferece. “Você precisa podar as árvores para elas crescerem e é a poda delas que vai alimentar o solo, com matéria orgânica”, ensina. “Com o tempo – e toda planta tem o seu tempo útil de vida – essa árvore vai cair e, então, o agricultor tem o ativo florestal para comercializar”, diz.
Ernst começou cedo a entender sobre a terra e a natureza. Com dois anos de idade, ganhou dos pais um quadrado de terra. “A gente começa cedo a entender como é produzir alimentos para dar valor a isso. É vida”, afirma ele, que tem quatro filhos e também seguiu essa tradição com eles. Hoje, uma das filhas mora na fazenda ao lado da dele e é ela quem comercializa os produtos. “Observar a natureza é uma grandeza, entendê-la, é uma dádiva. Se todos nós tentássemos entender como a natureza funciona e começarmos a trabalhar de acordo com o ritmo da natureza, teríamos um mundo bem diferente, bem melhor”


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Indicadores ambientales y económicos de los sistemas agroforestales en la Mata Atlántica brasileña

http://www.leisa-al.org/web/index.php/volumen-32-

numero-3/1623-indicadores-ambientales-y-economicos-de-los-sistemas-agroforestales-en-la-mata-atlantica-brasilena

VOLÚMEN 32, NÚMERO 3

En 2009 el “Proyecto Recuperación de la Mata Atlántica con Sistemas Agroforestales”, ejecutado por las ONG Associação em Defesa do rio Paraná, Afluentes e Mata Ciliar (APOENA) y el Programa da Terra, Assessoria, Pesquisa e Educação Popular no Meio Rural (PROTER) reforzó el trabajo sobre los indicadores con los agricultores familiares en el Vale do Ribeira y los asentamientos de la reforma agraria en el Pontal do Paranapanema (SP. Brasil). Estudios realizados en Brasil diagnosticaron que los SAF constituidos por más de 100 especies de árboles, de las cuales 50% son comerciales, tienen una producción media anual de 10 toneladas de alimentos por hectárea, con tendencia al crecimiento y con costos de producción por debajo del 7% que, a medida que el sistema se equilibre, pueden reducirse. Es lo contrario a las curvas técnicas y económicas de la agricultura convencional. Además los SAF permiten un intenso flujo de fauna y flora, similar al de las reservas ecológicas, lo que garantiza la conservación de la biodiversidad, el suelo y el agua (Santos, 2010).

Indicadores de sostenibilidad de los sistemas agroforestales y acceso a políticas públicas

Crédito para sistemas agroforestales
El Programa Nacional de Fortalecimiento de la Agricultura Familiar (PRONAF-Forestal) es un tipo de financiamiento dirigido a las inversiones en actividades con sistemas de producción diversificados, como la restauración forestal, el extractivismo o el SAF. Sin embargo, el Banco de Brasil no reconoce la diversidad de los sistemas agroforestales, por lo que limita el acceso de los agricultores al crédito.
En el ámbito del proyecto los indicadores económicos investigados por los agricultores en el Vale do Ribeira mostraron niveles de ingresos más altos que en los monocultivos de plátano o en el trabajo fuera de la propiedad. Asegurados los resultados, cuatro agricultores presentaron sus proyectos para financiar la expansión y diversificación de sus SAF y luego con el PROTER y los asesores del banco, incorporaron los resultados en su sistema y demostraron la capacidad de pago de cada propuesta, con base en el análisis de ingresos, costos y demanda de recursos para el mantenimiento de la familia. Además, la resiliencia ambiental del SAF determina condiciones de bajo riesgo para el crédito. Estos fueron los primeros créditos forestales aprobados por el Banco de Brasil para un SAF en la Mata Atlántica.
Estos diálogos institucionales propician el intercambio de experiencias entre los agricultores, las instituciones de apoyo y las instituciones financieras, y han contado con el asesoramien¬to de las universidades y del Ministerio de Desarrollo Agrario. Así, procesos de ensayos desarrollados por agricultores desde hace más de una década han sido reconocidos y aceptados en nuevos espacios institucionales.

El reconocimiento de los sistemas agroforestales por las agencias ambientales

El Código Forestal de Brasil y la Ley de Uso y Protección de la Mata Atlántica permiten la recuperación a los SAF diversificados que se encuentran en zonas con limitaciones ambientales. Para permitir la recuperación económica en estas zonas importantes para la preservación y conservación, algunas normas legales establecen densidades mínimas, calculadas en el número de árboles por hectárea, y, como requisito de diversidad, el número de especies de árboles nativos presentes en el área.
En algunos asentamientos en el Pontal do Paranapanema, los agricultores expresaron el deseo de recuperar áreas de reserva ambiental degradadas de los asentamientos con SAF. Basados en las experiencias positivas de implementación de SAF en su propiedad, los agricultores entendieron que estos representan una oportunidad de tener más tierras para trabajar en áreas cerca de casa y, al mismo tiempo, detener los procesos de degradación del suelo y de la biodiversidad que amenazan los recursos hídricos, y también, en algunos casos, sus propias casas por el avance de la erosión.
Para este tipo de recuperación los indicadores botánicos y ambientales ayudan a apoyar la decisión de concesión de autorizaciones de SAF en estas áreas protegidas. Las investigaciones realizadas en el Vale do Ribeira, en SAF implantados hace más de 10 años en zonas que al inicio eran de agricultura convencional, identificaron la presencia de especies importantes para el ecosistema y que se encontraban en peligro de extinción. Los resultados de estas investigaciones comprobaron el potencial de los SAF para cumplir la función productiva y el cuidado del medio ambiente.

Construcción de indicadores económicos y ambientales de los sistemas agroforestales

La tarea era analizar la funcionalidad del uso y conservación de los SAF y construir una herramienta que permita a los agricultores continuar la evaluación. Para esto adoptamos una metodología de sistematización que incluyó registros periódicos de información realizados por los mismos agricultores durante un año. Este procedimiento fue sistematizado por todas las familias participantes.
Indicadores económicos en sistemas agroforestales
Los indicadores económicos ayudan a responder preguntas importantes sobre los SAF que son también preguntas de los agricultores:
  • ¿es productivo el SAF?
  • ¿genera ingresos?
  • ¿los productos se venden a buenos precios?
  • ¿cuáles son los costos del SAF?
  • ¿a largo plazo, la producción aumenta o disminuye?
Las respuestas a estas preguntas se construyen a partir de la memoria y la palabra de las familias participantes, con la ayuda de documentos como los cuadernos de campo de los agricultores, notas de compra y otros. Es importante que esta síntesis se realice con toda la familia agricultora para reducir los errores de forma sustantiva.
Así, con respecto al año analizado se detalla:
  • la ocupación de la propiedad, en la que aparecen todas las parcelas con diferentes cultivos y ocupaciones, incluyendo las que no tienen producción para el mercado;
  • la descripción de los productos vendidos (la cantidad en kg de una variedad de productos);
  • el valor obtenido de las ventas;
  • los productos consumidos por la familia;
  • el ahorro (no se compran los productos producidos por ellos mismos);
  • los costos vinculados a la producción, transformación y comercialización;
  • la mano de obra utilizada en los SAF, en otros subsistemas y los períodos de espera, cuando la mano de obra no se utiliza en otra actividad productiva.
Al final del proceso se calculan los indicadores económicos de los SAF presentados en la tabla 1. El resultado varía entre 7 480 y 25 601 kg de una diversidad de alimento producido por una unidad de trabajo (UT) e indica la cantidad de alimento que produce un trabajador dedicado seis días a la semana en un año productivo. Para obtener este indicador, la producción total del año se divide por la cantidad de mano de obra proporcionada por la familia.
Para asegurar esta producción cada UT requiere un área de producción de entre 2,0 y 6,4 hectáreas.
Para el cálculo de la productividad económica del trabajo se tiene en cuenta la cantidad de alimentos producidos por UT (venta y consumo de la familia), el precio obtenido y el costo. Este indicador puede expresarse por año, por mes o por día, para su comparación con otras oportunidades de ingresos.
Con la información generada, el indicador se puede expresar como:
  • productividad económica por UT o por unidad de superficie (ha);
  • productividad física por hectárea (kg de alimento/ha) o por trabajador (kg de alimento/UT).
Estas formas de expresar los indicadores permiten complementar el análisis. De hecho existen SAF con alta productividad económica del trabajo y baja productividad por unidad de superficie; se trata de los sistemas extensivos que, aunque sean ambientalmente sostenibles, implican que una familia ocupe grandes áreas de producción como es el caso de la extracción de recursos naturales renovables.
Los costos de producción en los SAF varían entre el 3 y el 7% del precio recibido. La característica más destacada es su naturaleza: no son costos de insumos para el manejo de la finca (reposición de la fertilidad del suelo, control de plagas o compra de semillas y plántulas), sino que son para el mantenimiento de las herramientas de trabajo comercialización y, a veces, de transformación de la materia prima.
Las características de funcionalidad técnica, económica y ambiental nos permiten afirmar que, si estos SAF son moni-toreados en escenarios futuros, estos resultados serán mantenidos o superados.
Indicadores de sustentabilidad ambiental
Los indicadores utilizados por los agricultores para evaluar la sostenibilidad ambiental de los SAF se generan a partir de su discusión y evaluación en las categorías “muy bueno, bueno, regular, malo”. A través de evaluaciones periódicas se aprecian las mejoras en los SAF. Cabe señalar que estos resultados son cualitativos y traducen la experiencia de cada uno de los agricultores sobre su propiedad y su historia y, por lo tanto, se debe considerar el uso histórico y la ocupación de la zona en el análisis de datos.
Para la concesión de un permiso por las agencias ambientales se requiere de parámetros más objetivos que son los indicadores de densidad y de diversidad en los SAF.
Indicadores de diversidad y densidad en los sistemas agroforestales
Para construir este indicador la primera tarea es caminar por el área del SAF y registrar las especies vegetales, especificando si son agrícolas o forestales, exóticas o nativas de la zona. Se trata de resaltar las especies conocidas por el agricultor y no tiene la intención de ser un estudio botánico completo. Luego se hacen muestras de la composición botánica del SAF en lugares representativos (5 a 10%) del área.
En esta área de la muestra hacemos el siguiente inventario:
  • especie;
  • ubicación de la planta dentro de la muestra;
  • altura de las plantas de la muestra;
  • diámetro a la altura del pecho (arbustos y árboles).
La condición de resiliencia ambiental se observa en la conservación del agua, la fertilidad del suelo y la biodiversidad. El conocimiento de la diversidad de especies y la densidad de árboles (entre 52 y 90 especies y un individuo vegetal a cada 0,8 a 3,4 m², ver tabla 1) entre una diversidad real mucho mayor de especies presentes en SAF (dado que las especies diagnosticadas son las conocidas por el agricultor y no el inventario botánico completo), respalda la sostenibilidad ambiental de los sistemas agroforestales.

Conclusiones

El estudio indica que los sistemas agroforestales logran incidir en el ámbito social y de política pública, tanto en una visión de banco, que busca mantener sus márgenes de ganancias en condiciones de bajos riesgos, como en una política conservacionista de las agencias ambientales, que tienden a excluir el ser humano de las reservas. Así, establecen la conectividad política y ambiental y superan la dicotomía crítica de nuestro tiempo que es el desarrollo económico contra la preservación ambiental.
No obstante, el reto de este trabajo se debe a que la información no está lista y se debe construir, en la mayoría de los casos, por la memoria de los agricultores y la contextualización cuando existen notas. Esta condición requiere método y no significa debilidad de la información y de los resultados, sino que debe ser interpretado como un potencial para una estrategia organizativa.
Maira Le Moal 
Ingeniera agrónoma, facilitadora de procesos comunitarios y agroecológicos 
maira.lemoal@gmail.com  
Armin Deitenbach 
Ingeniero forestal, asesor técnico 
armin.de@uol.com.br  
Alvori Cristo dos Santos 
Ingeniero agrónomo, consultor independiente 
alvoricaelon@hotmail.com  
Djalma Weffort 
Periodista y ambientalista, presidente de APOENA (SP) 
djalmaweffort@uol.com.br    

Referencias

  • Cartilha Construção Participativa de Indicadores de Sustentabilidade em Sistemas Agroflorestais na Mata Atlântica - PROTER, REGISTRO, 2009.
  • Santos, A. C., Vivan, J. 2010. Redes de Conhecimento PDA/ MMA, Indicadores de Funcionalidade Econômica e Ecológica de SAFs in Redes Sociais. PDA-Ministério do Meio Ambiente. Brasilia

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia (II SNEA)


https://www.doity.com.br/seminarioeducacaoagroecologia

O II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia (II SNEA) acontecerá no período de 25 a 27 de outubro de 2016, no Colégio Técnico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (CTUR/UFRRJ), em Seropédica/RJ. O Seminário é uma realização conjunta da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia) com diversas organizações do estado do Rio de Janeiro (universidades, movimentos, grupos e redes). O Seminário integra as ações do Projeto de Sistematização de Experiências dos Núcleos de Agroecologia realizado pela ABA-Agroecologia (Apoio CNPq/MDA) e pretende dar continuidade aos diálogos iniciados no primeiro Seminário, realizado em Recife em 2013, sobre os princípios e as diretrizes da Educação em Agroecologia.
O tema escolhido para o II SNEA é "Educação em Agroecologia: Resistências e lutas por democracia!" . Compromissado em dialogar sobre as questões atuais de nossa sociedade, o segundo Seminário tem o objetivo de “Identificar, sistematizar, refletir e articular experiências de educação em agroecologia e indicar caminhos para seu fortalecimento, divulgação e popularização”.
A participação no II SNEA está condicionada a submissão e seleção de um resumo sobre Experiência(s) de Educação em Agroecologia, as quais os/as autores/as tenham uma inserção direta. O prazo para submissão de resumos já foi encerrado!

Credenciamento


A inscrição do II SNEA está organizada em quatro categorias:

1) Todas/os Estudantes (todos os níveis de ensino) e Educadoras/es da Educação Básica - Autoras e Autores dos resumos com aprovados (até 2 representantes por resumo aprovado)
2) Demais Educadoras/es, Pesquisadoras/es, Técnicos/as e demais pessoas - Autoras e Autores dos resumos aprovados (até 2 representantes por resumo aprovado)
3) Agricultoras e Agricultores - Autoras e Autores que tiveram seus resumos aprovados (até 2 representantes por resumo) ou Agricultoras/es do Rio de Janeiro envolvidas/os na Comissão Local;
4) Comissão Local - Membros da ABA, da UFFRJ e das demais comissões locais

Como será a apresentação dos resumos?
A metodologia adotada para a apresentação dos trabalhos selecionados não será no formato de apresentação individual e expositiva, orientada por banners e posters. Os resumos aprovados serão debatidos nas rodas de diálogo que acontecerão nas tardes do dia 25 e 26/10 a partir da coordenação de um/a facilitador/a convidado/a, que se encarregará de fazer uma síntese de todas as experiências, de modo a subsidiar e orientar o debate e a reflexão.
A metodologia do Seminário priorizará a mística e outras linguagens para apresentação dos resumos, das práticas e saberes tecidos pelos diferentes estudantes, educadores/as e sujeitos. Dessa forma, incentivamos que os grupos organizem e tragam elementos místicos, bandeiras, sementes, alimentos, instrumentos musicais, filmes e outras expressões. Para facilitação do espaço serão acionadas diferentes metodologias, como as instalações pedagógicas e outros espaços permanentes de troca de experiências.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Ecoinsumos

http://www.ecoinsumos.com.br/

http://www.ecoinsumos.com.br/inforganico

II Seminário Nacional de Educação em Agroecologia

Listagem FINAL dos Resumos Aprovados.
As autoras/es cujos resumos estão indicados na lista abaixo, já podem efetuar suas inscrições. O prazo para efetivar as inscrições e pagar a taxa de inscrição é o dia 10 de outubro. Acesse o formulário no link a seguir:https://www.doity.com.br/seminarioeducacaoagroecologia
Caso não localize o título do seu trabalho e NÃO TENHA recibo um parecer desfavorável por email, entre em contato por meio do e-mail: sneagroecologia@gmail.com
"É preciso, [...] reinsistir em que não se pense que a prática educativa vivida com afetividade e alegria, prescinda da formação científica séria e da clareza política dos educadores ou educadoras. A prática educativa é tudo isso: afetividade, alegria, capacidade científica, domínio técnico a serviço da mudança ou, lamentavelmente, da permanência do hoje". (FREIRE, 1996, p. 161 - Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 7. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996)

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Caravana Cultural e Agroecológica Kombosa me carREGA

"Carregando serviços e saberes a bordo de uma Kombi, vamos viajar todo o Brasil divulgando a Agroecologia de maneira ampla e lúdica".

A Caravana Cultural e Agroecológica Kombosa me carREGA se propõe a ser um agente de transformação da nossa sociedade, atuando na promoção cultural, no repensar de valores sociais e na conscientização ambiental e política. Através de elementos lúdicos, pretendemos dialogar com a sociedade civil de forma horizontal e participativa, construindo e resgatando coletivamente os saberes em torno de assuntos de fundamental importância para esta transformação.
A Kombosa me carREGA é fruto de nossa caminhada na Rede de Grupos de Agroecologia do Brasil (REGA Brasil). A REGA é protagonizada pela juventude a partir dos Grupos de Agroecologia (GAs), organizações estudantis e organizações da sociedade civil de todo o país.
Nosso propósito é visitar coletivos e comunidades que trabalham com Agroecologia buscando contribuir na articulação e fortalecimento de suas ações e nosso maior objetivo é contribuir para a consolidação da agroecologia no Brasil!
É com muito orgulho e alegria, que nós, Marília e Bela, compartilhamos com vocês o Financiamento Colaborativo da Kombosa me carREGA!
Uhuuu!!
Contamos com o apoio de vocês para divulgar em suas redes de amigxs e fazer bombar nossa campanha!

Veja o financiamento:
"Um em todos, todos em um, alertas e conscientes do poder de cada um!"

Carregando serviços e saberes a bordo de uma Kombi, vamos viajar todo o Brasil divulgando a Agroecologia de maneira ampla e lúdica.
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