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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Brasil ocupa 2º lugar no cultivo de transgênicos

O Brasil ultrapassou a Argentina e se tornou o segundo maior produtor mundial de transgênicos, "perdendo" apenas para os Estados Unidos. Segundo o ranking anual do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA, na sigla em inglês), divulgado nesta terça-feira(23/2), o país cultivou 21,4 milhões de hectares de grãos geneticamente modificados em 2009, um crescimento de 35,4% e de 5, milhões de hectares em área plantada em relação a 2008.
Segundo o estudo, é a maior expansão entre os 25 países produtores de transgênicos. O crescimento da lavoura de transgênicos foi encabeçado pelo milho Bt (resistente a insetos), cujo cultivo pelos agricultores teve início em 2008. No ano passado, o Brasil plantou 5 milhões de hectares do milho geneticamente modificado, sendo que a expansão da área cultivada foi de 3,7 milhões de hectares - 400% a mais que em 2008.
Além do milho, o Brasil cultivou no ano passado 16,2 milhões de hectares de soja geneticamente modificada e 145 mil hectares de algodão com essas características. Juntas, as três lavouras representam 16% dos 134 milhões de hectares cultivados com transgênicos em todo o mundo.

*Controvérsia e riscos *

A expansão da área plantada de grãos geneticamente modificados é vista com desconfiança por ambientalistas, que questionam o fato de o governo brasileiro não possuir informações sobre a área plantada com sementes transgênicas. "Não há dados oficiais sobre o total de áreas cultivadas com transgênicos no Brasil. O ranking da ISAAA gera suspeitas, pois a entidade é financiada pelas empresas de biotecnologia" , afirma Rafael Cruz, coordenador da campanha de transgênicos do Greenpeace.
Segundo Cruz, ao mesmo tempo que a área de transgênicos cresce em culturas como o milho, há produtores de soja que estão voltando ao plantio do grão convencional, seguindo uma tendência já verificada nos países europeus. O próprio relatório da ISAAA aponta que o cultivo de transgênicos na Europa caiu de 107,7 mil hectares em 2008 para 94,7 mil hectares em 2009.
A liberação dos transgênicos no meio ambiente pode causar impactos imprevisíveis, irreversíveis e incontroláveis. Ainda há pouquíssimos estudos sobre o que pode acontecer com a saúde humana ou animal caso esses organismos sejam plantados. Até agora, ninguém conseguiu provar que eles sejam seguros.
Entre os principais problemas ambientais relacionados aos transgênicos está a contaminação genética, que acontece quando plantas transgênicas cruzam com plantas convencionais e se sobrepõem, causando uma perda da diversidade genética da espécie.
Além disso, os OGM também podem aumentar o uso de agrotóxicos. A soja da Monsanto, por exemplo, foi feita para ser resistente a um único pesticida. Após alguns anos usando sempre o mesmo produto, o agricultor começa a ter problemas para matar as ervas daninhas, que passam a ficar mais fortes e resistentes. Para acabar com esse problema, ele é obrigado a aplicar o veneno mais vezes e em quantidades cada vez maiores. E isso significa que mais agrotóxico será depositado no solo e na água ao redor da lavoura.

*(Com informações do IHU e do Greenpeace) *
**http://www.mst.org.br/node/9142

Baixar Livro de ODUM e outros - Ecossistemas e Políticas Públicas

Disponível em:
http://www.unicamp.br/fea/ortega/eco/esp/index.htm

versão em portugues: http://www.unicamp.br/fea/ortega/eco/index.htm

ECOSISTEMAS Y POLÍTICAS PÚBLICAS
Libro traducido y adaptado para la red Internet con autorización del autor "Environmental Systems and Public Policy" Copyright: H. T. Odum et al. Ecological Economics Program. University of Florida, Gainesville 32611, USA. 1988.

SISTEMAS AMBIENTALES Y POLíTICAS PÚBLICAS

Texto sobre Ciencia, Tecnología y Sociedad que integra conocimientos de Ciencias Básicas, especialmente: Medio Ambiente, Evaluación Energética, Economía, Políticas Públicas y Micro-computadores.
(Este texto que deve ser acompañado con un suplemento preparado localmente
con informaciones y actividades específicas para cada región geográfica).

por
H.T. Odum, E.C. Odum, M.T. Brown,
D. LaHart, C. Bersok, J. Sendzimir

y para ediciones internacionales:
Graeme B. Scott, David Scienceman y Nikki Meith

Derechos Reservados
Programa de Economía Ecológica, Phelps Lab,
Universidad de Florida, Gainesville
Enero de 1988

Tradutores y adaptadores de la versión en portugués para Internet:
Equipo de Laboratorio de Ingeniería Ecológica e Informática Aplicada ( LEIA )
Departamento de Ingeniería de Alimentos
FEA, Unicamp Caixa Postal 6121
CEP 13083-970, Campinas-SP, Brasil

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Inscrições abertas para o encontro Fazendo Gênero 9

Data: 8/2/2010

Com o tema central “Diásporas, Diversidades, Deslocamentos”, o encontro Fazendo Gênero 9 terá na programação simpósios temáticos, mesas-redondas, mostra de fotografia e mostra audiovisual. O evento, este ano, pretende debater os movimento de dispersão dos povos e culturas e a readaptação a identidades plurais.

As inscrições para comunicação oral e pôster poderão ser feitas até 28 de fevereiro. Já para os interessados em se inscrever nas mostras, o prazo vai até 31 de março. As inscrições estão disponíveis pela Internet. É preciso preencher um formulário e se adequar a uma das seguintes modalidades disponíveis: comunicação oral e simpósio temático, estudante apresentador de pôster ou ouvinte.

Para apresentação de pôster poderão se inscrever alunos matriculados na graduação ou recém-graduados. Já para a comunicação oral, doutores, mestres, estudantes de pós-graduação e graduados poderão se candidatar.

Entre os temas levantados estarão a centralidade de gênero em povos indígenas; deslocamentos: relações de poder e gênero; gênero e diversidade; relações de gênero, identidades e interculturalidade; mulheres negras e suas diversas formas de organização nos contextos urbano e rural no Brasil; memória do feminismo; juventudes, trabalho e educação; entre outros.

Mais informações e inscrições no site:
http://www.fazendogenero9.ufsc.br/inscricoes

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Proibida capina com agrotóxicos nas cidades

1 de fevereiro de 2010

vide www.anvisa.gov.br

A capina química em áreas urbanas expõe a população ao risco de intoxicação, além de contaminar a fauna e a flora local. Por esse motivo, tal prática não é permitida. Para orientar municípios de todo país sobre os perigos do uso de agrotóxicos nas cidades, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (1), nota técnica sobre o tema.

“Esse esclarecimento está sendo efetuado devido ao recebimento de inúmeras denúncias sobre a realização dessa prática ilegal e questionamentos da sociedade sobre a real necessidade da pulverização desses produtos químicos em ruas, calçadas, praças e parques das cidades”, diz Dirceu Barbano, diretor da Anvisa. Devido à ausência de segurança toxicológica, desde 2003 a Agência não permite a aplicação de herbicidas em ambientes urbanos.

De acordo com Barbano, a prática de capina química cria dificuldades técnicas na conciliação da aplicação do agrotóxico em ambientes urbanos e a preservação da saúde da população das cidades. “Os herbicidas indicados para o uso urbano seriam os mesmos utilizados na agricultura, os quais possuem regras restritas para manipulação, aplicação e acesso posterior às áreas tratadas”, explica o diretor da Anvisa.

Todos os produtos registrados para uso agrícola possuem, como regra, um período de reentrada mínimo de 24 horas, ou seja, após a aplicação do produto, a área deve ser isolada e sinalizada e, no caso de necessidade de entrada no local durante este intervalo, o uso de equipamentos de proteção individual é obrigatório. Esse período de reentrada é necessário para impedir que pessoas entrem em contado com o agrotóxico aplicado, ainda molhado, o que aumenta muito o risco de intoxicação.

“Em ambientes urbanos, o completo e perfeito isolamento de uma área por pelo menos 24 horas é impraticável, isto é, não há meios de assegurar que toda a população seja adequadamente avisada sobre os riscos que corre ao penetrar em um ambiente com agrotóxicos, principalmente em se tratando de crianças, analfabetos e deficientes visuais”, pondera Barbano. Outro aspecto são os solos da cidade, que, na maior parte, sofrem compactação ou são asfaltados, ocasionando a persistência dos produtos por mais tempo no ambiente urbano, ao contrário dos solos agrícolas, que são permeáveis, diminuindo o acúmulo e facilitando o escoamento superficial do produto.

“A capina tem sido realizada rotineiramente por meio mecânico em vários municípios do Brasil, o que, além de não expor a população a riscos desnecessários, é ecologicamente correto e gera um grande número de empregos”, finaliza o diretor da Anvisa. Vale lembrar que mesmo após a aplicação de herbicidas, é necessário realizar a capina mecânica para se retirar a vegetação seca.

Danilo Molina – Imprensa/Anvisa

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Baixar Livro - Biocontrole de Doenças de Plantas : Usos e Perspectivas

Baixe aqui:

http://www.cnpma.embrapa.br/public/public_pdf21.php3?tipo=li&id=152

Seminário "Expressão gênica de transgenes em plantas e reações imunológicas em animais"

Local CCA/UFSC

Estamos convidando a todos vocês para o seminário "Expressão gênica de transgenes em plantas e reaçõoes immunológicas em animais" que será realizado no dia 2 de fevereiro no Auditório da Pós-Graduação, Bloco B, do CCA, das 16:00 às 17:30. O Ministrante é o Dr. Terje Traavik, Diretor do GENOK - Center of Biosafety, Tromos, Noruega.

O Dr. Traavik é autor de dezenas de publicações sobre riscos dos OGMs. É co-editor do libro Biosafety firts, publciado em 2009. Também coordena o curso "Fundamentos holísticos para avaliação e regulamentação da engenharia genética e dos organismos geneticamente modificados" oferecido anualmente pelo GENOK para participantes do mundo inteiro a pedido da ONU. Neste ano também será ofereido uma versão regional de 26 de abril a 1 de maio, aqui na UFSC.

O dr. Terje vem para atividades de pesquisa relacionadas com a associaçãoe ntre proteina Bt e alergias em mamíferos. Trabalhos neste sentido vem sendo conduzido lá na Noruega e em outros paises parceiros como a Zambia, china e agor ao Brasil. Aqui vamos à região de Campos Novos realziar este trabalho.

Por favor divulguem

Maiores informações com Nodari (37215332) ou com Sarah (37215336)

Prof. Nodari