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sexta-feira, 25 de abril de 2008

Consumo de alimentos com agrotóxicos pode causar câncer, alerta pesquisadora

Agência Brasil

Brasília - O consumo de alimentos com resíduos de agrotóxicos pode causar prejuízos à saúde humana que vão desde alergia temporária a doenças crônicas. Na lista de alterações provocadas pelos defensivos estão reações neurológicas e sobrecarga do fígado.

“Existem mais de 400 pesticidas permitidos para uso e bactérias diferentes que causam efeitos diversos para a saúde. Podem causar problemas neurológicos, podem levar ao desenvolvimento de câncer e outras patologias”, lista a coordenadora do Laboratório de Toxicologia da Universidade de Brasília (UnB), Eloísa Caldas.

Relatório do Programa Nacional de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), divulgado hoje (23) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta contaminação de cerca de 40% do tomate, alface e morango consumidos pelos brasileiros. De acordo com o documento, os riscos à saúde, tanto de trabalhadores das lavouras quanto de consumidores, é decorrente do uso de agrotóxicos não autorizados ou acima dos limites máximos permitidos pela legislação.

De acordo com a professora, em geral, não é possível notar a existência de resíduos irregulares de defensivos agrícolas pela aparência ou sabor dos alimentos. “Só se tiver com o nível extremamente alto, geralmente não é perceptível”, pondera.

A boa notícia para o consumidor é que a adoção de práticas simples pode reduzir os riscos de contaminação. “O que se pode fazer é lavar bastante os alimentos quando chegar em casa em água corrente. Grande parte dos inseticidas que não são sistêmicos são retirados nesse processo de lavagem”, recomenda Eloísa Caldas.

A orientação é validada pelo engenheiro agrônomo Nozomu Makshima, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “O consumidor deve seguir a orientação sobre a higienização do produto a ser consumido, principalmente produtos crus: lavar com água limpa, depois deixar de molho em água com vinagre ou cloro e depois lavar novamente em água limpa antes de consumir.”

Segundo Makshima, a recomendação vale inclusive para os produtos orgânicos, “comercializados como produzidos sem uso de agroquímicos, com riscos menores de contaminação”.

De acordo com a professora Eloísa Caldas, em dois anos de análises, o laboratório da UnB não encontrou resíduos de agrotóxicos na maior parte das amostras de produtos orgânicos vendidos no Distrito Federal. No entanto, a pesquisadora também reforça a necessidade de cuidados na limpeza desse tipo de alimento, por falta de certificação de procedência.

“Nem todos os produtos ditos orgânicos são certificados, é possível que o agricultor produza de maneira convencional e venda esse produto como se fosse orgânico, porque isso agrega valor”, diz.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

SOCLA - Sociedad Cientifica Latinoamericana de Agroecologia

Estimados colegas:

Me es grato comunicarles que la pagina web de SOCLA esta ahora al dia

Les rogaria enviar informacion que Uds crean sera relevante para
colocar en la pagina a agroeco3@nature. berkeley. edu
saludos cordiales

Miguel A Altieri
Presidente

MULHERES NA AGROEOCOLOGIA

AMA- Articulação Mineira de Agroecologia

Boletim 01

Disponível: http://www.agroecologiamg.org.br/boletim/index.php

http://www.agroecologiamg.org.br/boletim/index.ph

Quantas vezes já ouvimos que a mulher deve cuidar dos filhos, da alimentação e dos afazeres domésticos, enquanto o homem deve trabalhar fora para ganhar o sustento da família? Várias vezes, provavelmente, já que esse modelo de família em que o homem é o provedor e, a mulher, responsável pelo trabalho doméstico se mantém na imaginação de muitos de nós.

Na verdade, isso reflete uma forma de dividir e dar valores diferentes ao trabalho desempenhado por homens e mulheres: a divisão sexual entre o trabalho produtivo e o reprodutivo.

O trabalho reprodutivo, ou seja, aquele que as mulheres realizam em casa - cuidado com os filhos, companheiros, pais e demais, para garantir alimento, água e bem-estar - é invisível ou não é considerado como trabalho, pois não gera renda.

Essa maneira de pensar não está muito distante da agricultura familiar. Constata-se que as mulheres agricultoras trabalham no preparo do solo, no plantio, na colheita, na criação de pequenos animais, entre outras atividades, mas as atividades realizadas pelas mulheres geralmente são vistas como “ajuda” ao trabalho do homem.

Na maioria dos casos, elas são responsáveis também pelo sustento alimentar das famílias, manutenção da biodiversidade, preservação das águas e das matas e, ainda assim, não são as principais beneficiadas, por exemplo, pelos programas de apoio à agricultura.

E na agroecologia? Como as mulheres se vêem e como são vistas?

Para entendermos melhor como as mulheres estão inseridas na agroecologia, o CTA em parceria com o Grupo de Trabalho sobre Gênero e Agroecologia (GT Gênero) e o Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Gênero da Universidade Federal de Viçosa (NIEG) está realizando uma pesquisa que busca responder essas questões através de encontros de mulheres, em que a pauta se fundamenta nas questões referentes ao universo feminino na agricultura familiar e na agroecologia.

A pesquisa começou no CTA, com a oficina de formação e capacitação de equipes locais de mulheres que serão as pesquisadoras nos municípios. O primeiro encontro de mulheres aconteceu em Divino, assim como a aplicação de questionários junto às famílias de agricultores das comunidades rurais. Além de Divino, a pesquisa será realizada em Acaiaca e Araponga.

Sitehttp://www.agroecologiamg.org.br/boletim/index.php

ontatama@agroecologiamg.org.brama@agroecologiamg.org.br

ama@agroecologiamg.org.br

terça-feira, 1 de abril de 2008

V SEMINÁRIO CATARINENSE DE AGROECOLOGIA

Primeira Convocatória

A Comissão Organizadora do IV SEMINÁRIO CATARINENSE DE AGROECOLOGIA torna público a realização deste evento para os dias 17 e 18 de junho de 2008, em Lages/SC, na Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC.

Durante a construção da proposta do IV Seminário Catarinense de Agroecologia, iniciada em junho de 2007, varias foram as sugestões para estrutura do evento, duração e local de sede. O nosso objetivo tem sido de possibilitar a viabilização de espaços de discussão, troca de idéias e experiências condizentes com as expectativas dos catarinenses e demais participantes para a Transição Ecológica do Agropecuária Catarinense. Neste momento a plenária da CO encaminha os seguintes tópicos para comporem as mesas redondas e conferências: Agroecologia e segurança alimentar, Economia Solidária, Certificação, Aquecimento Global, Água, Crise Alimentar, Pecuária Orgânica, Comercialização, Alimentação Saudável, Recursos Naturais e Energias, A Competitividade x Racionalidade Cooperativa, Políticas Públicas e Extensão Rural entre outros.

Paralelamente às discussões em plenárias e mesas-redondas, acontecerá uma exposição e feira agroecológica permanente, que apresentará experiências concretas de formas organizadas de produção e consumo em base ecológica, além de exposição de experiências em pôsteres e painéis. Na próxima comunicação estaremos informando mais detalhes da estruturação do evento.

Por fim a Comissão Organizadora convida todos os companheiros e companheiras para participarem de próxima Reunião Preparatória que será dia 25 de abril de 2008, a partir das 13:30h, na sala 3311 do Campus da UNIPLAC em Lages.

Parabenizamos e agradecemos a todos e a todas que contribuem para o fortalecimento da caminhada Agroecológica. Contamos com vosso empenho em divulgar e participar do IV Seminário Catarinense de Agroecologia

Comissão Organizadora

Participam na organização do evento, até o momento:

UNIPLAC, FETAESC, MDA, MMA, MA, SDR-Lages, Cáritas Diocesana, CTP, MPA, Mov. Mulheres, AMURES, CONAB, CONSAD, EAFRS, UDESC, Microbacias 2, Iperetê, SEAgricultura, Gr. Agroecologia Equilíbrio, NEA-CAV, Forum Econ. Solidaria, Unochapecó, Unoesc, Unisul-Agronomia, EPAGRI, CIDASC, Pref. Lages.