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sexta-feira, 28 de março de 2008

Escurecimento Global é Nova Ameaça ao Ambiente

Fonte: Volnei Porfírio

Afinal o que é o Escurecimento Global?

Cientistas que estudavam climatologia, perceberam que a evaporação da água nas estações de meteorologia estava diminuindo. Verificaram que as medições feitas desde 1.950 demonstravam claramente que havia algo errado.

Após aprofundados estudos e verificações, pesquisadores de diferentes partes do planeta chegaram às mesmas conclusões. Algo estava influenciando na quantidade de raios solares que incidiam sobre a superfície da Terra.

Diversas hipóteses foram analisadas e a conclusão foi que as partículas em suspensão na atmosfera estavam refletindo a luz solar. Mais uma vez o progresso humano parecia ser o responsável pelos males ambientais.

Estabeleceu- se um paradoxo. A diminuição da incidência dos raios solares deveria, em tese, esfriar a superfície do planeta. Se isto não estava ocorrendo era porque o processo inverso, o Aquecimento Global, estava mascarando o Escurecimento Global.

Saiba mais

Se você quiser aprofundar-se no tema, visite o site www.youtube. com.br e digite na caixa de pesquisa o termo "escurecimento global". São cinco pequenos vídeos, produzidos pela BBC, em português, com informações alarmantes.


Escurecimento Global vs Aquecimento Global - vídeos

Parte 1
http://br.youtube. com/watch? v=rnG8fycq- 50
Parte 2
http://br.youtube. com/watch? v=Nep0gMuROO0
Parte 3
http://br.youtube. com/watch? v=nRZKwb5Y- oA
Parte 4
http://br.youtube. com/watch? v=L3c25-Nw0- 4
Parte 5
http://br.youtube. com/watch? v=Oyq3Uc5Gxpg

Examine esta situação: o Escurecimento ajudou a diminuir os efeitos do Aquecimento. Isto significa que se suavizarmos a quantidade de partículas, o Aquecimento aumenta. E agora?

Para saber mais acesse o Link:

http://pt.wikipedia .org/wiki/ Escurecimento_ global

quinta-feira, 27 de março de 2008

Protocolo de Cartagena de Biossegurança

CARTA DE NOTÍCIAS Nº 05 – MARÇO 2008

Esta CARTA DE NOTÍCIAS Nº 05 traz informações sobre as duas últimas reuniões prévias ao 4º Encontro de Partes do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança e à 9º Reunião de Partes da Convenção sobre Biodiversidade: a 13º reunião do Órgão de Assessoramento Técnico e Científico e a 5º reunião do Grupo de Trabalho sobre Responsabilidade e Compensação no âmbito do Protocolo de Cartagena.

Nestas reuniões, foram definidas as últimas propostas de resoluções a serem analisadas em maio, na Alemanha, durante as Conferências de Partes. Enquanto isso, o Governo Brasileiro divulgou o calendário das reuniões de coordenação com a sociedade civil para “discutir a posição brasileira”. A agenda das reuniões é a seguinte:

10/04 - Biodiversidade agrícola e Biodiversidade florestal (incluindo agrocombustíveis e árvores transgênicas)

24/04 - Acesso e Repartição de Benefícios

30/04 - Responsabilidade e Compensação por danos ocasionados por Organismos Vivos Modificados (OVMs)

Local: Sala D do Anexo I do Palácio Itamaraty

Horário: das 9:30 às 13h.

Nesta edição:

1. Reunião do SBSTTA termina com 36 pontos de divergências.

1.1 Àrvores Transgênicas: os resultados da reunião.

2. Responsabilidade e Compensação por danos ocasionados por transgênicos: termina última reunião do grupo de trabalho.

3.Documentos sobre a posição da Sociedade Civil

Nesta edição:

1.Reunião do SBSTTA termina com 36 pontos de divergências.

A última reunião do Órgão de Assessoramento Tecnologico e Científico - SBSTTA da Convenção sobre Diversidade Biológica terminou em 22 de fevereiro. Foi a última reunião do SBSTTA antes da realização da Conferência de Partes (COP 9), em maio.

Talvez o clima da reunião tenha sido um anúncio do que será a próxima COP: foi a reunião do SBSTTA em que menos se teve consenso na história do órgão - o texto das 07 resoluções finais possui 36 “colchetes”, que indicam as partes do texto sobre as quais não há consenso.

Na agenda, da reunião, estavam: o exame a fundo dos programas de trabalho sobre diversidade biológica agrícola e diversidade biológica florestal; opções para impedir os impactos na diversidade biológica marinha e costeira; um informe sobre espécies exóticas invasoras; debate sobre opções de medidas de apoio entre as convenções do Rio no que se refere às mudanças climáticas e o tratamento que o SBSTTA dará ao tema “questões novas e incipientes em matéria de biodiversidade”.

Como também já é comum na CDB, enquanto assistiam-se pouquíssimos avanços nos Programas de Trabalho, as atenções da sociedade civil estiveram em grande medida focadas em fazer com que temas como àrvores transgênicas e tecnologias genéticas de restrição de uso, não sofressem retrocessos ou acabassem tendo sua utilização legitimada pela CDB.

Confirmando a tendência de outras Grupos de Trabalho da CDB, o tema dos Agrocombustíveis e seu impacto sobre a diversidade biológica foi citado por diversos países.

1.1 Àrvores Transgênicas: os resultados da reunião.

No Grupo de Trabalho sobre Diversidade Biológica Florestal, o tema das árvores transgênicas foi um dos mais “polêmicos”. Sob a mesa, estava um documento de informação, em que a secretaria do Grupo de Trabalho elencou os potenciais impactos ambientais, socioeconômicos e culturais das árvores geneticamente modificadas.(para acessar o documento clique em www.biodiv.org/)

A partir deste documento, as Partes deveriam fazer comentários e propor modificações ou a manutenção da Resolução sobre Árvores Transgênicas aprovadas na última COP. De acordo com esta Resolução: “as partes da Convenção sobre Diversidade Biológica deverão adotar um enfoque de precaução em relação à utilização das àrvores geneticamente modificadas, em razão do grau de incerteza científica relacionado à sua aplicação”.

O Brasil elaborou e defendeu a opção 01, segundo a qual, “reitera-se a necessidade de aplicar o enfoque da precaução, em conformidade com o princípio 15 da Declaração do Rio, ao uso de árvores geneticamente modificadas.” O debate nos grupos de trabalho envolveu posicionamentos bastante divergentes: alguns países propuseram que a Recomendação do SBSTTA deveria mencionar a necessidade de realizar pesquisas de campo com àrvores transgênicas, como uma das formas de “conhecer seus impactos”. Outros países defenderam que o SBSTTA se restringise a recomendar uma “postura de precaução”, enquanto outros ainda sugeriram uma moratória à utilização de àrvores transgênicas até que protocolos de análise de risco fossem criados.

A seguir, as opções de texto elaboradas pelo SBSTTA e que serão discutidas na COP:

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2.Responsabilidade e Compensação por danos ocasionados por transgênicos: termina última reunião do grupo de trabalho.

Terminou na última semana, a última reunião do Grupo de Trabalho sobre Responsabilidade e Compensação no âmbito do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança. A reunião, que ocorreu de 12-19 de março, foi realizada na cidade onde o Protocolo nasceu: Cartagena das Índias, na Colômbia.

O Grupo de Trabalho sobre Responsabilidade e Compensação foi criado com o objetivo de sugerir às partes um Regime de Responsabilidade por danos ocasionados por Organismos Vivos Modificados (transgênicos). A decisão sobre a criação de um regime de responsabilidade deverá ser tomada no próximo Encontro de Partes (MOP 4), em maio.

Após 05 anos de trabalho e ocorridas 5 reuniões, o documento em negociação em Cartagena era ainda longo e com pouquíssimos pontos consesuados. (para acessar clique em http://www.cbd.int/biosafety/issues/liability.shtml)

O trabalho em Cartagena iniciou-se com este documento, discutido em dois grupos de trabalho. Nesta dinâmica foi possível reduzir o texto significativamente, aproximando as opções sob a mesa, apesar dos pontos divergentes permanecerem todos no texto.
No 4º dia de trabalho, os presidentes do Grupo apresentaram um documento com os elementos centrais da negociação (core elements). O documento já trazia várias opções “fechada” como por exemplo, que o regime de responsabilidade civil seria apenas voluntário. A reação contrária ao documento e ao processo pelo qual foi elaborado foi imediata e, após quase 12 horas de negociação, resolveu-se criar um grupo de “amigos dos presidentes” (grupo reduzido de negociadores, para colaborar com a negociação). O Grupo foi formado por 22 membros e chegou a um documento de negociação mais reduzido, mas mantendo as principais propostas na mesa. Este documento foi apresentado e aprovado no plenário.

Na plenária final, aprovou-se a realização de mais uma reunião do grupo de “amigos do presidente” para os 04 dias anteriores à MOP. Nesta reunião, o grupo deverá continuar a trabalhar sobre o documento.

A reunião de Cartagena foi permeada por inúmeros pontos sobre os quais o consenso parece ainda distante:

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3.Documentos sobre a posição da Sociedade Civil:

a. Posição da Sociedade Civil sobre Elementos Fundamentais do Regime de Responsabilidade por danos ocasionados por Organismos Vivos Modificados.

O Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança entrou em vigor setembro de 2003.

Em 2004, foi criado um Grupo de Trabalho com o mandato de estabelecer um regime de responsabilidade por danos ocasionados pelo transporte, manipulação e uso de organismos vivos modificados.

O mandato deste Grupo de Trabalho termina no próximo Encontro de Partes do Protocolo, em maio de 2008.

O estabelecimento de um regime de responsabilidade é fundamental e urgente, para que o Protocolo cumpra seu objetivo, de “contribuir para assegurar um nível adequado de proteção no campo da transferência, da manipulação e do uso seguros dos organismos vivos modificados resultantes da biotecnologia moderna que possam ter efeitos adversos na conservação e no uso sustentável da diversidade biológica, levando em conta os riscos para a saúde humana”.

Necessidade de Estabelecimento de um Regime de Responsabilidade Internacional.

Ainda é grande a incerteza relacionada à segurança ambiental e à saúde dos organismos vivos modificados, mesmo daqueles que estão disponíveis no mercado. Prova disto, é que as agências regulatórias têm frequentemente exposto publicamente suas dúvidas sobre a segurança destes produtos e, em alguns casos, revisto suas decisões.

Como exemplo, podemos citar os seguintes casos, ocorridos em 2007:

• No Brasil, os milhos transgênicos MON 810 (Monsanto) e Liberty Link (Bayer) receberam a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, mas o Ministério da Saúde e do Meio Ambiente manifestaram-se contra as liberações comerciais;

• Na Áustria, Hungria e França estas variedades de milho transgênico anteriormente aprovadas foram proibidas após a realização de estudos independentes que comprovaram a existência de riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

• Nos EUA, país que tem uma legislação “flexível” em matéria de biossegurança foi proibida judicialmente, em 2007, a comercialização de alfafa geneticamente modificada (autorizada em 2004), graças aos prejuízos ocasionados aos produtores orgânicos, e determinada a realização de estudos de impacto ambiental.
Além das questões referentes à segurança ambiental e à saúde, também crescem os casos de contaminação e disseminação ilegal de organismos transgênicos, em descumprimento às normas do Protocolo de Cartagena.


Na ausência de um regime de responsabilidade, as transnacionais seguem aproveitando a impunidade para utilizar a contaminação e autorizações obtidas sob análises de risco frágeis para disseminar o cultivo de transgênicos no mundo.

Assim, somente um regime de responsabilidade vinculante, com regras claras pode efetivamente operacionalizar o cumprimento do princípio da precaução.

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terça-feira, 18 de março de 2008

Revista Agriculturas: Experiências em agroecologia, Volume 4
Issue 4- Saúde pela natureza


As experiências divulgadas nesta edição apontam alguns dos muitos caminhos que podem ser tomados para que a promoção de agriculturas de base ecológica incida positivamente sobre a saúde pública. Além de criarem meios de vida mais saudáveis, enfatizando a importância crucial das abordagens focadas na promoção da saúde, as experiências mostram como as doenças mais corriqueiras da população podem ser tratadas com o emprego de elementos e derivados da natureza, sobretudo as plantas medicinais, que podem ser facilmente produzidos e/ou acessados nas áreas rurais e urbanas a partir da revalorização e aprimoramento de práticas populares nesse campo.

Para baixar a revista gratuitamente acesse:

http://agriculturas.leisa.info/index.php?url=magazine-details.tpl&p[_id]=200616

domingo, 16 de março de 2008

Inscrições abertas para bolsas da Fundação Ford

Programa concede 40 bolsas de pós-graduação no Brasil ou exterior

Publicado em 13/03/2008 - 12:00

Estão abertas as inscrições para a Seleção Brasil 2008 do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford (International Fellowships Programa - IFP). A iniciativa oferece 40 bolsas de mestrado (por até 24 meses) e de doutorado (por até 36 meses) para o aperfeiçoamento acadêmico de líderes em questões relacionadas à justiça e igualdade social. As oportunidades são para cursos no Brasil e no exterior. Os interessados podem se inscrever até o próximo dia 26 de maio de 2008.

A iniciativa é destinada a profissionais com potenciais de liderança em seus campos de atuação que pretendam prosseguir seus estudos superiores para promover o desenvolvimento de seus países. Para participar, é preciso ter o diploma da graduação com comprovado desempenho acadêmico, experiência em trabalhos comunitários ou voluntários e, ainda, ter residência permanente no Brasil.

O Programa é implementado em diversos países da África, América Latina, Ásia, Oriente Médio e na Rússia - locais onde a Fundação Ford atua. No Brasil, a iniciativa, além de estar atenta à igualdade de gênero, destina-se prioritariamente a pessoas negras ou indígenas, originárias das regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste do Brasil ou provenientes de famílias de baixa renda e pouca escolaridade.

É vedada a participação de ex-bolsistas do IFP, das pessoas já matriculadas, inscritas ou que cursem o mestrado, dos profissionais que já disponham de doutorado ou que tenham iniciado o curso antes do 2º semestre letivo de 2007.

A bolsa exige dedicação exclusiva aos estudos, dessa forma incompatível com atividade remunerada, Com exceção para atividades acadêmicas relacionadas ao projeto de dissertação ou tese em situações específicas e mediante aprovação prévia.

Além da bolsa de estudos, são oferecidos diversos apoios aos selecionados. Para aqueles que ainda não estão matriculados na pós-graduação, a iniciativa pode oferecer assistência para a inscrição no processo de seleção. E mais, quando necessário, o programa apóia a participação dos bolsistas em cursos de curta duração, como de idiomas, informática e de aperfeiçoamento para elaboração de projetos. Há auxílios também para a constituição de rede de bolsistas internacionais e de ex-bolsistas.

Processo Seletivo

Os candidatos interessados em participar do IFP 2008 devem acessar o site oficial do programa e fazer o download do Caderno de Instruções da Candidatura 2008, para conhecer todas as regras do processo seletivo. Em seguida, o candidato deve fazer o download do Formulário para Candidatura 2008, preenchê-lo e enviá-lo, em duas cópias, exclusivamente por correio à sede da Fundação Carlos Chagas, no seguinte endereço:

Fundação Carlos Chagas
Programa bolsa
Av. Prof. Francisco Morato, 1565
Jd. Guedala- São Paulo/SP
CEP : 05513-900

Junto com o Formulário de Candidatura devem ser anexados o pré-projeto de dissertação ou tese (com, no máximo, dez laudas), o currículo (no formato que consta no Caderno de Instruções para Candidatura) e o comprovante de atuação em programas, trabalhos ou atividades comunitárias, voluntárias ou militantes. Além disso, é exigido cópias do histórico escolar da graduação, da carteira de identidade, da certidão de nascimento e da declaração do imposto de renda e duas fotos coloridas, em formato de passaporte, datadas e identificadas com o nome do candidato no verso. É preciso enviar, ainda, cartas de recomendação de um professor e de um profissional.

Os candidatos à bolsa de doutorado devem incluir também uma cópia da dissertação de mestrado, duas cópias do diploma ou certificado de conclusão do mestrado, duas cópias do histórico escolar do mestrado, duas cópias da inscrição no doutorado - caso já esteja inscrito - e duas cópias do currículo do orientador - caso já tenha escolhido.

A Fundação Carlos Chagas é a instituição responsável pela coordenação, no Brasil, do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford. As candidaturas serão avaliadas por uma comissão de seleção brasileira, composta de especialistas dos diversos campos do conhecimento. A comissão nacional fará a indicação para o ingresso do candidato no Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação. A decisão final será tomada pela Secretaria Técnica do Programa, com sede em Nova York, nos Estados Unidos.

Os bolsistas são selecionados com base em seu potencial acadêmico e de liderança e compromisso com a solução de problemas de sua comunidade, grupo social, região ou país. Os selecionados poderão cursar programas de mestrado ou doutorado em qualquer área do conhecimento, desde que relacionada aos interesses e objetivos da Fundação Ford, que visam fortalecer os valores democráticos, reduzir a pobreza e a injustiça, fomentar a cooperação internacional e, ainda, promover o desenvolvimento humano.

Áreas prioritárias

Os pré-projetos devem estar relacionados a um dos campos de atuação da Fundação Ford listados a seguir:

Formação de recursos e desenvolvimento comunitário
- Desenvolvimento comunitário
- Financiamento para o desenvolvimento e segurança econômica
- Qualificação da força de trabalho
- Meio ambiente e desenvolvimento

Conhecimento, criatividade e liberdade:
- Artes e cultura
- Educação e Ensino Superior
- Mídia
- Religião, sociedade e cultura
- Sexualidade e saúde reprodutiva

Paz e justiça social:
- Sociedade civil
- Governo
- Direitos humanos

O programa

No Brasil, são realizadas seleções anuais com início de inscrições todo o mês de março. As seis seleções brasileiras já realizadas concederam em torno de 250 bolsas. Mais informações sobre o programa podem ser obtidas no site www.programabolsa.org.br, pelo e-mail programabolsa@fcc.org.br ou com a Fundação Carlos Chagas pelo telefone 11-3722-4404.

sábado, 15 de março de 2008

Entrevista al Dr. Eduardo Sevilla Guzmán

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CongresoSOCLA2007 Nuevos desarrollos sobre el Marco Teorico de la Agroecologia. ppt


Eduardo Sevilla Guzmán es Dr Ing. Agrónomo (Univ.Pol.Madrid) y PhD (Rural Sociology, Reading University, GB). Asesor de Via Campesina y del MST de Brasil. En España, desde 1992 es Director del Programa Interuniversitario (UCO e UIA) de Doctorado+Master en Agroecología. Desde 1999, miembro del CEPAR de Rosario, Argentina.

-Terminás de regresar del Primer Congreso Científico Latinoamericano de Agroecología celebrado en Medellín del 13 al 15 de agosto ¿Podrías hacer un breve balance del mismo?
-ESG: Asistieron 475 congresistas durante tres días muy apretados en los que se intercalaban “conferencias magistrales”, en plenarios con Seis Talleres Temáticos sobre “Manejo Ecológico de Plagas, Enfermedades y Malezas; Ecología, Conservación y Manejo de suelos, agua y biodiversidad; Bases ecológicas para la conversión a un manejo orgánico y sistemas diversificadosde producción; Economía Ecológica e Indicadores de Sustentabilidad; Ethnoecología y Sistemas tradicionales de conocimiento y Desarrollo Ruralsostenible, movimientos rurales sociales y Educación Ambiental.
A estos habría que añadir un nuevo Taller “ad hoc”, que propuso nada más llegar Mariana Marasa (del IPAF pampeano) sobre el “Rol del Estado y la Agroecología” y al que nos unimos para coordinar con ella Francisco Roberto Caporal y yo. Se cumplió el objetivo central del Congreso que era poner en marcha la Sociedad Científica Latinoamericana de Agroecología (SOCLA); y en general fue algo muy positivo porque se supo compaginar el rigor científico, la participación y el control democrático, junto a un compromiso político desde la ética medioambiental y social.

- ¿Por qué el calificativo de “científico” aparece tanto en el nombre del Congreso como en la nueva Asociación?
-ESG: Esto fue algo que salió varias veces en el congreso. La decisión fue tomada, previamente por el “comité gestor” de SOCLA, encabezado por Miguel Altieri, y yo creo que es acertada. Responde a la necesidad de diferenciarse de otras organizaciones latinoamericanas de agroecología, como MAELA (que articula tanto a organizaciones de experiencias productivas, investigadoras, ONG´s, como a redes y movimientos sociales). Lo cual no quiere decir que no se trabaje en estrecha relación; de hecho el “comité gestor” de SOCLA, ya firmó hace tiempo un convenio con MAELA, y al congreso fueron invitadas sus organizaciones clave (como Vía Campesina): para organizar actividades encaminadas a satisfacer sus demandas.
Por otro lado, es una especie de “ajuste de cuentas” con la Academia de las Ciencias Agropecuarias y Forestales: el grupito de académicos que comenzamos a trabajar en agroecología hace 20 años éramos unos locos ecologistas; hoy toda la estructura conceptual que elaboramos les es imprescindible para trabajar. Ello no quiere decir que no reivindiquemos la propia naturaleza pluriepistemoló gica de la agroecología; que junto a la forma de crear conocimiento de la ciencia, utiliza -¡en pié de igualdad!- otras formas de conocimiento.

- Tenemos entendido que fuiste encargado de dar una ponencia sobre los “Nuevos desarrollos del marco teórico de la agroecología” ¿Podrías resumirla?
-ESG: Pretendí hacer una actualización sustantiva del núcleo central de elementos que componen la AGROECOLOGÍA, que establecí inicialmente hace 12 años; tras otros tantos de interacción con experiencias, de producción y comercializació n alternativa, de campesinos y consumidores al sur de España, en Andalucía (Cf. “El marco teórico de la Agroecología” publicado en 1995 y reeditado en Sevilla Guzmán, 2006a: 221-248). Como entonces, mí intención es abstraer de las dinámicas productivas, de naturaleza agroecológica, aquellos conceptos que surgen de sus acciones de resistencia y de sus propuestas de cambio. Tal actualización, pretende incorporar nuestra experiencia latinoamericana. Definí entonces la Agroecología como el manejo ecológico de los recursos naturales, a través de formas de acción social colectiva, para el establecimiento de sistemas de control participativo y democrático en los ámbitos de la producción y circulación.
La estrategia teórica y metodológica así elaborada tenía, además; por un lado, una naturaleza sistémica y un enfoque holístico, ya que tales formas de manejo pretendían frenar selectivamente el desarrollo actual de las fuerzas productivas para contener las formas degradantes de producción y consumo que generaron la crisis ecológica. Y, por otro lado, tal necesario manejo ecológico de los recursos naturales, tendría igualmente, una fuerte dimensión local como portadora de un potencial endógeno, que, a través del conocimiento campesino (local o indígena allá donde pueda aún existir), permitía la potenciación de la biodiversidad ecológica y sociocultural y el diseño de sistemas de agricultura sostenible.
Así, la AGROECOLOGÍA, incorporando los elementos de actualización, puede definirse, esquemáticamente y en forma operativa, mediante tres dimensiones como (i: ecológica productiva) la consecución del manejo ecológico de los recursos naturales para, (ii: socioeconómica y cultural) mediante acciones locales de desarrollo endógeno, (iii: sociopolítica) generar procesos de transformació n y sustentabilidad social entre productores y consumidores, en su acción articulada con los movimientos sociales para incidir en las políticas públicas (Cf. Sevilla Guzmán, 2006b: 201-217).


- Estas definiciones son muy interesantes, pero ¿dónde están los nuevos desarrollos de la agroecología?
-ESG: En la larga década transcurrida desde nuestra primera caracterizació n, los acontecimientos más trascendentales son la aparición de una agroecología urbana (aquí en Argentina y en Cuba) y la irrupción de los pueblos indígenas. Por otra parte también tienen interés los procesos: por un lado, de aceptación teórica de la agroecología en Europa; y por otro, de introducción de la agroecología en Latinoamérica, tanto en las políticas públicas como en los movimientos sociales.

- ¿Podrías ampliar un poco esos conceptos?
-ESG: Respecto a la Agroecología Urbana, parece claro que ya están consolidadas varias experiencias agroecológicas que amplían su ámbito hacia el escenario urbano, donde se ha acelerado la “explosión del desorden” como consecuencia de la desbordante inmigración rural, producto de la intensificació n del manejo industrializado. Entre varias ciudades latinoamericanas con formas de agricultura urbana de gran interés aparecen, al menos, dos “faros agroecológicos” , generados por la creatividad de la sociedad civil, en los contextos urbanos de Cuba y Argentina.
Ambas experiencias se desarrollaron como consecuencia de las respuestas dispares de la sectores sociales marginados: por un lado, motivada por el “bloqueo histórico a Cuba” (al verse sin el apoyo del socialismo real); y por un lado, en reacción al embate privatizador del neoliberalismo y la globalización económica en Argentina, concretamente en Rosario. Ambas experiencias obtienen el apoyo público (de instituciones locales, en el primer caso; y del Estado, en el segundo) tras décadas de autoorganizació n productiva ciudadana, mediante “huertas orgánicas comunitarias” ; adquiriendo rasgos de un desarrollo endógeno urbano, mediante acciones sociales colectivas generadoras de tecnologías locales de naturaleza regenerativa; adquiriendo, en gran medida, la forma de “alternativas al desarrollo local convencional” . Las sistematizaciones realizadas por María Caridad Cruz et al. (2006ª y 2006b) en Cuba y por el CEPAR, en Argentina (Cf.Ottmann , 2005), así lo muestran.
Respecto a la irrupción de los pueblos indígenas en la agroecología es ésta, sin duda, la gran novedad tanto desde la Academia (por la excelente labor de AGRUCO, en la Universidad de Cochabamba), al presentar: junto a un estilo de manejo agroecológico andino; una estrategia global para los pueblos indígenas que pasa del rescate y la revalorizació n de su conocimiento a la construcción de un diálogo “intra” e intercultural con el conocimiento científico (Cf. las publicaciones del Programa COMPAS, como Delgado y Escobar, 2006). Pero además, junto al reconocimiento científico de la sabiduría indígena, conformadora de manejos orgánicos sustentables obtenidos de la coevolución, aparecen los contenidos históricos surgidos de las luchas indígenas y campesinas profundizando el avance democratizador, antiliberal y descolonizador en México, Ecuador, Perú, Guatemala y Bolivia, como ha quedado plasmado en los encuentros Andino-Mesoamerican os sobre Movimiento indígena, resistencia y proyecto alternativo de México, La Paz y El Alto: Cf. R. Gutierrez y F. Escarzaga, coordas., 2006.
Otra sorprendente novedad de este periodo es la paulatina “conversión” de científicos europeos a la Agroecología; así en 2002 Terry Marsden publica The Condition of Sustainability, haciendo una denuncia del sistema agroalimentario y señalando como único posible solución para la agricultura europea la Agroecología “que nos llega de Latinoamérica” . Igualmente el probablemente más prestigioso grupo europeo de investigación en temas de desarrollo rural, el integrado por Jan Douwe van der Ploeg y su equipo de Wageningen, descubren la agroecología y, a través de ella, un proceso de “recampesinizació n” en Europa al margen de las políticas de Desarrollo Rural, que apunta hacia un propuesta de desarrollo agroecológico surgida desde los agricultores innovadores europeos (Marsden, 2002 y Ploeg, 2002 y 2006).
Finalmente, respecto a políticas públicas, la lanza la lleva Brasil que tanto en su sistema de investigación (EMBRAPA, aún incipiente; aunque ya han publicado un primer manual: De Aquino e De Assis, 2005), como de extensión (Emater, primero a nivel estadual en RioGrande do Sul; y ahora a nivel federal en Ater) esta desarrollando una labor sumamente importante a largo plazo. Es también muy incipiente; aunque también muy prometedor el tema de los IPAFs en el INTA.

- ¿Y qué pasa con los movimientos sociales?
-ESG: Muchos de los desbordes creativos de las formas de acción social colectiva con manejo orgánico e infraestructuras socioeconómicas endógenas poseen, además, una propuesta política de enfrentamiento a la subordinación de los estados a las políticas neoliberales; impuestas ante la degradación de la democracia como sistema de representació n real ante el deterioro ideológico y operativo de partidos y sindicatos. Desde la Agroecología, nos interesan las respuestas provenientes de los grupos campesinos e indígenas que se articulan en torno a la disidencia al Neoliberalismo y la Globalización , como señalamos recientemente (Sevilla Guzmán y Martínez Alier, 2006). Desde hace más de una década décadas varias de las experiencias agroecológicas de esta naturaleza de Latinoamérica se agruparon en torno al Movimiento Latinoamericano de Agroecología (MAELA), hoy articulado como miembro de Vía Campesina, adoptando sólidos elementos de institucionalizació n.
Agricultores y campesinos, pertenecientes a las referidas experiencias en Argentina, Brasil, Bolivia, México, Chile y Colombia, se reunieron en Diciembre de 1998 en un lugar de este último país, Pereira, estableciendo una declaración de principios, como miembros del Movimiento Agroecológico de América Latina y el Caribe (MAELA), en la que expresaban su “oposición al modelo neoliberal.. . por degradar la naturaleza y la sociedad. Al mismo tiempo establecían como un derecho de sus organizaciones locales la “ gestión y el control de los recursos naturales... sin depender de insumos externos (agroquímicos y transgénicos) , para la reproducción biológica de sus culturas”, señalando su “apoyo a la promoción, el intercambio y difusión de experiencias locales de resistencia civil y la creación de alternativas de uso y conservación de variedades locales” (MAELA, 2000).
Vía Campesina reivindica en la actualidad la Agroecología como matriz tecnológica, adoptada ya por el Movimiento Sin Tierra del Brasil, por diversos de los movimientos indígenas de Bolivia o por los campesinos indígenas de Chiapas, entre otros de sus miembros; quienes han elaborado el concepto de Soberanía Alimentaria, como una muestra de internacionalismo campesino agroecológico.
A solicitud de la Página www.desruralypoliti cas.com.ar, el Dr. Eduardo Sevilla Guzmán gentilmente incorporó a continuación algunas referencias bibliográficas que pueden facilitar la profundizació n del tema por parte de los interesados. También se incorpora, como Archivo Anexo, su presentación en el Congreso SOCLA 2007: Desarrollos sobre el Marco Teórico de la Agroecología.

Bibliograf
ía citada
-Cruz, María Caridad et. al., 2006a. Ciudad Sustentable. Reflexiones sobre la agricultura y sus relaciones en el ambiente urbano. La Habana. Fundación Antonio Nuñez Jimenez de la Naturaleza y el Hombre.
-Cruz, María Caridad, e. al. (coordas.) 2006b. Permacultura criolla. La Habana. Fundación Antonio Nuñez Jimenez de la Naturaleza y el Hombre.
-De Aquino, Adriana María e Renato Linhares de Assis (Editores Técnicos), 2005 Agroecologia. Principios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável (Brasilia, DF: Embrapa Informaçao Tecnológica).
-Gutierrez, Raquel y Fabiola Escárzaga (Coordas.), 2006 Movimiento indígena en América Latina: resistencia y proyecto alternativo. México: Centro de Estudios Andinos y Mesoamericanos. Vol. II.
-Marsden, Terry. 2003. The Condition of Rural Sustainabillity Assen Royal Lassen: Royal van Gorcum.
-MAELA, 2000 Perspectivas del movimiento agroecológico latinoamericano en el nuevo milenio, Cochabamba: agruco.
-Ottmann, G. Agroecología y sociología histórica desde América Latina. Madrid/México: Mundi-Prensa/ PNUMA.
-Ploeg, Jan Douwe van der, Long, A. And Banks, J. 2002. Living Countrysides. Rural Development Process in Europe: The State of the Art, Doetinchem: Elsevier.
-Ploeg, Jan Douwe van der, 2006. El futuro robado. Tierra, agua y lucha campesina Lima/Wageningen: Instituto de Estudios Peruanos/Water Law and Indigenous Rights.
-Sevilla Guzmán, E. y Joan Martínez Alier, 2006 “New rural social movements and Agroecology” editado por P. Cloke, Terry Marsden and P.Mooney, Handbook of Rural Studies, London: SAGE Publications: 472-483
-Sevilla Guzmán E. 2006a Perspectivas agroecológicas desde el Pensamiento Social Agrario Universidad de Córdoba, España.
-Sevilla Guzmán, E. De la Sociología Rural a la Agroecología (Barcelona Icaria).

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CongresoSOCLA2007 Nuevos desarrollos sobre el Marco Teorico de la Agroecologia. ppt

sexta-feira, 14 de março de 2008

500 livros grátis na Biblioteca Domínio Público

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  1. Divina Comédia -Dante Alighieri
  2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
  3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
  4. Dom Casmurro -Machado de Assis
  5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
  6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
  7. A Cartomante -Machado de Assis
  8. Mensagem -Fernando Pessoa
  9. A Carteira -Machado de Assis
  10. A Megera Domada -William Shakespeare
  11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
  12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
  13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
  14. Dom Casmurro -Machado de Assis
  15. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
  16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
  17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
  18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
  19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
  20. Macbeth -William Shakespeare
  21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
  22. A Tempestade -William Shakespeare
  23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
  24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
  25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
  26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
  27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
  28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
  29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
  30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
  31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  33. Arte Poética -Aristóteles
  34. Conto de Inverno -William Shakespeare
  35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
  36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
  37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
  38. A Metamorfose -Franz Kafka
  39. A Cartomante -Machado de Assis
  40. Rei Lear -William Shakespeare
  41. A Causa Secreta -Machado de Assis
  42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
  43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
  44. Júlio César -William Shakespeare
  45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
  46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
  48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
  49. A Ela -Machado de Assis
  50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
  51. Dom Casmurro -Machado de Assis
  52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
  53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  54. Adão e Eva -Machado de Assis
  55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
  56. A Chinela Turca -Machado de Assis
  57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
  58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
  59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
  60. Iracema -José de Alencar
  61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  62. Ricardo III -William Shakespeare
  63. O Alienista -Machado de Assis
  64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
  65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
  66. A Carteira -Machado de Assis
  67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
  68. Senhora -José de Alencar
  69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
  70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
  72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
  73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
  74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
  75. Iracema -José de Alencar
  76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
  77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
  78. O Guarani -José de Alencar
  79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
  80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
  81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
  82. A Pianista -Machado de Assis
  83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
  84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
  85. A Herança -Machado de Assis
  86. A chave -Machado de Assis
  87. Eu -Augusto dos Anjos
  88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
  89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
  90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
  91. Quincas Borba -Machado de Assis
  92. A Segunda Vida -Machado de Assis
  93. Os Sertões -Euclides da Cunha
  94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  95. O Alienista -Machado de Assis
  96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
  97. Medida Por Medida -William Shakespeare
  98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
  99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
  100. A Vida Eterna -Machado de Assis
  101. A Causa Secreta -Machado de Assis
  102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
  103. Divina Comedia -Dante Alighieri
  104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
  105. Coriolano -William Shakespeare
  106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
  107. Senhora -José de Alencar
  108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
  109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  111. A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
  112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
  113. Obras Seletas -Rui Barbosa
  114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
  116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
  117. Édipo-Rei -Sófocles
  118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
  119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
  120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
  121. Tito Andrônico -William Shakespeare
  122. Adão e Eva -Machado de Assis
  123. Os Sertões -Euclides da Cunha
  124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
  125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
  126. Camões -Joaquim Nabuco
  127. Antes que Cases -Machado de Assis
  128. A melhor das noivas -Machado de Assis
  129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
  130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
  131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
  132. Helena -Machado de Assis
  133. Contos -José Maria Eça de Queirós
  134. A Sereníssima República -Machado de Assis
  135. Iliada -Homero
  136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
  137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
  138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
  139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
  141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
  142. A Carne -Júlio Ribeiro
  143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
  145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
  146. A Semana -Machado de Assis
  147. A viúva Sobral -Machado de Assis
  148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
  149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
  150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
  151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
  152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
  153. Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
  154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
  155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
  156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
  157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
  158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
  159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
  160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
  161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
  162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
  163. Odisséia -Homero
  164. Quincas Borba -Machado de Assis
  165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
  166. Balas de Estalo -Machado de Assis
  167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
  168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
  170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
  171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
  172. Cinco Minutos -José de Alencar
  173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
  174. Lucíola -José de Alencar
  175. A Parasita Azul -Machado de Assis
  176. A Viuvinha -José de Alencar
  177. Utopia -Thomas Morus
  178. Missa do Galo -Machado de Assis
  179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
  180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
  181. Hamlet -William Shakespeare
  182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
  183. O Espelho -Machado de Assis
  184. Helena -Machado de Assis
  185. As Academias de Sião -Machado de Assis
  186. A Carne -Júlio Ribeiro
  187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
  188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
  189. Antes da Missa -Machado de Assis
  190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
  191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
  192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
  193. A mulher Pálida -Machado de Assis
  194. Americanas -Machado de Assis
  195. Cândido -Voltaire
  196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
  197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
  198. Conto de Escola -Machado de Assis
  199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
  200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
  201. Schopenhauer -Thomas Mann
  202. Carolina -Casimiro de Abreu
  203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
  204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
  205. Memorial de Aires -Machado de Assis
  206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
  207. A última receita -Machado de Assis
  208. 7 Canções -Salomão Rovedo
  209. Antologia -Antero de Quental
  210. O Alienista -Machado de Assis
  211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
  212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
  213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
  214. A Semana -Machado de Assis
  215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
  216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
  217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
  218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
  219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
  220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
  221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
  222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
  223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
  224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
  225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
  226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
  227. O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
  228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
  229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
  230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
  232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
  233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
  234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
  235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
  236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
  237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
  238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
  239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
  240. Minha formação -Joaquim Nabuco
  241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
  242. Auto da Alma -Gil Vicente
  243. 345 -Artur Azevedo
  244. O Dicionário -Machado de Assis
  245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
  246. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
  247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
  248. Cinco minutos -José de Alencar
  249. Lucíola -José de Alencar
  250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
  251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
  252. A Alegria da Revolução -Ken Knab
  253. O Ateneu -Raul Pompéia
  254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
  256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
  257. Noite de Almirante -Machado de Assis
  258. O Sertanejo -José de Alencar
  259. A Conquista -Coelho Neto
  260. Casa Velha -Machado de Assis
  261. O Enfermeiro -Machado de Assis
  262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
  263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
  264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo