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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Programa de pequenas becas de investigacion en agroecologia

SOCLA se complace en abrir un proceso competitivo para colaborar con modestos fondos ($500 por beca) con el desarrollo de 10 tesis de investigacion en agroecologia. La competencia esta abierta a estudaintes de pre y post-grado que esten iniciando investigaciones ( no se consideraran tesis ya avanzadas) relacionadas con la agroecologia en cualqueira de las siguientes areas tematicas:

· Manejo ecologico de plagas, enfermedades y malezas

· Ecologia y manejo de suelos; Manejo, conservacion y cosecha de agua

· Conversion a un manejo organico y diversificado

· Biodiversidad y funcion en agroecosistemas

· Conservacion in situ de germplasma y mejoramiento participativo

· Economia Ecologica, Indicadores de sustentabilidad

· Etnoecologia, rescate de conocimiento local, sistemas y tecnologias tradicionales

· Impactos ecologicos, socio-economicos de biocombustibles, transgenicos y cambio climatico

· Desarrollo rural y estrategias de extension de base agroecologica


Requisitos

Los estudiantes interesados deben estar asesorados por profesores-investig adores miembros activos de SOCLA. ( osea que esten al dia en sus cuotas) . Interesados deben enviar una propuesta de investigacion de no mas de 4 paginas a doble espacio que incluya:
Nombre, afiliacion y profesor (a) guia
Titulo, significancia del probelma, objetivos, metodologia, impactos esperados, cronograma, presupuesto ( definir como se usaran los fondos de SOCLA), y como se dara a conocer o difundira la informacion generada.

Postulacion

Enviar la propuesta a: Dr. Miguel A. Altieri, agroeco3@nature. berkeley. edu antes del 1 de febrero de 2008. Una comision revisara las propuestas y las becas se otorgaran el 1ro de Marzo, 2008.
Los estudiantes deberan someter un informe financiero y narrativo final ( no mas de 10 paginas) del estudio (aprobado y firmado por los profesores guia), siguiendo las normas de un articulo cientifico ( Introduccion, Metodos, Resultados y Discusion, Conclusiones y Bibliografia) antes del 31 de Diciembre de 2008.

3. A partir de Marzo del 2008 tendremos un boletin de SOCLA que saldra 3 veces por ano y estara en la pagina de SOCLA pero ademas se distribuira en pdf.

4. Como mencione en el Comunicado de Diciembre del 2007, el doctorado de agroecologia en Colombia pero de caracter latinoamericano avanza y los colegas de la Universidad Nacional y la Universidad de Antioquia estan trabajando para que este pueda ser oficialmente aprobado, parece que las cosas van bien y es posible que el doctorado comienze en Enero del 2009.

5.Tambien les comunique que mientras se operacionaliza el doctorado, junto a Rene Montalba de la Universidad de la Frontera en Chile estamos planificando un diplomado en agroecologia por internet de 3 meses ( Septiembre a Noviembre 2008), con la posibilidad de aquellos que puedan continuar un modulo presencial en la UFRO en Temuco de Enero-Marzo 2009 obtengan un Master en agroecologia. Mas informacion sobre esta iniciativa circulara pronto.

6. Los grupos de trabajo ya estan formados y ahora queda en manos de cada grupo de organizarse y lo mas importante producir los documentos para circularlos ampliamente.

7. Esperamos muchos de Uds presentaron articulos a IFOAM cuyo congreso mundial es en Junio en Modena. Los que lo hicieron espero me envien una nota para ver si les pueen apoyar con pasajes a Italia. Si hay un grupo importante que va podemos organizar una reunion de SOCLA alla.

8. El 2do congreso de SOCLA se hara en Curitiba ,Brasil en Octubre del 2009 y estoy en contacto con el nuevo presidente de ABA, Francisco Caporal para empezar a planificar las acrtividades conjuntas.

9. Acabo de regresar de Lima dionde asisti a un taller convocado por el grupo Galci-IFOAM al que asistieron lideres de movimientos regionales como SOCLA, MAELA, RAPAL, asi ccomo representantes de movimientos de agricultores organicos de Peru, Bolivia y Uruguay. Surgio la idea de trabajar en una iniciativa agroecologica latinoamericana en la cual se articulen y coordinen las redes para desde que lo que mejor saber hacer ( en el caso de SOCLA -investigacion, capacitacion, pubblicaciones, etc) puedan responder a las necesidades de los movimientos de agricultores. Mas detalles sobre la iniciativa circularan pronto.

Bueno reciban un abrazo cordial y los mejores deseos para un ano productivo y agroecologico

saludos

Miguel A Altieri

Presidente-SOCLA

Miguel A Altieri, Ph.D.

Professor of Agroecology

Division of Insect Biology

University of California, Berkeley

137 Mulford # 3114

Berkeley, California 94720

T. 510 6429802

F. 510 6435438

email:agroeco3@ nature.berkeley. edu

http://www.agroeco. org

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

O site do Jornal do Mauss em português e espanhol esta se tranformando em revista eletronica bimestral (com ISSN) e tera proximamente uma newsletter.

Podem se registrar no site:

http://www.jornaldo mauss.org/

e sobretudo contribuir para as diversas rubricas da revista (artigos, resenhas, resumo de teses, eventos, noticias, obras publicadas, debates, entrevistas, etc..).




quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

10/01/2008
'Açaí' de palmito juçara é opção à extração ilegal

A receita para salvar uma das espécies mais ameaçadas da mata atlântica pode ser uma tigela gelada coberta com granola e fatias de banana. Pesquisadores e ambientalistas querem transformar a palmeira juçara no açaí do Sudeste. A espécie, cobiçada por seu palmito tenro e saboroso, produz frutos quase idênticos ao da palmeira amazônica, com uma polpa tão arroxeada e energética quanto a do açaí. Mas não é aproveitada dessa forma.

Todas as tentativas de promover a produção sustentável do palmito juçara fracassaram. Não por uma questão técnica ou ambiental, mas de segurança. As plantações são presa fácil para palmiteiros, que invadem as fazendas e roubam o palmito - assim como fazem em praticamente todas as unidades de conservação da mata atlântica, os últimos refúgios da espécie, ameaçada de extinção.

A estratégia agora é passar da exploração do palmito para a da polpa das sementes, a exemplo do que é feito com o açaí da Amazônia. A diferença crucial é que a extração do palmito mata imediatamente a planta, enquanto a coleta dos frutos mantém a palmeira viva e apta a se reproduzir, sem perturbar o equilíbrio ecológico da floresta.

No Núcleo Santa Virgínia do Parque Estadual da Serra do Mar, no Vale do Paraíba (SP), um projeto distribui 35 mil mudas de juçara para 30 proprietários rurais do entorno, nos municípios de Natividade da Serra e São Luís do Paraitinga. Cada um recebe 1.200 mudas, suficientes para semear 1 hectare. Com cerca de 15 centímetros, as palmeiras são plantadas em fragmentos de floresta cujas juçaras originais foram dizimadas por palmiteiros.

Em 12 anos , as plantas estarão aptas para a primeira colheita. Segundo o engenheiro florestal João Paulo Villani, gestor do núcleo e idealizador do projeto, uma palmeira adulta com quatro cachos pode produzir 10 quilos de sementes por ano. A renda com o comércio da polpa seria de R$ 25 a R$ 30 por árvore/ano - mais do que se obtém pelo palmito in natura, com a vantagem de ser uma cultura perene.

Além de valorizar economicamente a espécie, a produção de polpa seria uma forma de estimular a conservação e o reflorestamento. O palmito juçara precisa de um ambiente sombreado para crescer, e o melhor lugar para semeá-lo é a própria mata. Os fragmentos em que as mudas estão sendo plantadas foram selecionados para formar um corredor ecológico, conectado a matas ciliares para facilitar a dispersão da espécie.

"A idéia é que esses fragmentos se tornem ilhas de biodiversidade", afirma Villani. "Há uma série de espécies que entram e saem do parque por meio das matas ciliares." A palmeira juçara, segundo os especialistas, é uma espécie-chave na ecologia da mata atlântica. Está na base da cadeia alimentar de dezenas de aves e mamíferos, assim como dos animais que se alimentam deles.

O projeto, Semeando Sustentabilidade, é uma parceria da Fundação Florestal com a organização social Akarui.

"Só tem juçara onde tem floresta, não dá para plantar em qualquer lugar, como se fosse eucalipto", ressalta Nilson Máximo, da organização SOS Mata Atlântica.

Em família - A palmeira juçara (Euterpe edulis) e o açaí (Euterpe oleracea) são espécies irmãs - tão próximas que podem até cruzar. Quem já consumiu a polpa de juçara diz que ela é praticamente idêntica ao famoso "açaí na tigela".

Em Santa Catarina, onde o produto foi "inventado" a partir de um projeto de pesquisa, o "açaí de juçara" já é comercializado há vários anos, como se fosse açaí da Amazônia. "É tão parecido que não dá para distinguir um do outro", diz o biólogo Ademir Reis, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que pesquisou a espécie por mais de 20 anos. (Estadão Online)

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