inescburg@yahoo.com.br

quinta-feira, 28 de junho de 2007

6ª JORNADA DE AGROECOLOGIA

- 11 A 14 de julho - UNIOESTE - Cascavel -

Terra Livre de Transgênicos e sem Agrotóxicos

Cuidando da Terra Cultivando Biodiversidade Colhendo Soberania Alimentar

Convidamos todos os movimentos sociais, entidades, pesquisadores/as, professores/as, estudantes a participarem do evento, organizando caravanas, nas comunidades, sindicatos, igrejas, e ainda inscrevendo-se a participar e contribuir na construção de oficinas e seminários de acordo com as informações contidas nos anexos.

A Jornada de Agroecologia tem se firmado, através de suas edições, desde 2002, como uma forma de construir uma ação dinâmica , permanente e aglutinadora de articulação da proposta de Agricultura Familiar Ecológica baseada em uma “Terra Livre de transgênicos e Sem agrotóxicos”.

A 6ª JORNADA DE AGROECOLOGIA é um encontro de acúmulo, aprendizados e vitórias ao longo desses 6 anos de caminhada. Multiplicam-se no estado as experiências agroecológicas com campos de sementes crioulas, produção, feiras, a articulando as organizações e movimentos sociais, instituições de ensino, para a construção de um novo projeto, que tem como marcos o cuidado com a terra, o cultivo da biodiversidade, para colher soberania alimentar. A Jornada de Agroecologia busca favorecer o intercâmbio cultural, técnico, político e organizativo entre os participantes.

A partir desses grandes encontros é possível ampliar a capacidade de expressão política da Agricultura Familiar e Camponesa junto a sociedade e às instituições governamentais, técnicas, científicas: de ensino e pesquisa, ampliando as políticas restritivas à produção e comercialização de produtos geneticamente modificados, coibindo também, o uso indiscriminado de agrotóxicos e fertilizantes sintéticos, apresentando a produção agroecológica como alternativa viável, capacitando para a consciência ecológica da população em geral, preservando a natureza e conservando a biodiversidade para as futuras gerações.

DATA DO EVENTO: 11 a 14 de julho de 2007.

LOCAL: UNIOESTE – Universidade Estadual do Oeste do Paraná

CIDADE: Cascavel – PR.

A 6ª Jornada de Agroecologia, está sendo organizada de forma a dar visibilidade às experiências concretas. Por isso contamos com o esforço de todas as pessoas que tenham essas vivências no sentindo de apresentá-las através das oficinas e seminários.

Nos colocamos à disposição para esclarecer as dúvidas que por ventura se tornem necessárias.

FORMAS DE CONTATO PARA MAIORES INFORMAÇÕES DO EVENTO:

Secretaria da Jornada de Agroecologia - Curitiba

Fone: 41 3232 4660 / 41 9676 5239 falar com Jakeline

e-mail:jakeline@terradedireitos.org.br ou secretaria@jornadadeagroecologia.com.br

http://www.jornadadeagroecologia.com.br

quarta-feira, 27 de junho de 2007

6° ENCONTRO AMPLIADO DA REDE ECOVIDA DE AGROECOLOGIA




Todas as informações para quem deseja participar do 6 Encontro Ampliado da Rede Ecovida de Agroecologia que acontecerá nos dias 17 a 19 de julho, na Lapa, estão no site abaixo:
http://www.ecovida.org.br/

segunda-feira, 25 de junho de 2007

V CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA - 2007

NOTICIAS DA ABA-AGROECOLOGIA No.1 JUNHO 2007

Este informativo mensal pretende melhorar a comunicação entre filiados e apoiadores da ABA-Agroecologia. Estamos recebendo pelo site http://www6. ufrgs.br/ abaagroeco/ noticias/ notícias que julgem importantes para a Agroecologia no Brasil. Ajude-nos divulgando este informativo e nos ajudando a melhorar este serviço.

Junho 2007

1. Estamos recebendo, até o dia 30-06, resumos para o V Congresso Brasileiro de Agroecologia, que vai acontecer em Guarapari - ES de 01 a 04 de outubro. Este ano os resumos serão recebidos diretamente através da Revista Brasileira de Agroecologia .

2. Novo site da Associação Brasileira de Agroecologia - www.ufrgs.br/ aba_agroecologia .

3. O mês de junho do ano de 2007 foi marcado pela realização, em Manaus-AM, da I Reunião Amazônica de Agroecologia, organizada pela Embrapa Amazônia Ocidental com a participação das demais Unidades da Embrapa na Região Norte. O evento ocorreu de 11 a 14 de junho - leia a entrevista com Silas Garcia, nosso vice-presidente pela região Norte, sobre o evento.

4. O Rio Grande do Sul já está organizando o IX Seminário Estadual sobre Agroecologia e VIII Seminário Internacional sobre Agroecologia, que será realizado em novembro de 2007. A execução estará sendo liderada pela EMATER-RS.

5. No encerramento do VIII Seminario sobre Ciências Básicas em Homeopatia, realizado em 19 de maio/Lages, SC, foi lançado o desafio da realização, em Lages, do IV Seminário Estadual de Agroecologia/ SC, no primeiro semestre de 2008, inserindo nele o tema da Homeopatia. Para tanto, no dia 22 de junho de 2007, 14h00min, no prédio da Agronomia do CAV - UDESC - Lages, será realizada a primeira reunião de construção de uma agenda participativa para o evento. Todas as entidades catarinenses envolvidas no processo de transição Agroecológica estão convidadas. Contato com Pedro Boff, Est.Exp.Epagri/ Lages - (49)32244400 pboff@epagri. rct-sc.br .

6. IBAMA emite parecer sobre bioma PAMPA.

7. Mensagem da Tesouraria da ABA-Agroecologia - junho 2007

Notícias da ABA-Agroecologia é um veículo de comunicação da Associação Brasileira de Agroecologia (www.ufrgs.br/ aba_agroecologia). Pode ser copiado na íntegra ou em partes, desde que seja citada a fonte.

domingo, 24 de junho de 2007

I CONGRESO LATINOAMERICANO DE AGROECOLOGÍA

I CONGRESO LATINOAMERICANO DE AGROECOLOGÍA

13 A 15 DE AGOSTO DE 2007

Organizadores: SOCLA (Sociedad Científica Latinoamericana de Agroecología). y la Universidad de Antioquia.

La Universidad de Antioquia se complace en servir de anfitriona al Primer Congreso de la Sociedad Científica Latinoamericana de Agroecología (SOCLA) que se llevará a cabo del 13 al 15 de agosto del 2007 y del curso de corto internacional de agroecología que se dictará del 16 al 18 de agosto en Medellín, inmediatamente después del Congreso.

SOCLA es una organización científica cuyo objetivo es promover la agroecología a través de actividades de investigación, docencia y apoyo a movimientos sociales, con el fin de impulsar una agricultura sustentable que privilegie la seguridad alimentaria, la conservación de la biodiversidad y la eliminación de la pobreza.

El Congreso cuenta con el respaldo académico de la Universidad de Antioquia y la Universidad Nacional de Colombia (sedes Medellín, Bogotá y Palmira), las cuales están interesadas en la formación de estudiantes de pregrado y posgrado que puedan contribuir a la construcción de alternativas para el sector agrario que propicien una sociedad más justa y más respetuosa de la naturaleza.

Público al que está dirigido:

Profesionales y estudiantes de ciencias agrarias, biológicas y afines, investigadores en los campos de los agroecosistemas, el desarrollo rural y políticas agrarias y profesionales dedicados a la extensión agrícola.

Temáticas del Congreso:

El congreso contará con 3 conferencistasmagistrales invitados a las sesiones plenarias y 6 conferencistas invitados a los simposios para presentar un estado del arte de los sobre el estado del arte de la agroecologia en distintos temas claves. Durante el congreso se realizarán varios talleres incluyendo uno sobre educación y currículos en agroecología y otros sobre la agroecología frente a deasafios contemporaneos como biotecnologia, globalización y cambio climatico. Además se presentarán ponencias y posters con resultados de investigaciones en los siguientes campos:

  1. Manejo ecologico de plagas, enfermedades y malezas.
  2. Ecologia, conservacion y manejo de suelos, agua y biodiversidad.
  3. Bases ecologicas para la conversion a un manejo organico y sistemas diversificados de produccion.
  4. Economia ecologica e indicadores de sustentabilidad.
  5. Etnoecologia y sistemas tradicionales de conocimiento
  6. Desarrollo rural sostenible y movimientos rurales sociales.

Presentación de ponencias:

Se recibeiran propuestas de ponencias y posters hasta enero 30 de 2007. Los interesados en participar como ponentes deberán enviar al comité académico un resumen de su ponencia que no exceda 2 paginas a doble espacio, las cuales seran evaluadas y seleccionadas por el comite academico. Indicar de paso su formación académica, institución a la que está vinculado (en caso de estarlo), su e-mail, dirección postal, teléfono y fax. El comité académico informará el 15 de marzo sobre la admisión o no de la ponencia e indicará, en caso positivo, cuál es el formato para el poster o en cual de las sesiones se presentará la ponencia.

Inscripciones:

El recinto Quirama tiene una capacidad de 450 personas por lo que el cupo es limitado, por lo que se aceptaran inscripciones y pago para garantizar el cupo. El límite de particpantes colombianos es de 150 profesinales y 80 estudiantes)
Hasta el 30 de marzo:
Miembros de Socla: U$ 80
Estudiantes: U$ 45 (limite maximo 80)

Los interesados en particpar en el curso corto que tendra una capacidad maxima de 200 personas deberan hacer un pago adicional de:
U$. 10 adicionales para estudiantes
U$ 12 adicionales miembros SOCLA

Sede: El Centro de Convenciones Quirama está situado en un área campestre del municipio de Rionegro, situado a 20 minutos del Aeropuerto Internacional José María Córdoba y a una hora de la ciudad de Medellín. En el mismo Centro de Convenciones hay capacidad para alojar hasta 200 personas. El resto sera ubicado en hoteles en el municipio de Rionegro. Se requiere por lotanto hacer la reservacion con anterioridad.
Presidente del Congreso: Dr. Miguel Altieri, Cordinador de Socla
Comité académico:
Dra. Sara Marquez, decana Facultad de Ciencias Agrarias, Universidad de Antioquia.
Dr. Frank Ramírez, decano Facultad de Ciencias Exactas y Naturales, Universidad de Antioquia.
Dr. Miguel Altieri, profesor Universidad de California, Berkeley.
Dra. Clara Nicholls, profesora visitante Universidad de Antioquia.
Dr. Tomás León, Universidad Nacional de Colombia, sede Bogotá.
Dr. Martín Pragguer, Universidad Nacional de Colombia, sede Palmira.
Dr. León Darío Vélez, Universidad Nacional de Colombia, sede Medellín.
Comité organizador:
PRESIDENTA: Clara Nicholls, profesora Universidad de California, berkeley y profesora visitante Universidad de Antioquia. nicholls@berkeley.edu
VICEPRESIDENTA: Sandra Turbay, profesora titular Universidad de Antioquia. sturbay@quimbaya.udea.edu.co

Más información: http://www.agroeco.org/socla, http://www.agroeco.org

sábado, 23 de junho de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL: AGROECOLOGIA TENDE A SOFRER MENOS COM AS MUDANÇAS NO CLIMA


Pesquisador da UFPR defende capacitação dos agricultores e o combate à transgenia

“A agricultura de base ecológica e os próprios sistemas agroecológicos de produção tendem a sofrer menos com as mudanças climáticas e os problemas causados pelo aquecimento global”, é o que afirma o pesquisador da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Paulo Henrique Mayer. Doutorando em Meio Ambiente e Desenvolvimento, o engenheiro agrônomo Paulo Mayer é especialista em agroecologia e, muito conhecido entre técnicos, acadêmicos e agricultores familiares, ele é autor, junto com Inês Claudete Burg, do livro “Alternativas Ecológicas para a Prevenção e Controle de Pragas e Doenças”, que já se encontra em sua 30ª edição.

O pesquisador visitou, na semana passada, a deputada estadual Luciana Rafagnin, na 2ª Secretaria da Assembléia Legislativa do Paraná, e conversou com a parlamentar paranaense sobre os impactos do aquecimento global na agricultura familiar da região Sul. Sócio-fundador da Rede Ecovida de Agroecologia e membro do Comitê de Assessoria Externa da Embrapa Soja, como um dos consultores da sociedade civil, ele diz que já passou da hora de uma mudança de atitude na produção de alimentos e no modo de vida das pessoas: “não se trata mais de um diferencial de conduta, de uma alternativa de vida e de trabalho, mas estamos diante da necessidade concreta de mudarmos a matriz produtiva e a base tecnológica na agricultura”, afirma. Mayer critica a destruição ambiental causada pelo modelo da Revolução Verde e diz que é fundamental mover esforços e destinar grandes investimentos na capacitação dos agricultores, a fim de desmontar uma cultura e todo um raciocínio sobre o fazer agricultura, que se pautou por mais de 30 anos no extrativismo dos recursos naturais, na mecanização pesada no campo, na utilização de agrotóxicos importados e na monocultura de exportação. Ele aponta o investimento em capacitação como sendo o principal “insumo” da agricultura familiar daqui pra frente.

O primeiro impacto do aquecimento global, que é apontado por ele, recai sobre a produção e a produtividade, porque diz respeito à mudança nas estações e, consequentemente, nos cultivos agrícolas. Mayer lembra que os agricultores familiares têm conhecimentos histórico-antropológicos sobre as épocas de plantio e os manejos adequados a cada cultura. Em ambientes com estações bem definidas, com clara distribuição de períodos de calor, de frio, períodos úmidos e secos, a alteração climática vem acompanhada de inseguranças na atividade produtiva e passa a exigir um tempo maior de adaptação dos produtores. De acordo com ele, o primeiro sintoma dessas mudanças é percebido no ciclo da água, que tem relação direta com a época de plantio dos alimentos. A floração do milho, por exemplo, coincide com o período das chuvas e encontra na umidade um fator essencial de desenvolvimento da planta. Com a tendência de aumento do período de estiagens na região Sul e especificamente nas regiões em que predomina a agricultura familiar, a fecundação dos grãos fica bastante comprometida.

Reconstituir a natureza – A proteção das fontes, o reflorestamento da matas ciliares, a manutenção das áreas de preservação permanente (APP’s) e das reservas legais deixa de ser uma opção dos setores mais conscientes e torna-se um imperativo de conduta: ou se toma essa atitude agora, para garantir a sobrevivência dos ecossistemas produtivos, ou se condena desde já ao abandono da atividade agrícola, porque o pesquisador ressalta que para quem não se dedicar a reconstituir a natureza, a inviabilidade da propriedade rural será um fato irremediável. “Onde ainda há a disponibilidade de água, tem de garantir sua preservação. Mas, a tendência é de que ela falte. Diante de grandes períodos sem água, os agricultores fatalmente terão de adotar técnicas para reter esse recurso nos sistemas de produção, seja por meio da açudagem, do uso de cisternas e, até, lançando mão de barragens subterrâneas, para as condições mais extremas”, adverte.

O pesquisador da UFPR ressalta, ainda, as dificuldades que as economias locais e regionais dependentes da fruticultura temperada ou da produção animal no Sul enfrentarão com as alterações climáticas. É o caso do impacto do aquecimento global na polinização de frutíferas, como as da produção de pêssego, maçã, nectarina e ameixas, quando a região passar a não oferecer mais condições adequadas para esse tipo de cultura. Na produção animal, ele destaca como principais cadeias afetadas as do leite (que tem presença forte da agricultura familiar), de carnes e de fibras têxteis. Para ele, raças selecionadas e adaptadas ao clima mais frio da região Sul, podem perder sua função econômica e a situação exigirá a mudança da base genética, privilegiando raças mais adaptadas ao calor. À título de comparação, ele tece algumas projeções, como a troca do gado holandês pelas raças zebuínas e a das ovelhas de lã pelos animais deslanados. As pastagens de inverno também estariam com seus dias contados, aponta o pesquisador, à medida em que a temperatura na região for subindo.

Nem tudo está perdido - Antes que a “síndrome do pânico” gere uma onda de apatia, Paulo Mayer diz que os agricultores familiares têm de se preocupar, sim, e arregaçar as mangas, mas no sentido da mudança de postura e da adoção de técnicas de base ecológica. Porque a agricultura familiar, se comparada com a agricultura de grande porte, tem mais capacidade de se adaptar aos novos tempos. Diferentemente das economias dependentes da monocultura, a produção familiar por si só – e sendo diversificada – reúne condições sociais e de manejo com a natureza, que são capazes de suportar melhor e enfrentar os problemas decorrentes do aquecimento global. Assim, qual agricultura não está totalmente ameaçada e tem possibilidade de sobreviver em ambientes mais hostis? “Aquela de base mais ecológica, orgânica ou a própria agroecologia”, diz Mayer; “a que representar menor impacto ao meio ambiente; trabalhar com técnicas de policultivos; apresentar melhor cobertura vegetal; fizer uso de quebra-ventos e renques de pastagens; revolver menos o solo; adotar pastoreio racional, cultivos agroflorestais, cuidar das APP’s e preservar reservas legais”, completa.

“Transgênicos, nem pensar!” – Segundo o doutorando em meio ambiente, está comprovado cientificamente que o uso constante do glifosato – herbicida da soja transgênica – inibe o desenvolvimento das bactérias do gênero Rizhobium, presentes nas leguminosas, que são os microorganismos responsáveis pela fixação do Nitrogênio do ar, ou seja, pela fixação natural de Nitrogênio. Esse elemento, por sua vez, está diretamente ligado ao desenvolvimento da parte vegetativa e à produção de grãos, além de ser o principal constituinte da proteína do soja. Com a falta do ingrediente natural, aumentará a demanda pelo Nitrogênio artificial, que tem custo muito elevado, uma vez que é derivado de petróleo e já é possível imaginar os estragos causados pela valorização desse elemento artificial sobre o preço dos insumos (importados) das lavouras e no bolso dos produtores. Mayer lembra também que a aplicação do glifosato torna o sistema radicular da soja menos eficiente na absorção de nutrientes e da água, o que acarreta prejuízos ao desenvolvimento da planta e na produtividade da cultura. “É por isso que defendo que a agroecologia na agricultura familiar tem um papel fundamental a desempenhar nessa mudança de comportamento. A população urbana sabe exatamente como fazer a sua parte para diminuir a poluição nas cidades. Basta que o faça. Mas a agricultura, até em termos territoriais e pelo tamanho da área ocupada, pode dar uma contribuição maior no enfrentamento das problemáticas trazidas pelo aquecimento global e na reconstituição da natureza”, arremata o pesquisador.
Fonte/Autor:
MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DA DEPUTADA LUCIANA RAFAGNIN/ Jornalista: Thea Tavares / (41) 9658-7588

I COLÓQUIO INTERNACIONAL DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL

Durante os dias 22 a 25 de agosto de 2007 ocorrerá na Universidade Federal de Santa Catarina, no município de Florianópolis o I Colóquio Internacional sobre Desenvolvimento Territorial Sustentável.

No Brasil, a elaboração do conceito de desenvolvimento territorial vem sendo efetivada, de certa forma, à margem da tomada de consciência do agravamento progressivo da crise socioambiental planetária e do esforço de experimentação coordenada com o enfoque de ecodesenvolvimento - entendido como um novo enfoque de planejamento e gestão participativa apoiado no paradigma sistêmico.

Levando em conta a existência dessa defasagem, este colóquio está sendo organizado visando estimular o debate e a integração progressiva desses dois conceitos, bem como a problemática do desenvolvimento territorial sustentável em nosso País.

As inscrições para participação do I Colóquio Internacional sobre Desenvolvimento Territorial Sustentável estão sendo realizadas pelo site do evento (http://www.cidts.ufsc.br) bem como a inscrição de 50 banners. Para maiores informações entrar em contato com o Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento (NMD) no telefone (48) 3721-8610.