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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Livro: Somos tierra, semilla, rebeldía: mujeres, tierra y territorios en América Latina

https://www.grain.org/es/article/entries/5563-somos-tierra-semilla-rebeldia-mujeres-tierra-y-territorios-en-america-latina


Claudia Korol | 05 diciembre 2016 | Otras publicaciones

Presentamos el libro Somos tierra, semilla, rebeldía: mujeres, tierra y territorio en América Latina que realiza un recuento de las luchas de las mujeres en América Latina desde sus comunidades y organizaciones, partiendo del cuestionamiento al capitalismo patriarcal, que agrega a la expropiación de las tierras que sufren el campesinado pobre y los pueblos originarios la división sexual del trabajo por la cual se invisibiliza el trabajo de las mujeres, tanto el trabajo en la casa como en las pequeñas unidades agrícolas.
El acceso a la tierra es uno de los problemas más graves que enfrentan las mujeres rurales en América Latina y en el mundo, y está en la base de muchos otros problemas “invisibles” para la sociedad.  Sus consecuencias e impacto abarcan a todas las mujeres y en general, a la humanidad entera y a la naturaleza.
A partir de allí recorre el camino del movimiento de mujeres por el reconocimiento de su trabajo, por la valorización de la agricultura campesina y por la búsqueda de garantizar el acceso de las mujeres campesinas a la tierra y la lucha por una reforma agraria integral, la soberanía alimentaria y la agroecología.
Claudia Korol es militante feminista e integrante del Colectivo de Educación Popular Pañuelos en Rebeldía y del Centro de Investigación y Formación de Movimientos Sociales Latinoamericanos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

PRIMEIRA CONVOCATÓRIA CONGRESSO AGROECOLOGIA CBA E SOCLA



PRIMEIRA CONVOCATÓRIA


VI CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE AGROECOLOGIA
X CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA
V SEMINÁRIO DE AGROECOLOGIA DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO



“Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver”

A Sociedade Científica Latino-Americana de Agroecologia – SOCLA e a Associação Brasileira de Agroecologia – ABA Agroecologia informam sobre a realização do VI Congresso Latino-Americano de Agroecologia, o X Congresso Brasileiro de Agroecologia e o V Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno, na cidade de Brasília, Distrito Federal – Brasil. O evento acontecerá no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, entre os dias 12 a 15 de setembro de 2017. Espera-se aproximadamente 5.000 pessoas, entre cientistas das mais diversas áreas do conhecimento, estudantes, agricultoras(es), população rural e população urbana em geral, movimentos sociais, comunidades tradicionais e indígenas, de vários países da América Latina, bem como de outras regiões.

O evento ocorrerá durante a semana do Cerrado e contará com extensa programação técnico-científica e feira construídas com base na temática central do congresso. Esta é a primeira vez que o Congresso Brasileiro de Agroecologia e o Congresso Latino Americano de Agroecologia serão organizados na região Centro-Oeste do Brasil, esperando-se contribuir para a discussão dos problemas e potencialidades da região.

Nos dias 10 e 11 de setembro de 2017 ocorrerá o curso pré-congresso, organizado pela Sociedade Científica Latino Americana de Agroecologia (SOCLA), com a presença de grandes especialistas na temática da Agroecologia de todas as partes do mundo.

A temática central e os objetivos do evento

O tema central e comum do evento é “Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver”. O tema foi definido a partir de um processo participativo e resgata a importância da Agroecologia na transformação dos sistemas agroalimentares no mundo, a partir do reconhecimento da memória biocultural, dos saberes e da contribuição histórica dos povos latino-americanos para os sistemas agroalimentares mundiais. O tema permite resgatar o passado, analisar onde estamos e pensar os possíveis caminhos para se construir o Bem Viver entre os países na América Latina e entre os povos do mundo. 
O Congresso tem como objetivos difundir os princípios da Agroecologia; potencializar os processos participativos e de amplo diálogo entre sociedade civil, academia e poder público; fortalecer as redes e teias de agroecologia; dar visibilidade às experiências agroecológicas da América Latina; contribuir para a construção do conhecimento de base agroecológica e para os avanços teóricos, práticos e políticos.


Informações importantes

A página web encontra-se em construção. Informações atualizadas estarão disponíveis neste link do facebook: https://www.facebook.com/agroecologiadf/
A segunda convocatória, contemplando os eixos do evento e regras de submissão de trabalhos, será disponibilizada a partir de dezembro/2016.

http://aba-agroecologia.org.br/wordpress/?p=2975 


sábado, 19 de novembro de 2016

Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho


                                          Carrapateiro: Milvago chimachima 
O camping do Parque Estadual do Rio Vermelho está oficialmente aberto.
Recebeu investimentos e melhorias em banheiros, churrasqueiras e na segurança com a instalação de câmeras de videomonitoramento.
Parque Estadual do Rio Vermelho, é uma Unidade de Conservação.
As unidades de conservação (UC) são espaços territoriais, incluindo seus recursos ambientais, com características naturais relevantes, que têm a função de assegurar a representatividade de amostras significativas e ecologicamente viáveis das diferentes populações, habitats e ecossistemas do território nacional e das águas jurisdicionais, preservando o patrimônio biológico existente.
As UC asseguram às populações tradicionais o uso sustentável dos recursos naturais de forma racional e ainda propiciam às comunidades do entorno o desenvolvimento de atividades econômicas sustentáveis. Estas áreas estão sujeitas a normas e regras especiais. São legalmente criadas pelos governos federal, estaduais e municipais, após a realização de estudos técnicos dos espaços propostos e, quando necessário, consulta à população.
As UC dividem-se em dois grupos:
Unidades de Proteção Integral: a proteção da natureza é o principal objetivo dessas unidades, por isso as regras e normas são mais restritivas. Nesse grupo é permitido apenas o uso indireto dos recursos naturais; ou seja, aquele que não envolve consumo, coleta ou dano aos recursos naturais. Exemplos de atividades de uso indireto dos recursos naturais são: recreação em contato com a natureza, turismo ecológico, pesquisa científica, educação e interpretação ambiental, entre outras.
As categorias de proteção integral são: estação ecológica, reserva biológica, parque, monumento natural e refúgio de vida silvestre.
Unidades de Uso Sustentável: são áreas que visam conciliar a conservação da natureza com o uso sustentável dos recursos naturais. Nesse grupo, atividades que envolvem coleta e uso dos recursos naturais são permitidas, mas desde que praticadas de uma forma que a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos esteja assegurada.
As categorias de uso sustentável são: área de relevante interesse ecológico, floresta nacional, reserva de fauna, reserva de desenvolvimento sustentável, reserva extrativista, área de proteção ambiental (APA) e reserva particular do patrimônio natural (RPPN).
Texto - Ministério do Meu Ambiente

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Baixar 2000 Libros Sobre Permacultura, Agroecologia, Bioconstruccion Y Vida Sustentable

http://www.ideasverdes.es/2000-libros-gratis-sobre-permacultura-agroecologia-bioconstruccion-y-vida-sustentable/#
Cada día somos mas los que nos acercamos a entender la vida de forma diferente, buscamos otra manera de entender el progreso y nuestro paso por el planeta, por ello aprender , conocimiento y practica hacen que entre todos podamos mejorar nuestra huella en la tierra, por eso nos alegra poner a disposición de todos vosotros y de todos los que quieran cambiar esta pequeña biblioteca digital con mas de 2000 títulos y manuales sobre diferentes temas, como puede ser jardinería, huerto, apicultura, reciclaje, agroecologia, permacultura, bioconstruccion o vida sustentable.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Documentário resultante de tese da 
Unicamp disputa indicação ao Oscar


10/11/2016 - 15:25


Apesar de muito se dedicar à sua tese de doutorado “Educação, autoritarismo e eugenia: exploração do trabalho e violência à infância no Brasil (1930-1945)”, o historiador Sidney Aguilar não tinha maiores pretensões senão entregar à sociedade o conteúdo de achados de extrema gravidade. Ao pesquisar a época do Estado Novo, nas décadas de 1930 e de 1940, o autor descobriu que 50 meninos, na maioria negros, com idade entre nove e 11 anos, foram retirados de um orfanato do Rio de Janeiro e levados a uma fazenda no interior de São Paulo. Lá eles viveram o pesadelo do trabalho escravo na lavoura, sem remuneração e com castigos físico e psicológico.
A tese, defendida na Faculdade de Educação (FE) em 2011 sob orientação da professora Ediógenes Aragão, deve virar livro ainda este ano e acaba de gerar um documentário que foi batizado de Menino 23 - infâncias perdidas no Brasil, de Belisário Franca, com 81 minutos de duração. Nos últimos dias, Aguilar foi informado de que o documentário agora disputa indicação ao Oscar 2017 nessa categoria, ao lado de 145 longa-metragens. O resultado será divulgado no dia 24 de janeiro. “Nossos trabalhos são produções de muitas mãos, coletivo. Já foi lançado em julho e passou pela USP, Ipea, universidades, movimentos sociais e Comissão da Verdade, entre outras instituições”, ressalta. 
O filme tem continuidade, pois os debates já vinham acontecendo, afirma o historiador. “Construímos uma base crítica. Esse trabalho teve um pé na academia, mas a pesquisa encontrou também aspectos de alto valor social e histórico. E isso foi levado para o filme, por meio de reflexões sobre a história da infância em situação de risco social”, sublinha. A tese já tinha recebido o Prêmio Capes de Teses em 2011. 

Menino 26 teve pré-estreia mundial no mês de junho na Mostra Competitiva Ibero-Americana de Longas-Metragens do 26º Cine Ceará, em Fortaleza. Foi ainda selecionado para o Festival Encounters, na África, sendo exibido em Johannesburg e Cape Town. É uma produção da empresa Giros. A coprodução é da Globo Filmes, Globo News e Canal Brasil, com patrocínio do BNDES. A distribuição é da Elo Company.
O projeto de Aguilar começou quando, em uma de suas aulas, uma aluna contou que, na fazenda onde vivia, em Campina do Monte Alegre, foram encontrados tijolos marcados com a suástica nazista, adotada por organizações militares e nacionalistas, que depois foi transformada em símbolo do regime nazista. O pesquisador se instalou nesse município. Ali teve contato com os primeiros indícios de se tratar de uma simbologia nazista presente na propriedade rural em um contexto de simpatia aos ideais de racismo e autoritarismo no Brasil.
Sidney seguiu a pista e chegou a dois sobreviventes dessa exploração. Aloísio Silva (o “menino 23”) e Argemiro dos Santos (o "Dois"), chamados por números, falaram de suas histórias pela primeira vez no documentário. Pouco tempo depois, Aloísio morreu, aos 93 anos. Entre os relatos, soube-se que Argemiro fugiu daquela fazenda, morou nas ruas de São Paulo, foi engraxate e hoje, com mais de 90 anos, mora em Foz do Iguaçu. Os meninos que foram trabalhar na fazenda lá permaneceram por quase dez anos.
Para Sidney, docente da Universidade Salesiana (Unisal), o momento mais emocionante do processo de elaboração da tese foi quando o pesquisador levou Aloísio de volta ao orfanato onde viveu no Rio de Janeiro. Outro momento de grande comoção foi quando ele encontrou os documentos que deram sustentação à sua tese. Ele conta que os documentos, tijolos e fotos da pesquisa estão agora sob a guarda do Arquivo Edgar Leuenroth (AEL) da Unicamp. Veja texto publicado na edição 536 do Jornal da Unicamp, quando a tese foi Prêmio Capes, e assista a um trailer do documentário. Os interessados terão ainda a chance de assistir ao documentário no dia 21, das 14 às 18 horas, no auditório da Associação dos Docentes da Unicamp (Adunicamp), seguido de um debate de pesquisa. Veja a programação