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domingo, 12 de fevereiro de 2017

SEGUNDA CONVOCATÓRIA: Congressos Brasileiro e Latino-Americano de Agroecologia 2017




VI CONGRESSO LATINO AMERICANO DE AGROECOLOGIA
X CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROECOLOGIA
V SEMINÁRIO DE AGROECOLOGIA DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO 12 a 15 de setembro de 2017
Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília, Brasil
Agroecologia na Transformação dos Sistemas Agroalimentares na América Latina: Memórias, Saberes e Caminhos para o Bem Viver”
2ª CONVOCATÓRIA
I. Introdução
Com o tema central dos VI Congresso Latino Americano de Agroecologia, X Congresso Brasileiro de Agroecologia e V Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno, espera-se que os participantes possam olhar para o passado e refletir sobre a importância da memória biocultural latino-americana, sua riqueza e sua contribuição histórica e relevante para o desenvolvimento de sistemas agroalimentares sustentáveis e para a elaboração dos princípios da agroecologia. Que esta reflexão traga os elementos que contribuam para a compreensão do presente e para o desenho dos caminhos a trilhar para a construção do Bem Viver nos países na América Latina.
II. Por que realizar os Congressos Latino Americano de Agroecologia e Brasileiro de Agroecologia em Brasília?
Brasília está localizada no Centro Oeste, região brasileira de maior “encontro” de biomas brasileiros e seus ecótonos, sendo de fundamental importância para o sistema hidrológico da América do Sul. A região contém vasto patrimônio natural e cultural, é rica nos saberes e fazeres dos diversos povos e comunidades tradicionais que ali habitam. O Cerrado, que ocupa quase toda a região, é considerado um hotspot mundial de biodiversidade, isto é, um bioma com grande diversidade de espécies de plantas endêmicas e elevado grau de degradação dos seus habitats naturais. Este grau de degradação está relacionado principalmente ao modelo de agricultura que é praticado na região, que tem sua base tecnológica construída a partir da Revolução Verde e que hoje é reconhecido no Brasil com o nome de Agronegócio. Além da grande sociobiodiversidade, o Bioma Cerrado é o berço das águas brasileiras. Nesta região, nascem os principais rios que abastecem as principais bacias hidrográficas do Brasil. Devido à importância da região para o meio ambiente e a sociedade brasileira, desde 2014 a equipe da Articulação Brasília Agroecológica, composta entre outros por membros da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia), construiu a proposta para que a cidade de Brasília sediasse os importantes eventos ligados à Agroecologia em 2017. A proposta foi apresentada em outubro de 2015 durante os Congressos Brasileiro de Agroecologia e o IV Congresso LatinoAmericano de Agroecologia em La Plata, Argentina. Desde então, foi constituída uma comissão local com a participação de vários parceiros que está realizando várias atividades preparatórias para que os eventos possam ser construídos de forma mais coletiva possível.
III. Objetivos geral e específicos dos Congressos Latino Americano de Agroecologia e Brasileiro de Agroecologia e do Seminário de Agroecologia do Distrito Federal e Entorno
Geral:
Apontar e reafirmar a agroecologia como portadora dos princípios que tornam possível o desenvolvimento de sistemas agroalimentares sustentáveis, a partir da revitalização da memória biocultural e da valorização e da interação dos saberes ancestrais, populares e científicos, que apontem os caminhos para a construção do Bem Viver entre os povos e os países da América Latina.
Específicos
a) Reafirmar a Agroecologia enquanto ciência, movimento e prática.
b) Fortalecer e reafirmar a relação da Agroecologia com a promoção da saúde, da garantia de vida, da defesa dos bens comuns e da transformação social; relação que necessita do reconhecimento e promoção a partir dos sistemas agroalimentares diversos, da justiça social e da integração de sujeitos e atores do campo e da cidade.
c) Revitalizar, valorizar e compartilhar as memórias, saberes ancestrais, experiências e práticas agroecológicas na América Latina, contemplando todas as dimensões, inclusive a espiritual, simbólica e imaterial.
d) Promover a socialização dos conhecimentos científicos em Agroecologia e sua integração como os conhecimentos populares e tradicionais por meio de espaços de diálogo e intercâmbio de saberes, que promovam a indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão e a ampliação da base científica do conhecimento agroecológico.
e) Valorizar, visibilizar e fortalecer as experiências de soberania e segurança alimentar e nutricional potencializadas a partir da Agroecologia na produção, no processamento, comercialização e no consumo de alimentos saudáveis no campo e na cidade.
f) Construir diretrizes para a elaboração e gerenciamento de políticas públicas e outras estratégias que reconheçam, visibilizem e empoderem as mulheres, os jovens, os povos e as comunidades tradicionais e campesinas, para estimular a transformação dos sistemas agroalimentares na América Latina.
g) Reconhecer, valorizar e fortalecer a contribuição das experiências das mulheres e da luta feminista para a construção da Agroecologia.
h) Denunciar as violências que acometem os povos e comunidades tradicionais, camponesas, da agricultura familiar; ademais de elaborar e compartilhar estratégias de resistência para promover a resiliência dos movimentos sociais e organizações relacionados a os povos e comunidades na luta pela terra e por sistemas agroalimentares de base agroecológica.
i) Contribuir para o fortalecimento da organização da juventude na luta por condições para sua permanência no campo e a fortalecimento da Agroecologia.
k) Criar ambientes de troca de conhecimentos e experiências para fortalecer redes e núcleos de Agroecologia, construindo agendas de atuação coletiva.
V. Temas geradores
Os temas geradores utilizados como base para subsidiar o debate e a reflexão durante os eventos de Agroecologia e para a organização da submissão dos trabalhos são:
1. Políticas Públicas e Conjuntura
2. Mulheres e Agroecologia
3. Juventudes e Agroecologia
4. Educação em Agroecologia
5. Construção do Conhecimento Agroecológico
6. Campesinato e Soberania Alimentar
7. Conservação e Manejo da Sociobiodiversidade e Direitos dos Agricultores e Povos e Comunidades Tradicionais
8. Agroecologia e Resiliência Sócioecologica às Mudanças Climáticas e outros estresses
9. Manejo de Agroecossistemas e Agricultura Orgânica
10. Agrotóxicos e Organismos Geneticamente Modificados
11. Agroecologia e Agriculturas Urbana e Periurbana
12. Estratégias Econômicas em Diálogo com a Agroecologia
13. Memórias e História da Agroecologia
VI. Atividades
Várias atividades estão sendo realizadas como preparativas ou para ocorrer durante o congresso, como seguem:
a. Atividades preparatórias:
– Agitação e propaganda em conexão com a cidade de Brasília
– Conexão com outros eventos relacionados ao Cerrado que acontecerão concomitantemente, como o movimento ambiental
– Rotas/ teias para integrar o evento à capital mediante de um corredor agroecológico que conecte os locais do evento e o Parque da Cidade Sarah Kubitschek, onde será a hospedagem dos agricultores e da Rede dos Grupos de Agroecologia (REGA)
– Oficinas autogestionadas para preparação de material a serem utilizados durante o congresso
b. Atividade pré-congressos
– Curso Internacional de Agroecologia (10 – 11 de setembro 2017), organizado pela SOCLA
c. Atividades durante os congressos:
– Conferencias magistrais
– Apresentação oral de trabalhos nas temáticas dos congressos
– Mesas redondas nas temáticas dos congressos
– Apresentação de pôsteres científicos
– IX Encontro Nacional dos Grupos de Agroecologia (ENGA), organizado pela Rede dos Grupos de Agroecologia (REGA)
– Feira Agroecológica e da Sociobiodiversidade
d. Outros espaços de interação:
– Ciranda: Espaço para as crianças com temas ligados ao congresso
– Instalações artísticas pedagógicas para apresentação das caravanas
– Espaços para interação continua, denúncia, resistência e proposições
– Rádio permanente com entrevistas e cobertura do congresso
– Grupo da sincronia para informar e convidar para os momentos do congresso
– Registro do evento em formatos diversos
– Caravanas em direção aos eventos
– Transversalidade de atividades culturais em toda a programação
VII. Datas Importantes


Inscrições, outras informações e atualizações consulte a página do evento:

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Relatório sobre os benefícios dos orgânicos

O presente relatório analisa as provas científicas existentes sobre o impacto dos alimentos orgânicos na saúde humana numa perspectiva da UE, com especial incidência na saúde pública. O desenvolvimento de sistemas alimentares ambientalmente sustentáveis e saudáveis é uma prioridade internacional e neste relatório discutimos como alimentos orgânicos e agricultura orgânica podem contribuir para isso em relação à saúde pública. São revisados estudos com humanos e animais que abordam diretamente os efeitos sobre a saúde de alimentos orgânicos. Além disso, discutem-se as evidências que ligam princípios e regras da produção orgânica aos efeitos sobre a saúde humana.

Acesse estudo completo aqui:

Relatório do Parlamento Europeu mostra benefícios dos orgânicos
Imagem de perfil do Colunista
Documento analisa 381 referências sobre temas que envolvem alimentação, produção de plantas e de animais, impactos na saúde, entre outros / Reprodução
Consumo de orgânicos reduz exposição a agrotóxicos e riscos de intoxicação
Em dezembro de 2016, o Parlamento Europeu, através do Painel de Avaliação de Opções em Ciência e Tecnologia, divulgou um relatório sobre os impactos para a saúde pública do consumo de alimentos orgânicos e também da agricultura orgânica. O relatório chama-se “Human health implications of organic food and organic agriculture” e pode ser acessado aqui.
O documento analisa 381 referências sobre temas que envolvem alimentação, produção de plantas e de animais, impactos dos agrotóxicos na saúde e meio ambiente, resistência a antibióticos, padrões de alimentação, além de apontar caminhos e políticas públicas e suas possíveis consequências na Europa.
De acordo com o relatório, o consumo de alimentos orgânicos reduz a exposição a agrotóxicos, e portanto, os riscos de intoxicações agudas e crônicas. O relatório enfatiza que, apesar das análises de risco que são feitas antes da aprovação de agrotóxicos, existem grandes lacunas nos estudos. Gera grande preocupação, por exemplo, que sejam desconsiderados estudos epidemiológicos que mostram os efeitos negativos da exposição a baixas doses de agrotóxicos no desenvolvimento cognitivo de crianças.
Em relação aos fertilizantes, os estudos mostraram as consequências negativas do uso massivo e prolongado do mineral fósforo na agricultura convencional. O principal efeito é a elevação da concentração de cádmio no solo, e portanto nos alimentos produzidos neste local. A alimentação, inclusive, é uma das principais vias de exposição ao cádmio, que provoca câncer e diversas outras doenças.
Sobre a criação de animais, foi detectada uma maior concentração de ácidos graxos ômega 3 no leite, ovos e carne de animais criados no sistema orgânico. Isso decorre da alimentação à base de forragem, e não de rações concentradas. O capim possui alto índice de ômega 3 e, no caso do leite orgânico, foi detectada a presença 50% maior deste ácido graxo.
Outro ponto analisado foi a resistência a antibióticos. De acordo com o Organização Mundial de Saúde (OMS), a utilização excessiva deste medicamento na criação animal é um dos fatores que influenciam na existência de superbactérias resistentes a antibióticos. Na criação orgânica, o uso de antibióticos é reduzido, pois há menos doenças em sistemas não-confinados, e há grande restrição ao uso preventivo, comum na criação de animais convencional.
Ao final do relatório são apresentadas 5 opções de políticas públicas a serem consideradas daqui em diante. A primeira delas seria não tomar nenhuma atitude, e assim perder a oportunidade de obter ganhos para a saúde da população. 
A segunda opção está relacionada às políticas de segurança alimentar, como por exemplo o controle da concentração de cádmio nas sementes. Além disso, na Europa está em vigor desde 2009 uma política de “uso sustentável” de agrotóxicos, que inclusive proíbe a pulverização aérea no continente. Finalmente, a União Europeia já se colocou favorável ao banimento do uso profilático de antibióticos na criação animal.
A terceira opção se refere a aumentar o investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação voltadas para agricultura orgânica. Este caminho poderia aprimorar os sistemas de cultivo, aumentando a produtividade e gerando mais comida de boa qualidade com práticas agrícolas sustentáveis.
A quarta opção aponta para a melhora do ambiente de negócios da agricultura orgânica através de incentivos fiscais. Considerando que as doenças causadas pela agricultura convencional representam uma carga para os sistemas de saúde, e que este custo não está incluído no preço dos fertilizantes e agrotóxicos, seria justo uma taxação maior para estes produtos. Estas taxas poderiam ser utilizadas para o desenvolvimento da agricultura orgânica.
A quinta e última opção se refere ao incentivo de práticas de consumo sustentáveis. Atualmente, o consumo de carne na Europa é elevado, enquanto cereais integrais, frutas e legumes ficam abaixo dos índices recomendados. O relatório afirma que o padrão de consumo de quem se alimenta de orgânicos é mais saudável em comparação com a média da sociedade. Assim, regras licitatórias que favoreçam a compra de orgânicos em escolas, hospitais e restaurantes públicos podem melhorar o padrão alimentar da população.
Importância do Documento
Mesmo que o relatório não traga grandes novidades, o reconhecimento do parlamento Europeu de que a agropecuária convencional representa um problema de saúde pública, e que além disso, a agricultura orgânica é uma solução para este problema, já é um fato a ser comemorado.
Ainda que por certa herança colonial, decisões políticas tomadas na Europa e nos EUA têm grande apelo no Brasil. O banimento da pulverização aérea na Europa, o fato de que 22 do 50 agrotóxicos mais consumidos aqui são proibidos lá, e agora este relatório, são argumentos de peso em nossa luta contra os agrotóxicos e as consequências nefastas do agronegócio.
Orgânicos na Europa
Obviamente, o contexto Europeu em relação aos orgânicos – chamados lá de biológicos ou somente bio – é completamente diferente do nosso. O movimento da agricultura biodinâmica (Demeter) já existe desde os anos 1920 na Alemanha. Hoje, encontra-se uma grande oferta de orgânicos em qualquer supermercado (mesmo os mais baratos), e há mesmo redes de supermercados que só vendem orgânicos. 
Além das frutas, legumes e verduras, são oferecidas carnes, lácteos, salsichas, cosméticos e até roupas orgânicas. É possível encontrar máquinas agrícolas adaptadas e outros tipos de facilidades para aumento de produtividade com mão de obra escassa. Há críticas de que a agricultura orgânica na Europa já foi completamente dominada pelas grandes cadeias de alimentos, e concentra renda da mesma forma que o cultivo convencional.
Nos países mais ricos da Europa (EU-28), 5,7% das terras é cultivada de forma orgânica, num mercado que rende 24 bilhões de Euros (quase R$100 bilhões). 
O panorama é bem diferente daqui. A estimativa de ocupação das terras orgânicas certificadas é de menos de 1%, e a movimentação financeira estimada é de R$2,5 bilhões. Além disso, por aqui colocamos como fundamental o projeto da Agroecologia, que inclui outras dimensões além do cultivo sem agrotóxicos, fertilizantes e transgênicos (aliás, na Europa o uso de transgênicos é restrito a poucos países). 
Por aqui, não há possibilidade de discutir a agricultura orgânica sem tocar na questão agrária, que é a raiz de diversos outros problemas como a pobreza e a insegurança alimentar no campo, além do próprio êxodo rural e inchaço das cidades. Por isso, lutar pela agroecologia significa lutar pelas condições subjetivas e objetivas para se produzir sem veneno: equidade de gênero, educação e saúde do campo, pesquisa, crédito, logística, agroindústria sob controle camponês e tudo mais que for preciso para se viver e produzir de forma saudável no campo.
O relatório do Parlamento Europeu deve ser lido e estudado, e ser utilizado como mais uma ferramenta de luta nas diversas batalhas que nos esperam em 2017, a começar pela derrubada do PL do Veneno, e pela aprovação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Instituto Pólis lança manual gratuito de hortas urbanas


http://polis.org.br/wp-content/uploads/Hortas-Urbanas-FINAL-bx-site.pdf 

Publicação elaborada para o projeto Moradia urbana com tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil, em parceria com o Instituto Pólis, a cartilha Hortas Urbanas visa melhorar a alimentação das pessoas envolvidas na Tecnologia Social Hortas Urbanas, beneficiando o ambiente como um todo e favorecendo a relação da comunidade com o bairro e o seu entorno por meio do cultivo ecológico de alimentos e ervas medicinais em hortas, jardins, canteiros suspensos e outras possibilidades a depender da realidade local. 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Espécies Nativas da Flora Brasileira de Valor Econômico Atual ou Potencial Plantas para o Futuro - Região Sul

Disponível em: http://www.mma.gov.br/estruturas/sbf2008_dcbio/_ebooks/regiao_sul/Regiao_Sul.pdf

Exposure to the ubiquitous herbicide, glyphosate, has been linked to autoimmune Rheumatoid Arthritis (RA) in women.

A exposição ao herbicida glifosato tem sido associada a doença auto-imune como a artrite reumatóide (AR) em mulheres.
A AR é uma doença inflamatória autoimune que faz com que o corpo ataque por engano seus próprios tecidos. A doença porém, pode afetar mais do as articulações, se estendendo a outros sistemas do organismo, incluindo a pele, olhos, pulmões, coração e vasos sanguíneos.
A lista de doenças que estão ligadas ao glifosato cresce. Qual será a próxima?

Edital Núcleos de Agroecologia

Chamada Núcleos de Agroecologia CNPQ/MCTIC/MAPA/MEC/SEAD 
http://cnpq.br/chamadas-publicas
O objeto da chamada é “apoiar projetos que integrem ensino, pesquisa e extensão voltados à construção e socialização de conhecimentos e técnicas relacionados à Agroecologia e à Produção Orgânica, bem como à promoção dos Sistemas Orgânicos de Produção. 
Os projetos deverão ser inseridos em uma das seguintes linhas:
a) Linha 1: Criação de Núcleo de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica (NEA);
b) Linha 2: Manutenção de Núcleo de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica (NEA);
c) Linha 3: Criação de Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Orgânica (CVT);
d) Linha 4: Manutenção de Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Orgânica (CVT).